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Neto lidera cordão do governo na Lavagem do Bonfim e tende a reinar ao lado de Bruno Reis
Neto lidera cordão do governo na Lavagem do Bonfim e tende a reinar ao lado de Bruno Reis
Por Fernanda Chagas
15/01/2020 às 14:07
Atualizado em 15/01/2020 às 14:29
Foto: Divulgação

Está confirmado. Sem a presença do governador Rui Costa (PT), que permanece afastado de suas atividades por recomendação médica por conta de uma cirurgia para a retirada de um nódulo mamário, o prefeito ACM Neto (DEM) tende a liderar com folga nesta quinta-feira (16) na tradicional lavagem do Bonfim o cordão do seu grupo que soma, já contando o DEM, treze partidos na corrida por 2020, ao lado do seu pré-candidato à sua sucessão, o vice-prefeito Bruno Reis (DEM).
Todo o esquema já está montado. Ele participa, a partir das 8h, da programação que tem início com a concentração da caminhada religiosa em frente à Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia, no Comércio. Além deles, estão confirmados para encher o cordão governista durante todo o percurso as presenças de secretários, dirigentes de órgãos municipais, lideranças e políticos e dos 30 vereadores que compõem a sua base, com destaque para o presidente da Câmara de Salvador, Geraldo Júnior (SD), grande aposta para ser vice de Bruno, cuja possibilidade de se filiar ao Republicanos está sendo bastante especulada no meio.
Ainda que indefinida, a presença do ainda secretário municipal de Saúde, Leo Prates, de malas prontas para o PDT, também cotado como possibilidade de integrar a chapa do vice-prefeito, não está descartada.
O time contrário, por sua vez, que conta com quatro pré-candidatos do PT [Vilma Reis, Fabya Reis, Robinson Almeida e Juca Ferreira], mais os quatro candidatos da base: Sargento Isidório (Avante), Bacelar (Podemos), Niltinho (PP) e Olívia Santana (PCdoB) tendem a ser coordenados pelo senador Jaques Wagner (PT).
Contudo, a tendência que é a insatisfação explícita pela demora no posicionamento do governador em relação ao candidato do PT e, consequentemente, da base, repercuta na festa religiosa, tida como o termômetro eleitoral da eleição municipal.
