21 de maio de 2017, 08:17

MUNDO Senadores republicanos se reúnem para formular projeto que substitua o Obamacare

Senadores republicanos estão realizando reuniões a portas fechadas para tentar escrever um projeto de lei que desmantele o Ato de Cuidado Acessível, que ficou conhecido como Obamacare, por ter sido implementado durante o governo do ex-presidente Barack Obama.O movimento ocorre enquanto Washington “pega fogo” após a demissão de James Comey do cargo de diretor do FBI, pelo presidente Donald Trump, e mais investigações sobre possíveis conexões entre a campanha do presidente com a Rússia surgem.Assim como aconteceu na Câmara dos Representantes, os senadores republicanos estão enfrentando problemas na área da saúde. Caso as negociações internas se prolongarem, uma opção pode ser uma lei de curto prazo que forneça dinheiro para manter as seguradoras nos próximos dois anos.

Agência Brasil

20 de maio de 2017, 12:47

MUNDO Trump desembarca na Árábia Saudita em sua primeira viagem internacional

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aterrissou hoje (20) em Riad, capital da Arábia Saudita, para dar início a sua primeira excursão internacional desde que assumiu o cargo, onde visitará Israel, Vaticano, Bruxelas (Bélgica) e Sicília (Itália). A informação é da Agência EFE. O avião aterrissou no Aeroporto Internacional Rei Khalid às 9h50 (hora local), após ter deixado os EUA às 14h30 (hora local) de ontem. Donald Trump foi recebido pelo rei saudita Salman bin Abdulaziz, que organizou uma pequena recepção no aeroporto para o presidente norte-americano, que estava acompanhado da primeira-dama, Melania Trump. Trump se reunirá novamente com o rei saudita e outras autoridades políticas do país, com quem está previsto fechamento de importante acordos econômicos. Coincidindo com o seu primeiro dia de visita, foi organizado em Riad um fórum empresarial americano-saudita para reforçar os investimentos e o comércio bilateral. Amanhã, o chefe da Casa Branca participará de um encontro com os países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) – Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar e Omã – bem como uma cúpula com líderes e representantes de 50 de países árabes e islâmicos. Paralelamente a estes encontros, será realizado um fórum para a luta contra o terrorismo e o extremismo, patrocinado pela coalizão militar islâmica antiterrorista, criada em 2015, com a iniciativa da Arábia Saudita, e que as autoridades de Riad querem impulsionar coincidindo com a visita do governante norte-americano.

20 de maio de 2017, 08:11

MUNDO Brasil é ouvido em audiência em corte da OEA sobre sistema prisional no Brasil

O Brasil foi ouvido ontem (19) na Corte Interamericana de Direitos Humanos, órgão máximo do sistema de direitos humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), em audiência em San Jose, na Costa Rica, marcada para o Estado brasileiro dar explicações sobre violações no sistema prisional do Brasil, tanto em adultos, como em adolescentes, e ainda sobre o encarceramento em massa. Segundo organizações de direitos humanos, a população carcerária no Brasil tem um crescimento anual de 6%, o que equivale a 40 mil novos presos por ano.O Brasil foi denuncia na Corte por entidades de direitos humanos e pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sobre a situação de pessoas presas no Complexo Penitenciário de Curado, em Pernambuco; no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão; no Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, no Rio de Janeiro e na Unidade de Internação Socioeducativa (UNIS), no Espírito Santo, que estão listadas em Medidas Provisionais da Corte, para cumprimento de melhorias no atendimento nestas unidades. O juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos, Eugenio Raúl Zaffaroni, disse que apesar das altas taxas de homicídios no Brasil, 74% dos presos no país não estão presos por esse crime. Ele também destacou o número elevado de mandados de prisão.Zaffaroni contestou a declaração do Estado brasileiro que defendeu a inadequação da Corte em convocar uma audiência deste tipo para tratar das denúncias ao sistema prisional do Brasil. “A Corte não está violando normas do direito internacional, nem está saindo da sua competência. Nós vamos resolver os quatro casos de estabelecimentos do Brasil. Não estamos julgando e nem vamos julgar o sistema penitenciário do Brasil. Isso não é nossa competência”, disse.Em decisão anterior, juízes da Corte internacional declararam que há indício de um problema estrutural de âmbito nacional do sistema penitenciário e definiram 52 questões que deveriam ser respondidas pelo Estado brasileiro, incluindo casos de torturas nesses espaços, e determinaram 11 medidas concretas que o governo brasileiro deveria tomar para superar os problemas relacionados à superlotação, insalubridade, risco de violência e insegurança.

Agência Brasil

19 de maio de 2017, 07:22

MUNDO Jornais internacionais divulgam áudio de Temer

Foto: André Dusek/AE

Michel Temer

Os jornais internacionais continuam a repercutir a crise em Brasília após a divulgação de áudios comprometedores do presidente Michel Temer, que abalaram o mercado e resultaram em manifestações populares contra o governo do peemedebista. Nesta noite, o Washington Post divulgou uma nota associando o mal desempenho das ações asiáticas – onde os mercados financeiros já estão abertos – ao “fator Brasil” e ao aumento das tensões políticas tanto por aqui quanto nos Estados Unidos, onde o presidente Donald Trump é questionado sobre suas relações com o governo russo. Já o jornal argentino Clarín deu grande destaque à divulgação dos áudios, dedicando a maior parte de sua home à Michel Temer. O site afirma que a situação deve ter impactos no país vizinho e comentou o tuíte da série americana House of Cards, da Netflix, sobre o caso. Também na Argentina, o La Nacion disponibilizou uma cobertura completa da crise no Brasil, com os áudios, galerias de imagens e análises sobre o caso. O site destaca as manifestações desencadeadas pelo País e uma das matérias diz que o governo Temer sobrevive “com respirador artificial”. O jornal português Público também ofereceu uma cobertura especial do tema, dando atenção aos pedidos de destituição de Temer por parlamentares, além dos áudios em questão. “Temer apostou a presidência numa conversa gravada”, diz a manchete do jornal. Na Espanha, o El País destacou a crise Brasileira na manchete: “Supremo brasileiro coloca Temer à beira da destituição”. O site afirma que começaram as deserções entre os aliados do peemedebista e também trata do “pânico” dos mercados, em razão do ocorrido. O site do jornal britânico Financial Times traz em sua home a notícia de que Temer rejeitou os pedidos para renunciar. Assim como o The New York Times, o francês Le Monde deu maior destaque aos desdobramentos políticos no Brasil, nesta noite, chamando atenção na página principal para a decisão de Temer de não renunciar. No The Guardian, as notícias sobre Temer estão entre as 10 mais lidas do portal. (Matheus Maderal – matheus.maderal@estadao.com)

Estadão Conteúdo

18 de maio de 2017, 07:31

MUNDO Confrontos entre militares e Estado Islâmico matam 49 na Síria

Pelo menos 49 pessoas morreram nas últimas 24 horas, em confrontos entre as forças do governo da Síria e o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), no nordeste da província de Aleppo, informou hoje (18) o Observatório Sírio de Direitos Humanos.Os mortos são 17 membros das forças leais ao governo de Damasco e 32 integrantes do EI.Nos combates, as tropas do governo contaram com o apoio de milicianos de elite do grupo xiita libanês Hezbolá e da artilharia russa. As hostilidades se intensificaram na região, por onde os apoiadores do presidente sírio Bashar al-Assad tentam avançar e tomar o controle de Maskanah, no extremo leste de Aleppo, e de outras localidades.Nas últimas horas, as autoridades sírias conquistaram 12 cidades e zonas dos arredores do aeroporto militar de Al Yarah e se aproximaram de Maskanah.Quatro dias atrás, as tropas do governo tomaram o controle desta área, que estava nas mãos dos jihadistas.Por outro lado, há confrontos semelhantes no nordeste da cidade de Salamiyah, na província de Hama, vizinha a Aleppo, onde nove membros das forças do governo e 15 do Estado Islâmico morreram.Além disso, há combates perto da estrada que une as cidades de Salamiyah, Azariya, Janasir e Aleppo. Esta rodovia é considerada estratégica, pois liga as províncias de Hama, Al Raqqa e Aleppo.

17 de maio de 2017, 19:01

MUNDO Ex-governador do Peru é preso por suposta relação com a Odebrecht

Foto: Reprodução

O ex-governador de Cusco, uma importante região turística do Peru, Jorge Acurio, foi preso por acusações de que teria aceitado suborno de US$ 3 milhões para favorecer a Odebrecht em um projeto rodoviário.Os promotores peruanos afirmaram que também prenderam um advogado com sede em Lima, como parte de uma operação que envolveu incursões em escritórios em Cusco e na capital peruana. Em abril, os promotores perderam o governador do estado de Callao por acusações de corrupção vinculados à Odebrecht. Os promotores também estão buscando a detenção do ex-presidente Alejandro Toledo, que acredita-se que esteja nos EUA.

Estadão Conteúdo

17 de maio de 2017, 14:00

MUNDO EUA defendem na ONU a restauração da democracia na Venezuela

Os Estados Unidos defenderam nesta quarta-feira (17), em reunião na sede das Nações Unidas (ONU), a necessidade de trabalhar para que o governo venezuelano detenha a “violência e a opressão” e restaure “a democracia ao povo”. As informações são da agência EFE. ”Na Venezuela, estamos à margem de uma crise humanitária. Manifestantes pacíficos foram feridos, detidos e inclusive assassinados por seu próprio governo. Os remédios não estão disponíveis, falta material nos hospitais e está cada vez mais difícil encontrar comida”, disse a embaixadora americana perante a ONU, Nikki Haley, em um breve comunicado. ”Pelo bem dos venezuelanos e pela segurança na região, devemos trabalhar juntos para assegurar que o presidente Maduro detenha esta violência e opressão e restaure a democracia”, disse ela.

Agência Brasil

17 de maio de 2017, 11:22

MUNDO May diz que continuará compartilhando dados de inteligência com os EUA

A primeira-ministra britânica, a conservadora Theresa May, disse nesta quarta-feira (17) que confia na especial relação entre o Reino Unido e os Estados Unidos e que continuará compartilhando dados secretos com o país norte-americano, depois que o presidente Donald Trump supostamente facilitou informação confidencial à Rússia. As informações são da Agência EFE. Durante a campanha para as eleições gerais britânicas de 8 de junho, May disse hoje aos jornalistas em Londres que o Reino Unido mantém um importante vínculo em matéria de segurança com os EUA e que continuará trabalhando com esse país. “Temos uma relação muito especial, como sabem, com os Estados Unidos. Esta é a relação de defesa e segurança mais importante que temos no mundo. Estou contente que quando fui aos Estados Unidos pouco depois da posse de Donald Trump, ele se mostrou 100% comprometido com a Otan”, acrescentou May. A líder do governo falou dos EUA ao ser questionada sobre o vínculo entre os dois países, após ser divulgado, há alguns dias, que o presidente Donald Trump teria revelado informação secreta sobre o terrorismo do Estado Islâmico (EI) à Rússia. “Continuamos trabalhando juntos e temos confiança de que a relação entre nós e Estados Unidos nos permite estar mais seguros. As decisões sobre o que o presidente Trump fala com qualquer um na Casa Branca é um assunto do presidente Trump”, apontou.

Agência Brasil

17 de maio de 2017, 10:00

MUNDO Estado Islâmico reivindica ataque contra televisão afegã

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) reivindicou nesta quarta-feira (17) o ataque contra a sede da Rádio Televisão Nacional de Afeganistão (RTA) em Jalalabad, capital da província oriental de Nangarhar, no qual pelo menos dois civis morreram. A informação é da Agência EFE. A reivindicação do ataque foi assumida por meio de um comunicado publicado pela agência de notícias “Amaq”, vinculada aos terroristas, e divulgada por canais jihadistas no Telegram. As forças afegãs mataram três membros do grupo, segundo informou à Agência Efe o porta-voz da Polícia de Nangarhar, Hazrat Hussain Mashriqiwal. O diretor de Saúde Pública de Nangarhar, Najibullah Kamawal, apontou à Agência Efe que até há dois mortos e 17 feridos. A província de Nangarhar, fronteira com o Paquistão, é uma das mais violentas do Afeganistão e fortalece o grupo jihadista Estado Islâmico no país asiático, além de ter uma importante presença dos talibãs.

Agência Brasil

17 de maio de 2017, 08:49

MUNDO Congresso dos Estados Unidos pede ao FBI documentos de Comey sobre Trump

O Comitê de Inteligência da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos (EUA) solicitou nessa terça-feira (16) ao FBI (Agência Federal de Investigação norte-americana) todos os documentos que seu ex-diretor James Comey elaborou sobre as conversas com o presidente Donald Trump. A informação é da Agência EFE. A petição, assinada pelo presidente do comitê, o republicano Jason Chaffetz, inclui “memorandos, notas, resumos e gravações” em poder do FBI, para que sejam entreguem antes do dia 24 de maio. “Se for verdade, esses memorandos apresentam dúvidas sobre se o presidente tentou influenciar ou impedir a investigação do FBI no que se refere ao general (Michael) Flynn”, disse Chaffetz, em carta dirigida ao diretor interino do FBI, Andrew G. McCabe. A solicitação é feita depois que o jornal The New York Times revelou a existência de documentos elaborados por Comey, a fim de documentar suas conversas com Trump. Em um desses documentos, há o pedido de Trump para que Comey encerrasse uma investigação das ligações da Rússia com seu ex-assessor de Segurança Nacional, o general aposentado Michael Flynn. “Espero que possa deixar isso passar”, disse Trump a Comey, segundo o texto divulgado pelo jornal. “É um bom sujeito”, acrescentou o governante, de acordo com o The New York Times. Na semana passada, Trump demitiu James Comey, que comandava a investigação do FBI para esclarecer as ligações dos russos com a campanha presidencial de Trump, um assunto também abordado pelo Congresso. Também na semana passada, o Comitê de Inteligência do Senado ordenou que Comey entregasse todos seus documentos relacionados com a Rússia, depois de ele se negar a colaborar com a investigação.

Agência Brasil

15 de maio de 2017, 20:40

MUNDO Ataque cibernético se dissemina, mas especialistas tentam limitar estragos

O ataque cibernético global teve nesta segunda-feira uma forte desaceleração no número de computadores infectados, enquanto governos e companhias começavam a tentar contabilizar os prejuízos. Centenas de milhares de usuários foram infectados pelo vírus, chamado WannaCry, que infectou os arquivos das vítimas e exigia um resgate na moeda virtual bitcoin para contornar o problema, que se disseminou pelo mundo na sexta-feira, antes de desacelerar no fim de semana.Até o fim desta segunda-feira, agentes do setor de segurança cibernética disseram que o problema estava em grande medida contido. Há, contudo, a possibilidade de ataques posteriores e, além disso, governos e companhias devem continuar a divulgar os casos de infecção nos próximos dias ou semanas.A Agência Nacional contra o Crime do Reino Unido afirmou nesta segunda-feira que não foi registrado um segundo pico de ataques, mas isso não significava que não poderia ocorrer um. Vice-presidente da Proofpoint, do setor de cibersegurança, Rob Holmes disse que o impacto inicial foi absorvido. Segundo ele, é preciso agora garantir que o problema não volte a se disseminar.É cedo para estimar o impacto dos ataques, já que as companhias ainda lidam com o problema, segundo Stephanie Snyder, vice-presidente na Aon Risk Solutions em Chicago.Hackers usaram vulnerabilidades no software da Microsoft, que haviam sido notadas anteriormente pela Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês). O problema veio a público após um vazamento de dados da NSA. A Microsoft, por sua vez, havia divulgado em março uma solução para o problema, porém nem todos haviam feito a atualização necessária.

Estadão Conteúdo

15 de maio de 2017, 14:15

MUNDO Conselho de Segurança da ONU considera novas sanções contra a Coreia do Norte

O embaixador da França nas Nações Unidas, François Delattre, afirmou nesta segunda-feira que o Conselho de Segurança está trabalhando com uma resolução que impõe novas sanções contra a Coreia do Norte e reforçam sanções já existentes. Delattre disse a repórteres que a França é a favor de uma reação “forte, rápida e forme do Conselho” ao recente teste realizado pela Coreia do Norte, de um novo míssil balístico de longo alcance, que foi chamado pelo embaixador de “séria ameaça à paz e à segurança” tanto na região quanto no mundo. Uma reunião do Conselho de Segurança sobre o recente teste deve ser realizada nesta terça-feira, a portas fechadas. O embaixador do Reino Unido, Matthew Rycroft, também classificou o teste como uma ameaça à paz e à segurança internacional e disse que “o Reino Unido prefere sanções mais duras”. Já o embaixador da Suécia, Olof Skoog, afirmou que o Conselho precisa dar uma reposta firme e unida, “mas também sentimos que precisa haver uma abertura para o diálogo”.

Estadão Conteúdo

15 de maio de 2017, 13:12

MUNDO Putin diz que a fonte primária do vírus do ciberataque global foi a CIA

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assegurou nesta segunda-feira (15) que a Rússia não tem nada a ver com o ciberataque global que já afetou mais 200 mil computadores em pelo menos 150 países. E acusou o serviço secreto dos Estados Unidos (CIA) de ser “a fonte primária do vírus”. “Acredito que a direção da Microsoft já indicou a CIA como a fonte primária do vírus. A Rússia não tem nada a ver com isso”, disse Putin, em entrevista coletiva em Pequim, onde participou do Fórum da Nova Rota da Seda. Segundo ele, as instituições públicas russas “não sofreram danos importantes, nem os bancos, nem o sistema de saúde, nem outros, mas, em geral, não há nada de bom nisto e é preocupante”.

Agência Brasil

15 de maio de 2017, 11:27

MUNDO Macron nomeia conservador Édouard Philippe como primeiro-ministro da França

O presidente da França, Emmanuel Macron, nomeou nesta segunda-feira (15) Édouard Philippe, como o novo primeiro-ministro do país. Ele era deputado na Assembleia Nacional pelo partido conservador Os Republicanos e prefeito da cidade portuária de Le Havre. A informação é da Agência EFE. O secretário-geral do Palácio do Eliseu, Alexis Kohler, foi o encarregado de anunciar que Macron tinha escolhido Philippe, e que “o encarregou de formar o novo governo”, que espera-se que seja apresentado amanhã mesmo, antes da realização do primeiro Conselho de Ministros, na quarta-feira (17). O anúncio aconteceu pouco antes de o chefe de Estado francês deixar o Palácio do Eliseu com destino a Berlim, onde tem uma reunião às 17h30 locais (12h30 de Brasília) com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, para falar do relançamento do projeto europeu. A efetivação do novo chefe de governo deverá ser formalizada hoje mesmo, já que o premiê em fim de mandato, o socialista Bernard Cazeneuve, já havia preparado o palanque para a cerimônia de transferência de poderes desde o início da manhã em sua residência oficial no Hotel de Matignon.

Agência Brasil

15 de maio de 2017, 10:06

MUNDO Após ameaças, atos do Dia contra a Homofobia são cancelados no Líbano

A ONG libanesa Proud (Orgulho) cancelou hoje (15) os atos programados para o Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia, comemorado na próxima quarta-feira (17), temendo pela segurança dos participantes depois das ameaças recebidas. O co-fundador e diretor da ONG, Bertho Makso, disse que o hotel reservado para a organizar do evento, o mesmo usado em anos anteriores, cancelou a estadia alegando que o grupo não é bem-vindo. “Nem as autoridades, nem grupo algum nos procurou para dizer a razão de proibirem o evento, mas as pressões eram tantas que o hotel se viu obrigado a anular a reserva”, relatou Makso à Agência EFE. Ele disse que a ONG foi alvo de uma “intimidações, pressões e ameaças de vários tipos e não só por parte de extremistas muçulmanos”. O diretor acusou às autoridades de “fracassar” em seu dever de proteger as minorias e de “ceder” a grupos conservadores.”Fomos obrigados a cancelar a comemoração por temer a segurança dos participantes”, disse Makso, assegurando que, apesar de cancelar o evento, o grupo continuará “a luta” para ter reconhecidos os direitos civis dos homossexuais. Como parte da programação, o Proud publicaria um relatório sobre a tortura e os abusos que o coletivo LGBT sofre no Líbano, exibiria um documentário e apresentaria uma peça teatral sobre o tema.

Agência Brasil