CPMI das Fake News discutirá quebra de sigilo bancário de nove empresas
Por Mônica Bergamo/Folha de S.Paulo
03/03/2020 às 07:01
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A CPMI que investiga as fake news discutirá a quebra de sigilo bancário de nove empresas e três pessoas suspeitas de disseminar notícias falsas no país.
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A medida pode atingir Lindolfo Alves Neto e Flávia Alves, donos da Yacows, e Hans River, ex-funcionário do casal que depôs na CPMI.
Entre as empresas listadas para a quebra de sigilo estão a Maut Desenvolvimento de Software, a Kiplix Comunicação Digital e a Deep Marketing, além da própria Yacows. O advogado do casal, José Diniz, não quis se manifestar.
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Os requerimentos para a abertura dos sigilos foram apresentados na segunda (2) pela deputada Natália Bonavides (PT-RN).
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A CPMI está dividida: a oposição tem 14 votos e a base do governo Bolsonaro, outros 14. Há ainda quatro parlamentares que funcionam como fiel da balança —e que podem decidir se a quebra de sigilo será ou não aprovada.
