6 de dezembro de 2018, 07:44

EXCLUSIVA A hora é de Rui melhorar o nível dos auxiliares, por Raul Monteiro*

Foto: Metropress/Arquivo

Governador Rui Costa e a chance de ouro de dar uma guinada de qualidade na administração estadual

Há consenso na base governista de que o governador Rui Costa (PT) foi obrigado a fazer um recuo tático ao participar das negociações que conduziram à escolha do deputado estadual Nelson Leal (PP) para suceder o presidente da Assembleia Legislativa, Angelo Coronel (PSD). Como todo mundo sabia desde o princípio, o preferido de Rui para assumir o comando do Poder era o deputado Alex Lima (PSB), em favor de quem o governador ainda tentou operar para ajudar a eleger, embora fora do timing que poderia dar alguma chance de sucesso ao jovem parlamentar.

A coincidência das articulações habilmente antecipadas por Leal com a necessidade de o governo aprovar na Assembleia um conjunto de medidas destinadas a evitar um desequilíbrio fiscal severo nas contas públicas, as quais enfrentam uma resistência do funcionalismo que poderia contaminar a base no Legislativo, levaram Rui a priorizar a salvação da pauta administrativa, abrindo mão de tentar impor sua vontade política no Poder. A decisão resultou num acordo que respeitou a vontade da ampla maioria da Casa pela escolha de Leal, pacificando a base num momento em que a coesão é essencial.

Se por um lado estabilizou a relação do governo com a Assembleia, o resultado das negociações com os deputados para a sucessão na Casa acabou, por outro, projetando um player cujo nome passa a ser lembrado com frequência, ainda que veladamente a contragosto do governo, como eventual candidato à sucessão do próprio Rui, em 2022. Trata-se do senador Otto Alencar (PSD), cujo aliado Adolfo Menezes, deputado de seu partido, deve, pelo entendimento firmado entre as legendas e o governo, ser candidato à sucessão de Leal em 2021, conduzindo a Assembleia no momento crucial das próximas eleições estaduais.

Por esta razão, a quase capitulação de Rui na Assembleia foi em boa medida interpretada também como um sinal de que ele praticamente pode fechar com o nome de Otto para passar o governo, muito provavelmente cumprindo o seu mandato de governador até o fim, já que, na hipótese de se desincompatibilizar para concorrer à vaga que o líder estadual do PSD estará deixando no Senado, será obrigado a passar o comando do Estado ao vice, João Leão, do PP, que, neste caso, se tornará candidato natural à reeleição e de tão oportuna prerrogativa não deverá abrir mão.

Embora as negociações com os partidos da base na Assembleia tenham, naturalmente, assanhado as ambições políticas no governismo, seu resultado acabou dando a Rui também o direito de, aproveitando o momento da reforma, ajustar melhor as posições no próprio governo, abrindo mais espaço para, por exemplo, inclusive, ampliar sua cota pessoal de indicações para o secretariado. Neste particular, o governador, aliás, deveria usar o momento para promover indicações mais técnicas de auxiliares ou, ainda que políticas, com um nível de qualificação dos escolhidos superior à media que marcou este seu primeiro mandato.

* Artigo do editor Raul Monteiro publicado na edição de hoje da Tribuna.

Raul Monteiro*

5 de dezembro de 2018, 09:43

EXCLUSIVA Sindicalistas comemoram adiamento de concessão de medalha a mentor do “pacotaço”

Foto: Divulgação/Arquivo

Suposto "mentor do pacotaço" de Rui Costa, secretário estaria na mira de sindicalistas na Assembleia

O clima entre os servidores e o governo do Estado anda tão tenso desde o envio à Assembleia do “Pacotaço” com a nova reforma administrativa de Rui Costa (PT) que sindicalistas estão comemorando o fato de ter sido adiada a solenidade em que haveria a entrega da medalha 2 de Julho ao secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, considerado o mentor das medidas, que representantes dos policiais civis estão chamando de “pacote de maldades”. Eles programavam um protesto na Casa durante a festa de Vitório, que agora não tem mais data para se realizar.

5 de dezembro de 2018, 09:04

EXCLUSIVA Preenchimento de cargos federais nos Estados seguirá mesmo mix nacional

Foto: Dida Sampaio/Agência Estado/Arquivo

Onix Lorenzoni

O futuro chefe da Casa Civil, Onix Lorenzoni, jogou um balde de água fria nos planos dos deputados de preencher integralmente com apaniguados os cargos federais nos Estados no novo governo. Segundo conversou com representantes dos partidos esta semana, a distribuição dos postos seguirá o mesmo mix nacional: primeiro, serão nomeados técnicos, depois militares com experiência administrativa e só em terceiro lugar, os indicados políticos. Em outras palavras, acabou aquela história de porteira fechada, em que os partidos indicam todos os ocupantes dos órgãos e ministérios que assumem.

4 de dezembro de 2018, 17:03

EXCLUSIVA Se Lewandowski resolver pedir a prisão de todo aquele que acha que o STF é….

Foto: Dida Sampaio/Arquivo/Estadão

Ricardo Lewandowski, o ministro que não aceita críticas do cidadão ao STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski pediu à Polícia Federal que detivesse, num vôo de São Paulo para Brasília, o advogado Cristiano Caiado de Acioli, que o abordou para dizer-lhe “que o STF é uma vergonha”. Se Lewandowski resolver pedir à PF que prenda todo brasileiro que expressar livremente o que pensa do STF, não vai ficar um solto para contar a história.

3 de dezembro de 2018, 11:47

EXCLUSIVA “Palocci baiano” teria mencionado Indústria e Comércio em suposta delação

Foto: Margarida Neide/A Tarde

James Correia comandou secretaria de Indústria e Comércio, que estaria na mira de delação do ex-colega da Sedur

A informação correu hoje em setores do grupo governista: um dos capítulos do suposto acordo de delação premiada que estaria sendo negociado entre o ex-secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, Manoel Ribeiro, e o Ministério Público envolveria informações sobre o relacionamento, segundo ele, suspeito que teria presenciado, no período de cerca de 12 meses em que permaneceu no posto, no ano de 2014, entre empresários e a secretaria de Indústria e Comércio, comandada na época por James Correia. Por essas e outras é que Ribeiro está sendo classificado como o “Palocci baiano”, uma alusão ao ex-ministro Antonio Palocci, que causou um estrago considerável no PT nacional ao selar um acordo de colaboração com a Justiça.

3 de dezembro de 2018, 08:09

EXCLUSIVA Pacotaço e sucessão na Assembleia, novos desafios de Rui, por Raul Monteiro*

Foto: Política Livre/Arquivo

Governador Rui Costa está prestes a enfrentar sua primeira prova de fogo na Assembleia

O governador Rui Costa (PT) está prestes a viver sua primeira prova de fogo desde que chegou ao governo há praticamente quatro anos embalado por uma das ondas Lula na Bahia. Não há no ar sinais de que o pacotaço que enviou à Assembleia Legislativa e de cuja aprovação precisa com certa urgência para poder não perder o controle fiscal do governo será apreciado em silêncio pela oposição nem pelos órgãos – sindicatos e entidades de classe – que representam os servidores, sem dúvida, uma das partes mais atingidas pelos cortes com que pretende enfrentar a situação.

O fato de ter omitido a gravidade do estado das contas estaduais, bem como seu plano de ajustar a máquina em nível tão profundo, na campanha que consagrou sua reeleição, com 75% dos votos válidos, só piora o quadro. Não deve ser por acaso que um vídeo em que o deputado federal Arthur Maia (DEM) aparece lhe acusando de ter cometido um estelionato eleitoral – termo conhecido no país para casos não infrequentes em que politicos pintam um cenário bonito de seus governos quando pretendem se reeleger – passou a semana fazendo sucesso nas redes sociais.

Neste cenário movediço, em que enfrentará resistências, a despeito da importância das medidas que pretende tomar para não inviabilizar seu governo e a si próprio como liderança administrativa que vinha provando ser até agora, será forçado a fazer o que seus correligionários dizem que não gosta: política, que pode ser entendida também como a arte da barganha entre os representantes da sociedade e não de seus próprios interesses. A mesma que não precisou fazer até agora, enquanto foi favorecido por um quadro nacional que nunca lhe ameaçou.

Não é improvável, portanto, que, no calor das discussões que deverão emergir da Assembleia que passará agora a se debruçar sobre suas propostas de correção do rumo administrativo do governo, aflore de novo a constatação de que, além de lhe faltar aptidão para a política, o governador carece, principalmente, de uma articulação que possa suprir sua deficiência. Um dos sinais a apontar nesta direção foi o caminho que Rui resolveu perseguir exatamente agora neste momento delicado com relação à sucessão do presidente da Casa, o deputado estadual Angelo Coronel (PSD).

Devem ser hoje poucos os deputados da base do governo que gostaram, por exemplo, de ver o governador externando para a gigantesca platéia formada por seu Conselho Político a exigência de que os aliados resolvessem primeiro entre eles a disputa pela presidência do Legislativo para só então buscar o apoio da oposição. Avaliam que, se tivesse de fato uma articulação política eficiente, teria sido aconselhado a chamar os principais postulantes ao posto para pactuar com eles a exigência sem expor a base. Como chamou para si o processo, hoje tem os dois desafios pela frente.

* Artigo do editor Raul Monteiro publicado na edição de hoje da Tribuna.

Raul Monteiro*

30 de novembro de 2018, 09:48

EXCLUSIVA Rumores de delação levam oposição a chamar Manuel Ribeiro de “Palocci baiano”

Foto: Divulgação/Arquivo

Manuel Ribeiro atuou como secretário de Desenvolvimento Urbano durante todos os meses de 2014, um ano eleitoral

Os rumores de que o ex-secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, Manuel Ribeiro, teria negociado um acordo de delação premiada como condição para que não fosse renovado seu mandato de prisão temporária, no âmbito da Operação “Sem Fundos”, deflagrada na última sexta-feira, estão levando políticos baianos de oposição a classificá-lo de o “Palocci baiano”, uma alusão ao ex-ministro que causou um verdadeiro estrago nas hostes petistas com sua colaboração premiada à Polícia Federal e à Justiça. Eles lembram que Ribeiro atuou na Sedur no governo Jaques Wagner (PT) de janeiro a praticamente o final de 2014, um ano eleitoral. Mas não só isso: acham que o fato de ele eventualmente abrir a boca pode produzir o mesmo efeito sobre os demais dirigentes da OAS, alguns do topo da companhia, mirados na mesma operação.

30 de novembro de 2018, 08:41

EXCLUSIVA Sucesso em vídeo no Zap em que ataca Rui, Arthur Maia se escala para 2022

Foto: Divulgação/Arquivo

Com iniciativa, políticos acham que Arthur Maia se colocou claramente como opção contra Rui Costa em 2022

Bombando nas redes de WhatsApp com um video em que chama de estelionato eleitoral a decisão do governador Rui Costa (PT) de elevar a contribuição previdenciária de servidores na Bahia e o acusa de, com a medida, reduzir os salários do funcionalismo, o deputado federal Arthur Maia (DEM) faz a alegria dos que desgostam do petista tanto nos grupos governistas quanto da oposição. Entre eles, aliás, a avaliação é de que, com a iniciativa, Maia definitivamente se escalou para a sucessão de Rui em 2022 no campo oposicionista.

29 de novembro de 2018, 19:55

EXCLUSIVA Se não emplacar Alex na presidência da Assembleia, Rui vai indicá-lo à liderança

Foto: Divulgação/Arquivo

Deputado estadual Alex Lima, preferido pelo governador Rui Costa (PT) para assumir o comando da Assembleia Legislativa

O governador Rui Costa (PT) admitiu a amigos que, se não conseguir emplacar o deputado estadual Alex Lima (PSB) na presidência da Assembleia Legislativa, o fará seu novo líder na Casa. Além de confiar no parlamentar, Rui acredita que ele tem competência suficiente para assumir o posto do líder atual, Zé Neto (PT), que se elegeu deputado federal em outubro último, e ajudá-lo a tocar o relacionamento com o Legislativo a partir do próximo ano.

29 de novembro de 2018, 08:23

EXCLUSIVA Milagres que se operam no TRE, por Raul Monteiro*

Foto: Divulgação/Arquivo

Deputado federal Luiz Caetano, cujo registro da candidatura à reeleição foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral

Qualquer político tem todo o direito de concorrer a uma eleição mesmo sabendo que se enquadra na Lei da Ficha Limpa, o que, na prática, significa que está inelegível. Ele pode estar, “no máximo”, enganando a seus eleitores, que, naturalmente, terão votado nele sem saber do impedimento ou, sabendo, nutrirão a expectativa auto-enganosa de que algum milagre aconteça, encontre-se uma saída política para o caso ou mesmo que, ao final, a legislação restritiva seja simplesmente revogada, alternativas estapafúrdias, como se sabe, nunca plenamente descartáveis no Brasil.

Pode ter sido exatamente este o pacto firmado entre o deputado federal Luiz Caetano, do PT, e seus eleitores nestas eleições. Quando decidiu disputar a reeleição para a Câmara dos Deputados, Caetano havia sido condenado em segunda instância por improbidade administrativa. Sabia, portanto, que, à luz da legislação em vigor, as chances de, ganhando, tomar posse, eram inexistentes. Mas, mesmo sendo um legislador, deve ter apostado numa solução que, ainda que não estivesse à vista de todos, poderia lhe salvar a pele. Caso contrário – parece óbvio – não teria se submetido ao desgastante e custoso processo eleitoral.

A crença de Caetano na existência de uma saída qualquer devia ser tamanha que de nada adiantou o posicionamento do Ministério Público Eleitoral contrário à sua candidatura. Tanto é que concorreu. Não adiantou. Na noite da última terça-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) resolveu cassar, exatamente à luz da Lei da Ficha Limpa, o registro da candidatura do parlamentar, impedindo assim a que tome posse como deputado na próxima legislatura. Como, no Brasil, político é um bicho que vê, para o bem e para o mal, milhas e milhas além do próprio eleitor, Caetano pode vir a ser absolvido por aqueles que votaram nele.

O perdão eventualmente dado ao político por seu eleitor não pode ser estendido, no entanto, ao TRE baiano, instituição, afinal, desmoralizada com a decisão do TSE, tomada, diga-se de passagem, à unanimidade de seus sete julgadores. Pelo visto, não convém ao observador julgar a cabeça dos magistrados que se debruçaram sobre o caso do ex-prefeito de Camaçari. Pode ser que não chegue a boa conclusão. Mas não custa recordar que, instada a se pronunciar, a Corte baiana, responsável por regular as eleições no Estado, respaldou a decisão do deputado, afrontando a própria legislação e uma jurisprudência pacífica.

O caso do ex-presidente Lula deveria estar aí para ensinar aos ilustres juízes da Bahia. Mas parece que eles não vivem neste mundo ou o conhecem em mais profundidade que seus pares de outros Estados. Pelo menos em alguns casos. Afinal, foi este mesmíssimo TRE que, confrontado com a mesmíssima legislação da Ficha Limpa, concluiu, corretamente, pelo impedimento da candidatura a deputado federal de Isaac Carvalho, ex-prefeito de Juazeiro que disputou as eleições pelo PCdoB, outro que deve ter concorrido, ainda que condenado também em segunda instância, apostando na igualíssima certeza de Caetano de que milagres ocorrem.

* Artigo do editor Raul Monteiro publicado na edição de hoje da Tribuna.

Raul Monteiro*

28 de novembro de 2018, 20:46

EXCLUSIVA TJ dá resposta a Luislinda Valois e homenageia “primeira juíza negra” da história

Foto: Divulgação

Bravíssima Mary de Aguiar Silva, reconhecida pelo TJ como primeira juíza negra do país, ao lado de Lidivaldo e de um sobrinho

A justíssima homenagem que o Tribunal de Justiça do Estado prestou esta manhã à juíza aposentada Mary de Aguiar Silva, de 92 anos, pelo fato de ter sido a primeira magistrada negra da Bahia e do Brasil, não escondeu uma dura resposta à desembargadora aposentada e ex-ministra Luislinda Valois (Direitos Humanos), que durante muito tempo se auto-atribuiu publicamente o título. Empossada em 1962, não se imagina a luta que esta brava mulher deve ter travado contra o preconceito e as dificuldades de uma infância humilde, como destacaria hoje, na grande festa que o TJ preparou para a concessão da honraria, o sobrinho de Mary, Eli José de Aguiar, que se deslocou de Brasília, com muito orgulho, para prestigiar a homenagem à tia.  A primeira juíza negra atuou na Bahia de 1962 a 1995, mas sua exuberante carreira jurídica incluiu ainda uma passagem como promotora de Justiça. O resgate ao seu papel pioneiro é devido à Comissão de Igualdade, Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos Humanos, presidida pelo desembargador Lidivaldo Brito. Proposta pelo colegiado, a honraria foi aprovada à unanimidade durante uma sessão do pleno do Tribunal de Justiça em outubro passado, na qual o presidente da Corte, desembargador Gesivaldo Brito, não deixaria de alfinetar indiretamente Luislinda Valois, ao dizer que “tentaram usurpar” o reconhecimento a Mary. No evento de hoje, o próprio Lidivaldo voltou ao tema quando, aludindo à desembargadora aposentada e ex-ministra, afirmou que o TJ corrigiu um “equívoco histórico” ao dar publicamente o título à ex-juíza.

28 de novembro de 2018, 11:48

EXCLUSIVA Votação escolhe melhores jornalistas e deputados de 2018 na Assembleia; Política Livre é destaque

Foto: Divulgação/Arquivo

Marcelo Nilo foi o deputado mais votado pelos jornalistas; editor do Política Livre, Raul Monteiro, também foi escolhido

Os deputados estaduais baianos concederam ontem, em votação, o prêmio Destaque para os jornalistas Raul Monteiro, editor deste Política Livre e articulista da Tribuna da Bahia, e Tasso Franco, do Bahia Já, na categoria Site, relativo à atuação de ambos no ano de 2108. Na categoria Rádio, os vencedores foram Itamar Ribeiro (Rádio Sociedade de Feira de Santana)  e Cristóvão Rodrigues (Baiana FM). O jornalista Levi Vasconcelos, colunista do jornal A Tarde, levou a premiação por Imprensa. Os jornalistas que cobrem as atividades da Assembleia também escolheram os parlamentares que se destacaram este ano, dando o Destaques do Ano para, nesta ordem, os deputados Marcelo Nilo (PSB), Hildécio Meirelles (PSC) e Luciano Ribeiro (DEM). Em quarto lugar, empataram os deputados Angelo Coronel (PSD) e Adolfo Viana (PSDB). A Assembleia ainda marcará a data para a entrega dos prêmios.

27 de novembro de 2018, 19:31

EXCLUSIVA Deputados petistas na Assembleia incorporam Lula a seus nomes

Foto: Divulgação/Arquivo

O deputado Paulo Rangel avançou na "homenagem" e passou a ser identificado como Paulo Rangel Lula da Silva

Os deputados do PT na Assembleia resolveram acrescentar a palavra Lula aos seus nomes na Casa como forma de homenagear e manter ativa a lembrança ao líder petista, que se encontra preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, depois de ter sido condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro, além de vir sendo denunciado à Justiça em outros processos. Ao todo, todos os 10 membros da bancada petista resolveram colocar Lula em seus nomes. Alguns, como Paulo Rangel, acrescentaram a suas identificações o nome Lula da Silva. Eles já passaram a ser identificados, inclusive na TV Assembleia, com o Lula em seus nomes.

22 de novembro de 2018, 19:49

EXCLUSIVA Antes de revogar medida da secretaria de Educação, Neto deu pito público em Barral

Foto: Divulgação/Arquivo

Medida tomada por Bruno Barral deixou profundamente irritado o prefeito ACM Neto, que a revogou

Não foi pequeno o pito que o prefeito ACM Neto (DEM) aplicou em seu secretário municipal de Educação, Bruno Barral, antes de determinar a imediata revogação de uma decisão tomada por ele de encerrar o turno integral para alunos do ensino fundamental da rede municipal. O pior é que, profundamente irritado com a medida tomada por Barral, Neto não fez questão de disfarçar o descontentamento nem impedir que outros tomassem conhecimento de que perdeu a paciência com o auxiliar.

22 de novembro de 2018, 12:29

EXCLUSIVA “O governo é que está dentro do DEM, não o contrário”, diz Elmar Nascimento

Foto: Divulgação/Arquivo

Deputado Elmar Nascimento é aliado e amigo pessoal do presidente da Câmara, Rodrigo Maia

Do deputado federal Elmar Nascimento (DEM) a este Política Livre agora pela manhã sobre a provável nomeação, pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), de três ministros do DEM: “O governo é que está dentro do DEM e não o contrário”. Elmar está no time dos que querem ver o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), reeleito para o posto no próximo ano.