3 de fevereiro de 2017, 18:01

MUNDO EUA devem pagar US$ 94,6 milhões por cada jato F-35A, diz Pentágono

O Pentágono informou nesta sexta-feira que chegou a um acordo para a compra de um novo lote de jatos de combate F-35. O preço a ser pago está praticamente em linha com a meta do Pentágono para essas aeronaves, estabelecida antes de que o presidente Donald Trump começasse a criticar o custo do programa. O acordo planejado por 90 jatos com a líder do programa Lockheed Martin estabelece o preço do modelo F-35A dos aviões usados pela Força Aérea americana e aliados no exterior em US$ 94,6 milhões cada, uma queda de 7,3% ante os US$ 102 milhões do lote anterior. O Pentágono informou que isso implica uma redução de US$ 728 milhões ante o acordo anterior, que havia sido imposto pelo Departamento de Defesa após mais de um ano de conversas sem um acordo. Os preços anunciados incluem os motores, negociados em separado com a United Technologies. Em dezembro, o então presidente eleito Trump começou a criticar o custo da iniciativa como “fora de controle”. Desde então, ele se reuniu com a executiva-chefe da Lockheed, Marillyn Hewson, e a maior companhia de defesa do mundo se comprometeu a reduzir o preço. Em comunicado, a Lockheed diz que o envolvimento pessoal de Trump no programa acelerou as negociações e reforçou o foco na redução do preço. Fonte: Dow Jones Newswires.

Estadão Conteúdo

3 de fevereiro de 2017, 11:15

MUNDO Itália volta a sofrer terremotos na área central

Abalada por uma série de terremotos desde agosto do ano passado, a Itália voltou a sofrer mais tremores de terra na manhã desta sexta-feira (3). Desta vez, o terremoto foi de 4,4 graus de magnitude e foi sentido nas regiões de Marche e Umbria por volta das 5h10 locais (2h10 de Brasília). A informação é da Agência Ansa. O último terremoto acima de 5 graus na escala Richter foi registrado em 18 de janeiro, na zona central do país, e provocou uma avalanche que soterrou o hotel de luxo Rigopiano, matando 29 pessoas.

Agência Brasil

3 de fevereiro de 2017, 11:00

MUNDO Polícia israelense desaloja colônia judaica na Cisjordânia ocupada

A polícia israelense concluiu, na noite de ontem (2), a remoção de dezenas de colonos entrincheirados em uma sinagoga da colônia israelense de Amona, na Cisjordânia ocupada. Centenas de policiais participaram da evacuação, após 24 horas de fortes confrontos. As informações são da Radio France Internacionale. A colônia de Amona, construída em terras privadas palestinas, é alvo de uma batalha política e legal desde sua criação, em 1995. Em 2014, a Suprema Corte julgou o assentamento ilegal do ponto de vista do direito israelense e ordenou sua remoção. Diante de câmeras de tv, a polícia entrou em confronto com centenas de jovens que chegaram das colônias vizinhas argumentando que as terras da Cisjordânia, território ocupado desde 1967 por Israel, são judaicas. A duras penas, os policiais conseguiram, por meio do diálogo ou da força, evacuar quase todas as casas nas quais os colonos se instalaram no fim dos anos 1990. Os confrontos na remoção, apesar de sua importância, não alcançaram um nível de violência que teria um elevado custo político para o governo do premiê Benjamin Netanyahu. Um total de 24 policiais ficaram levemente feridos, 800 pessoas foram afastadas do local, e 13, detidas. A operação, polêmica, levou o governo a estudar a criação de uma nova colônia, a primeira em 25 anos. O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, anunciou na quarta-feira a formação de um grupo para encontrar rapidamente um novo terreno onde será construída a nova colônia para os moradores de Amona. A colonização nunca parou em qualquer governo israelense desde 1967. Mas, desde 1992, antes dos acordos de paz de Oslo, nenhum governo havia anunciado oficialmente a criação de uma nova colônia, disse Hagit Ofran, da organização Paz Agora.

Agência Brasil

3 de fevereiro de 2017, 09:12

MUNDO Com slogan islâmico, homem tenta invadir Louvre; premier suspeita de terrorismo

O primeiro-ministro francês, Bernard Cazeneuve, disse há pouco que o incidente no Museu do Louvre, em Paris, nesta sexta-feira (3), é “aparentemente um ataque de caráter terrorista”. A informação é da Agência Ansa. Um homem armado com dois facões tentou entrar no museu e foi contido com cinco tiros por um militar. De acordo com a polícia, o agressor teria gritado “Allah Akhbar” e outras expressões de cunho extremista islâmico. No Twitter, o Ministério do Interior da França confirmou o incidente e anunciou uma operação de segurança em Paris, alegando um “um grave evento de segurança pública”. O bairro do Louvre foi fechado, assim como o museu, o Palais Royal e as estações de metrô na região. Cerca de 250 pessoas que estavam nos arredores das atrações turísticas foram levadas para uma área de segurança. A tentativa de agressão ocorreu no Carrousel du Louvre, por volta das 10h locais. De acordo com o porta-voz do sindicato SGP da polícia, Luc Poignant, o suspeito tentou entrar no Carrousel du Louvre com duas mochilas, mas, ao ser impedido pela equipe de segurança, reagiu e tentou agredir os agentes com uma faca. Um militar francês da “Operação Sentinela” disparou cinco tiros contra o suspeito, que também carregava uma faca e um facão. Nenhum explosivo foi encontrado até o momento, mas jornais locais especulam se o incidente estaria relacionado a algum plano terrorista. Segundo o chefe de polícia Michel Cadot, o agressor teria gritado “Allah Akhbar”, expressão em árabe que significa “Deus é grande” e é geralmente usada por extremistas antes de cometer atentados. O homem foi ferido em condições graves, mas será levado para interrogatório. A França já foi alvo de atentados terroristas nos últimos anos, como o massacre no jornal Charlie Hebdo, os ataques simultâneos de 13 de novembro de 2015 em Paris, e o atropelamento em Nice no ano passado. Por conta disso, o país mantém um nível alto de alerta terrorista e costuma fechar as vias de acesso e o metrô, além de acionar as forças de segurança diante de qualquer incidente suspeito. A “Operação Sentinela” está em vigor desde que foi decretado o estado de emergência na França, no fim de 2015.

Agência Brasil

2 de fevereiro de 2017, 13:37

MUNDO Muro na fronteira EUA-México deve ficar pronto em dois anos

O muro na fronteira entre os Estados Unidos (EUA) e o México deve ser concluído dentro de dois anos, afirmou nesta quarta-feira (1) o secretário americano de Segurança Interna, general da reserva John Kelly, em entrevista ao canal Fox News. Ele disse que “o muro será construído primeiro onde é mais necessário e depois completado.” As informações são da Radio France Internacionale. O decreto objetivando “garantir a segurança da fronteira sul dos Estados Unidos com a construção imediata de um muro” foi assinado pelo presidente Donald Trump em 25 de janeiro e provocou uma grave crise diplomática com o México. Trump espera que o país latino pague pelo muro nos 3.200 quilômetros de fronteira, para conter a imigração ilegal. Quase um terço dessa área já conta com barreiras. O secretário Kelly, que vai supervisionar o planejamento e a construção do muro, disse que a proteção da fronteira incluirá barreiras físicas, equipamentos tecnológicos “e coisas assim”. Ele ainda declarou que o governo Trump “já dispõe da autoridade” com as regras existentes para iniciar o projeto. O general também se mostrou otimista a respeito do “aspecto financeiro”. Trump anunciou um projeto que custaria entre US$ 4 bilhões e US$ 10 bilhões, mas para os arquitetos e engenheiros que estudaram o tema a conta será muito maior. O MIT Technology Review, por exemplo, considerou que 1.609 quilômetros de muro custariam entre US$ 27 bilhões e US$ 40 bilhões. “Acredito que o financiamento virá relativamente rápido”, declarou Kelly, que espera o início da construção em poucos meses. A Casa Branca pode destinar recursos existentes ao projeto, mas o Congresso, controlado pelos republicanos, tem que aprovar fundos adicionais.

Agência Brasil

2 de fevereiro de 2017, 06:40

MUNDO Senado confirma Tillerson como secretário de Estado dos Estados Unidos

O Senado dos Estados Unidos (EUA) confirmou nessa quarta-feira (1º) o nome de Rex Tillerson para ocupar o cargo de secretário de Estado do governo de Donald Trump. Foram 53 votos a favor e 43 contrários, sendo que quatro democratas estão entre aqueles que aprovaram o ex-executivo da Exxon Mobil em um dos mais importantes cargos políticos do país. A informação é da Agência Ansa. Sem nenhuma experiência política, Tillerson foi muito criticado pelos senadores – incluindo republicanos – por ter laços com o governo russo e o presidente Vladimir Putin. Em 2013, ele foi condecorado com a “Ordem de Amizade” da Rússia por seu trabalho à frente da petrolífera. O indicado de Trump é o primeiro da história moderna a assumir o posto sem ter experiência política, mas é considerado um bom negociador. Tillerson substituirá John Kerry, o secretário do segundo mandato do governo de Barack Obama. O chanceler italiano, Angelino Alfano, enviou mensagem parabenizando Tillerson e desejando sucesso em seu mandato.

Agência Brasil

2 de fevereiro de 2017, 06:35

MUNDO OMS diz que antes de 2020 não será licenciada vacina segura contra o vírus Zika

Um anos depois da declaração de emergência internacional sobre o Zika, a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, afirmou que, em grande parte do mundo o vírus está “firmemente entrincheirado”, apesar de existirem “incertezas” relacionadas à doença. Ao fazer um balaço das ações para combater o vírus, adotadas nos últimos 12 meses, Chan estimou que antes de 2020 não será licenciada uma vacina segura contra o Zika. “De acordo com as recomendações da OMS, algumas abordagens inovadoras para o controle dos mosquitos estão sendo experimentadas de maneira piloto em vários países, com resultados promissores. Cerca de 40 vacinas estão em preparação. Enquanto alguns avançaram para ensaios clínicos, uma vacina julgada segura o suficiente para uso em mulheres em idade fértil pode não ser totalmente licenciada antes de 2020”, disse Chan em evento realizado ontem (1º) em Genebra, na Suíça. A diretora-geral da OMS lembrou que o surto da doença revelou falhas nos serviços de planejamento familiar e o desmantelamento de programas nacionais de controle de mosquitos. Segundo Chan, passada a fase mais aguda do problema, os países precisam tratar do Zika de forma continuada e em longo prazo. “A OMS e os países afetados precisam manejar o Zika não em uma situação de emergência, mas da mesma forma continuada com que respondemos a outros patógenos propensos a epidemias, como dengue e chikungunya, que vem e vão em ondas recorrentes de infecção”, alertou. Para isso, de acordo com ela, a OMS vai criar um “mecanismo interorganizacional” para fornecer orientações continuadas a intervenções eficazes e apoio às famílias nos países com circulação do vírus. Para Margaret Chan, a declaração de emergência internacional estimulou uma resposta intensa e coordenada e atraiu financiamento necessário para desenvolvimento de pesquisas. Ela lembrou que os estudos desenvolvidos por cientistas conseguiram provar que a infecção pelo Zika causa microcefalia e desencadeia a Síndrome de Guillain-Barré. Mesmo assim, a diretora-geral da OMS fez um alerta de que a propagação internacional do vírus se manteve, apesar da melhoria dos sistemas de vigilância. “Cerca de 70 países e territórios das Américas, da África, Ásia e do Pacífico Ocidental têm relatado casos desde 2015. As consequências documentadas para recém-nascidos têm crescido para uma longa lista de distúrbios conhecida como “Síndrome Congênita do Vírus Zika”. Sabemos que o vírus pode ser transmitido por relações sexuais, acrescentando mais recomendações preventivas para as mulheres em idade fértil”, disse.

Agência Brasil

1 de fevereiro de 2017, 08:41

MUNDO Itália bate recorde em pedidos de asilo e refúgio em 2016

A Itália voltou a registrar um recorde no pedido de asilos ou refúgios de imigrantes em 2016, com 123 mil solicitações, informou o presidente da Comissão Nacional para o Direito de Asilo, Angelo Trovato, nesta terça-feira (31). O número é 41% maior do que o registrado em 2015 e segue apresentando alta desde 2013, quando a crise migratória começou a afetar a Itália. Há quatro anos, foram 26 mil pedidos, que aumentaram para 64 mil e 83 mil em 2014 e 2015, respectivamente. Desse total, 105 mil foram apresentadas por homens e 11.656 foram solicitadas por menores de idade desacompanhados. Os nigerianos são os que mais pedem refúgio no país, representando 105 mil pedidos. De acordo com Trovato, o alto fluxo de pedidos está fazendo com que o sistema “sofra” para normalizar a situação, já que as 28 seções de Comissão Territorial para Asilo estão enfrentando um “aumento de problemas, sobretudo onde é necessária a presença de homens da força policial”. “E assim ao invés de fazer de quatro a cinco audiências por dia, esse número caiu para três. Em 2017, já registramos uma queda de 10% nos pedidos examinados e isso é preocupante”, acrescentou Trovato em uma sessão com parlamentares. Trovato informou que o status de refugiado foi concedido para 5% dos pedidos analisados, sendo que para 14% foi concedido o benefício da proteção subsidiária – um “nível” abaixo do status de refugiado, que permite a obtenção da autorização de residência na Itália durante três anos e ainda o direito de reunir a família que esteja fora do país. Outros 21% receberam o direito ao asilo humanitário e 56% dos pedidos foram negados pelas autoridades italianas. De acordo com o presidente da comissão, o tempo médio de exame entre 2014 e 2016 foi 257 dias, em um número que mostra uma aceleração do processo. Em 2014, eram necessários 347 dias para a análise, em 2015 outros 261 dias e no ano passado cada solicitação demorava 163 dias para dar uma resposta. “Somos o segundo país europeu, atrás da Alemanha, em número de pedidos examinados”, concluiu Trovato. Em 2016, a Itália voltou a ser o país europeu que mais recebeu imigrantes pela rota do Mar Mediterrâneo, tendo registrado a entrada de 181 mil pessoas.

Agência Brasil

1 de fevereiro de 2017, 08:31

MUNDO Portugal emite alerta vermelho para forte agitação marítima

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera lançou alerta vermelho em nove distritos do país devido a uma forte agitação marítima. O alerta vermelho é o mais grave e significa situação meteorológica de risco extremo. Há outros seis distritos em alerta laranja, o segundo mais grave na escala. De acordo com o Instituto, esta situação meteorológica vai dar origem a chuva em todo o território, podendo ser forte e persistente nas regiões Norte e Centro. Há, ainda, previsão de neve para as localidades acima dos 1.500 metros de altitude hoje. A partir de amanhã (2), a neve deve atingir localidades que estão entre 1.000 e 1.200 metros de altitude. A partir do final do dia de hoje, o vento vai se intensificar, soprando forte com rajadas até 80 km/h no litoral e até 100 km/h nas terras altas. A partir de amanhã (2) a previsão é de agitação marítima forte em toda a costa Ocidental com o período mais crítico entre o final da tarde e a madrugada de sexta-feira (3). No distrito de Viana do Castelo, por exemplo, que está em alerta vermelho, as ondas podem atingir entre 12 e 14 metros de altura.

Marieta Cazarré, Agência Brasil

1 de fevereiro de 2017, 07:20

MUNDO Trump escolhe novo juiz e Suprema Corte dos EUA fica mais conservadora

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou, no final da noite desta terça-feira (31) o juiz Neil Gorsuch para ocupar uma vaga na Suprema Corte do país. Com a escolha, a Suprema Corte dos Estados Unidos ficará com uma formação de maioria conservadora, o que pesará na hora de decidir questões importantes no futuro, como o aborto, o uso de armas pelos cidadãos e a restrição ou ampliação dos direitos das religiões. O presidente Donald Trump tinha dois “finalistas” para sua indicação ao Supremo Tribunal – e ambos estavam na Casa Branca no momento da escolha: Neil Gorsuch, que é do estado do Colorado, e Thomas Hardiman, juiz da Pensilvânia. Desde cedo, Trump tinha alertado os jornalistas para a importância da escolha. “Estaremos anunciando um juiz do Supremo Tribunal e acho que todo mundo vai ficar impressionado”, disse. Neil Gorsuch é visto no meio jurídico americano como um intérprete da leitura fiel da Constituição como uma forma para resolver questões polêmicas. A indicação de Trump, que precisa ainda ser confirmada pelo Senado, visa a ocupar a vaga deixada pelo juiz Antonin Scalia, que morreu em fevereiro do ano passado. Em 2106, o presidente Obama havia nomeado o juiz Merrick Garland para a vaga, mas os republicanos do Senado, que são maioria na Casa, se recusaram a aprovar sua nomeação. Eles queriam que o resultado das eleições de novembro para presidente dos Estados Unidos determinasse a escolha do novo juiz.

José Romildo, Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 16:21

MUNDO Após medida polêmica, EUA permitem entrada de 872 refugiados

O governo do presidente Donald Trump fará uma exceção temporária da proibição da entrada de refugiados nos Estados Unidos (EUA) e irá permitir a entrada de 872 pessoas nestas condições que já estavam prontas para chegar ao país e cujo banimento causaria “dificuldades injustificáveis” para elas. A declaração foi feita por Kevin McAleenan, responsável pelo controle das fronteiras dos EUA. Os 872 refugiados beneficiados deverão chegar ao país ainda nesta semana. As informações são da agência ANSA.

Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 08:35

MUNDO Conselho da ONU convoca reunião urgente sobre teste de míssil iraniano

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reúne de emergência, nesta terça-feira (31), para discutir o teste iraniano de um míssil de alcance médio – informaram diplomatas da organização. A informação é da Agência France Presse (AFP). Os Estados Unidos convocaram a consulta de urgência, depois de o embaixador de Israel na ONU ter pedido uma ação do conselho.

Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 08:10

MUNDO Supremo venezuelano confirma Maduro em pleno exercício do cargo

O Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela considerou inválida a declaração de “abandono do cargo” sobre o presidente Nicolás Maduro, aprovada há três semanas pela oposição, que é maioria no Parlamento. A informação é da Agência France Presse (AFP).Maduro “se encontra no exercício contínuo, permanente, pleno e absoluto de suas funções no âmbito nacional e internacional”, afirmou o TSJ em nota à imprensa.A Assembleia Nacional determinou que Maduro abandone o cargo por descumprir suas funções constitucionais, provocando uma “crise sem precedentes na Venezuela”. Em decisão anterior, o TSJ já havia dito que o Legislativo não tinha competência para destituir o presidente.O Supremo considerou ainda que o “suposto abandono” aprovado pelo Legislativo é inconstitucional, porque “não se deram as circunstâncias fáticas e os elementos que geram o fato objetivo de abandono do cargo”.

Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 07:10

MUNDO Trump demite secretária de Justiça interina dos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump demitiu na noite dessa segunda-feira (30) a secretária de Justiça interina dos Estados Unidos, Sally Yater. Ela foi afastada poucas horas depois de ter se pronunciado e orientado o Departamento de Justiça a não atuar em defesa das ordens executivas sobre imigrantes e refugiados, emitidas por Donald Trump. Em um comunicado, a Casa Branca informou a demissão de Sally Yater, que ocupava o cargo interinamente e havia sido escolhida ainda na gestão de Barack Obama. A demissão segundo o governo foi pela “recusa em cumprir uma ordem designada para proteger aos cidadãos do país”. A nova designada interina, segundo o comunicado, será Dana Boente. A Secretaria de Justiça está a cargo de um secretário interino enquanto espera a confirmação pelo Senado do nome de Jeff Sessions, escolhido por Donald Trump. A orientação de Sally havia sido divulgada nessa segunda-feira. Em uma carta, ela orientou os advogados do Departamento de Justiça a não participarem da defesa legal das ordens executivas emitidas por Trump sobre imigrantes e refugiados. “Até agora não estou convencida de que a defesa [das ordens executivas] seja nossa responsabilidade e também não estou convencida sobre a legalidade dos decretos”, escreveu. Já existem processos na Justiça nas instâncias dos Estados que desafiaram o decreto de Donald Trump, entre eles Virginia, Nova York, Massachusetts, Califórnia e Washington e há decisões já julgadas em primeira instância que bloqueiam a validade dos decretos emitidos pela Casa Branca. No Twitter Donald Trump se queixou dos democratas no Congresso, ainda que eles sejam minoria. “Os democratas estão atrasando a posse das minhas escolhas para o gabinete, por razões puramente políticas”, escreveu.

Leandra Felipe, Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 07:00

MUNDO Macri endurece controle migratório na Argentina

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou medidas que endurecem o controle migratório na Argentina e aceleram os processos de expulsão em caso de delitos e entrada clandestina ou de estrangeiros, em decreto publicado nessa segunda-feira (30) no Diário Oficial. A informação é da Agência France Presse (AFP). O governo atribuiu a nova regulamentação a “recentes fatos de criminalidade organizada”, e disse que ela também visa a acelerar as deportações por meio de um “processamento migratório especial de carácter sumaríssimo”, de não mais de dois meses. O decreto, segundo o governo, será aplicados a estrangeiros envolvidos em atos delituosos e que entraram de forma clandestina no país. A nova norma estabelece que não poderão entrar na Argentina pessoas que apresentem documentação falsa ou omitam informações de antecedentes penais por delitos graves, que vão do tráfico de armas e de pessoas até “atividades terroristas”.

Agência Brasil