20 de abril de 2017, 17:25

INTERIOR DA BAHIA Centro de atendimento à mulher é inaugurado em Jacobina

Foto: Divulgação/GOVBA

Foi inaugurado nesta quarta-feira (19) em Jacobina, a 340 quilômetros de Salvador, mais um Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAM), o 31º em todo o estado. A secretária de Políticas para as Mulheres, Julieta Palmeira, participou da solenidade de inauguração, que contou com a presença de autoridades e representantes da sociedade civil, além de jovens músicos do grupo Arte de Tocar que fez uma apresentação para os convidados. O novo CRAM vai oferecer aconselhamento e atendimento psicológico, social, de orientação e encaminhamento jurídico à mulher em situação de violência doméstica e familiar. Ao diagnosticar as necessidades de cada mulher, as profissionais que atuam no centro vão estabelecer as ações que devem ser encaminhadas para o enfrentamento da violência e o estímulo ao empoderamento feminino. Para o prefeito de Jacobina, Luciano Pinheiro, a inauguração teve um significado especial: “Este CRAM contribuirá para que a mulher em Jacobina seja mais respeitada”.A titular da SPM destacou a importância da parceria entre Estado e município para a implantação do CRAM. O Estado cede todos os equipamentos e um carro, além de oferecer capacitação para os profissionais que atuarão na unidade. Cabe ao município manter o imóvel e custear o pagamento dos funcionários. Cada CRAM funciona com, no mínimo, sete profissionais. Os CRAMs foram criados pelo governo federal como parte do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres e tem a função de desenvolver um trabalho de articulação entre as instituições e os serviços governamentais e não governamentais que integram a Rede de Atenção à Mulher.

20 de abril de 2017, 17:21

BRASIL Desejo a maior felicidade para ele, diz Temer sobre Cunha

Foto: André Dusek/AE

O presidente Michel Temer evitou entrar em polêmica com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, que o acusou de ter se “equivocado nos detalhes” quando falou sobre um encontro com ex-presidente da Odebrecht Engenharia Industrial Márcio Faria da Silva.”Eu não digo nada sobre isso e desejo a maior felicidade para ele”, respondeu Temer ao ser questionado se responderia ao ex-deputado, que está preso no Complexo Médico Penal, em Pinhais.Em depoimento gravado no âmbito das investigações da Lava Jato, Márcio Silva disse que o encontro se deu no escritório político de Temer, em Alto de Pinheiros, em São Paulo, em 15 de julho daquele ano. Segundo Silva, Temer comandou reunião de acerto de propina de US$ 40 milhões. Temer nega.A afirmação do presidente foi feita no Itamaraty, após participar de cerimônia do Dia do Diplomata, quando foi indagado sobre as ameaças de seu ex-aliado, que promete fazer delação premiada.

Estadão Conteúdo

20 de abril de 2017, 17:18

BRASIL Temer minimiza mudanças no projeto de reforma da Previdência

Foto: Dida Sampaio/AE

O presidente Michel Temer minimizou nesta quinta-feira, 20, as mudanças feitas no projeto de reforma da Previdência, que já desfiguraram em diversos pontos a proposta original, reduzindo em mais de R$ 200 bilhões a projeção de economia inicial prevista pela equipe econômica com o novo texto. Para Temer, em nome da aprovação da reforma como um todo, “vale a pena reduzir o déficit”. Ao admitir que a economia pode ser ainda menor do que a prevista pelo governo inicialmente, o presidente declarou: “O que vale a pena: reduzir o déficit em seiscentos e tantos bilhões ou não fazer nada? Eu não vou fixar um número. Se não for R$ 600 bilhões (de economia) será R$ 580 bilhões”. Para o presidente, o que importa é que haverá “uma grande redução do déficit”. Ao falar da importância da aprovação do texto, o presidente disse que sempre há uma “redução substanciosa” e que isso mostra o quanto a reforma será “útil” para a Previdência, “como é útil a reforma trabalhista”.Temer disse ainda que, na votação de quarta-feira, 19, que aprovou a urgência da reforma trabalhista, “ficou evidenciado o apoio do Congresso Nacional”. Mas, ao ser lembrado das dissidências dos deputados da base aliada que derrotaram o governo em plenário na terça-feira, 18, ao não dar os votos necessários para apressar a votação do texto que trata das mudanças das regras das relações de trabalho, Temer disse que “vai avaliar” se os parlamentares dos partidos da base aliada que votarem contra a reforma da Previdência poderão perder seus cargos, caso descumpram a orientação do Palácio do Planalto, já que a reforma trabalhista está funcionando como espécie de teste para a reforma da Previdência. Questionado se a base pode perder cargos, se votar contra, Temer respondeu: “Espero que não”. Diante da insistência dos repórteres se, afinal, iria ou não demitir os rebeldes, Temer declarou: “Isso não sei. Nós vamos examinar no futuro”.A entrevista do presidente foi dada no Itamaraty, após as comemorações do dia do diplomata. Ele resolveu falar, de improviso, para afagar os deputados que atenderam ao apelo do governo e aprovaram o texto na noite de ontem. “No dia anterior não foi aprovado porque nem todos conseguiram votar”, justificou o presidente. “Evidentemente, o que pude perceber ontem é que, pela votação, se você contar os votos, equivalerão a 68%”, disse ele, acrescentando que “287 votos é um bom indicativo para a reforma trabalhista, que vai trazer benefícios para o País”. Ao defender o texto, o presidente salientou que “as regras da reforma (trabalhista) apenas modernizam para incentivar o emprego, como aconteceu com a terceirização”.No caso da reforma da Previdência, Temer não quis prever o placar. “Tenho que esperar. É difícil dizer. Temos que ir trabalhando, ajustando, conversando, dialogando, explicando”, comentou o presidente, reconhecendo as dificuldades, já que, na Previdência, os problemas são maiores que na reforma trabalhista já que são necessários 308 votos na Câmara. “Na Previdência, estamos fazendo todas adequações, todos ajustamentos necessários para que haja aprovação na Câmara e no Senado”, declarou ele, lembrando que, primeiro, “os principais problemas eram do trabalhador rural, do BPC e tudo isso foi ajustado e conversado com as bancadas, quando o relator me levou as principais questões e eu disse que poderia negociar”.

20 de abril de 2017, 17:15

BRASIL Marco Aurélio diz que o Congresso deveria disciplinar foro

Foto: Carlos Moura/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello

Contrário ao foro privilegiado, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quinta-feira, 20, que o Congresso Nacional deveria disciplinar o alcance do foro privilegiado. O tema será levado ao plenário da Corte no dia 31 de maio, quando os ministros julgarão uma ação penal proposta pelo Ministério Público contra o atual prefeito de Cabo Frio (RJ), Marcos da Rocha Mendes (PMDB), por crime eleitoral nas eleições de 2008. Após a divulgação da data do julgamento do processo, o relator no Senado do projeto que extingue o foro privilegiado, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), avaliou que o STF deveria “aguardar” para analisar o tema contra “o risco” de que o STF acabe legislando em seu lugar. O caso do prefeito fluminense já subiu e desceu para diversas instâncias por causa dos diferentes cargos ocupados pelo peemedebista no período. O relator do processo no STF, ministro Luís Roberto Barroso, defende uma interpretação mais restritiva sobre o alcance do foro privilegiado, que teria caráter excepcional, limitando-se especificamente aos crimes cometidos durante o mandato de políticos e que dizem respeito estritamente ao desempenho daquele cargo. O julgamento pode trazer impacto direto à Operação Lava Jato. “Não conheço em si a proposição que será feita pelo ministro Luís Roberto Barroso. Vamos ver: se a proposição decorrer de simples interpretação do que já está na Constituição Federal, nós poderemos atuar. Agora, não atuamos como legisladores positivos”, disse Marco Aurélio, ao chegar ao STF para a sessão plenária desta quinta-feira. “O ideal seria realmente a disciplina da matéria pelo Congresso. Eu sou contrário à prerrogativa de foro por razões democráticas”, completou. Leia mais no Estadão.

Estadão

20 de abril de 2017, 17:00

BRASIL Temer faz apelo contra imagem de que Brasil é ‘paiseco’

Foto: Beto Barata/PR

O presidente Michel Temer durante cerimônia de formatura de duas turmas do Instituto Rio Branco, no Palácio Itamaraty

O presidente Michel Temer usou seu discurso na cerimônia de formatura dos novos diplomatas para rebater críticas que a ex-presidente Dilma Rousseff tem feito ao governo em palestras no exterior. Dilma alega que foi vítima de um golpe para deixar o cargo. Sem citar a antecessora, que está em Washington, Temer destacou que a Constituição é cumprida, ao contrário do que se diz lá fora, como se o Brasil fosse “um paiseco”. “É aí é que a política externa tem papel a desempenhar nessa obra conjunta, que é recuperação do Brasil porque, muitas e muitas vezes, são levados ao exterior dados, fatos, informações que não coincidem com aquilo que está na Constituição Federal e as pessoas lá fora imaginam que esse País é um paiseco, que vai fazendo coisas sem aparo legal, sem amparo e Constituição”, afirmou. Temer disse que poucos meses lhe restam de governo, menos de 20 meses, e há “muito o que fazer”. Na fala, de cerca de meia hora, Temer, ao se referir ao “conturbado cenário internacional”, disse que ele está “se esgarçando” “a olhos vistos” e que “nós vivemos, na verdade, tempos de incerteza e de instabilidade”. Na opinião dele, esses “focos de efervescência geopolítica não dão sinais de ceder”. No discurso, o presidente deu um recado sobre a nova orientação da política internacional de seu governo. Temer afirmou que os diplomatas têm de servir ao Brasil “acima de partidos e ideologia” e que os trabalhos serão conduzidos não por ideologia, “mas pelo interesse do País”. O presidente os convocou a praticar uma “política externa universalista, sem preconceitos, que acredite, antes de tudo, na força transformadora do diálogo e do convencimento”.

Estadão

20 de abril de 2017, 16:45

BRASIL ‘Todo mundo sabe que teve caixa 2 nas campanhas’, diz Palocci

Foto: Estadão

O ex-ministro Antonio Palocci

Ao juiz federal Sérgio Moro, no fim de seu interrogatório na Operação Lava Jato, o ex-ministro Antonio Palocci (Governos Lula e Dilma/Fazenda e Casa Civil) foi categórico: ‘Todo mundo sabe que teve caixa 2 em todas as campanhas’. O petista não apontou especificamente para nenhuma corrida eleitoral. “Digo ao sr: não sou alheio, em tudo que fiz na minha vida pública não deixei de cometer erros, não deixei de cometer erros e procurei aqui dizer sobre essa questão de caixa 2 eu não me sinto em condições de falar o que todo mundo está falando que nada existiu, que tudo foi aprovado nos tribunais. Não, todo mundo sabe que teve caixa 2 em todas as campanhas. Não vou mentir sobre coisas…”, afirmou. “Eu queria, então, portanto, concluir, dizendo ao sr que nunca pedi recurso para empresa enquanto ministro, nunca pedi recurso para sondas, nunca, jamais. Aliás, um dado a mais. A Sete Brasil é uma empresa privada, é propriedade de bancos. Não sei como um agente público poderia pedir apoio. Nunca pedi recursos fora do Brasil e nunca pedi ou operei caixa 2, mas ouvi dizer que existia em todas as campanhas, isso é um fato.” Palocci foi interrogado em ação penal sobre lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva relacionados à obtenção, pela empreiteira Odebrecht, de contratos de afretamento de sondas com a Petrobrás. Segundo a denúncia, entre 2006 e 2015, Palocci estabeleceu com altos executivos da Odebrecht ‘um amplo e permanente esquema de corrupção’ destinado a assegurar o atendimento aos interesses do grupo empresarial na alta cúpula do governo federal. O Ministério Público Federal aponta que no exercício dos cargos de deputado federal, ministro da Casa Civil e membro do Conselho de Administração da Petrobrás, Palocci interferiu para que o edital de licitação lançado pela estatal e destinado à contratação de 21 sondas fosse formulado e publicado de forma a garantir que a Odebrecht não obtivesse apenas os contratos, mas que também firmasse tais contratos com margem de lucro pretendida.

Estadão

20 de abril de 2017, 16:30

SALVADOR Suíca entrega ao governador Rui Costa levantamento de empresas caloteiras

Foto: Divulgação

O vereador Luiz Carlos Suíca com o governador Rui Costa

A reunião da bancada de oposição na Câmara de Vereadores de Salvador com o governador Rui Costa, na última quarta-feira (19), foi um momento para discutir demandas de interesses das bases dos edis na capital, além de criar um canal direto com o chefe do Executivo baiano. Foi assim com o petista Luiz Carlos Suíca, que entregou uma lista com os nomes das empresas que aplicam calotes no governo da Bahia e deixam de pagar seus trabalhadores. Para o edil, que é líder do PT na Casa, é preciso debater essa questão para solucionar os atrasos salariais dos terceirizados do governo estadual. “Atuamos sempre em defesa da classe trabalhadora, e aproveitamos essa oportunidade para entregar um levantamento de empresas que não são honestas com o governo e com trabalhadores e trabalhadoras que vivem uma grande luta para a garantia dos direitos conquistados e merecidos pela sua mão de obra”, salienta Suíca. O vereador ainda salientou a atuação do Sindilimp-BA nas negociações com as empresas e da parceria com o governador Rui Costa. “Ele sabe que os sindicalistas estão exercendo seus direitos, e o Sindilimp tem sua contribuição neste caso. Rui foi forjado nos movimentos sindicais e entende que o trabalhador precisa lutar pelos seus direitos. Tanto que ele mesmo já criticou, inúmeras vezes, os projetos de reformas Trabalhista e Previdenciária que o governo ilegítimo de Michel Temer tenta aprovar, passando por cima dos debates com o povo”, finaliza.

20 de abril de 2017, 16:15

BRASIL Ex-assessor diz a Moro que Palocci recebeu Marcelo Odebrecht

Foto: Reprodução

O ex-assessor de Antonio Palocci, Branislav Kontik, o Brani

O ex-assessor de Antonio Palocci, Branislav Kontik, o Brani, revelou nesta quinta-feira, 20, ao juiz federal Sérgio Moro que o ex-ministro dos governos Lula e Dilma recebeu o empreiteiro Marcelo Odebrecht na Câmara dos Deputados. Palocci exerceu mandato de deputado federal pelo PT entre 1999 e 2011. Réu em ação penal ao lado de Palocci sobre propinas milionárias da Odebrecht destinadas ao PT – pelo menos R$ 128 milhões, indica planilha da empreiteira – Brani disse que Palocci se encontrou também com Alexandrino Alencar, outro executivo do Grupo ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Marcelo Odebrecht foi preso em junho de 2015 na Lava Jato. Para escapar da prisão ele fechou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. O empreiteiro delator revelou uma longa rotina de malfeitos patrocinados por sua Odebrecht – outros 76 executivos do grupo seguiram o mesmo caminho do antigo líder. Brani foi braço direito de Palocci na Câmara e depois na Casa Civil e, mais tarde, na empresa de consultoria Projeto – por meio da qual o ex-ministro fechou contratos milionários com empresas e bancos.

Estadão Conteúdo

20 de abril de 2017, 16:00

BAHIA Inema e IBAMA realizam operação em combate ao desmatamento ilegal

Foto: Divulgação/Inema

Operação aconteceu na manhã desta quinta-feira (20)

O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), na manhã desta quinta-feira (20), realizou uma importante operação de combate ao desmatamento ilegal para produção de carvão na região da Cascalheira, município de Camaçari. Denúncias da ocorrência de desmatamento na região foram recebidas pelo Inema, que em conjunto com o Núcleo de Inteligência do IBAMA organizaram a Operação Capivara, nome dado em alusão ao rio que corta a região fiscalizada. Segundo Miguel Calmon, responsável pela Coordenação de Fiscalização do Inema, as equipes dos dois órgãos confirmaram a ocorrência de áreas com supressão de vegetação nativa, que consumiram mais de 10 hectares, assim como da existência de um ponto específico onde a madeira cortada era acumulada para carvoejamento. “Durante a fase de planejamento da operação, foram levantadas informações sobre os imóveis que compõem a área, e seus responsáveis serão posteriormente autuados e notificados pelas infrações ambientais constatadas”, afirmou o coordenador. A comercialização do carvão ilegal produzido se dava ao longo da rodovia BA-099 próximos à comunidade de Catu de Abrantes, antes da praça de pedágio e era vendido principalmente aos finais de semana, servindo ao consumo de proprietários de residências no Litoral Norte. Os comerciantes irregulares foram abordados e orientados quanto à necessidade da regularização ambiental do produto, para que comercializem apenas carvão de procedência lícita. Os órgãos ambientais envolvidos estarão conduzindo novas fases de fiscalização in loco e mantendo o monitoramento das áreas suprimidas, bem como dos locais de comércio clandestino do carvão.

20 de abril de 2017, 15:45

INTERIOR DA BAHIA Santo Amaro comemora nascimento da centésima criança na maternidade reativada

Moradores de Santo Amaro comemoram nessa quarta-feira (19) o nascimento da centésima criança na maternidade do da cidade reaberta em janeiro desse ano. Mirelle Beatriz nasceu no município graças a reativação da unidade hospitalar que só ocorreu através de um convênio entre a Prefeitura Municipal de Santo Amaro e o SUS. No mesmo dia o prefeito, Flaviano Bonfim, renovou o contrato emergencial da Santa Casa de Oliveira dos Campinhos, distrito que atende mais de 8 mil pessoas. “Junto ao Provedor da Santa Casa de Oliveira dos Campinhos e sua equipe, renovamos o contrato emergencial com a entidade, mas vamos além, estamos na busca da contratualização definitiva com o município o que vai garantir os atendimentos para nossa comunidade” afirmou Flaviano. Ainda na quarta-feira a prefeitura firmou também uma parceria para revitalização da pintura da Maternidade da cidade.

20 de abril de 2017, 15:30

INTERIOR DA BAHIA Prefeitura de Camaçari retira barracas irregulares

A Secretaria do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Sedur) de Camaçari realizou a retirada de 23 barracas localizadas na Praia da Espera, em Itacimirim, e na foz do Rio Jacuípe, em Barra do Jacuípe, ambas situadas na orla do município. A ação foi motivada por denúncias da comunidade e dos proprietários das barracas legalizadas das áreas, muito frequentadas por banhistas. Em Barra do Jacuípe, as barracas funcionavam de forma irregular, sem licenciamento e estavam instaladas em área de manguezal, o que ocasionava a degradação do meio ambiente. Já as de Itacimirim foram edificadas em área de praia. A ação foi realizada por agentes de fiscalização da Sedur, que contaram com apoio da 59ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM). O trabalho de remoção do material teve suporte de um caminhão e cinco profissionais da equipe de demolição. O recado da gestão atual de Camaçari para eventuais infratores é que o município agora tem ordem. Com cerca 120 mil metros quadrados de superfície, a Lagoa de Jauá, aos poucos, volta a ser um dos cartões postais do município. Isso, graças ao serviço de limpeza iniciado pela Secretaria dos Serviços Públicos (Sesp) em janeiro. Para não agredir o meio ambiente, a retirada de vegetação e algas é feita de forma manual e deve ser concluído até o final de junho. A limpeza, realizada por 20 profissionais e um fiscal, acorre de segunda-feira a sábado. A cada mês são retiradas, aproximadamente, 100 toneladas de algas e entulhos da superfície. A ação é de grande importância, além de tornar o ambiente mais bonito e agradável para moradores, visitantes e veranistas, ela garante a saúde dos peixes, répteis, anfíbios e aves que habitam do local. Os matos e algas, também denominados como “sujeiras verdes”, são causados pela poluição, seja por resíduos domésticos ou esgoto, que por sua vez geram os nutrientes essenciais para a proliferação das algas, que à noite diminuem a quantidade de oxigênio e lançam gás carbônico na água.

20 de abril de 2017, 15:15

BRASIL ‘Perfil político-ideológico imposto pelo MPF nessas apurações tem ficado evidente’, diz Renan

Foto: Divulgação

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL)

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), subiu o tom novamente contra os responsáveis pela Operação Lava Jato. Em discurso na tribuna do plenário, nesta quinta-feira, 20, Renan afirmou que o “perfil político-ideológico imposto pelo Ministério Público Federal nessas apurações tem ficado evidente”. Para o parlamentar, há um “arrastão para desmoralizar homens públicos de bem”, baseados em “insinuações maliciosas, inculpações precárias e acusações débeis”. “Denúncias precárias e pedidos de abertura de novos inquéritos surgem exatamente quando o Congresso se debruça sobre o projeto de lei que pune o abuso de autoridade e busca soluções para a sangria salarial provocada pelos auxílios inconstitucionais auferidos pelos membros do Ministério Público. São iniquidades contra o Parlamento”, acusou. Nesta terça-feira, três procuradores da força-tarefa da Lava Jato publicaram um vídeo nas redes sociais com críticas ao relatório apresentado pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) sobre a lei do abuso. Renan considera que a iniciativa “deforma a realidade e confunde a população” sobre o teor do projeto. Requião rejeitou o texto de Renan acerca do tema e propôs um substitutivo à proposta alternativa do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com diversas alterações. Leia  mais no Estadão.

Estadão

20 de abril de 2017, 15:00

BRASIL Moro negou à defesa de Palocci depoimento sem filmagem

Foto: Reprodução

O juiz federal Sérgio Moro

O juiz federal Sérgio Moro, dos processos da Operação Lava Jato, em primeira instância, em Curitiba, negou o benefício de uma audiência sem imagens do réu ao ex-ministro Antonio Palocci, ouvido nesta quinta-feira, 20. Ele é acusado em ação penal pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, como principal interlocutor do PT e do governo federal com o cartel de empreiteiras que desviou mais de R$ 40 bilhões da Petrobrás, entre 2004 e 2014. No início da audiência, o criminalista José Roberto Batochio, que defende Palocci, pediu ao juiz. “Excelência, poderia esse interrogatório poderia ser realizado sem imagem?.” Moro negou. “Doutor, eu tenho reservado esse benefício apenas aqueles que têm feito a colaboração, então não tem uma base legal”, respondeu o magistrado. Palocci é um dos principais delatados na mega colaboração da Odebrecht, fechada com a força-tarefa da Lava Jato. Sob o codinome “Italiano” ele teria gerido uma “conta corrente” paralela que chegou a ter crédito de R$ 200 milhões de dinheiro não contabilizado para uso nas campanhas do PT. Possível candidato a delator, Palocci está preso, em Curitiba, desde setembro de 2016, é réu em duas ações penais abertas pelo juiz Sérgio Moro – na outra, ainda em fase inicial, o principal réu é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Palocci pediu para fazer uma breve contextualização dos episódios em que foi acusado pelo Ministério Público Federal, no início da audiência, e Moro pediu que ele a fizesse ao final do depoimento. Nesse processo, que trata do pagamento de propinas para o marqueteiro do PT João Santana, pela Odebrecht. Santana é o mais novo delator da Lava Jato.

Estadão

20 de abril de 2017, 14:45

BRASIL Léo Pinheiro vai falar hoje do triplex a Moro

Foto: Reprodução

O empresário Léo Pinheiro, da OAS

O empresário Léo Pinheiro, da OAS, vai depor hoje ao juiz federal Sérgio Moro, na ação penal do triplex do Guarujá – cuja propriedade a Lava Jato atribui ao ex-presidente Lula. Lula e Léo são réus neste processo. O interrogatório do empreiteiro está marcado para ter início às 14 hs. Pessoas próximas de Léo Pinheiro dizem que ele vai ‘esclarecer tudo’ sobre o imóvel. A Polícia Federal e a Procuradoria da República sustentam que o ex-presidente recebeu propinas da OAS no montante de R$ 3,7 milhões. Uma parte do dinheiro teria sido investido em obras no apartamento do Condomínio Solaris, no Guarujá. Outra parte, segundo a acusação, no montante de R$ 1 milhão, foi usada para armazenamento de pertences que Lula ganhou quando na Presidência. Segundo o Ministério Público Federal, a OAS bancou tais despesas por supostamente ter sido beneficiada em contratos com a Petrobrás A defesa do petista afirmar não ser dele o triplex. Nesta quarta-feira, 19, os advogados de Lula exibiram à imprensa documentos da recuperação judicial da empreiteira que incluiu em seus ativos o apartamento do Guarujá. Léo Pinheiro foi preso em novembro de 2014 na Operação Juízo Final, etapa da Lava Jato que mirou o cartel de empreiteiras que se instalaram na Petrobrás para fraudes, desvios bilionários e propinas. Em 2015, Léo ganhou prisão domiciliar com tornozeleira. Mas, condenado a 16 anos de prisão por Moro, voltou à cadeia em setembro de 2016. Dois meses depois, o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) elevou para 26 anos a pena imposta ao empreiteiro.

Estadão

20 de abril de 2017, 14:30

ECONOMIA Caixa pagou mais de R$ 15 bilhões das contas inativas do FGTS

Até esta quarta-feira (19) a Caixa Econômica Federal já pagou mais de R$ 15,1 bilhões para trabalhadores nascidos entre janeiro e maio beneficiados pela Medida Provisória (MP) 763/2016, que permitiu o saque de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor pago equivale a 83,2% do total inicialmente previsto (R$ 18,1 bilhões) para o período. Mais de 9,5 milhões de trabalhadores já sacaram os valores a que tem direito nas contas inativas do FGTS, o que representa 76% das 12,5 milhões de pessoas nascidas no período. A previsão é que 30,2 milhões de trabalhadores sejam beneficiados com a medida e possam sacar um total de R$ 43,6 bilhões.

Agência Brasil