10 de abril de 2017, 13:10

MUNDO Insegurança alimentar pode afetar mais da metade da população iraquiana

Mais da metade das famílias do Iraque correm o risco de não ter comida o suficiente. A pesquisa sobre insegurança alimentar foi feita pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA) e pelo governo do país. A agência da ONU está pedindo US$ 113 milhões para fornecer refeições e assistência em dinheiro para 1,5 milhão de iraquianos até setembro. As informações são da ONU News. A situação é um reflexo do conflito no país, que contribuiu também para uma alta no preço dos alimentos. Segundo o PMA, este é um dos estudos mais completos sobre o tema já feitos no Iraque. Foram entrevistadas mais de 20 mil famílias iraquianas nas áreas urbanas e rurais. A sondagem revela que quase 75% dos menores de 15 anos estão trabalhando no país, para ajudar suas famílias a ter comida na mesa. Com isso, eles acabam não conseguindo ir para a escola. Além disso, o índice de insegurança alimentar chega a ser duas vezes mais alto entre as famílias de deslocados internos, na comparação com as famílias que continuam nas suas casas.O estudo foi feito antes do início da ofensiva militar em Mossul, portanto não traz informações sobre a situação de segurança alimentar entre os que fogem da cidade. Segundo a análise, 53% dos residentes e 66% dos deslocados internos estão em risco de não ter o suficiente para comer. O levantamento traz recomendações ao governo e às agências humanitárias sobre como melhorar o acesso à comida e os índices de nutrição entre a população.

Agência Brasil

10 de abril de 2017, 12:29

MUNDO Reunião do G7 começa hoje na Itália com olhar voltado para Síria

Os ministros e representantes das Relações Exteriores dos países do G7 (fórum integrado por sete nações que, juntas, representam metade da economia mundial: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido).se reúnem hoje (10) e amanhã na cidade de Lucca, na Itália, para discutir a situação na Síria e analisar como derrotar o grupo terrorista Estado Islâmico. As informações são da agência EFE.A reunião começou às 16h locais (11h de Brasília) com a presença dos ministros de Relações Exteriores do Japão, Canadá, Reino Unido, França, Itália e Alemanha; do secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson; e da alta representante da União Europeia para Assuntos Exteriores, a italiana Federica Mogherini. As reuniões, que servirão de preparação para a cúpula de chefes de governo do G7 em maio na cidade de Taormina, na Sicília, acontecem em um momento de grande inquietação entre os países ocidentais por conta da ameaça terrorista e dos conflitos no Oriente Médio.

Agência Brasil

10 de abril de 2017, 09:27

MUNDO China pede moderação na península coreana após envio de porta-aviões dos EUA

A China pediu nesta segunda-feira (10) que os Estados Unidos (EUA) e a Coreia do Norte “ajam com moderação e evitem uma escalada das tensões” após o envio de um porta-aviões nuclear americano à península coreana. A informação é da Agência EFE. A porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores chinês, Hua Chunying, disse, em entrevista, que seu governo “segue de perto os acontecimentos na península coreana”. Os Estados Unidos confirmaram no sábado (8) que mobilizaram o porta-aviões de propulsão nuclear USS Carl Vinson e seu grupo de ataque para águas próximas à Coreia do Norte em resposta às últimas provocações do regime, que em 5 de abril lançou um míssil de meio alcance ao mar. O Carl Vinson, sob o controle da Terceira Frota (Pacífico Oriental), suspendeu uma visita prevista à Austrália e seguiu para a península coreana, onde esteve há apenas um mês para participar de manobras militares anuais com a Coreia do Sul. A mudança de rumo do Carl Vinson ocorre justamente depois que, na semana passada, o presidente Donald Trump se reuniu na Flórida com seu colega chinês, Xi Jinping. Eles discutiram a necessidade de evitar novas provocações da Coreia do Norte, aliada de Pequim.

Agência Brasil

10 de abril de 2017, 08:41

MUNDO Protesto de professores em Buenos Aires termina com vários detidos

A polícia da Argentina encerrou ontem (9) uma manifestação de professores em frente ao Congresso da Nação, em Buenos Aires. A ação terminou com vários detidos e gerou fortes críticas pela suposta violência aplicada. Pouco depois do meio-dia, professores tentaram instalar uma tenda branca na praça onde está localizado o Parlamento argentino, com o objetivo de convocar uma mesa de negociação salarial nacional. Segundo informações do Ministério do Ambiente e Espaço Público, o grupo quis instalar a tenda “sem nenhum tipo de permissão”, causando “atos de infração pelo mau uso do espaço público”. Em um comunicado divulgado pela agência de notícias estatal “Télam”, os policiais “sugeriram a retirada” da estrutura. Vídeos publicados em redes sociais e em emissoras de TVs locais mostram o confronto entre os agentes e manifestantes, que acusam os policiais de terem lançado gás de pimenta quando no início do desalojamento. As informações são da agência EFE. O defensor público da Grande Buenos Aires, Alejandro Amor, disse que dois professores foram detidos, “feridos pelas ações repressivas das forças de segurança”, mas que já foram libertados. Além disso, diversos grupos de esquerda e sindicatos criticaram a ação da polícia. “Um país onde o governo e a polícia agridem os professores é um país sem futuro. Não podem lançar gás de pimenta e reprimir desta maneira. Não é assim que se constrói a pátria”, afirmou, em frente ao Congresso, o secretário do Sindicato Unificado dos Trabalhadores da Educação da Província de Buenos Aires, Roberto Baradel.

Agência Brasil

9 de abril de 2017, 12:01

MUNDO Estado Islâmico assume autoria de atentados em igrejas no Egito

O grupo terrorista Estado Islâmico assumiu a autoria dos atentados a bomba ocorridos na manhã de hoje (9) em duas igrejas coptas (vertente do cristianismo) no Egito. Em comunicado enviado a simpatizantes do grupo e divulgado pelas redes sociais, os terroristas confirmaram que ordenaram os ataques.De acordo com último balanço divulgado pelas autoridades locais, pelo menos 36 pessoas morreram e 74 ficaram feridas após as duas explosões. Os fiéis foram atingidos no momento em que participavam de uma missa em comemoração ao Domingo de Ramos, celebração que marca o início da Semana Santa.A primeira explosão foi registrada em Tanta, a cerca de 100 quilômetros do Cairo, capital do país. Duas horas depois, a segunda bomba explodiu em Alexandria, no norte do Egito. Ainda não foram divulgadas informações sobre suspeitos dos dois atentados.As explosões ocorrem a 20 dias da primeira viagem do papa Francisco ao Oriente Médio. O papa deve chegar ao Egito no dia 28 de abril, quando se reunirá com autoridades do governo, lideres muçulmanos e com o papa da Igreja Copta Cristiniana, Teodoro II.

Agência Brasil

9 de abril de 2017, 07:31

MUNDO Trump e rei saudita discutem por telefone sobre ataque à síria

A Casa Branca disse hoje que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou por telefone com o rei Salman bin Abd al-Aziz al-Saud da Arábia saudita sobre a siris e que ele “reafirmou o forte apoio dos sauditas ao ataque conduzido pelos EUA no espaço aéreo de Sayrat”. O comunicado afirma que o rei saudita concordou que essa era “uma resposta necessária” ao ataque com armas químicas supostamente conduzido pelo próprio governo sírio e matou dezenas de civis na província de Idlib, controlada por rebeldes.A agência de notícias do governo saudita disse mais cedo que o rei cumprimentou Trump por sua “decisão corajosa”.

8 de abril de 2017, 12:57

MUNDO Rússia diz que Trump atacou a Síria para mostrar força a seus rivais nos EUA

A decisão dos Estados Unidos de atacar a Síria não responde a uma estratégia no Oriente Médio, mas é uma tentativa de demonstrar força aos oponentes na guerra política em Washington após a chegada de Donald Trump à Casa Branca, disse neste sábado a porta-voz da Diplomacia russa, Maria Zakharova. Informação da agência EFE. O ataque de ontem contra uma base aérea da Síria “não tem nada a ver com a política de Washington no Oriente Médio, não é parte de uma estratégia, muito menos de um plano. Trata-se de uma demonstração de força dentro da disputa política interna nos Estados Unidos”, ressaltou Zakharova em entrevista à televisão estatal russa. “É parte de uma luta de grupos da elite política e militar, que se envolveram em uma briga de vida e morte”, acrescentou a diplomata. A ação militar americana, qualificada de “agressão” pelo presidente russo Vladimir Putin, “deixou em evidência que os EUA são o Estado mais imprevisível, e se há algo previsível nos Estados Unidos, é o imponderável de sua política externa”, afirmou Zakharova. Para a diplomata, o que sim é previsível é a política externa de outros integrantes da Otan, “já que estes sempre seguiram o curso imposto a partir de Washington”.

Agência Brasil

8 de abril de 2017, 11:30

MUNDO Autoridades suecas confirmam que suspeito de ataque é uzbeque de 39 anos

Autoridades suecas confirmaram neste sábado que o homem que foi detido por ser suspeito de ter realizado o ataque com caminhão que deixou 4 pessoas mortas na sexta-feira, em Estocolmo, tem 39 anos e é natural do Uzbequistão. A mídia sueca já havia antecipado essas informações, que ainda não haviam sido confirmadas pelas autoridades. O chefe de polícia sueca, Dan Eliason, disse que as autoridades estão confiantes de que prenderam o homem que realizou o ataque. “Não há nada que nos diga que temos a pessoa errada”, disse em uma coletiva de imprensa, mas acrescentou que não sabe de outras pessoas envolvidas no ataque. “Não podemos excluir isso”. Eliason também disse que a polícia encontrou algo no caminhão que “poderia ser uma bomba ou um objeto incendiário, ainda estamos investigando”. O promotor Hans Ihrman disse que o suspeito ainda não falou com autoridades e não podia confirmar se era residente legal na Suécia. Anders Thornberg, chefe do Serviço de Segurança Sueco, disse que os serviços de segurança e agências de segurança de outras nações investigam o ataque.

Estadão

8 de abril de 2017, 11:15

MUNDO Suposto bombardeio da coalizão mata ao menos 15 civis em Al Raqqa, na Síria

Pelo menos 15 civis morreram neste sábado por bombardeios de aviões que supostamente pertenciam à coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, perto da cidade de Al Raqqa, na Síria, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH). As informações são da agência de notícias EFE. Entre os mortos no bombardeio, realizado na cidade de Hunaida, se encontram quatro crianças, segundo o OSDH, que também informou que há vários feridos em estado grave. A província de Al Raqqa, no nordeste da Síria, é o principal santuário do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) e alvo de uma ofensiva das Forças da Síria Democrática (FSD), milícias lideradas pelos curdos, que contam com apoio da coalizão internacional. Segundo o OSDH, desde o dia 1º de março morreram cerca de 220 civis, entre eles 36 menores de idade, pelos bombardeios realizados em Al Raqqa, incluindo o de hoje (8). As FSD, que contam com o apoio dos aviões da coalizão internacional e de forças especiais dos EUA no terreno, iniciaram no dia 6 de novembro a ofensiva “Ira do Eufrates” com o objetivo de expulsar o EI de Al Raqqa. As milícias estão a poucos quilômetros de Al Raqqa e estão tentando cercar totalmente a cidade, antes de avançar rumo ao interior da cidade, que é considerada a “capital” dos territórios controlados pelo EI.

Agência Brasil

8 de abril de 2017, 08:30

MUNDO Mercosul e Aliança do Pacífico querem ampliar comércio na América do Sul

Uma iniciativa frustrada em 2014 ganhou ímpeto nesta sexta-feira (7): dois blocos regionais, o Mercosul e a Aliança do Pacifico, decidiram unir esforços para ampliar o comércio na América do Sul e conquistar novos mercados. A decisão foi tomada numa reunião, em Buenos Aires, entre os ministros das Relações Exteriores e da Indústria e Comércio do Brasil e de mais sete países. O encontro ocorreu no momento em que Buenos Aires foi sede do Fórum Econômico Mundial da América Latina e em que o governo argentino ocupa a presidência rotativa do Mercosul. Estavam presentes os ministros dos quatro países fundadores (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e dos quatro membros da Aliança do Pacifico (Chile, Colômbia, México e Peru). “Estamos avançando na integração, num momento em que reina a incerteza em nível internacional e se observam pressões protecionistas, nacionalistas e inclusive xenófobas”, disse em entrevista coletiva o chanceler chileno, Heraldo Muñoz, referindo-se a decisão dos Estados Unidos de rever acordos de integração e a força conquistada, nos últimos tempos, por partidos nacionalistas de direita na Europa. No documento divulgado no final da reunião, os oito países se comprometeram a avançar em determinadas áreas, antes de discutir a redução de tarifas: cadeias regionais de valor, cooperação alfandegária, promoção de pequenas e médias empresas, redução de barreiras não tarifárias e facilitação no comércio de bens e serviços.

Monica Yanakiew, Agência Brasil

7 de abril de 2017, 13:45

MUNDO “Minha relação com Xi Jinping é excepcional”, diz Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que está sendo “muito interessante” passar um tempo com o presidente da China, Xi Jinping e sua delegação. Os dois líderes participam de reuniões sobre as relações entre os EUA e China na Flórida. “A relação que desenvolvi com o presidente Xi Jinping eu acho que é excepcional”, afirmou Trump. De acordo com autoridades, os presidentes deve discutir questões como a Coreia do Norte e comércio, entre outros tópicos. Segundo Trump, os dois líderes fizeram “grande progressos” durante um jantar na quinta-feira e ele acredita que mais progressos serão atingidos antes de Jinping ir embora, no fim desta sexta-feira.

Estadão Conteúdo

7 de abril de 2017, 10:28

MUNDO Síria diz que bombardeio americano matou 9 civis

Pelo menos nove civis, entre eles quatro crianças, morreram hoje (7) e outros sete ficaram feridos no bombardeio americano contra uma base militar síria, informou a agência oficial Sana. As vítimas civis estavam nos povoados de Al Hamrat, Al Shayrat e Al Manzul, situados nos arredores da base área de Shayrat, atacada pelos Estados Unidos. A informação é da agência de notícias EFE.A agência Sana acrescentou que o ataque também causou uma grande destruição nas casas desses povoados da província de Homs. Em Shayrat caíram dois mísseis Tomahawk que provocaram a morte de cinco civis, entre eles três crianças, enquanto em Al Hamrat morreram outras quatro pessoas, entre eles um menor, pelo impacto de um míssil, segundo a agência.Na cidade de Al Manzul, que fica a quatro quilômetros da base aérea, sete pessoas ficaram feridas. O Exército sírio confirmou que seis militares morreram no ataque, mas o Observatório Sírio de Direitos Humanos elevou o número de vítimas militares a sete, incluindo um comandante.

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7 de abril de 2017, 08:59

MUNDO Síria diz que bombardeio americano matou 9 civis

Pelo menos nove civis, entre eles quatro crianças, morreram hoje (7) e outros sete ficaram feridos no bombardeio americano contra uma base militar síria, informou a agência oficial Sana. As vítimas civis estavam nos povoados de Al Hamrat, Al Shayrat e Al Manzul, situados nos arredores da base área de Shayrat, atacada pelos Estados Unidos. A informação é da agência de notícias EFE. A agência Sana acrescentou que o ataque também causou uma grande destruição nas casas desses povoados da província de Homs. Em Shayrat caíram dois mísseis Tomahawk que provocaram a morte de cinco civis, entre eles três crianças, enquanto em Al Hamrat morreram outras quatro pessoas, entre eles um menor, pelo impacto de um míssil, segundo a agência. Na cidade de Al Manzul, que fica a quatro quilômetros da base aérea, sete pessoas ficaram feridas. O Exército sírio confirmou que seis militares morreram no ataque, mas o Observatório Sírio de Direitos Humanos elevou o número de vítimas militares a sete, incluindo um comandante.

Agência Brasil

6 de abril de 2017, 09:10

MUNDO Ciclone desabriga 4 mil pessoas na Nova Zelândia

Pelo menos 4 mil pessoas deixaram hoje (6) suas casas em duas localidades da Ilha Norte, na Nova Zelândia, por conta das inundações provocadas pelo ciclone Debbie, que, em sua passagem pela Austrália, causou cinco mortes. As autoridades da Nova Zelândia anunciaram hoje a saída de dois mil moradores da região de Edgecumbe, depois que o rio Rangitaiki alagou várias casas. Em seguida, foi declarado estado de emergência em Whakatane, onde mais duas mil pessoas abandonaram suas moradias. Segundo as previsões oficiais, o fluxo do Rangitaiki manterá seu nível até a manhã de sexta-feira, quando as águas começarão a baixar.

Agência Brasil

6 de abril de 2017, 09:02

MUNDO Macri enfrenta primeira greve geral em 16 meses de governo

Foto: Divulgação

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, enfrenta nesta quinta-feira (6) a primeira greve geral em 16 meses de governo. As duas principais centrais sindicais do país exigem aumentos salariais para acompanhar a inflação, que em 2016 foi de 40%, além de reclamar medidas para compensar a perda de empregos, causada pela politica de abertura econômica.O governo argumenta que não pode dar aumentos muito superiores à meta inflacionária deste ano, de 17%, e assegura que as medidas adotadas (entre elas, o reajuste dos preços dos serviços públicos, congelados desde a crise de 2001) atrairão investimentos, tirando o país da recessão. Como não houve acordo, a Confederação Geral do Trabalho (CGT) e a Central de Trabalhadores Argentinos (CTA) decidiram paralisar o transporte público e o país, enquanto as organizações sociais de esquerda se mobilizaram para bloquear as principais vias de acesso aos centros urbanos.Cerca de 800 voos foram cancelados. Os trens, o metrô e os ônibus não circularão até a meia-noite. O líder sindical dos motoristas de táxi, Omar Viviani, chegou a ameaçar os que furarem a greve, prometendo “virar os carros”. Ele acabou sendo convocado para depor, perante a Justiça, acusado de atentar contra a liberdade do trabalho. “Mas o medo já está instalado”, disse à Agência Brasil o motorista Fernando Bianci. “Eu sempre trabalhava em dia de greve porque preciso, mas não posso correr o risco de ficar sem meu táxi, porque alguém resolveu arrebentá-lo”.

Agência Brasil