3 de novembro de 2017, 09:10

MUNDO Ex-vice-presidente argentino é preso por suposta formação de quadrilha

O ex-vice-presidente da Argentina, Amado Boudou (2011-2015), foi detido nesta sexta-feira em Buenos Aires acusado de integrar uma quadrilha que cometeu lavagem de dinheiro quando era ministro de Economia. Segundo informaram fontes judiciais à agência oficial Telam, o vice-presidente no governo de Cristina Kirchner foi detido junto com seu sócio José María Nuñez Carmona. A detenção de Boudou ocorreu em sua casa, no bairro de Puerto Madero, em Buenos Aires, e foi feita por agentes da Prefeitura Naval Argentina por ordem do juiz Ariel Lijo.

Agência EFE

3 de novembro de 2017, 08:30

MUNDO Estado Islâmico identifica terrorista de Nova York como um de seus “soldados”

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) afirmou nesta sexta-feira (3), no último número de sua revista semanal pela internet Al Naba (As Notícias), que o autor do atentado de Nova York é um de seus “soldados”. A informação é da Agência EFE. Uma coluna da Al Naba relata brevemente o atentado, citando informações de “veículos de imprensa” e sem usar qualquer fonte interna do grupo terrorista, como é usual quando reivindica ataques cometidos no exterior. As autoridades norte-americanas acreditam que o autor do atropelamento em Nova York, o uzbeque Sayfullo Saipov, atuou sozinho, inspirado por toda a propaganda do EI que tinha em seu poder, afirmou ontem (2) à noite o chefe da luta antiterrorista da polícia nova-iorquina, John Miller. Também na revista é lembrado o tiroteio de Las Vegas, ocorrido há um mês, onde morreram 58 pessoas, reivindicado pelo Estado Islâmico em dois comunicados. O tiroteio de Las Vegas, ocorrido no dia 1º de outubro, foi cometido pelo americano Stephen Paddock, de 64 anos. A revista do EI identifica o atirador com o apelido de “Abu Abdul Bar al-Amriki” e assegura que as ações foram uma “resposta dos soldados do califado nos Estados Unidos e na Europa ao chamado” do grupo terrorista para responder à ofensiva dos “cruzados” contra os jihadistas na Síria e no Iraque.

Agência EFE

2 de novembro de 2017, 17:15

MUNDO Frankie Fredericks é interrogado em Paris sobre compra de votos para o Rio-2016

Foto: Divulgação

O ex-atleta Frankie Fredericks foi interrogado nesta quinta-feira (2) em um tribunal de Paris, na França

O ex-atleta Frankie Fredericks foi interrogado nesta quinta-feira (2) em um tribunal de Paris, na França, sobre a suspeita de compra de votos para o Rio de Janeiro sediar a Olimpíada de 2016. Ele está na mira da Justiça por ter recebido US$ 299,3 mil (R$ 976,6 mil) em 2 de outubro de 2009, mesmo dia em que o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou em Copenhague, na Dinamarca, que os Jogos ocorreriam na cidade brasileira. O interrogatório do campeão mundial dos 200 metros em 1993 teve duração de uma hora. Ele disse que recebeu a quantia por “serviços prestados” ao COI entre 2007 e 2011. Disse que o seu contrato com a entidade foi firmado em 11 de março de 2007 e que o pagamento “nada tem a ver com os Jogos Olímpicos”. No entanto, o que chamou a atenção dos investigadores franceses é que o pagamento foi feito pela empresa de Papa Massata Diack, filho do ex-presidente da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês), Lamine Diack. Ambos são acusados de participação no esquema de compra de votos que teria como protagonistas o ex-presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, e o ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, que negam qualquer irregularidade. Frankie Fredericks, nascido na Namíbia, era responsável pelo processo de apuração dos votos para o COI e presidia a comissão de avaliação dos Jogos de 2024. Teve que se demitir após as denúncias que o colocam sob suspeita no caso do Rio de Janeiro.

Estadão Conteúdo

2 de novembro de 2017, 15:15

MUNDO Juíza determina prisão de Puigdemont e outros ex-membros de governo da Catalunha

Foto: Reuteres/Reprodução Estadão

O governador deposto da Catalunha, Carles Puigdemont

A juíza Carmen Lamela determinou a prisão do ex-presidente regional da Catalunha, Carles Puigdemont, e de outros quatro ex-membros do governo da região. Segundo o jornal espanhol La Vanguardia, o pedido foi feito pelo Ministério Público e ignora o pedido dos advogados de defesa para que os acusados respondessem as acusações a partir de Bruxelas, aonde estão. No entanto, as autoridades recusaram o pedido, alegando que não há razão que justifique a ausência dos acusados na Espanha. Como Puigdemont e os quatro ex-membros do governo estão em Bruxelas, a juíza deve emitir uma ordem de prisão europeia. A partir disso, será responsabilidade das autoridades belgas prender os acusados. Mais cedo, a juíza já havia decretado a prisão de outros nove integrantes do governo.

Estadão Conteúdo

2 de novembro de 2017, 13:00

MUNDO Venezuela entra em hiperinflação pela primeira vez na história

A Venezuela registrou em outubro uma inflação de 50,6% em relação ao mês anterior, entrando tecnicamente em hiperinflação, ao superar, pela primeira vez na história do país, uma alta de preços acima de 50% em um único mês. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Econométrica, que, com a Assembleia Nacional, controlado pela oposição, e outras entidades privadas, oferece periodicamente um cálculo de inflação no país, já que o Banco Central não divulga mais o índice. “Com a inflação geral de outubro de 2017, de 50,6% em relação a setembro, a Venezuela entra na definição técnica de hiperinflação proposta por Philip Cagan”, escreveu a Econométrica no Twitter, citando o economista americano que criou o conceito em 1956. A Econométrica diz que esse é um “recorde histórico” de inflação na Venezuela, que atravessa grave crise humanitária marcada pela escassez de produtos básicos, como alimentos e remédios. Fontes da empresa consultadas pela Agência EFE explicaram que a Venezuela vive há anos situação propícia para o surgimento de uma hiperinflação. Entre as condições citadas, eles destacam a emissão descontrolada de dinheiro por parte do Banco Central e a falta de produtos no mercado por causa da queda da produção. Leia mais na Agência Brasil.

Agência EFE

2 de novembro de 2017, 12:15

MUNDO Banco da Inglaterra eleva juros pela 1ª vez em mais de uma década

O Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) decidiu nesta quinta-feira elevar sua taxa básica de juros pela primeira vez em mais de uma década, da mínima histórica de 0,25% para 0,50%, como era amplamente esperado por analistas. O BC inglês, por outro lado, manteve o volume de seu programa de compras de bônus soberanos em 435 bilhões de libras. Segundo ata da reunião do BoE, a decisão foi tomada por sete votos a favor e dois contrários. Os dissidentes do BoE, David Ramsden e Jon Cunliffe, defenderam a manutenção da taxa de juros. Também no documento, o BC inglês afirma que futuros aumentos de juros ocorrerão em “ritmo gradual e limitado”, sinalizando que são prováveis mais duas elevações até o fim de 2020. Segundo o BoE, as negociações do “Brexit”, como é conhecido o processo para a retirada do Reino Unido da União Europeia, estão tendo “impacto perceptível” na economia britânica. O BoE reduziu sua projeção para o crescimento do PIB em 2018, de 1,8% para 1,7%, e previu que a economia avançará no mesmo ritmo em 2019 e 2020. Além disso, o BC inglês prevê que a inflação britânica desacelerará para nível próximo à meta oficial de 2% até o fim de 2020. Em setembro, a taxa anual de inflação ao consumidor do Reino Unido atingiu 3%. Fonte: Dow Jones Newswires.

Estadão Conteúdo

2 de novembro de 2017, 12:00

MUNDO Trump pede que autor de ataque em Nova York seja condenado à morte

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nessa quarta-feira (1º) que Sayfullo Saipov, o terrorista simpatizante do Estado Islâmico (EI) que matou, na terça-feira (31), oito pessoas em um atropelamento múltiplo em Nova York, seja condenado à morte. A informação é da Agência EFE. “O terrorista de Nova York estava feliz quando pediu para pendurar a bandeira do EI em seu quarto do hospital. Matou oito pessoas, deixou 12 gravemente feridas. Deveria receber a pena de morte!”, disse Trump, em mensagem no Twitter. Saipov, de 29 anos, ficou ferido após ser baleado pela polícia, depois de ter jogado seu veículo contra uma multidão. Ele está sob custódia em um hospital de Nova York. Quando foi interrogado pela primeira vez no hospital, pediu que se colocasse em seu quarto uma bandeira do grupo terrorista, e não mostrou nenhum remorso pelo ataque que teria realizado. Embora o estado de Nova York não contempla a pena de morte em seu sistema penal, que tem a prisão perpétua como pena máxima, Sayfullo Saipov pode sim receber uma condenação à morte em um julgamento federal sobre terrorismo. Dzhokhar Tsarnaev, um dos terroristas que participaram, em 2013, do atentado na Maratona de Boston, foi condenado à morte por meio do sistema federal de Justiça, já que o estado de Massachusetts também não contempla essa pena.

Agência EFE

2 de novembro de 2017, 11:30

MUNDO Crise catalã pode causar impactos na economia espanhola, mostra banco

O Banco de Espanha apresentou simulações do impacto da crise na Catalunha sobre a economia do país, que pode perder até 27 milhões de euros nos próximos dois anos. O informe, publicado hoje (1º), adverte que a economia catalã pode entrar em recessão se a situação se agravar nos próximos meses. Devido às incertezas da crise, a previsão de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) espanhol passou de 2,5% para 2,3% em 2018; e de 2% a 1,9% em 2019. O documento ainda prevê um cenário mais desastroso, caso a crise persista. O crescimento do PIB poderia crescer apenas 1%, tanto em 2018 quanto em 2019. A Auditoridade Fiscal espanhola afirmou que, no melhor dos casos, o PIB em 2018 ficará em 2,3% e, no pior, em 1,5%. De acordo com a entidade, o impacto final dependerá do grau de permanência da crise, ou seja, do tempo que durar a instabilidade provocada pela declaração unilateral de independência da Catalunha. A previsão inicial da Autoridade Fiscal era de que o PIB, em 2018, cresceria 2,7%. Se o pior cenário se concretizar, com um crescimento de apenas 1,5%, os prejuízos seriam de aproximadamente 14 milhões de euros, de acordo com o órgão fiscal. Segundo a previsão do Governo de Mariano Rajoy, enviada no mês passado a Bruxelas, o Plano Orçamentário estima um crescimento de 2,3%, em vez dos 2,6% previstos anteriormente. De acordo com dados do Colégio de Registradores da Espanha, entidade responsável pelo registro de empresas no país, mais de 1.700 já deixaram a Catalunha. Dessas, pelo menos 45 são grandes e médias empresas.

2 de novembro de 2017, 10:30

MUNDO Maduro eleva salário mínimo em 30% e dará bônus natalino a 4 milhões de lares

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta quarta-feira (1°) um aumento de 30% do salário mínimo no país e também um bônus natalino para 4 milhões de famílias. A informação é da EFE. “Anuncio um aumento de 30% do salário mínimo nacional e das aposentadorias dos venezuelanos e venezuelanas”, afirmou Maduro em um discurso transmitido em rede nacional de rádio e televisão. Com o reajuste, o quinto realizado por Maduro neste ano, o salário passa de $ 136.544 bolívares para $ 177.507 bolívares, o equivalente da R$ 55 na taxa oficial de câmbio. Maduro anunciou também um aumento no chamado bônus de alimentação, que agora é de $ 279 mil bolívares, cerca de R$ 87. O presidente já tinha elevado o salário mínimo em 40% no início de setembro. Com esse aumento, o governo do país reajustou o valor em 39 vezes desde o início da chamada revolução bolivariana. Além disso, Maduro também anunciou no discurso que 4 milhões de famílias venezuelanas ganharão um bônus natalino de 500 mil bolívares, cerca de R$ 156. “Aprovei os recursos para entregar um bônus natalino especial para 4 milhões de famílias. São 500.000 bolívares de um bônus através da carteira da pátria”, explicou.

EFE

2 de novembro de 2017, 08:33

MUNDO Autor do atentado de Nova York é levado à primeira audiência judicial

O autor do último atentado terrorista em Nova York, Sayfullo Saipov, compareceu nesta quarta-feira (1º) pela primeira vez perante uma juíza para ser informado dos procedimentos judiciais antes de conhecer a acusação formal. Saipov chegou perante a juíza Barbara Moses em uma cadeira de rodas por conta do ferimento no quadril que sofreu pelo disparo de um policial, depois que cometeu o atentado terrorista mais grave que Nova York sofre desde o 11 de setembro. De acordo com as autoridades, o imigrante uzbeque é o responsável pelo atropelamento múltiplo que na terça-feira deixou oito mortos e uma dúzia de feridos, e sustentam que o ataque foi realizado em nome do grupo terrorista Estado Islâmico. Segundo jornalistas dos meios de comunicação locais que estiveram na audiência judicial, Saipov entrou no tribunal algemado nas mãos e nos pés poucos depois das 18h (horário local, 20h de Brasília), para que lhe lessem seus direitos processuais.

Agência EFE

1 de novembro de 2017, 20:00

MUNDO Autor de atentado em Nova York é formalmente acusado de terrorismo

O imigrante uzbeque que ontem atropelou e matou oito pessoas em Nova York foi formalmente acusado nesta quarta-feira (1º) de fornecer recursos e material de apoio ao grupo terrorista Estado Islâmico (EI), segundo a Justiça dos Estados Unidos. A informação é da EFE.O responsável pelo atentado terrorista é Sayfullo Saipov, que chegou aos EUA em março de 2010, favorecido por um programa de concessão de vistos a cidadãos de países com baixo histórico de emigrantes para o país norte-americano.De acordo com os documentos divulgados pela Procuradoria Federal do distrito sul de Nova York e apresentados à juíza responsável pelo caso, Barbara C. Moses, Saipov também é acusado de violência e destruição com veículo.As acusações, descritas pela agente do FBI Amber Tyree, sustentam que Saipov, depois de cometer o atentado, saiu do veículo que conduzia gritando “Alá é grande”, em árabe. Perto do local, e dentro de uma bolsa preta, foram encontradas uma carteira de motorista do estado da Flórida em nome de Saipov e três armas brancas.Dentro do veículo havia dois telefones celulares que Saipov supostamente utilizou, e perto da caminhonete um documento com um texto em árabe e em inglês, que inclui termos que as autoridades atribuem aos usados por seguidores do EI.Nas declarações que fez à polícia, Saipov disse que seus atos foram inspirados por vídeos do EI e acrescentou que estava há cerca de um ano planejando um ataque nos EUA. Há dois meses, segundo o documento, ele “decidiu usar uma caminhonete para causar um dano máximo contra civis”.

Agência Brasil

1 de novembro de 2017, 16:07

MUNDO Trump pedirá ao Congresso para “acabar imediatamente” com loteria de vistos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (1º) que pedirá ao Congresso para que “aja imediatamente” para acabar com o programa de loteria de concessão de vistos que beneficia cidadãos de países com histórico de poucos imigrantes em território americano. A informação é da Agência EFE*. Foi essa política, chamada de “loteria de vistos de diversidade”, permitiu que o terrorista que cometeu ontem o atropelamento que matou oito pessoas e feriu 12 em Nova York chegasse aos EUA. “Vou pedir ao Congresso que comece imediatamente o trabalho para desfazer este programa”, afirmou Trump, que já tinha pedido o fim da loteria de vistos em outras ocasiões, antes do ataque. “Loteria para a diversidade… Soa bonito, mas não é bonito, não é bom, não foi bom e fomos contra”, acrescentou. Em uma série de mensagens no Twitter hoje, Trump repercutiu uma informação de vários veículos de imprensa, entre eles a rede de televisão ABC, de que o suspeito de ter cometido o atentado, Sayfullo Saipov, um uzbeque de 29 anos, chegou aos EUA há sete anos graças à loteria de vistos. Trump já se tinha mostrado contra esse programa, e em agosto apoiou formalmente um projeto de lei que o eliminasse.O presidente americano afirmou que quer que a imigração aos Estados Unidos seja “baseada no mérito” e inclua só “pessoas que vão manter o país seguro”. “Não queremos loterias e não queremos migração em cadeia, pela qual alguém como ele (Saipov) poderia trazer muitos membros de sua família”, ressaltou Trump. Perguntado se acreditava que esses membros da família do suspeito representariam um risco para os EUA, Trump respondeu que “certamente”.

Agência EFE

1 de novembro de 2017, 14:39

MUNDO Suspeito planejou ataque em Nova York por semanas, diz polícia

O autor do atentado que deixou oito pessoas mortas em Nova York nesta terça-feira planejou o crime durante semanas e o cometeu “em nome” do Estado Islâmico, disse John Miller, vice-comissário do Departamento de Polícia da cidade. “Ele seguiu à risca instruções do ISIS a seus seguidores sobre como conduzir atentados.” Segundo ele, foram encontradas notas em árabe com a mensagem “O Estado Islâmico vai sobreviver para sempre”. O atentado foi cometido por Sayfullo Saipov, um imigrante do Uzbequistão que se mudou para os EUA em 2010 e vivia legalmente no país. Atingido por um tiro no abdômen, Saipov sobreviveu e foi interrogado pela polícia no hospital. Várias buscas e apreensões foram realizadas desde o fim da tarde de terça-feira. A polícia também interrogou testemunhas. O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, disse que a cidade manterá os planos de realizar a clássica Maratona de Nova York no domingo. “Nós mostramos a todo o mundo que não seremos movidos pelo terror.” O evento atrai cerca de 50 mil corredores, além de dezenas de milhares de espectadores.

Estadão Conteúdo

1 de novembro de 2017, 09:48

MUNDO Trump determina “verificação extrema” da entrada de estrangeiros

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse no Twitter que determinou ao Departamento de Segurança Interna que intensifique seu “programa extremo de verificação”, depois do ataque com um veículo contra pedestres e ciclistas em Nova York, ocorrido nessa terça-feira (31).”Eu acabei de ordenar que o Departamento de Segurança Interna intensifique nosso já extremo programa de verificação. Ser politicamente correto é bom, mas não para isso”, disse Trump, horas depois que um homem dirigindo uma caminhonete deixou oito mortos em Nova York.Durante sua campanha à Presidência dos EUA em 2016, Trump prometeu reduzir a imigração ilegal por razões de segurança, e pediu uma “verificação extrema” de estrangeiros que entram nos Estados Unidos.

Agência Brasil

1 de novembro de 2017, 08:28

MUNDO Trump determina “verificação extrema” da entrada de estrangeiros

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse no Twitter que determinou ao Departamento de Segurança Interna que intensifique seu “programa extremo de verificação”, depois do ataque com um veículo contra pedestres e ciclistas em Nova York, ocorrido nessa terça-feira (31). “Eu acabei de ordenar que o Departamento de Segurança Interna intensifique nosso já extremo programa de verificação. Ser politicamente correto é bom, mas não para isso”, disse Trump, horas depois que um homem dirigindo uma caminhonete deixou oito mortos em Nova York. Durante sua campanha à Presidência dos EUA em 2016, Trump prometeu reduzir a imigração ilegal por razões de segurança, e pediu uma “verificação extrema” de estrangeiros que entram nos Estados Unidos.

Agência Brasil