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“Queremos trazer o Tribunal de Justiça para o século 21”, afirma desembargadora Cynthia Resende

“Queremos trazer o Tribunal de Justiça para o século 21”, afirma desembargadora Cynthia Resende

Por Redação

28/11/2019 às 14:15

Atualizado em 28/11/2019 às 14:15

Foto: Divulgação

Cynthia Maria Pina Resende, desembargadora

A desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, candidata à presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), afirmou que pretende trazer a Corte para o século 21. A magistrada lembrou da crise enfrentada pela Corte após a operação Faroeste, e afirmou defender uma Justiça forte, equilibrada, eficiente, célere e honesta. A eleição da instituição foi remarcada para a próxima quarta-feira (4).

“Neste momento, nossa instituição centenária que tanto orgulha baianos e brasileiros atravessa uma crise que ameaça sua credibilidade. Precisamos retomar a confiança da Corte, e acredito que este é um compromisso dos egrégios colegas que integram o Tribunal”, disse ela.

Segundo a desembargadora, seu programa de trabalho é reestruturar o funcionamento e restabelecer a integridade da Corte. “Acredito que a Justiça que tarda não é justa. O cidadão tem direitos e deve ter a lei a seu lado para garantir esses direitos com mais celeridade. Zelar pelo cumprimento da Constituição Brasileira e a do nosso estado será nosso compromisso de honra”, frisou.

Na plataforma de Cynthia Resende também está a experiência como corregedora das Comarcas do Interior, cargo para o qual foi eleita para o biênio 2016-2018. Além de realizar 200 visitas regimentais a todas as comarcas do Estado, ela lançou o projeto “Parceiros Pela Justiça”, que resultou em maior aproximação entre o TJ-BA e a população baiana.

“O resultado deste trabalho foi a análise de 271.701 processos, com a baixa de 107.532 deles, além de 56.402 sentenças proferidas. Realizamos audiências públicas e levamos uma estrutura móvel para praças públicas, onde recebemos partes e advogados para atendimento, orientação e até resolução dos casos na hora, desde que estivessem efetivamente prontos para julgamento”, contou.

Além de ampliar esta aproximação com o povo, a desembargadora quer intensificar o uso das novas tecnologias como aliadas para a melhor prestação dos serviços jurisdicionais e para o ampliar o diálogo com a sociedade. “Quero - e vou trabalhar muito para isso - que o Tribunal de Justiça da Bahia seja referência no uso das tecnologias, no aprimoramento dos serviços, na transparência e na eficiência”.

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