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‘Adolescentro’: Kátia Oliveira defende criação de unidade para atender crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade

‘Adolescentro’: Kátia Oliveira defende criação de unidade para atender crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade

Por Redação

22/11/2019 às 16:12

Foto: Divulgação

Deputada estadual Kátia Oliveira (MDB)

A deputada estadual Kátia Oliveira (MDB) sugeriu ao governo do estado a criação de um ‘Adolescentro’, unidade ambulatorial focada no atendimento individual e coletivo de crianças e adolescentes de 10 a 18 anos de idade, com transtornos mentais, vítimas de violência sexual, dependência química, dentre outras situações de vulnerabilidade social. Pela proposta da parlamentar, o centro será implantado inicialmente em Simões Filho, com possibilidade de expansão para outras regiões do estado.

Kátia Oliveira cita o exemplo do Distrito Federal, que implantou Adolescentros e tem colhido bons resultados. “Consiste num serviço ambulatorial, onde é realizado o acompanhamento individual e coletivo de adolescentes e seus familiares, em abordagem biopsicossocial”, explica ela. A deputada defende que, na unidade, sejam ofertados atendimentos nas seguintes áreas: psiquiatria, neurologia, ginecologia, psicologia, terapia ocupacional, enfermagem, nutrição, serviço social, odontologia e práticas integrativas em saúde.

“Os Adolescentros são espaços de referência em que se tratam de questões relacionadas à convivência familiar, a autoestima e autoconfiança, o binômio liberdade/ responsabilidade, aparência, amizades, vícios, internet, vestibular e descoberta profissional, buscando auxiliar o desenvolvimento dos jovens e adolescentes, preparando-os para os dilemas e desafios da vida humana”, destaca a parlamentar. Simões Filho, ela afirma, conta com cerca de 25 mil cidadãos entre 10 e 18 anos de idade, que se encaixariam no perfil prioritário de atendimento no Adolescentro.

Ao justificar a Indicação 23.679/2019, Kátia Oliveira cita o Situação da Adolescência Brasileira, da Unicef. “A Unicef expressa sua preocupação com a fruição do direito de ser adolescente, que se encontra ameaçado por vulnerabilidades e desigualdades sociais, tais como a pobreza moderada e extrema, o trabalho infantil, a baixa escolaridade, o abuso e a exploração sexual, a privação da convivência familiar e comunitária, os homicídios, a depressão e o suicídio, a gravidez na adolescência, as infecções sexualmente transmissíveis e o uso abusivo de drogas”, afirma.

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