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Após fusão, Téo Senna não descarta que Podemos migre para a base de Neto

Após fusão, Téo Senna não descarta que Podemos migre para a base de Neto

Por Fernanda Chagas

30/09/2019 às 17:08

Atualizado em 30/09/2019 às 17:16

Foto: Fernanda Chagas / Política Livre

Téo Senna, no entanto, admite conversas com outras legendas, a exemplo do PSDB

Após o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizar, por unanimidade, a fusão do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) ao Podemos, os vereadores do PHS na Câmara de Salvador se movimentam pela permanência na base do prefeito ACM Neto (DEM), levando em conta que hoje o Podemos, comandado na Bahia pelo deputado federal Bacelar, é aliado do governador Rui Costa (PT). Contudo, conforme aventado pelo vereador Téo Senna, a possibilidade de migração do aliado de Rui para o time do gestor soteropolitano não está descartada. Integram a sigla além de Senna, Isnard Araújo, Fábio Souza e Cátia Rodrigues.

“A tendência é mudar de partido. Na realidade eu fui eleito na base do prefeito ACM Neto (DEM), fizemos campanha juntos, é um respeito até aos meus eleitores, mas a determinação não chegou aqui na Câmara ainda. A gente também não sabe o caminho do Podemos ainda, o partido pode aderir à base do prefeito, essa seria uma opção, mas a gente tem até abril para definir qual o caminho seguir”, sugeriu, como a melhor opção para ele e os correligionários.

Em seguida, no entanto, ele admite conversas com outras diversas legendas. “Claro que existem algumas conversas com vários partidos, o PSDB é um bom partido, o PSL é um partido novo que a gente não sabe como vai ficar, o PL pode vir para a base do prefeito, o DEM é uma opção também. Ou seja, o leque é muito grande e o grupo deve ter sete ou oito partido e definir como vai definir os 32 vereadores da base do prefeito”, ponderou, admitindo, inclusive, ficar um tempo sem legenda.

“Afinal, estamos falando de uma eleição muito complexa, diferenciada, sem coligações e que temos que ter tranquilidade para escolher o partido e ver o qual a melhor legenda, a que nos leve a eleição. Então temos que ter um tempo para pensar, se precisar vou ficar um tempo sem partido, claro que a gente perde a liderança do PHS, é natural, mas até definir a melhor opção, partindo de uma decisão de grupo político”, concluiu em conversa com o Política Livre.

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