23 de maio de 2019, 17:00

BAHIA Vice-líder do PT na Alba, Jacó repudia ataques do PSL à Bahia

Vice-líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado estadual Jacó também reagiu indignado às grosserias do deputado Delegado Waldir (PSL), que se referiu à Bahia e aos baianos como “lixo”. “O Estado da Bahia é o que mais gera empregos e um dos que mais mantém investimentos, tudo isso pagando salários em dia. O governador Rui Costa é um grande gestor e lidera no Nordeste uma unidade a favor do desenvolvimento regional, que inspirou diversos outros estados em outras regiões do Brasil. Como diz o ditado popular, ‘na boca de quem não presta, o que é bom não vale nada’, e Bolsonaro e seus aliados não prestam para o Brasil”, afirmou Jacó. Na quarta-feira (22), durante uma discussão com parlamentares na Câmara Federal, o líder do PSL na Câmara dos Deputados chamou a Bahia de “lixo”, por ser governado por um governador do PT. Menos de 24 horas depois, o deputado bolsonarista rapidamente divulgou um vídeo em que se retrata perante os baianos e diz que tudo não passou de uma “polêmica”, e que sua fala foi adulterada em forma de fake news.

23 de maio de 2019, 17:00

BRASIL Cabral corrobora suspeita de ocultação de patrimônio

Foto: Fábio Motta/Estadão

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (MDB)

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) afirmou nesta quinta-feira (23) ser dono de dois imóveis em áreas nobres da capital. Ele disse que as propriedades estão em nome do empresário George Sadala. A declaração corrobora as desconfianças de membros da Operação Lava Jato de que o emedebista ainda mantém oculto parte do patrimônio acumulado com propina. É a primeira vez que há referência a esses imóveis como parte de seus bens. Cabral prestou depoimento em ação penal em que é acusado de receber R$ 1,3 milhão de propina de Sadala, sócio na empresa responsável pelo programa Poupatempo no Rio de Janeiro. O emedebista declarou que recebeu, na verdade, R$ 1,5 milhão. E disse que dividia com o empresário a propriedade de um terreno em Ipanema (zona sul) e um prédio comercial adquirido junto à Brookfield na Barra da Tijuca (zona oeste), todos em nome de Sadala. “São propriedades minhas, frutos de outros negócios que posso esclarecer em outras circunstâncias”, afirmou o emedebista. Ele tenta firmar um acordo de delação. Segundo o emedebista, Sadala chegou a obter o licenciamento para erguer um prédio “de três ou quatro andares” no terreno em Ipanema, mas o empreendimento não se concretizou. “Ele sempre me mantinha informado”, disse o ex-governador. A defesa de Sadala o questionou durante o interrogatório se Cabral tinha como provar a sociedade. O emedebista comparou Sadala aos doleiros Renato e Marcelo Chebar, que mantinham em seus nomes US$ 100 milhões do ex-governador no exterior. “Era assim como com os irmãos Chebar, na confiança”, disse Cabral. Cabral é réu em 30 ações penais decorrentes da Lava Jato e suas penas já superam 198 anos. Ele é acusado de cobrar 5% de propina sobre os grandes contratos do estado. Após negar por mais de dois anos a acusação, o ex-governador decidiu confessar os crimes. Investigadores, contudo, acreditam que ele mantém um patrimônio oculto. A Lava Jato já arrecadou mais de US$ 100 milhões atribuídos a Cabral, encontrados nas contas em nome dos doleiros Renato e Marcelo Chebar. No ano passado, o ex-governador e a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo abriram mão de seus bens à Justiça. Naquele momento, o objetivo era obter a redução de pena, dessa forma, poderiam ser transferidos de imediato ao estado. A medida, contudo, foi feita sem confissão até aquele momento. Foram entregues três imóveis, joias, carros, além de valores depositados em contas bloqueadas -a maior parte em nome de Adriana e seu escritório de advocacia. Cabral deseja firmar acordo de delação premiada, mas as suspeitas de ocultação de um patrimônio ainda inestimável é um dos principais pontos de resistência entre procuradores. O ex-governador afirmou que foi apresentado a Sadala por “um político nacional de outro estado, atualmente com imunidade parlamentar”. Ele disse que o modelo do Poupatempo no Rio de Janeiro foi o aplicado em São Paulo, contando inclusive com os mesmos empresários responsáveis. O emedebista sugeriu que havia pagamento de propina em São Paulo, embora não mencionasse de forma direta nenhum beneficiário. Sadala ainda será ouvido nesta quinta em interrogatório.

Folhapress

23 de maio de 2019, 16:45

BRASIL Joice: não acho inteligente neste momento ir para a briga (por Coaf)

Foto: Divulgação

Líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP)

A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), defendeu votar a medida provisória da reforma administrativa no Senado mesmo que isso signifique tirar o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, conforme a Câmara aprovou. O texto deve ser votado pelos senadores na próxima terça-feira, 28. Em recado ao líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO) e a outros integrantes do PSL, Joice criticou movimentos que “fizeram barulho” e ameaçaram a validade da medida provisória. “Eu acho que o que a gente construir com acordo está bem construído, o que não acho inteligente neste momento é ir para a briga. Então, senta todo mundo, conversa todo mundo. Se há um acordo, está tudo certo. Agora, se for só para desgaste, aí não é bom”, disse a deputada após reunião com o presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP). Senadores do PSL defendem devolver o Coaf para o ministro Sergio Moro quando o texto passar pelo Senado. As maiores bancadas da Casa, no entanto, entre elas MDB, PSDB e DEM, articulam aprovar a matéria como veio dos deputados. “Qualquer coisa que tensione essa aprovação é ruim para o governo, para todos os parlamentares, inclusive para os parlamentares do nosso partido. O melhor caminho agora é a gente arrefecer porque temos três anos e meio de governo pela frente, não começou agora e não vai terminar hoje, então temos que pensar no processo como um todo.” Mais cedo, após a votação da Câmara, a líder do governo já havia mandado um recado para integrantes do PSL apelando para a “responsabilidade”. Ela citou que alguns parlamentares “fizeram barulho” e ameaçaram a validade da medida provisória, que caduca no dia 3 de junho se não for aprovada no Congresso. Ela voltou a atacar o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), declarando que a “celeuma” toda foi causada por indicações contraditórias” do deputado goiano.

Estadão Conteúdo

23 de maio de 2019, 16:30

BRASIL Bolsonaro critica pauta de fechamento de Congresso e STF em atos de domingo

Em café da manhã com jornalistas nesta quinta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro criticou o fato de pautas como fechamento do Congresso e do STF (Supremo Tribunal Federal) estarem entre as reivindicações dos atos marcados para domingo (26). Seus apoiadores chamam uma manifestação para esta data em apoio ao governo como resposta aos protestos do último dia 15, em que professores e alunos marcharam contra cortes na Educação. De acordo com a BandNews, que estava presente no café, o presidente disse que esse tipo de pauta “está mais para Maduro”, em referência ao ditador venezuelano Nicolás Maduro, de quem é crítico. Apesar da fala, o próprio Bolsonaro já defendeu no passado –quando ocupava o cargo de deputado federal– o fechamento do Congresso. Em julho do ano passado, um de seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse durante uma aula que bastava “um cabo e um soldado” para fechar o Supremo. O presidente, que chamou manifestantes contra cortes na educação de “massa de manobra, afirmou nesta quinta que os atos de domingo são espontâneos. Ele, que cogitou comparecer, foi aconselhado a manter distanciamento para que isso não contamine seu governo. Bolsonaro voltou a minimizar a derrota imposta pela Câmara ao ministro da Justiça, Sergio Moro, que teve tirado de seu comando o COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). “Continua no governo, não tem problema”, resumiu Bolsonaro.

Folhapress

23 de maio de 2019, 16:15

BAHIA “O povo é governado por um presidente desequilibrado”, diz Valmir na Câmara

“Nós estamos vivendo um período da nossa história muito difícil. Porque o Brasil tem um presidente da República que, aparentemente, para todo mundo, parece desequilibrado. Um dia critica os parlamentares, no outro elogia. Um dia é contra a reforma da Previdência, no outro é a favor. Um dia faz chantagem ao Congresso, no outro chantageia o STF, e no outro faz chantagem às instituições”. A fala é do deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) que ainda frisou a falta de equilíbrio político do presidente. “Não podemos concordar com isso, e o povo brasileiro não aguenta essa situação. Quem elegeu Bolsonaro esperava gerar emprego, desenvolvimento social, esperava com que a esperança do povo se fortalecesse. Mas ao contrário, é uma desmoralização total”. O deputado, representante do MST, diz que torce que o país dê certo, mas que desse jeito o povo não suporta. “É preciso que Bolsonaro e a equipe dele queiram que o Brasil dê certo. Porque do jeito que estar vamos afundar. Não consegue aprovar nada e a culpa não é dos deputados. Fala em uma nova política, que é a política da chantagem. Essa nova política é para tirar os direitos dos trabalhadores. Para tirar o direito do povo de se aposentar. Para cortar o orçamento das universidades. Nova política para acabar com os Institutos Federais no Brasil.”, salienta Valmir. “Essa nova política de Bolsonaro que diz que ser contra a ideologia é a favor da ideologia da direita conservadora que fica agachado diante dos EUA e de Trump. Essa é a nova política de Bolsonaro e sua turma”, destaca Assunção. Para o deputado petista, a sociedade deve se pronunciar e não aceitar o fim de direitos “que foram conquistados com muito suor e sangue”. Valmir destaca que o Congresso Nacional, que representa o povo, não pode viver debaixo de chantagem. “O que Bolsonaro fala pela manhã não garante a tarde. Então nós precisamos reagir em defesa da sociedade brasileira, do ponto de vista de construir políticas públicas que possam gerar emprego e desenvolvimento neste país. Porque precisamos de uma educação de qualidade e gratuita nesse Brasil. Precisamos de educação que tenha mais investimento e não cortar os investimentos. Mas no dia 30, com certeza, o povo vai para as ruas defender que a educação seja pública, gratuita e de qualidade”, completa.

23 de maio de 2019, 16:00

BRASIL Para Bacelar, limitar atuação dos auditores da Receita dificulta combate à corrupção

Foto: Divulgação

Deputado federal Bacelar (Podemos/BA)

O deputado federal Bacelar (Podemos/BA) saiu em defesa dos auditores fiscais da Receita Federal e se manifestou contra a medida provisória da “mordaça”, que limita a atuação dos profissionais na investigação de crimes tributários, em pronunciamento na quarta-feira (22), na tribuna da Câmara. Para o deputado, a limitação do compartilhamento de informações bancárias e fiscais entre a Receita, o Ministério Público e a polícia, vai dificultar o combate à corrupção. “Como irão ficar os crimes de lavagem de dinheiro? Limitar o trabalho dos auditores à investigação dos crimes contra a ordem tributária ou relacionados ao controle aduaneiro é um desserviço à democracia. Dessa forma, vamos impedir a investigação contra os bandidos de colarinho branco”, protestou. A proposta de Bacelar foi aceita. O texto que alterava as competências da Receita acabou excluído da medida provisória.

23 de maio de 2019, 15:45

BAHIA “Ele deve no mínimo pedir perdão”, diz Nilo após deputado chamar Bahia de “lixo”

Foto: ALBA

Deputado federal Marcelo Nilo (PSB-BA)

O deputado federal Marcelo Nilo (PSB-BA) rebateu seu colega de Casa, Delegado Waldir (PSL-GO), que chamou a Bahia de “lixo” em uma sessão da Comissão de Educação na Câmara dos Deputados. “Pedi que ele respeitasse a Bahia, que é terra de povo íntegro, os baianos não aceitam essas colocações. Sempre fomos bem tratados pelos goianos e sempre tratamos bem os goianos. Ele deve no mínimo pedir perdão”, declarou Marcelo Nilo. Mais cedo, no plenário da Câmara, o parlamentar também bradou contra Waldir.”Talvez ele não conheça nosso estado. Nascer na Bahia é uma dádiva de Deus. Não somos lixo, porque a Bahia é um dos estados mais importantes do Brasil. Vossa excelência foi no mínimo infeliz. A Bahia é um celeiro de escritores, cientistas, de grandes homens públicos”, discursou.

23 de maio de 2019, 15:30

BRASIL Ministro de Minas e Energia diz que não há barragem segura no Brasil

O ministro de Minas e Energia, Beto Albuquerque, disse hoje (23), que não há barragem segura no país. Em depoimento na Comissão de Meio Ambiente do Senado, sobre segurança de barragens, o ministro disse que “não tem barragem segura. Esse conceito não existe”. Albuquerque explicou que a probabilidade de rompimento de barragens construídas à montante, como foi o caso de Mariana, Brumadinho e agora de Gongo Soco, todas em Minas Gerais, é muito superior às demais. “O monitoramento é diuturno e ininterrupto. Tudo está sendo monitorado minuto a minuto e as informações estão sendo passadas às pessoas que têm responsabilidade, competência para tomar as ações e medidas, especialmente para não perdermos vidas humanas”, destacou. Bento Albuquerque disse que em razão do grande número de barragens, cerca de 2 mil, entre elas as que não são só de rejeitos de mineração, o ministério faz pareceria com a Agência Nacional de Águas (ANA) para a fiscalização. O ministro disse aos senadores que até 2021 todas as barragens serão descomissionadas (esvaziamento das barragens de rejeitos). “O descomissionamento também é uma atividade de risco, que tem que ter planejamento bastante apurado”.

Agência Brasil

23 de maio de 2019, 15:15

BRASIL Oposição avalia que não é hora para pedir impeachment de Bolsonaro

Foto: Agência Brasil

A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann

Dirigentes dos cinco principais partidos de oposição – PT, PSB, PCdoB, PDT e PSOL -avaliaram que não é o momento de pedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Segundo eles, que se encontraram na quarta, 22, não existe motivo formal para o afastamento, apesar do desgaste sofrido pelo governo em apensas cinco meses de gestão. “Não é hora de tomarmos nenhuma iniciativa neste sentido. O terreno é o da luta política com mobilizações e ações conjuntas no Congresso”, disse o presidente do PSOL, Juliano Medeiros. Nesta quinta, o presidente afirmou que, “quem defende fechamento do STF e do Congresso Nacional, estaria na manifestação errada”. No PT, sobretudo, a ordem é para não repetir com o atual governo o “golpe” contra a presidente afastada Dilma Rousseff. Em reunião de avaliação dos cenários políticos, na semana passada, dirigentes do PT chegaram a questionar se a possibilidade de o vice-presidente Hamilton Mourão assumir é melhor do que a permanência de Bolsonaro. De Curitiba, onde está preso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou que o partido intercale os ataques a Bolsonaro com propostas para a geração de empregos e recuperação da economia. Os dirigentes que fazem parte do Fórum dos Partidos de Oposição decidiram também que vão acompanhar os desdobramentos da crise no governo e as manifestações de rua marcadas para os dias 26 (em favor de Bolsonaro) e 30 (contra os cortes do governo na educação) antes de decidirem os próximos passos. “A depender dos desdobramentos, a gente volta a se reunir”, disse Juliano. Além dele, participaram do encontro os presidentes do PT, Gleisi Hoffmann; PSB, Carlos Siqueira; PDT, Carlos Lupi e o vice-presidente do PCdoB, Walter Sorrentino. Nenhum deles chegou a colocar em pauta o pedido de impeachment de Bolsonaro, mas o assunto foi tratado em função da pressão feita pelas bases das legendas de centro-esquerda. Por meio das redes sociais, militantes têm cobrado uma postura mais incisiva dos partidos. Nas manifestações do dia 15 em defesa da educação, o grito “fora Bolsonaro” foi ouvido em diversas cidades.

Estadão

23 de maio de 2019, 15:00

SALVADOR Novas tecnologias são discutidas no Congresso de Guias de Turismo

O desafio de aliar as novas tecnologias ao trabalho realizado por guias de turismo, a fim de obter ganhos profissionais qualitativos, foi um dos aspectos abordados pelo secretário estadual Fausto Franco (Turismo), durante apresentação feita, nesta quinta-feira (23), no Congresso Brasileiro de Guias de Turismo. Recepcionado pela presidente do Sindicato de Guias de Turismo do Estado da Bahia, Silvana Rós, Fausto Franco dirigiu-se a uma plateia de 600 profissionais vindos de todo o País. Ele propôs que a categoria esteja atenta à necessidade de atualização permanente e à roteirização que valorize história e cultura, dentre outros diferenciais. “Com sorriso, conhecimento e profissionalismo seremos únicos na oferta de um serviço seguro e ajustado à demanda”, enfatizou. O secretário prosseguiu explicando que esta é a filosofia do projeto Guias e Monitores da Setur-BA, realizado desde 2008. No Carnaval de 2019, por exemplo, foram prestados 142 mil atendimentos por 220 profissionais treinados para recepcionar visitantes em Salvador, Porto Seguro, Itacaré e Praia do Forte. “Devemos aliar as tecnologias ao atendimento de excelência”, disse. Ele apresentou também uma síntese das estratégias e ações prioritárias previstas no plano de desenvolvimento da atividade turística na Bahia. Mostrou que a Setur atua com foco nos principais mercados emissores (Argentina, Colômbia, Espanha, França, Suíça, Estados Unidos, Chile, Portugal, Itália, Alemanha e Paraguai). Fausto Franco destacou ainda o trabalho voltado para a ampliação da conectividade aérea. A Setur busca ampliação do número de voos regulares, bem como charters e low cost para intensificar o turismo e sua representação na economia do Estado, afirmou. O congresso segue até domingo (26), em Salvador.

23 de maio de 2019, 14:30

BRASIL ProUni abre inscrições no dia 11 de junho para bolsas no 2º semestre

O Programa Universidade para Todos (ProUni) vai abrir inscrições para bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior no dia 11 de junho. O prazo para participar da seleção vai até 14 de junho. A inscrição deverá ser feita pela internet, no site do Prouni. As bolsas de estudo ofertadas são parciais, de 50% do valor da mensalidade, e integrais, de 100%, e são para o segundo semestre deste ano. As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. Já as bolsas parciais contemplaram os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos. Podem se inscrever candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Além disso, cada estudante precisa ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral. É preciso ter obtido uma nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem. O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas do exame e, depois, dividindo por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação. Também podem participar do programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.

Agência Brasil

23 de maio de 2019, 14:15

BRASIL Câmara conclui votação da MP dos Ministérios; medida segue para análise do Senado

Foto: Agência Senado

MP será encaminhada para o Senado

A Câmara dos Deputados concluiu nesta quinta-feira, 23, a votação da Medida Provisória 870, editada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, para reestruturar os ministérios. Agora, a MP será encaminhada para o Senado, que tem a próxima semana para votar a medida, antes que ela perca sua validade, em 3 de junho. A conclusão da votação foi viabilizada após um acordo entre o Centrão e alguns partidos da oposição, PT e PCdoB principalmente que aceitaram retirar do relatório da medida um trecho que limitava a atuação dos auditores fiscais da Receita Federal com o compromisso de que as atribuições destes profissionais seja revista em um projeto de lei a ser construído e votado nas próximas semanas. A questão dos auditores foi incluída no projeto de conversão da MP pelo relator e líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), ainda na comissão mista da MP, e teve a anuência do presidente Jair Bolsonaro. O PSL e outros partidos alinhados ao governo, no entanto, endossaram na quarta a aprovação de uma emenda que retomava o texto original da medida, o que irritou o Centrão e levou ao encerramento da sessão de quarta-feira antes da conclusão da MP. A emenda foi aprovada nesta quinta simbolicamente.

Estadão Conteúdo

23 de maio de 2019, 14:00

BRASIL Alckmin aponta facada em Bolsonaro como vilã de sua derrota

Foto: Estadão

Ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB)

O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) considera que a facada sofrida por Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral de 2018 como fator central para sua derrota, a pior já sofrida por um tucano em disputa pela Presidência.
“A campanha começou com o PT se vitimizando e acabou com ele [Bolsonaro] se vitimizando até o fim”, afirmou o tucano. “Eu estava subindo e ele, caindo. Só no dia da facada, ele teve 22 minutos de Jornal Nacional”, disse, quando o adversário sofreu o atentado em Juiz de Fora, em 6 de setembro. A rara manifestação pública do ex-governador foi dada ao responder uma questão em debate promovido pelo Pensamento Nacional das Bases Empresariais na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, em São Paulo. “[A facada] foi o fato superveniente da eleição”, disse ao ser questionado qual havia sido o “maior empecilho” na disputa. Naquele ponto em 2018, a corrida eleitoral entrava em sua segunda semana de propaganda gratuita de rádio e TV. Alckmin havia amealhado apoio maciço, como oito partidos unidos ao PSDB e o maior tempo de publicidade, e de fato a facada em Bolsonaro embaralhou as cartas, já que todos os candidatos suspenderam suas atividades. Estrategistas do PSDB, ao avaliar a campanha em que o candidato ficou em quarto lugar no primeiro turno com 4,76% dos votos, concordam parcialmente com a avaliação. A facada teve peso central para eles, mas há dúvidas se o tucano conseguiria convencer um eleitorado fortemente inclinado à rejeição do sistema político a apoiá-lo. Alckmin evitou criticar diretamente Bolsonaro. Repetiu seu bordão atribuído a Santo Antônio de Pádua que já usou para criticar o desafeto João Doria (PSDB): “Se não puder falar bem, não diga nada”. Instado por um debatedor se isso valia também para o hoje governador paulista, ele riu e disse que era “uma casca de banana”.

Folhapress

23 de maio de 2019, 13:45

BRASIL TSE declara válida escuta ambiental em convenção como prova de compra de votos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou válida a gravação realizada em convenção partidária, por um dos interlocutores e sem autorização judicial, que serviu de prova para o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) condenar políticos de Itapetininga, no interior do Estado, por abuso de poder econômico e compra de votos. Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social da PGR, na gravação, “os candidatos a prefeito e a vereador nas eleições de 2016 Ércio de Oliveira Giriboni e Marcelo Nanini Franci, respectivamente, oferecem a outros candidatos da coligação cargos públicos na futura administração em troca de apoio político e determinada quantidade de votos para a chapa majoritária”. No julgamento realizado na terça-feira, 21, os ministros do TSE aplicaram jurisprudência recente da Corte, que admite como prova de ilícito eleitoral praticado nas eleições de 2016 gravação ambiental feita por um dos interlocutores sem autorização judicial, em local público ou privado. A tese foi defendida pelo Ministério Público Eleitoral em diversos processos relacionados ao tema. Em manifestações enviadas ao TSE, o vice-procurador-geral Eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, argumenta que o próprio Supremo Tribunal Federal, em recurso com repercussão geral reconhecida, “já admitiu que a gravação ambiental é meio legal de obtenção de provas, ainda que realizada sem prévia autorização judicial”.

Estadão Conteúdo

23 de maio de 2019, 13:30

SALVADOR Prefeitura inaugura nesta sexta restauração da parte interna da Basílica do Bonfim

A Prefeitura inaugura nesta sexta-feira (24), às 9h, as obras de restauração feitas na parte interna da Basílica do Senhor do Bonfim. Ao todo, foram investidos mais de R$ 643 mil, fruto de emenda parlamentar do ex-deputado federal José Carlos Aleluia, na recuperação do espaço, que possui importante significado histórico e religioso. O prefeito ACM Neto estará presente na inauguração, que acontecerá junto com a tradicional missa de sexta-feira, com início no mesmo horário. Todo processo de restauração foi acompanhado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) e pela Fundação Gregório de Mattos (FGM). O pacote de intervenções incluiu a recuperação da capela-mor, cobertura, restauração do retábulo do altar-mor e do forro, escada atrás do nicho e instalações elétricas, além das portas de acesso às sacristias, tribunas, molduras dos óculos do forro e pilastras decoradas. A Basílica do Senhor do Bonfim é um símbolo de fé para os baianos e um dos pontos turísticos mais visitados na capital. O museu da igreja é o único no país que possibilita ao visitante subir na torre para apreciar a vista panorâmica e fazer registros fotográficos.