16 de abril de 2018, 14:45

MUNDO Empresas estão voltando aos EUA e isso significa emprego, diz Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que após a reforma tributária realizada por seu governo, as empresas comeram a voltar ao país. “E isso significa mais empregos”, destacou durante evento destinado a pequenas empresas na Flórida. Segundo Trump, a economia americana está se fortalecendo e a taxa de desemprego para imigrantes e mulheres está no menor nível já registrado. “Podemos ter o maior “boom” econômico já visto”, ressaltou. Durante uma mesa redonda, um dos participantes agradeceu Trump, em espanhol, pelo seu trabalho. Trump, após ouvir os comentários comentou, com bom humor, que não iria responder às colocações porque não havia entendido nada.

Estadão Conteúdo

16 de abril de 2018, 13:06

MUNDO Com ex-presidente preso, Peru cria ‘Comissión Lava Jato’

O procurador-geral da Nação do Peru, Pablo Sánchez Velarde, diz abertamente ter sofrido críticas e acusações de grupos políticos depois de o Ministério Público levar para cadeia um ex-presidente peruano, agir para o pedido de prisão de outro ex-ocupante do Palácio do Governo e ainda investigar dois outros ex-chefes do Executivo. “Eles sabem que nós vamos investigá-los.””Temos um grupo de 30 procuradores e estamos indo muito bem na investigação vinculada à Lava Jato. Não se sente a pressão política, mas há forte opinião contra nosso trabalho no mundo político. Dizem que estamos investigando mal e fazendo perseguição”, disse o procurador ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.O trabalho dos procuradores, liderado por Sánchez Velarde, gerou impacto político nunca visto no Peru. A investigação que envolve a maior empreiteira brasileira já levou para a cadeia o ex-presidente Ollanta Humala acusado de receber US$ 3 milhões de caixa dois da Odebrecht. Há, ainda, pedido de prisão para Alejandro Toledo que teria ficado com outros US$ 20 milhões pela construção da rodovia Interoceânica, que liga o Brasil ao Peru, mas está foragido nos Estados Unidos.Outros dois ex-presidentes – Alan García e Pedro Pablo Kuczynski – são investigados, sendo que o último renunciou no mês passado em meio à apuração das autoridades de que ele teria recebido dinheiro da Odebrecht quando ainda era ministro de Toledo, entre 2005 e 2006.

Estadão

16 de abril de 2018, 06:50

MUNDO Comey diz que Rússia pode ter informações comprometedoras contra Trump

O ex-diretor do FBI James Comey classificou o presidente dos EUA Donald Trump, de “moralmente inadequado” para o cargo que ocupa e disse ser possível que a Rússia tenha informações comprometedoras contra o líder americano.”Nosso presidente deve personificar respeito e aderir aos valores que estão no cerne deste país”, disse Comey em entrevista exclusiva à ABC News, divulgada na noite de ontem.Ao ser perguntado se Moscou poderia “ter algo” comprometedor contra Trump, Comey respondeu: “Acho que é possível”.Comey, que liderou uma investigação sobre possíveis laços entre a Rússia e a campanha presidencial de Trump até ser demitido, em maio do ano passado, reconheceu ser “espantoso” pensar que o Kremlin possa ter informações prejudiciais sobre um presidente americano. No caso de Trump, porém, ele afirmou não poder descartar a possibilidade de que o presidente foi comprometido.Horas antes de a entrevista ir ao ar, Trump chamou Comey de “escorregadio” em sua conta no Twitter e disse que ele foi “o pior diretor da história do FBI, de longe”.Comey está para lançar um livro com sua versão sobre os fatos em torno de sua demissão e da investigação sobre a suposta interferência da Rússia na eleição presidencial americana de 2016.

Estadao

15 de abril de 2018, 11:17

MUNDO Após ataques aéreos, Assad lança nova ofensiva contra rebeldes na Síria

As Forças Armadas da Síria lançaram neste domingo ataques aéreos contra rebeldes e atingiram o que, segundo equipes de resgate, eram residências de civis, em uma mostra da capacidade do regime do presidente Bashar al-Assad de travar a luta interna mesmo após um ataque com mísseis contra o país.Os Estados Unidos, o Reino Unido e a França lançaram um ataque com mísseis no sábado (noite de sexta-feira em Brasília) que destruiu boa parte da capacidade síria de produzir armas químicas, de acordo com o Departamento de Defesa americano. Assad continuou, porém, com suas forças militares convencionais intactas. Os três países afirmaram que o que ocorreu foi uma retaliação contra o suposto ataque químico em Douma, perto de Damasco, em 7 de abril, mas não tinham a intenção de derrubar Assad nem de mudar o rumo da guerra interna.Menos de 36 horas após o ataque ocidental, a guerra civil seguiu como se nada tivesse acontecido. As forças de Assad avançavam em áreas fora do controle do regime, a norte da capital.Os aviões sírios realizaram ao menos 28 ataques nas proximidades de Homs e Hama, inclusive em áreas civis, afirmou o grupo de socorro Capacetes Brancos neste domingo. No sábado, o regime tomou o controle total de Douma.Líderes árabes devem se reunir neste domingo na Arábia Saudita e tratar da Síria. Assad não participará, após ser expulso da Liga Árabe em 2011.

Estadão

15 de abril de 2018, 08:31

MUNDO França pede que Rússia colabore para garantir solução política na Síria

A França pediu que a Rússia se una a um esforço por uma solução política na Síria, após o ataque conjunto de Estados Unidos, Reino Unido e da própria França contra locais que, segundo a coalizão, eram usados para a fabricação de armas químicas.O ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Yves Le Drian, afirmou em entrevista publicada neste domingo no Journal du Dimanche que “nós devemos unir esforços para promover um processo político na Síria, que permita a superação da crise”.A França continua a dialogar regularmente com a Rússia, mesmo diante do aumento das tensões entre o país e potências do Ocidente. O presidente francês, Emmanuel Macron, conversou na sexta-feira com o presidente russo, Vladimir Putin, horas antes do ataque com mísseis das potências.Os EUA e seus aliados culpam o governo sírio por um ataque com armas químicas contra uma área controlada por rebeldes mais cedo neste mês que matou mais de 40 pessoas. O governo sírio e a Rússia negam as alegações.

Estadão

14 de abril de 2018, 12:01

MUNDO “Missão cumprida”, diz Trump sobre ataque à Síria

Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje (14) que está orgulhoso da ação militar norte-americana empreendida ontem (13) contra a Síria. Em sua conta no Twitter, Trump disse que “a missão foi cumprida” e o “resultado não poderia ser melhor”.Ele também agradeceu ao apoio militar do Reino Unido e da França e elogiou a “sabedoria e força” dos aliados. A declaração de Trump segue a avaliação feita pelo chefe do Estado Maior norte-americano, em entrevista coletiva à imprensa, na manhã de hoje. Para o general Kenneth F. MacKenzie Jr, a ação militar foi bem-sucedida e efetiva.Na noite de ontem (13), foram disparados mísseis contra alvos sírios, onde, segundo o governo norte-americano estaria sendo desenvolvido um programa de uso de armas químicas. Os Estados Unidos justificam o ataque como uma resposta internacional ao uso este tipo de arma.O Pentágono ainda não divulgou quais seriam as provas que baseiam a convicção de que o governo sírio estaria usando armas química. Ainda hoje, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reunirá para discutir a ofensiva contra a Síria. A reunião foi solicitada pela Rússia.

Agência Brasil

14 de abril de 2018, 10:35

MUNDO Tribunal do Peru repete rito brasileiro

Um tribunal superior julga o ex-presidente investigado por suposto esquema de corrupção com uma empreiteira, e a sessão para analisar o pedido de habeas corpus tem placar empatado. Com grande expectativa pela decisão que pode até mudar a jurisprudência da Corte, a sessão precisa ser interrompida porque um ministro está na Europa em atividades relacionadas a uma instituição de ensino do Direito. Parece até que estamos falando de Brasília, mas tudo isso acontece a mais de 3 mil quilômetros da Praça dos Três Poderes.Na última terça-feira, a máxima instância da Justiça do Peru, o Tribunal Constitucional, começou a julgar o habeas corpus da prisão preventiva do ex-presidente Ollanta Humala, acusado de receber propina de empreiteiras brasileiras. A sessão, porém, teve de ser interrompida porque o plenário se dividiu: três votaram a favor da permanência do ex-presidente preso há nove meses e três declararam voto pela saída de Humala da prisão. Sem a presença do sétimo ministro, os demais magistrados debateram por mais de quatro horas para tentar chegar a uma maioria. O esforço, porém, não mudou o placar e o plenário concordou em esperar o retorno de Eloy Espinosa-Saldaña que está na Espanha em atividades acadêmicas na Universidade de Valladolid e só retorna ao país em 25 de abril.A situação tem uma série elementos coincidentes com o recente julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) de ação do ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato. Em Brasília, ministros julgaram um habeas corpus e a decisão foi por 6 a 5 para negar o pedido. Em Lima, o HC é sobre uma prisão preventiva em curso, e a decisão também terá apenas um voto de diferença.Uma das sessões anteriores à decisão do STF também teve um dos magistrados – o ministro Gilmar Mendes – ausente por viagem à Europa para tratar de atividades acadêmicas. Enquanto Espinosa-Saldaña está em Valladolid, no norte espanhol, Mendes foi Lisboa, em Portugal.Da Espanha, o ministro peruano reclamou da interrupção da votação e disse que, antes de viajar, entregou um envelope com o voto por escrito do caso Hulanta para o presidente da Corte, Óscar Urviola. O magistrado, porém, preferiu ignorar o voto porque o relatório apreciado pelos colegas no plenário teve algumas mudanças em relação ao texto original avaliado pelo ministro que está na Espanha.

Estadão

14 de abril de 2018, 09:05

MUNDO Ataque à Síria: presidente do Parlamento Europeu teme escalada do conflito

O italiano Antonio Tajani, presidente do Parlamento Europeu, afirmou hoje (14), em entrevista à rádio pública italiana RAI, que o uso de armas químicas é inaceitável e que é preciso “evitar uma escalada militar na Síria”. A declaração foi feita após os ataques desta madrugada realizados conjuntamente pelos Estados Unidos, pelo Reino Unido e pela França.Tajani disse ainda que a operação contra a Síria será discutida na segunda-feira (16) no Parlamento Europeu e que espera que haja uma solução pacífica que inclua a União Europeia e as Nações Unidas. “O futuro da Europa passa também pela política internacional e esta inclui a Síria”, afirmou.No entanto, Tajani admitiu temer que a situação se agrave e afirmou estar preocupado com a população civil. “O perigo é o que pode vir a seguir”, disse.

Agência Brasil

14 de abril de 2018, 07:10

MUNDO Estados Unidos encerram ataques após atingir instalações químicas da Síria

Os Estados Unidos encerraram os bombardeios aéreos lançados em conjunto com a França e Reino Unido sobre a Síria, na noite desta sexta-feira (13), após atingirem os três alvos descritos como locais de “capacidades químicas”: um centro de pesquisa científica localizado na capital, Damasco; uma instalação de armazenamento de armas químicas, localizada a oeste de Homs; e ainda uma terceira próxima ao segundo alvo, que serviria – segundo o Pentágono – de armazém de equipamentos de armas químicas, além de um posto de comando.Os ataques foram detalhados pelo Departamento de Defesa norte-americano em uma coletiva na noite da sexta-feira (13). O general Josefh Dunford, presidente do Joint Chiefs – um comitê de assessoramento do Pentágono – disse que os Estados Unidos identificaram alvos sírios. Segundo ele, a “rodada de ataques aéreos já havia sido encerrada”.“Os alvos que foram atingidos e destruídos estavam especificamente associados ao programa de armas químicas do regime sírio. Também selecionamos alvos que minimizariam o risco para civis inocentes”, disse o general, durante a entrevista.Também foi evitado o choque direto com a Rússia. “Identificamos especificamente alvos russos sírios, para mitigar o risco de envolvimento das forças russas”, afirmou Dunford. Além disso, ele afirmou que a linha direta com a Rússia foi usada no período que antecedeu os bombardeios, para liberação do espaço aéreo. “Nós usamos o canal de desconexão normal para desconstruir o espaço aéreo. Não coordenamos metas”, explicou.Menos duas horas antes, o presidente Donald Trump tinha anunciado que os bombardeios haviam começado. Os bombardeios, segundo o Pentágono já foram finalizados e são a resposta prometida pelos Estados Unidos ao suposto ataque químico atribuído ao governo de Bashar Al Assad, à cidade de Duma há sete dias.O secretário de Defesa, James Mattis, também participou da coletiva. Ele disse que até aquele momento não havia “relatos de perdas para o exército americano”. O Pentágono ainda não comentou as declarações da TV síria, de que pelo menos 13 misseis teriam sido interceptados em Homs, o que teria segundo a estatal de televisão, frustrado o ataque.Mattis não deu declarações sobre resultados, mas ponderou que, embora o ataque aos três locais tenha sido finalizado, isso não quer dizer que não haverá outros. “O objetivo é realizar uma campanha sustentada para que armas químicas deixem de ser usadas na Síria”, disse.Os ataques foram realizados por volta das 22h00 desta sexta-feira (horário de Brasília).

13 de abril de 2018, 18:00

MUNDO Presidente do Equador confirma morte de jornalistas na fronteira com a Colômbia

O presidente do Equador, Lenín Moreno, confirmou a morte de três funcionários da imprensa do país nesta sexta-feira, 13. Eles foram sequestrados na fronteira com a Colômbia no dia 26 de março por um grupo dissidente das Farc. O líder interrompeu sua participação na Cúpula das Américas, no Peru, e retornou ao país para lidar com o caso. Moreno fez a declaração quando o prazo de 12 horas dado aos sequestradores acabou. O presidente revelou que o governo obteve novas informações que confirmaram a morte dos dois jornalistas e o motorista do jornal El Comercio. Na quinta-feira, 12, redes de TV da colombianas disseram ter obtido fotos que comprovavam a morte dos três profissionais. A equipe estava na fronteira com a Colômbia para coletar informações sobre a violência gerada pelos grupos armados ilegais do país. Para a analista Grace Jaramillo, da Universidade de Queens em Kinston, no Canadá, o Equador enfrenta a atual situação porque “não articulou um sistema de inteligência focado no crime internacional organizado”, mas ressaltou que o país também não estava preparado para a violência na fronteira com a Colômbia. Jaramillo acrescentou que para lidar com questões de violência e grupos armados irregulares na fronteira, é necessário “um serviço de inteligência extraordinário e compartilhar inteligência com outros países fortes do continente, e o Equador não tem feito isso”.

Estadão Conteúdo

13 de abril de 2018, 17:30

MUNDO Vice-presidente dos EUA se reúne com opositores venezuelanos no Peru

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, se reunirá nesta sexta-feira em Lima com quatro opositores venezuelanos, entre eles o ex-prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, e o ex-presidente do Parlamento venezuelano, Julio Borges, informou à Agência EFE uma funcionária da Casa Branca. Pence aterrissa hoje à tarde em Lima (15h15 horário local, 18h15 em Brasília) para participar da Cúpula das Américas, onde representará o presidente Donald Trump, que cancelou na terça-feira sua viagem para supervisionar a resposta do seu governo ao suposto ataque químico na Síria. Uma hora após o desembarque o vice-presidente se reunirá com opositores venezuelanos na residência do embaixador americano no Peru, Krishna Urs, “para falar sobre o compromisso dos EUA para restaurar a democracia na Venezuela”, explicou uma funcionária, que pediu o anonimato. Vão participar da reunião com Pence os opositores Borges, Ledezma, o coordenador político do partido Vontade Popular, Carlos Vecchio; e o ex-prefeito do município de Hatillo, David Smolansky, no exílio após ser destituído do cargo pelo Tribunal Supremo de Justiça no ano passado. “O governo Trump está comprometido a trabalhar com países na região para conseguir a paz e estabilidade no hemisfério e pedir a unidade para que os atores não democráticos na região prestem contas pelas suas ações”, segundo a funcionária. Após a reunião com os opositores venezuelanos, Pence se encontrará com o pessoal da embaixada americana no Peru, para depois participar da cerimônia de inauguração da Cúpula das Américas e do banquete de boas-vindas oferecido pelo presidente do Peru, Martín Vizcarra.

Agência Brasil

13 de abril de 2018, 08:36

MUNDO Partidos italianos não conseguem fechar acordo para formação de novo governo

Seis semanas após as eleições, a segunda rodada de conversas entre o presidente da Itália, Sergio Mattarella, e partidos políticos não teve sucesso em fechar um acordo para formação de governo.Mattarella afirmou nesta sexta-feira que ele pretende esperar alguns dias para definir como vai desfazer o impasse.”Da forma como as consultas políticas aconteceram, há evidências de que o debate entre os partidos sobre como formar uma maioria parlamentar para dar apoio ao governo não progrediu”, disse o presidente.O líder italiano teria dito aos partidos que o país precisa de um governo completamente operante por diversos motivos, inclusive o aumento da tensão comercial e política no mundo – uma referência clara às potenciais tarifas entre os EUA e a China, além do possível ataque americano na Síria.As eleições nacionais deixaram o Parlamento dividido em três blocos, com nenhum grupo atingindo votos suficientes para governar sozinho.Uma coalizão de centro-direita, liderada pelo partido anti-imigração Liga e incluindo o Forza Italia, de Silvio Berlusconi, emergiu como a maior coalizão, com 36% dos votos populares. O Movimento 5 Estrelas ficou logo atrás, com 32%, o que o tornou o partido único mais votado. Fonte: Dow Jones Newswires.

Estadão

12 de abril de 2018, 14:44

MUNDO Senador republicano diz que Trump pediu estudo sobre nova entrada dos EUA no TPP

O senador republicano Ben Sasse (Nebraska) afirmou nesta quinta-feira que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que o representante comercial do país, Robert Lighthizer, e o diretor do Conselho Econômico Nacional, Larry Kudlow, estudassem a possibilidade do país de entrar novamente na Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), o acordo que Trump abandonou em seu primeiro dia no cargo. “Isso é realmente uma boa notícia para a América”, disse o senador. Trump afirmou que pode ser mais fácil chegar a um acordo agora que outras 11 nações assinaram o pacto, de acordo com Sasse. De acordo com Sasse, o presidente americano aparentou falar sério sobre a possibilidade dos EUA voltarem ao TPP. Os comentários foram feitos em uma reunião com senadores. Fonte: Dow Jones Newswires.

Estadão Conteúdo

11 de abril de 2018, 14:44

MUNDO Rússia vai enviar tropas à cidade do suposto ataque químico

Militares russos afirmaram nesta quarta-feira, 11, que vão enviar tropas à cidade síria de Douma, onde aconteceu o suposto ataque químico que matou 40 civis no último sábado. A declaração veio do Tenente-General Viktor Poznikhir, do Estado Maior das Forças Armadas Russas. Segundo ele, o objetivo é garantir a segurança da cidade. Poznikhir disse que mais de 40 mil pessoas, incluindo 3,3 mil rebeldes e 8,7 mil de seus parentes já deixaram Douma com a ajuda de militares russos.

Estadão Conteúdo

10 de abril de 2018, 14:44

MUNDO Conselheiro de Segurança de Trump pede demissão um dia após posse de John Bolton

O assessor de segurança interna do presidente Donald Trump, Thomas Bossert, pediu demissão do cargo nesta terça-feira, 10. A informação foi divulgada pela secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders. Ela afirmou que Trump é “grato pelo comprometimento de Tom com a segurança” do país. Bossert foi um funcionário de importância crucial na Casa Branca ao proteger o país de ameaçar cibernéticas e de terrorismo. Ele também ajudou na resposta do governo aos furacões que aconteceram no Texas, Flórida e Porto Rico. Sua demissão é a mais recente na onda de saídas de funcionários do governo Trump e acontece um dia depois que o novo conselheiro de segurança nacional, John Bolton, assumiu o cargo

Estadão Conteúdo