9 de maio de 2017, 10:26

MUNDO Avalanche de neve deixa vários mortos nos Alpes franceses

Uma avalanche de neve em uma região montanhosa dos Alpes na França deixou “vários mortos”, confirmaram à Agência EFE fontes dos serviços de resgate locais. As primeiras informações indicam que pode haver três mortos, mas o número de vítimas deste acidente – qualificado de “muito grave” pelos serviços de emergência – não é definitiva. A avalanche aconteceu no setor conhecido como Albaron, perto da localidade de Bessans, próximo à base do monte Greffier. As autoridades enviaram ao local equipes especializadas em resgate em alta montanha.

Agência Brasil

9 de maio de 2017, 09:52

MUNDO Putin pede unidade internacional para repelir ameaças como o terrorismo

O presidente russo, Vladimir Putin, apelou nesta terça-feira (9) à unidade internacional para lutar contra ameaças como o terrorismo e disse que a Rússia está disposta a cooperar nessa tarefa, em seu discurso durante o desfile do Dia da Vitória contra os nazistas. A informação é da Agência EFE. “Para uma luta efetiva contra o terrorismo, o extremismo, o neonazismo e outras ameaças, é necessária a unidade de toda a comunidade internacional. Nós estamos abertos a essa cooperação”, afirmou Putin na emblemática Praça Vermelha de Moscou. O líder do Kremlin explicou que as Forças Armadas da Rússia estão preparadas para repelir qualquer ameaça, da mesma forma que fizeram durante a 2ª Guerra Mundial contra a Alemanha nazista, e que “nenhuma força poderá dominar” o povo russo. Perante os mais de 10 mil militares em formação antes de começar a desfilar, Putin prestou homenagem aos veteranos da 2ª Guerra Mundial, conhecida na Rússia como a Grande Guerra Pátria, ao completar o 72° aniversário da derrota do nazismo. O presidente russo lembrou “o sacrifício” dos soldados soviéticos durante aquela disputa, que causou 26 milhões de mortes em todos os povos da antiga URSS, e disse que as lições da guerra obrigam a estar alerta.

Agência Brasil

9 de maio de 2017, 09:10

MUNDO Termina eleição na Coreia do Sul; liberal Moon Jae-in é favorito

As mais de 13 mil seções eleitorais estabelecidas nesta terça-feira (9) na Coreia do Sul para as eleições presidenciais fecharam suas portas e os dados oficiais indicam que o país deve registrar a maior participação do eleitorado em 20 anos, superando os 80%, motivado pela indignação gerada pelo caso “Rasputina”. As informações são da Agência EFE. As 13.964 seções de votação distribuídas por todo o país permaneceram abertas durante 14 horas para incentivar a participação dos eleitores no país asiático. Faltando uma hora para o encerramento da votação, mais de 75% dos eleitores já tinham depositado seu voto, segundo dados da Comissão Nacional Eleitoral (NEC, sigla em inglês). Além disso, mais de um quarto dos 42,4 milhões de eleitores sul-coreanos votou antecipadamente, na semana passada, nos dias habilitados. A comissão eleitoral disse publicamente que espera que a participação supere o limite de 80% pela primeira vez desde 1997. Os últimos levantamentos davam como favorito o liberal Moon Jae-in com 42% das intenções de voto. Atrás de Moon, com cerca de 20 pontos de diferença, estão o centrista Ahn Cheol-soo e o conservador Hong Yoon-pyo.

Agência Brasil

9 de maio de 2017, 08:46

MUNDO Estados Unidos estudam enviar 3 mil soldados para o Afeganistão

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estuda uma nova estratégia para o Afeganistão que inclui o envio de 3 mil soldados, informou nesta terça-feira (9) o jornal The Washington Post. De acordo com funcionários americanos consultados pelo jornal, o envio de mais tropas tem como objetivo devolver à mesa de negociação os talibãs, “cada vez mais seguros” e combativos. Se Trump autorizar o novo plano, o número de soldados americanos aumentaria de 8,4 mil para 11,4 mil, e seriam a partir de agora os militares do Pentágono, e não a Casa Branca, os responsáveis de retirar ou enviar novos militares. Segundo o jornal, a nova estratégia foi idealizada pelo tenente-general H.R. McMaster, assessor de Segurança Nacional do presidente. Os Estados Unidos tinham 100 mil soldados no Afeganistão durante a presidência de Barack Obama, quando, em 2011, no vizinho Paquistão, foi morto o líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden. Os que se opõem a esta nova estratégia intervencionista argumentam que, mesmo assim, nem sequer Obama atingiu concessões militares dos talibãs. Trump chegou na Casa Branca com a promessa de reduzir o intervencionismo militar dos Estados Unidos no exterior, mas também de combater o terrorismo. No mês passado, utilizou pela primeira vez a maior bomba não nuclear, um gigantesco míssil de 10 toneladas, para destruir um complexo sistema de túneis do Estado Islâmico no Afeganistão.

Agência Brasil

8 de maio de 2017, 22:08

MUNDO Começam as eleições presidenciais na Coreia do Sul

Já é terça-feira (9) na Coreia do Sul (6h em Seul, 18h de segunda-feira em Brasília), onde os colégios eleitorais abriram as portas para as eleições presidenciais antecipadas no país por causa do impeachment da ex-presidente Park Geun-hye. A mandatária foi impedida em função do escândalo de corrupção que ficou conhecido como “Rasputina”. As informações são da agência EFE.Cerca de 42 milhões de sul-coreanos estão convocados para ir às urnas, segundo a Comissão Nacional Eleitoral, dos quais mais de um quarto (11,07 milhões) já depositou a cédula nos dois dias de votação antecipada, na quinta e na sexta-feira da semana passada.As últimas eleições presidenciais no país, realizadas em dezembro de 2012, contaram com participação de 75,84%, e poucos esperam que desta vez seja superado o recorde de 89,2% de 1987, quando a junta militar do general Chun Doo-hwan autorizou o primeiro pleito democrático em mais de duas décadas.Os centros de votação ficarão abertos durante 14 horas, até as 20h (hora local; 8h da terça-feira 9, em Brasília), em uma tentativa de estimular a participação.

Agência EFE

8 de maio de 2017, 19:43

MUNDO Oposição da Venezuela boicota encontro sobre Assembleia Constituinte

A oposição da Venezuela boicotou, nesta segunda-feira (8), um encontro para discutir o plano do presidente Nicolás Maduro de uma nova assembleia popular constituinte, promovendo protestos nas ruas, novamente bloqueados pelas forças da segurança, que usaram gás lacrimogêneo. Em cenas familiares em cinco semanas de agitações, jovens com máscaras de gás e escudos improvisados enfrentaram a polícia e tropas da Guarda Nacional em Caracas, após centenas de manifestantes serem impedidos de chegar a escritórios do governo. Em Maracaibo, segunda maior cidade da Venezuela, uma multidão de cerca de 300 manifestantes que gritava “Fora Maduro!” e “Não à ditadura”, foi dispersada com uso gás lacrimogêneo, lançado diversas vezes. Leia mais na Agência Brasil.

8 de maio de 2017, 15:45

MUNDO Argentina e Itália querem acelerar conversas entre União Europeia e Mercosul

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, e o da Itália, Sergio Mattarella, que realiza uma visita a Buenos Aires, advogaram nesta segunda-feira (8) por um pronto encerramento das conversas para alcançar um acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul. as informações são da Agência EFE. Durante a recepção a Mattarella na Casa Rosada, sede da Presidência argentina, Macri destacou que tanto a Argentina como o bloco que forma com Brasil, Paraguai e Uruguai (com a Venezuela suspensa) têm a determinação de acelerar “as conversas com a UE”. “Acreditamos que a integração entre ambos os blocos seria uma oportunidade maravilhosa de criação de empregos, de oportunidades para reduzir a pobreza e gerar progresso compartilhado para todos”, disse o governante sul-americano. Mattarella por sua vez destacou que a negociação Mercolul-UE é “muito importante” porque envolve um mercado de 700 milhões de pessoas. Segundo ele, a obtenção de um acordo “é um objetivo muito importante para nossos países, para as comunidades das quais fazemos parte e também para o equilíbrio da comunidade internacional”, apontou. “Seguramente (esse acrodo) vai ser alcançado e a Itália oferece todo seu esforço neste sentido. Será outro sinal da importância da abertura comercial que é do interesse de todos os países na comunidade internacional”, considerou o líder italiano. Diminuição das barreiras O acordo UE-Mercosul, que está em negociação desde 1999, mas nos últimos anos ganhou impulso novamente, suporia uma diminuição das barreiras tarifárias e não tarifárias e um melhor acesso a mercados diversos. Mattarella chegou ontem (7) à Argentina para realizar a primeira visita oficial de um presidente italiano ao país sul-americano em 16 anos. Durante o encontro na Casa Rosada, os governos de ambos países assinaram acordos de colaboração em distintas matérias, como educação, segurança, ciência e meio ambiente.

Agência Brasil

8 de maio de 2017, 09:40

MUNDO Hollande confirma que transferência de poder a Macron será no domingo

O presidente francês, François Hollande, confirmou nesta segunda-feira (8) que a transferência de poderes ao presidente eleito, Emmanuel Macron, ocorrerá no próximo domingo (14). A informação é da Agência EFE. “No domingo será a transferência de poderes, dia em que transmitirei o que considero essencial. Depois, ele se tornará presidente da República”, disse Hollande à televisão pública France 2. O presidente eleito da França esteve com Hollande hoje em Paris, em seu primeiro ato oficial, para homenagear as vítimas da 2ª Guerra Mundial, quando se completam 72 anos da vitória aliada contra a Alemanha nazista. No Arco do Triunfo, Hollande recebeu, com um aperto de mão, Macron, seu ministro de Economia entre 2014 e 2016. Eles escutaram solenemente a Marselhesa, o hino da França, e o Chant des Partisans, canção emblemática da Resistência francesa contra a ocupação da Alemanha nazista. Em seguida, Hollande e Macron depositaram uma coroa de flores no túmulo do soldado desconhecido, em homenagem aos milhões de soldados que perderam a vida na 1ª (1914-1918) e na 2ª Guerra Mundial (1939-1945). Macron, que aos 39 anos será o presidente mais jovem da França venceu, nas eleições desse domingo (7), a ultradireitista Marine Le Pen com dois terços dos votos, em uma eleição com alta abstenção (25,44%) e elevado percentual de votos brancos e nulos (11,47).

Agência Brasil

7 de maio de 2017, 20:00

MUNDO Em discurso, Macron agradece aos eleitores e promete lutar contra divisões

Foto: Reprodução

Emmanuel Macron faz primeiro discurso na França

O candidato vitorioso no segundo turno das eleições na França, Emmanuel Macron, agradeceu os eleitores pelo resultado deste domingo e prometeu trabalhar para sanar as divisões do país. Em discurso realizado há pouco, o ex-banqueiro também prometeu batalhar para defender os valores da Europa e lutar contra o terrorismo tanto dentro do país como no exterior. “Eu não os esquecerei jamais. Vou fazer de tudo para ser digno de sua confiança”, disse o candidato centrista, que também enviou uma “saudação republicana” à sua adversária, Marine Le Pen. “Sei que as divisões de nosso país levaram muitos a votar pelos extremos. É minha responsabilidade os escutar em sua luta contra todas as formas de desigualdade, garantir sua segurança e a unidade do país.” O candidato do En Marche! prometeu defender os valores da França e da Europa. “É nossa civilização que está em jogo, nossa maneira de ser livres. Vou trabalhar par reaproximar os laços entre a Europa e seus cidadãos. Eu envio às nações do mundo a saudação da França fraterna”. O próximo líder francês também afirmou que o país estará na frente da luta contra o terrorismo, tanto em solo nacional no exterior. Ele também aproveitou para agradecer o presidente François Hollande por seus cinco anos à frente do país. Hollande foi o responsável por trazê-lo para a vida política em 2012, ao nomeá-lo ministro da Economia. (Marcelo Osakabe)

Contato

Estadão Conteúdo

7 de maio de 2017, 10:15

MUNDO Franceses vão às urnas para definir novo presidente do país

Ao longo do dia de hoje (7) os franceses vão às urnas no segundo turno da eleição que vai definir o presidente para governar o país pelos próximos cinco anos. Na disputa estão o candidato de centro Emmanuel Macron e a de extrema-direita Marine Le Pen. A eleição de hoje é vista como a mais importante na França em décadas, com candidatos que têm visões opostas sobre a Europa. Enquanto a candidata Le Pen, da Frente Nacional, fecharia as fronteiras do país e abandonaria o Euro, o candidato Macron, que nunca assumiu um cargo eleitoral, quer uma cooperação europeia mais intensa e uma economia aberta. No primeiro turno, ocorrido no dia 23 de abril, Macron ficou pouco a frente de Marine Le Pen. Um dia após a votação, a União Europeia rompeu neutralidade e manifestou apoio ao social liberal Emmanuel Macron no segundo turno das eleições presidenciais. Nas últimas semanas os dois candiatos estiveram em intensa campanha para conquistar os votos dos eleitores franceses. Na quarta (3), Marine e Macron se enfrentaram no último debate antes do segundo turno falando sobre quatro grandes temas: economia, terrorismo, educação e Europa. Aos 39 anos, Macron, candidato do partido Em Marcha!, espera tornar-se o presidente mais jovem do país. Ex-banqueiro, estudou em uma das mais respeitadas academias francesas, a Escola Nacional de Administração. Se tornou ministro da Economia e Finanças do governo socialista de François Hollande aos 36 anos. Marine tem 48 anos e tenta ser a primeira mulher a alcançar o posto de chefe de Estado. Ela estudou direito em uma das melhores faculdades francesas em sua área, a Universidade Paris II- Panthéon-Assas. É a presidente da Frente Nacional, partido fundado por seu pai, Jean-Marie.

Agência Brasil

6 de maio de 2017, 11:15

MUNDO Começa 2º turno das eleições presidenciais francesas em territórios ultramarinos

Os colégios eleitorais nos territórios franceses do arquipélago de Saint-Pierre e Miquelon, situado ao sul da ilha canadense de Newfoundland, abriram suas portas hoje (6) para dar início ao segundo turno das eleições presidenciais da França. Às 7h, horário de Brasília, a votação foi aberta para 5 mil eleitores. Depois foi a vez da Guiana Francesa, às 8h, e das Antilhas, às 9h. As informações são da Agência EFE. Nesses territórios, na Polinésia Francesa e para os franceses residentes no continente americano, a votação ocorre hoje e não no domingo. Na parte da França dentro da Europa, os colégios abrirão amanhã às 8h (3h em Brasília) e fecharão às 19h (14h em Brasília) na maioria dos lugares, e às 20h (15h em Brasília) nas grandes cidades. Mais de 50 mil policiais e guardas militares vão fazer a segurança para que o segundo turno das eleições presidenciais aconteça com a “maior condição de segurança”. De acordo com o Ministério do Interior da França, a mobilização, que também vai ter a participação da guarda municipal, será semelhante à feita no primeiro turno, em 23 de abril. Na ocasião, nenhum incidente importante foi registrado. No entanto, a detenção ontem de um radical que pretendia atacar uma base militar na Normandia mantém as forças de segurança em estado de alerta máximo. Na capital francesa, os 896 colégios eleitorais serão vigiados por agentes municipais e seguranças particulares, das 7h às 23h (horário local), explicou o vice-prefeito de Paris, Bruno Julliard. Eles se somarão aos 12 mil policiais e militares mobilizados em Paris, sendo 5 mil dedicados integralmente a garantir a segurança das votações e a ordem pública. Preocupam especialmente as eventuais comemorações após o anúncio dos resultados. O local ainda não foi anunciado oficialmente, mas sabe-se que equipes de segurança também serão enviadas para lá. O candidato social liberal Emmanuel Macron e a candidata da extrema direita Marine Le Pen disputam o segundo turno das eleições presidenciais na França.

5 de maio de 2017, 21:53

MUNDO Número de mortos em protestos na Venezuela sobe a 38

Um jovem morreu na tarde desta sexta-feira após receber um disparo na cabeça durante uma manifestação na cidade de Valencia no centro da Venezuela. O município é o cenário de protestos e saques de comércios em meio ao recrudescimento da tensão no país. A violência já deixou 38 mortos e mais de 700 feridos.Além, disso, ao menos 85 militares estão presos por expressar seu descontentamento com as ações do governo para reprimir os protestos. Hecder Lugo, de 20 anos, morreu em um centro de saúde de Valencia. Ele deu entrada na quinta-feira no hospital. A Procuradoria-Geral do país confirmou que o jovem foi ferido por arma de fogo.

Estadão Conteúdo

5 de maio de 2017, 11:31

MUNDO Conselho de Segurança da ONU reafirma apoio ao processo de paz da Colômbia

Em visita histórica à Colômbia esta semana, os membros do Conselho de Segurança da ONU reafirmaram apoio ao processo de paz que pôs um fim ao conflito de 52 anos no país sul-americano. Os representantes dos 15 Estados-membros do órgão se reuniram com o presidente colombiano Juan Manuel Santos, que agradeceu o apoio e a assistência para alcançar um cessar-fogo na região. As informações são da ONU News. Santos disse que “é muito difícil controlar um cessar-fogo em qualquer conflito”. Mas. segundo ele, desde que o decreto foi firmado, há oito meses, não houve mais nenhuma morte ou ferimento entre a população civil ou forças militares por causa de conflitos com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O presidente disse ainda que não foi registrado nenhum confronto entre as Farc e as forças de segurança públicas e também não houve nenhum sequestro. Ele informou que será criada uma segunda missão da ONU na Colômbia e que seu país continuará cooperando com as Nações Unidas para alcançar a paz, não somente no país, mas no mundo inteiro. O presidente do Conselho de Segurança este mês, o embaixador do Uruguai, Elbio Rosselli, citou “a vocação obstinada pela paz” dos colombianos. E elogiou a coragem política para levar o processo de paz adiante e de seu efeito além das fronteiras colombianas. “O continente americano, de norte a sul, é a única área do mundo onde não há um conflito ativo”, disse o embaixador. Ele declarou que o Conselho de Segurança está comprometido em fornecer o apoio necessário que os colombianos pedirem.

Agência Brasil

5 de maio de 2017, 10:40

MUNDO Coreia do Norte acusa CIA de plano para assassinar Kim Jong-un

A Coreia do Norte acusou, nesta sexta-feira (5), a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) de ter traçado, junto com os serviços de inteligência sul-coreanos, um plano para matar seu líder Kim Jong-un com substâncias químicas, durante as comemorações do “Dia do Sol” no mês passado naquele país asiático. As informações são da Agência EFE. O Ministério de Segurança Estatal nortecoreano assegurou haver detectado um grupo, infiltrado pela CIA e pelo Serviço Nacional de Inteligência de Seul, para realizar “preparativos encobertos e meticulosos” a fim decometer um atentado contra seu líder “com o uso de substâncias químicas”. Em um comunicado publicado pela agência oficial de notícias nortecoreana KCNA, o ministério afirmou que a CIA e os serviços de inteligência sul-coreanos “subornaram”, em 2014, um nortecoreano que trabalhava em um complexo industrial no território russo de Khabarovsk, para que praticasse um “atentado terrorista” contra o líder supremo do país. O objetivo era assassinar Kim Jong-Un durante atos comemorativos, em abril, do “Dia do Sol”, a festividade mais importante do país, realizada no Palácio do Sol de Kumsusan (onde estão embalsamados o avô e o pai do líder). “Disseram a ele que o assassinato com substâncias químicas, incluindo substâncias radiativas e nanovenenos, era o melhor método, que não requer acesso ao alvo”, com resultados após seis ou 12 meses, segundo o texto. Os serviços de inteligência de Seul assumiram o custo dos fornecimentos e fundos necessários para a operação, e o homem recebeu dois pagamentos de US$ 20 mil, bem como um transmissor-receptor por satélite. Ao longo de 2016, quando o homem morava em Pyongyang, ele recebeu instruções para ter acesso ao local das comemorações e US$ 200 mil para estabelecer um centro de contato no estrangeiro, a fim de receber as equipes e os materiais necessários para “subornar cúmplices”. Em resposta à suposta consipiração, a Coreia do Norte ameaçou lançar um “ataque antiterrorista” contra as agências de inteligência dos dois países. “Vamos rastrear e destruir sem piedade até o último terrorista da CIA e da inteligência de Seul”, informou a KCNA.

Agência Brasil

5 de maio de 2017, 09:42

MUNDO Macron amplia vantagem sobre Le Pen em eleição presidencial da França

O candidato de centro à presidência da França, Emmanuel Macron, ampliou a vantagem nas pesquisas contra a adversária de extrema-direita, Marine Le Pen, nesta sexta-feira (5), último dia oficial de uma tumultuada campanha eleitoral que virou de cabeça para baixo a política do país. As informações são da Agência Reuters. A eleição de domingo é vista como a mais importante na França em décadas, com duas visões diametralmente opostas sobre a Europa e com a posição da França no mundo em risco. Le Pen, da Frente Nacional, fecharia as fronteiras do país e abandonaria o euro, enquanto o candidato independente Macron, que nunca assumiu um cargo eleitoral, quer uma cooperação europeia mais intensa e uma economia aberta. Os candidatos socialista e conservador dos dois partidos mais tradicionais da França foram eliminados no primeiro turno da votação no dia 23 de abril. De acordo com a pesquisa Elabe para a BFM TV e para o L’Express, Macron terá 62% no segundo turno, contra 38% de Le Pen, um aumento de três pontos percentuais para o candidato de centro comparado com a projeção da pesquisa Elabe anterior. O resultado da pesquisa mostra o melhor desempenho de Macron em levantamentos feitos por uma grande organização de pesquisas desde que os nove outros candidatos foram eliminados no primeiro turno do dia 23 de abril.

Agência Brasil