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Em discurso na sede da PF, Witzel reclamou de herança maldita de 'governadores corruptos'
Em discurso na sede da PF, Witzel reclamou de herança maldita de 'governadores corruptos'
Por Painel/Folha de S.Paulo
27/05/2020 às 06:37
Atualizado em 27/05/2020 às 06:37
Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

Em dezembro, Wilson Witzel (PSC) fez questão de comparecer à cerimônia de troca do chefe da Polícia Federal do Rio. Disse que herdou uma maldita herança de seus antecessores. "Infelizmente, governadores corruptos, inescrupulosos, que praticamente destruíram a economia do Rio."
O governador agradeceu à Justiça pelo trabalho e ao juiz Marcelo Bretas, presente no evento. Acenou ainda para o Ministério Público. A investigação que deu origem à operação desta terça (26) foi autorizada por Bretas.
"Quero agradecer o tanto que o TRF tem feito para devolver aos cofres públicos o que foi levianamente desviado por políticos que não respeitaram a dignidade do voto e o trabalho hercúleo que tem sido feito para poder dar a resposta penal àqueles que insistem em descumprir as leis e, principalmente, o compromisso que fizeram nos pleitos eleitorais", disse Witzel.
Na época, o governador do Rio tinha rompido há pouco tempo com Jair Bolsonaro.
O presidente acusara no final de outubro o governador de "conduzir" o processo do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) para prejudicá-lo.
