20 de abril de 2017, 07:24

MUNDO Deslizamentos de terra deixam pelo menos 16 mortos na Colômbia

Pelo menos 16 pessoas morreram e sete estão desaparecidas após deslizamentos de terra causados pela forte chuva que atingiu ontem (19) à noite a cidade colombiana de Manizales, capital do departamento de Caldas, no centro do país, segundo o último balanço da Cruz Vermelha.As chuvas atingiram oito bairros, há cerca de 100 imóveis afetados e 23 feridos, confirmou à Agência EFE uma fonte da Cruz Vermelha.Os bairros mais afetados pelos deslizamentos são os de Aranjuez, Persa, Sierra Morena, González e Granjas e Viviendas, com mais de 400 mil habitantes e situada em região montanhosa.Em entrevista por telefone, o prefeito de Manizales, José Octavio Cardona, disse que a chuva torrencial de ontem não têm antecedente na cidade.”O que acontece é que temos históricos de chuva que nunca tinham sido registrados em Manizales”, afirmou o governante, acrescentando que “ontem à noite caíram 96 milímetros, e o histórico médio da cidade estava em 85″, de acordo com o Instituto de Hidrologia, Meteorologia e Estudos Ambientais (Ideam). Em uma noite choveu mais do que costuma chover em um mês.Essa nova tragédia ocorre 20 dias depois de um deslizamento que deixou mais de 300 mortos na cidade colombiana de Mocoa, capital do departamento de Putumayo, no Sul do país.Diante da emergência em Manizales, o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, visitou a região. “Nossos corações estão com as famílias das vítimas. Viemos prestar nossa solidariedade e acompanhá-los nessa tragédia”, disse Santos, que pediu que a população se mantenha em alerta permanente devido à previsão do Ideam de mais chuva em Manizales

Agência Brasil

19 de abril de 2017, 18:04

MUNDO Nicolás Maduro diz que EUA tentam promover golpe de Estado na Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou o Departamento de Estado dos Estados Unidos de pressionar a oposição venezuelana para que haja um golpe no país contra o seu governo. Maduro disse que os EUA tentam promover uma intervenção internacional em solo venezuelano.Sem mencionar diretamente o presidente Donald Trump, Maduro acusou o bilionário de dar alguma ordem a respeito. “A Venezuela está enfrentando um ataque forte do Departamento de Estado”, que buscaria “provocar uma intervenção imperialista”, disse.Durante um breve discurso, onde esteve acompanhado de chefes militares e de vários ministros, o presidente afirmou que a suposta ação de Washington é consequência “da chegada ao poder dos extremistas” nos EUA. “Voltaram os métodos extremistas a Washington. Não é que com Barack tenha sido melhor, mas os democratas eram políticos, respondiam a uma doutrina”, afirmou Maduro.

Estadão Conteúdo

19 de abril de 2017, 09:51

MUNDO UE diz que negociação sobre Brexit começará após as eleições britânicas

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, considera que a autêntica negociação política sobre o Brexit – a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) – começará após as eleições britânicas de 8 de junho, disse hoje (19) o porta-voz comunitário, Margaritis Schinas. A informação é da Agência EFE. Juncker manteve, ontem à tarde, conversa telefônica com a primeira-ministra britânica, Theresa May, que propôs a convocação de eleições antecipadas com o objetivo de garantir “certeza e segurança” em relação às negociações sobre o Brexit. O presidente do Executivo comunitário “considera que a negociação política real do Artigo 50 do Tratado (de Lisboa)”, que regulamenta a saída de um Estado-membro da UE, “começará após as eleições previstas para 8 de junho”, disse o porta-voz na entrevista diária da comissão. Schinas lembrou o calendário previsto para as próximas semanas em relação ao Brexit, que inclui a adoção, em 29 de abril, das diretrizes para as negociações sobre a saída de Londres do bloco, em uma cúpula informal dos 27 países-membros, que não contará com a participação do Reino Unido. Em seguida, por volta do dia 3 de maio, a Comissão Europeia apresentará a minuta das diretrizes da negociação, que deve ser aprovada até 22 de maio em um Conselho de Ministros de Assuntos Gerais, acrescentou o porta-voz.

Agência Brasil

19 de abril de 2017, 08:29

MUNDO Maduro ativa plano militar para manter ordem interna na Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nessa terça-feira (18) que decidiu ativar o “Plano Zamora”, apresentado pela Força Armada Nacional Bolivariana (Fanb) para manter a ordem interna contra as supostas ameaças de golpe de Estado “convocadas por “Washington”. A informação é da Agência EFE.”Diante desse cenário, decidi ativar o plano estratégico especial cívico-militar para garantir o funcionamento do país, sua segurança, a ordem interna e a integração social”, disse Maduro.Ele fez o anúncio no palácio presidencial de Miraflores, acompanhado por seu gabinete executivo e membros da Fanb. Disse que ativará a “fase verde” do plano, com “toda a estrutura militar, policial e civil do Estado venezuelano”, em defesa da ordem interna contra o suposto plano golpista.”O Plano Zamora, em sua primeira fase, verde, em defesa da paz e para derrotar o golpe de Estado que foi chamado a partir de Washington”, afirmou Maduro, acrescentando que a suposta conspiração é “destacada” pelo presidente do Parlamento, Julio Borges.Segundo ele, o plano foi ativado porque vários órgãos de segurança estiveram “desmantelando grupos” que faziam parte da organização golpista.”No início da tarde, capturamos um dos líderes do complô militar que estamos desmantelando há três semanas. Ele já se encontra preso e, além disso, está sendo processado na jurisdição militar, responsável pelos golpistas civis e militares”, informou.O presidente venezuelano disse ainda que o direito à “livre manifestação” está “totalmente garantido”. Lembrou que “todos os direitos têm regras” e necessitam de permissões e que hoje, 19 de abril, é feriado na Venezuela, em comemoração ao primeiro ato da independência do país. “É uma data de patriotas e revolucionários”.Por isso, segundo Maduro, a oposição pode fazer sua manifestação no leste da capital, enquanto os “revolucionários”, no oeste, na “Caracas histórica”

Agência Brasil

18 de abril de 2017, 09:26

MUNDO Vice-presidente dos EUA pede “mais pressão e isolamento” sobre a Coreia do Norte

O vice-presidente dos Estados Unidos (EUA), Mike Pence, afirmou hoje, em Tóquio, que o país tentará “entrar em acordo com a comunidade internacional” para “aplicar mais pressão diplomática e econômica” a sobre Coreia do Norte para levar à desnuclearização. No entanto, ressaltou que os Estados Unidos mantêm “todas as opções abertas” para lidar com o problema norte-coreano. Pence disse que a política da administração do presidente Donald Trump será “dialogar com todos os aliados na região e do resto do mundo”, afirmou durante entrevista coletiva em Tóquio. “O diálogo é necessário, mas também é necessário exercer a pressão”, afirmou o vice-presidente, acrescentando que neste sentido os EUA defendem submeter a Coreia do Norte a um “maior isolamento”. Mike Pence salientou que a abordagem anterior de “paciência estratégica” perante a Coreia do Norte “fracassou” e somente obteve “promessas descumpridas e mais provocações” por parte de Pyongyang. Esta nova via, disse, começará com a tentativa de “unir forças da comunidade internacional”, se referindo particularmente à China, Japão e Coreia do Sul, países que “mantiveram ao longo do tempo uma postura a favor da desnuclearização da península da Coreia”. Antes, o vice-presidente norte-americano se encontrou com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, com quem conversou sobre a estratégia comum diante dos testes armamentistas do regime da Coreia, sendo que o último foi realizado no domingo.

Agência Brasil

18 de abril de 2017, 09:00

MUNDO Oposição pedirá anulação de referendo na Turquia

O Partido Republicano do Povo (CHP), o segundo em formação nas cadeiras do Parlamento da Turquia, solicitará hoje (18) o cancelamento do referendo constitucional realizado no último domingo, onde o “sim”, para uma reforma presidencialista, venceu com 51,4% dos votos. O vice-presidente do CHP, Bulent Tezcan, vai até a sede do Supremo Conselho Eleitoral para pedir o cancelamento do resultado do referendo, segundo ele por conta das inúmeras irregularidades observadas, informou o partido em um comunicado, citado pelo jornal Hurriyet.

Agência Brasil

17 de abril de 2017, 09:08

MUNDO Ex-presidente sul-coreana é oficialmente acusada por corrupção

A promotoria da Coreia do Sul acusou nesta segunda-feira (17) oficialmente a ex-presidente Park Geun-hye por delitos relacionados a um esquema de corrupção, pelos quais pode ser condenada a um mínimo de dez anos de prisão e, inclusive, à prisão perpétua. A informação é da Agência EFE. Entre as acusações apresentadas contra ela estão a de suborno, abuso de poder, coação e vazamento de segredos oficiais, informou a agência Yonhap. Park, que perdeu a imunidade presidencial após ser destituída em 10 de março, está em prisão preventiva há quase 20 dias por causa de seu papel na rede criada junto com a amiga Choi Soon-sil (conhecida como “Rasputina”, por causa de sua proximidade com a ex-governante), que supostamente extorquiu de grandes empresas cerca de U$ 70 milhões. A promotoria acusou também o presidente do Grupo Lotte, Shin Dong-bin, por garantir supostamente à rede cerca de 7 bilhões de wons (cerca de US$ 6,15 milhões) e anunciou que não apresentará denúncia contra o presidente do Grupo SK, Chey Tae-won, que aparentemente se negou a colaborar com o esquema. O caso “Rasputina” atingiu os “chaebol” (os grandes grupos empresariais sul-coreanos), entre eles o maior do país, a Samsung, cujo presidente, Lee Jae-yong, foi preso preventivamente em fevereiro e está sendo julgado. A acusação oficial contra a ex-presidente Park, que defendeu sua inocência em todos os interrogatórios, coincide com o início hoje da campanha para as eleições presidenciais antecipadas, marcadas para o dia 9 de maio.

Agência Brasil

17 de abril de 2017, 09:07

MUNDO “Derrotaremos qualquer tipo de ataque”, diz vice dos EUA sobre Coreia do Norte

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, afirmou nesta segunda-feira (17) em Seul que a Coreia do Norte “faria bem não testando a determinação” de Donald Trump e lembrou que Washington ordenou ataques recentemente na Síria e no Afeganistão. As informações são da Agência EFE. “Derrotaremos qualquer tipo de ataque e enfrentaremos qualquer provocação nuclear ou de mísseis com uma resposta surpreendente”, disse Pence após se reunir hoje em Seul com o presidente em exercício sul-coreano, Hwang Kyo-anh, no segundo dia de sua visita ao país asiático. A viagem do número dois do Governo dos EUA à Coreia do Sul acontece em um momento de tensão com a Coreia do Norte, após um novo teste de lançamento de um míssil realizado na véspera pelo regime de Kim Jong-un. Pence destacou que a “era da paciência estratégica” de Washington com Pyongyang acabou com a chegada de Trump à Casa Branca e lembrou que no último ano o regime norte-coreano realizou dois testes nucleares ilegais e vários lançamentos de mísseis. “Queremos chegar [a uma solução para a atual crise] por meios pacíficos. Ainda assim, todas as opções estão sobre a mesa”, advertiu o vice-presidente americano em referência à via militar. “Todas as futuras decisões sobre as políticas em relação ao Norte serão tomadas com uma estreita cooperação e com base em nossa aliança”, disse na mesma linha o presidente interino sul-coreano. Horas antes de Pence aterrissar em solo sul-coreano, a Coreia do Norte

Agência Brasil

17 de abril de 2017, 08:59

MUNDO Falsos disparos criam caos e deixam vários feridos em Nova York

Várias pessoas ficaram feridas neste domingo (16) em Nova York por causa do pânico criado pela crença de que tinham sido feitos disparos em um parque de diversões, o segundo incidente deste tipo registrado nos últimos dias.De acordo com fontes da polícia e dos bombeiros citados pela rede de televisão CBS, o fato aconteceu perto do parque de atrações de Coney Island, um dos lugares favoritos da população para desfrutar das praias locais.Aparentemente, houve uma briga no parque, com uma pessoa detida e algumas garrafas de vidro quebradas, e um dos fortes ruídos gerou a crença de que se tratava de um tiro, o que criou o caos.No entanto, fontes policiais negaram que tenha havido um tiroteio no local. “Qualquer relatório sobre disparos na área do parque recreativo de Coney Island é falso. Não foram feitos disparos”, disse o esquadrão de polícia da região. Os relatórios dão conta de vários feridos, sem detalhar o número, que foram tratados com ferimentos leves.Na noite de sexta-feira passada (14) houve uma situação parecida na estação de trens Penn Station, de Manhattan, ao começar o pânico por causa de falsos disparos, em um incidente que causou ferimentos leves em 16 pessoas.

Agência Brasil

17 de abril de 2017, 07:54

MUNDO Venezuela: Manifestantes realizam protestos contra Maduro no domingo de Páscoa

Grupos de oposição queimaram bonecos com a cara do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e alguns de seus aliados em várias áreas de Caracas e outras cidades do país para simbolizar a “queima de Judas”, uma tradição dos venezuelanos durante os domingos de Páscoa para expressar suas queixas e descontentamento contra figuras e funcionários públicos.Gritando “Fora, Maduro!”, Um grupo de manifestantes montou nesta tarde uma fogueira no meio de uma rua de La Candelaria, um bairro perto do palácio do governo, para queimar um grande boneco com o rosto de Maduro. Na Venezuela e em outros países de maioria católica, a “queima de Judas Iscariotes”, que entregou Jesus Cristo a seus inimigos, é tradição.”Só Maduro trai e ataca as pessoas”, disse Carmen Ramírez, uma dona de casa de 52 anos, durante o protesto. “Há muitos policiais para atirar gás lacrimogêneo em quem pede respeito à Constituição; mas não há nenhum para pegar os criminosos que têm atormentado Caracas”.No oeste da capital venezuelana, os defensores da Maduro, liderados pelo líder pró-governo Freddy Bernal, queimaram bonecos representando vários governantes locais e estrangeiros, incluindo o Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, que tem sustentado que “a Venezuela vive um regime autoritário”, e acusa o governo de exagerar na repressão de protestos.

Estadão Conteúdo

16 de abril de 2017, 12:29

MUNDO Número de mortos em atentado na Síria sobe para 126; ao menos 68 eram crianças

O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou hoje (16) que pelo menos 68 crianças morreram no ataque de ontem (15) contra um comboio de evacuados na zona de Al Rashidin, a oeste da cidade síria de Aleppo. As informações são da Agência EFE. A organização não governamental (ONG) detalhou que o número de mortos aumentou para 126 pessoas; das quais 109 eram moradores de Al Fu’ah e Kafarya e voluntários do Crescente Vermelho Sírio, que estavam ali para facilitar o processo de evacuação. Segundo o observatório, dos 109, 68 eram crianças e 13 eram mulheres, enquanto que o resto eram homens armados. A ONG não descartou que o número de mortos aumente ainda mais, pois há dezenas de feridos e desaparecidos. O atentado ocorreu quando os ônibus com evacuados de Al Fu’ah e Kafarya, dois povoados de maioria xiita da província de Idlib (noroeste), esperavam na passagem de Al Rashidin para cruzar para as áreas sob o controle das autoridades do regime em Aleppo. Os veículos estavam estacionados nessa área, quando uma caminhonete explodiu. Por enquanto, nenhuma organização reivindicou este ataque.

Agência Brasil

16 de abril de 2017, 12:00

MUNDO Vice-presidente dos EUA chega a Seul em meio a tensão na península coreana

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, chegou neste domingo (16) a Seul, capital da Coreia do Sul, para uma visita de três dias que terá como ponto central a tensão na península coreana. Pence aterrissou poucas horas depois de a Coreia do Norte realizar mais uma tentativa de lançamento de mísseis. O teste fracassado ocorreu na madrugada de hoje (horário local) desde a cidade de Sinpo, na costa leste do país. As autoridades ainda estão estudando qual seria o tipo e a categoria dos mísseis. O vice-presidente americano participará de um jantar hoje com tropas de seu país e sul-coreanas para celebrar o domingo de Páscoa. Amanhã, ele se reunirá com o presidente sul-coreano em exercício, Hwang Kyo-ahn, e com o presidente da Assembleia Nacional (Parlamento), Chung Sye-kyun. A tensão na península ocupará a maior parte da agenda e a expectativa é de que Pence e Hwang analisem maneiras de pressionar a Coreia do Norte para que abandone seu programa nuclear e de mísseis através de uma maior pressão diplomática e também de sanções ainda mais duras. A Casa Branca também indicou que serão examinadas opções militares como possível resposta a provocações do regime norte-coreano. O exército norte-coreano já tinha realizado no dia 5 de abril outro lançamento – que também pode ter fracassado – de um míssil balístico de alcance intermediário a partir desta mesma cidade, na província de Hamgyong do Sul.

Agência Brasil

16 de abril de 2017, 11:26

MUNDO Em mensagem de Páscoa, Papa cita drama das guerras e ataque a Aleppo

Em sua tradicional mensagem de Páscoa, o papa Francisco lembrou dos desafios que atingem atualmente o mundo, como as guerras, a imigração e o desemprego. As informações são da Agência EFE. Francisco fez um apelo especial pelo Oriente Médio, pedindo “que nestes tempos, o Senhor sustente de modo particular os esforços dos que trabalham ativamente para levar alívio e consolo à população civil de Síria, vítima de uma guerra que não para de semear horror e morte”. O Papa lamentou o último ataque feito à cidade de Alepo, no qual dezenas de civis morreram. Francisco enfatizou a esperança que a ressurreição de Jesus traz e pediu aos representantes das nações que tenham coragem para evitar a propagação de conflitos e acabar com o tráfico de armas. Da Praça São Pedro, na cidade do Vaticano, o papa também abençoou “os esforços de quem, especialmente na América Latina, se compromete a favor do bem comum das sociedades, tantas vezes marcadas por tensões políticas e sociais, que em alguns casos são sufocadas com a violência”. Francisco pediu que a Ucrânia, “ainda vítima de um sangrento conflito volte a encontrar a concórdia e acompanhe as iniciativas promovidas para aliviar os dramas dos quem sofrem com as consequências”.

Agência Brasil

15 de abril de 2017, 12:00

MUNDO Coreia do Norte diz que está pronta para guerra com armas nucleares

O vice-presidente do Partido dos Trabalhadores de Coreia do Norte, Choe Ryong-hae, disse hoje (15) durante um grande desfile militar em Pyongyang que o povo norte-coreano está “preparado para a guerra” contra os Etados Unidos com suas armas nucleares. As informações são da Agência EFE. “Estamos completamente preparados para enfrentar qualquer tipo de guerra com nossas armas nucleares se os EUA atacarem a península da Coreia”, disse Ryong-hae, considerado O número dois do regime, em seu discurso durante a exibição militar em comemoração ao 105º aniversário do fundador do país, Kim Il-sung. Durante o desfile do “Dia do Sol”, presidido pelo líder Kim Jong-un, o Exército norte-coreano mostrou seu arsenal, incluindo vários mísseis balísticos, entre os quais encontrava-se um possível novo projétil de alcance intercontinental. “Se os EUA fizerem provocações imprudentes contra nós, nossa força revolucionária contra-atacará num instante, com um ataque aniquilador e responderemos a uma guerra total com guerra total e a ataques nucleares com nosso próprio arsenal atômico”, disse Choe. Ele também acusou os EUA de posicionar armas nucleares no Sul da península coreana, “o que está criando uma situação muito tensa que ameaça a paz e a segurança não só da região, como também do mundo inteiro”. Washington decidiu enviar recentemente um porta-aviões nuclear à península da Coreia em resposta aos lançamentos de mísseis de Pyongyang e Washington, e chegou a insinuar que estuda a possibilidade de um ataque preventivo para frear os avanços armamentísticos do regime norte-coreano. “Os imperialistas estão tentando isolar nosso povo onde as pessoas só querem viver em paz”, afirmou o vice-presidente do Partido dos Trabalhadores.

Agência Brasil

15 de abril de 2017, 11:45

MUNDO Mais de 2 mil imigrantes são resgatados no Mediterrêneo neste sábado

Um total de 2.074 imigrantes foram resgatados nas últimas horas de hoje (15) na região do Mediterrâneo Central e esse número aumentará, já que há várias operações de resgate em andamento, informaram fontes da Guarda Costeira italiana. As informações são da Agência EFE. Ontem (14) foram feitas 19 operações de resgate de três pequenos botes de madeira e 16 botes infláveis, em uma das quais estava o corpo de um jovem. O corpo do adolescente foi encontrado no fundo da lancha durante o resgate realizado pela embarcação Aquarius, operada pela organização Médicos sem Fronteiras (MSF), comunicou a ONG em sua conta no Twitter. Prudence e Aquarius, as duas embarcações da MSF no Canal da Sicília, a faixa de mar que separa a Itália da costa da África, se ocuparam do resgate de cerca de mil imigrantes. A Guarda Costeira italiana, que coordena as operações de resgate nesta área do Mediterrâneo, informou que o número de pessoas socorridas deve aumentar, já que estão realizadas várias operações que durarão todo o dia. Segundo os dados divulgados pela Fundação italiana ISMU, instituto independente que estuda os fenômenos migratórios, nos primeiros três meses do ano chegaram à Itália 24 mil imigrantes, destes 2.293 menores não acompanhados. Estes números representam um aumento de 30% nas chegadas de imigrantes à Itália em relação ao mesmo período do ano anterior e ao recorde de 10 mil somente no mês de março.

Agência Brasil