12 de outubro de 2018, 10:36

EXCLUSIVA Nome de novo presidente da Prodeb já começa a circular em setores do PT

Não se sabe se com a autorização ou não do governador Rui Costa (PT), já começa a circular em setores do PT o nome do substituto de Samuel Araújo na Prodeb. A menos que algum milagre ocorra, dizem petistas, ele não passa de janeiro, quando o novo governo toma posse. Samuel é filho do deputado federal José Carlos Araújo (PR), que, além de ter perdido a eleição, namorou nos bastidores com a candidatura a governador de ACM Neto (DEM) até o momento em que, surpreendendo os aliados, o prefeito desistiu de concorrer, motivo porque mesmo antes da eleição de domingo último já circulavam especulações de que ele seria expurgado da base no novo governo.

12 de outubro de 2018, 08:57

EXCLUSIVA Site de Pernambuco diz que João Roma é cotado para sucessão de ACM Neto

Foto: Divulgação/Arquivo

João Roma teve quase 85 mil votos para deputado federal no último dia 7 de outubro

Políticos ligados à Prefeitura de Salvador fazem desde segunda-feira uma verdadeira varredura em sites e blogs de Pernambuco para ver de que forma a eleição de João Roma (PRB) a deputado federal será tratada em seu Estado natal. Sete dias antes do pleito, no último dia 1o., o blog do jornalista político pernambucano Edmar Lyra publicou uma nota, intitulada “João Roma desponta na Bahia”, na qual dizia que ele era um dos favoritos das eleições no Estado por contar “com o apoio irrestrito do prefeito ACM Neto (DEM)” e estava, inclusive, cotado para concorrer à sucessão do democrata em Salvador em 2020.

11 de outubro de 2018, 20:05

EXCLUSIVA Apesar da adesão de figurões, campanha de Bolsonaro na Bahia fica com Dayane

Foto: Divulgação/Arquivo

Professora Dayane Pimentel continua sendo a figura de maior confiança de Bolsonaro na Bahia

Apesar dos figurões que estão aderindo à sua campanha na Bahia, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) decidiu colocar exclusivamente nas mãos da deputada federal eleita Dayane Pimentel, presidente estadual de seu partido, o comando de sua campanha no Estado neste segundo turno, exatamente da mesma forma como funcionou no primeiro. A professora de Feira de Santana foi eleita com quase 137 mil votos surfando na onda do capitão reformado e é considerada sua figura de maior confiança por estas bandas.

11 de outubro de 2018, 11:55

EXCLUSIVA PP procura um nome para disputar a Prefeitura de Salvador em 2020

Foto: Divulgação/Arquivo

Deputado Cacá Leão, filho do vice-governador reeleito João Leão, já avisou que não deseja concorrer

Para se igualar aos demais partidos da base de Rui Costa (PT) que acalentam o sonho de concorrer à Prefeitura de Salvador, em 2020, com o apoio do petista, o PP passou a procurar um quadro para chamar de seu na capital baiana. O nome dos sonhos do Progressistas seria o atual presidente da Câmara Municipal, Leonardo Prates, que acaba de se eleger deputado estadual pelo DEM. O plano esbarra, no entanto, na fidelidade, considerada “extrema”, do democrata ao prefeito ACM Neto (DEM). Reeleito com tranquilidade, o deputado federal Cacá Leão, filho do vice-governador reeleito João Leão, já avisou que não quer saber de brigar por cargo executivo nos próximos dois anos.

11 de outubro de 2018, 07:29

EXCLUSIVA E o PT descobre a importância de ser verde-amarelo, por Raul Monteiro*

Nova marca da campanha de Haddad para o segundo turno, em que o verde amarelo substitui o vermelho

Está sendo hercúleo o esforço do PT para tentar ampliar o eleitorado necessário à sua vitória contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) nesta segunda fase do processo eleitoral. Mesmo com os delírios autoritários nos governos Lula e Dilma, exemplificados pelo apoio a ditaduras, práticas corruptas e a permissividade com a corrupção, o cinismo, o ataque às instituições, a incitação ao ódio por meio do “nós contra eles”, a dificuldade em admitir os próprios erros e a tentativa de destruir adversários e críticos, não se pode imputar à legenda o desrespeito aos valores democráticos típico da ultra-direita.

Não obstante a vantagem comparativa neste quesito em relação a Bolsonaro, agora os petistas pagam o preço pela arrogância de achar que o contingente lulista, formado principalmente pelos reconhecidos beneficiários de seus programas sociais, seria suficiente para o partido vencer, inclusive no primeiro turno. Não são, como mostraram as urnas. Primeiro, porque Fernando Haddad não é Lula, como a propaganda, aliás, muito bem sucedida, tentou fazer crer, embora ele também não possa ser considerado um poste sem luz própria nem emprestada como a ex-presidente Dilma Rousseff, de triste memória.

Depois, porque o sentimento anti-petista, transformado na força motriz desta eleição, e muito competentemente manejado pelo capitão reformado, atingiu níveis inimagináveis mesmo para os adversários mais empedernidos do ex-presidente, ampliando imensamente a dificuldade de Haddad para agregar mais energia e votos ao seu projeto eleitoral e levando de roldão muitos daqueles que ocupam o campo do lulismo, como os mais pobres e os nordestinos, segmentos em que a fidelidade ao ex-presidente começa a se mostrar mais flexível do que ele, com certeza, gostaria.

Baseado na premissa equivocada da auto-suficiência eleitoral lastreada no lulismo, Haddad esqueceu-se do resto do país, atracou-se sem comedimento com Lula na prisão de Curitiba e rejeitou categoricamente qualquer aceno ao centro durante o primeiro turno. Sequer admitiu a importância do reequilíbrio fiscal, a necessidade de uma reforma na Previdência nem a revisão da carga tributária. Pelo contrário, repetiu a lenga-lenga de que o país poderia voltar a crescer com base no binômio crédito e consumo, desconsiderando o nível de endividamento a que a Nação foi levada pelo equivocado modelo econômico aplicado pelo petismo.

Perdeu duas oportunidades – a primeira em uma entrevista ao Jornal Nacional e a outra durante o debate na Rede Globo, ao ser inquirido pela candidata Marina Silva, da Rede – de fazer uma autocrítica. Autoanulando-se em prol de uma estratégia eleitoral traçada por um indivíduo preso, naturalmente ressentido e com dificuldades de perceber as mudanças que se processam no país, das quais é, ainda que a contra-gosto, um dos motores, parece ter chegado ao limite. Será que ainda conseguirá convencer o país de que pode realmente governar para todos ou acabará sendo profundamente responsabilizado, junto com o PT, por entregar a Nação ao adversário beligerante?

* Artigo do editor Raul Monteiro publicado originalmente na Tribuna.

Raul Monteiro*

10 de outubro de 2018, 23:13

EXCLUSIVA José Ronaldo nega que campanha pensou em fazer ataques a Rui e à primeira-dama

Foto: Divulgação/Arquivo

José Ronaldo foi candidato ao governo do Estado pelo DEM

O candidato José Ronaldo (DEM) enviou hoje nota ao Política Livre classificando como falsas as informações de que o comando da campanha teria considerado a possibilidade de fazer ataques pessoais ao governador Rui Costa (PT) e à primeira-dama do Estado e afirmando que tais informações não deveriam ser publicadas sem a devida checagem jornalística. “Confabular tais absurdos e ainda sugerir que as informações foram repassadas por uma fonte interna da campanha é incentivo escancarado às fake news, um comportamento que não está em sintonia com os princípios básicos do bom jornalismo. Ao longo de toda a campanha minha equipe atuou de forma moralmente elevada e sempre valorizando os princípios da ética republicana, apontando falhas na administração do Estado, e nunca, em nenhum momento, cogitando fazer ataques pessoais a quem quer que seja”, declarou.

Leia também:  Pouco “ouvido” em propaganda, Ronaldo vetou ataque a Rui e à primeira-dama

10 de outubro de 2018, 19:30

EXCLUSIVA TJ adia julgamento que pode abrir perspectiva para Isaac Carvalho validar votos à Câmara

Foto: Divulgação/Arquivo

Candidato Isaac Carvalho, do PCdoB, concorreu a deputado federal apesar de enquadrado na lei da Ficha Limpa

O Tribunal de Justiça do Estado (TJ) adiou o julgamento, previsto para hoje, de um pedido para reconsiderar uma decisão que condenou o ex-prefeito de Juazeiro Isaac Carvalho (PCdoB) e o tornou inelegível, apesar de já ter analisado o caso outras cinco vezes. Se a decisão for favorável a Isaac, abre a perspectiva para que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) valide os pouco mais de 100 mil votos que ele teve para deputado federal e foram anulados em decorrência de sua condenação pelo TJ, o que o enquadrou na lei da ficha limpa. Entre advogados que militam no Tribunal Eleitoral, a tese da garantia da posse a Isaac teria ganho força depois que cálculos concluíram que ele derrubará não o deputado federal reeleito José Rocha (PR), que pertence à base do governo, mas o oposicionista Leur Jr. (DEM), que, neste caso, terá que correr atrás do mandato por meio de um recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

10 de outubro de 2018, 17:45

EXCLUSIVA Pouco “ouvido” em propaganda, Ronaldo vetou ataque a Rui e à primeira-dama

Foto: Divulgação/Arquivo

Na reta final da campanha, Ronaldo assumiu apoio a candidatura de Jair Bolsonaro, como mostram os números em sua camisa

A decisão do ex-candidato do DEM ao governo, José Ronaldo, de pedir votos para o presidenciável Jair Bolsonaro na reta final da campanha, responsável por um quase rompimento dele com o prefeito ACM Neto (DEM), coordenador nacional da candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República, foi um risco calculado e representou um ato de rebeldia do ex-prefeito de Feira de Santana em relação à sua equipe de comunicação.

Quem relata ao Política Livre é um assessor de campanha de Ronaldo sob o compromisso do mais absoluto anonimato. Segundo ele, o candidato, desde o princípio, discordou da linha de propaganda traçada para ele, mas as divergências se tornaram internamente evidentes no momento em que chegou o material de campanha de Geraldo Alckmin (PSDB), cujo objetivo era fazer com que ele e seus aliados distribuíssem.

Como já vinha percebendo a resistência ao tucano nos ambientes em que circulava, Ronaldo não concordou com a estratégia por medo de que dificultasse ainda mais seu crescimento na preferência do eleitorado. Na verdade, conta a mesma fonte, o candidato do DEM gostaria de ter feito uma dobradinha com o presidenciável PDT, Ciro Gomes, com quem o Centrão, com o DEM à frente, chegou a tentar uma aproximação que acabou se inviabilizando.

Neste momento, sentindo a dificuldade de decolagem de Alckmin, Ronaldo passou a apostar na candidatura de Bolsonaro. Aproveitando as relações pessoais e políticas com a deputada federal eleita Dayane Pimentel, presidente estadual do PSL, que é de Feira de Santana, cidade que governou quatro vezes, o candidato do DEM já tinha empenhado amigos para ajudar na preparação de um evento em Salvador para o capitão reformado.

Foi a única visita feita à Bahia pelo presidenciável, obrigado a se recolher depois de sofrer um atentado em Juiz de Fora, numa atividade de campanha. Firmada a aproximação, o passo seguinte era montar uma estratégia que permitisse, no caso de Alckmin naufragar, como acabou ocorrendo, uma “transição natural” de Ronaldo para a campanha do capitão reformado, com a qual, conta a mesma fonte, a equipe não quis colaborar.

Para isso, era necessário ter empreendido um discurso que posicionasse Ronaldo como um candidato anti-petista e buscasse situar o governador Rui Costa (PT) não apenas no campo de adversário político, mas de representante do “inimigo maior”, o petismo, nos mesmo moldes do que vinha fazendo o capitão reformado nacionalmente. No entanto, Ronaldo permaneceu sem ser escutado. Foi aí que o núcleo duro da campanha teve uma idéia.

Para testar se o candidato sofria um boicote na própria campanha, uma figura muito ligada a ele vazou para a imprensa uma nota antecipando que, em seu horário eleitoral, seriam feitas críticas ao apoio do PT à Venezuela, tema recorrente na comunicação de Bolsonaro. A histeria desencadeada para descobrir a fonte da notícia provou, na visão da mesma fonte, que a indiferença aos interesses de Ronaldo no seio da campanha era deliberada.

Em contrapartida, queriam que o candidato permanecesse atacando a administração estadual e, num dado momento, o governador e sua mulher, a primeira-dama do Estado, Aline, pessoalmente. Para tanto, chegaram à mesa da produtora em que Ronaldo gravava “documentos” supostamente comprovando o que se pretendia denunciar. O candidato do DEM foi então firme e desautorizou qualquer propaganda pessoal contra o concorrente.

O auxiliar de Ronaldo conta que ainda tentaram convencer o candidato da “importância” do ataque, alegando que a iniciativa poderia desestabilizar a campanha de Rui, mas, usando todo o seu mau humor, à esta altura no limite, o democrata deu um pito na equipe. Ele foi duro ao dizer que não bancava a estratégia, alegando que a investida não traria nenhum tipo de contribuição ao que mais precisava naquele momento: votos.

A resistência à estratégia desejada por Ronaldo é apontada como culpada pelo fato de o candidato não ter ido ao segundo turno, como aconteceu com pelo menos dois postulantes de outros estados que conseguiram fazer a tempo a vinculação com Bolsonaro. A aproximação, no entanto, rendeu ao ex-prefeito de Feira a tarefa de, nesta segunda fase do processo eleitoral, coordenar a campanha do capitão reformado na Bahia junto com Dayane Pimentel.

Leia também: José Ronaldo nega que campanha pensou em fazer ataques a Rui e à primeira-dama

10 de outubro de 2018, 08:38

EXCLUSIVA PT e Lúcio Vieira Lima podem se aproximar para derrotar Neto em 2020; deputado nega: “É mentira”

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Deputado federal Lúcio Vieira Lima

Derrotado na tentativa de se reeleger deputado federal, Lúcio Vieira Lima, que controla o MDB da Bahia, teve um segundo encontro com interlocutores do governador Rui Costa (PT), agora, depois da eleição. Uma primeira aproximação havia sido feita ainda em setembro com o ex-governador Jaques Wagner, a qual o emedebista nega que tenha ocorrido. O laço que os unem hoje é o horror ao prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). Lúcio não perdoa o próprio Neto, seu vice, Bruno Reis (DEM), e o presidente do PSDB da Bahia, João Gualberto, pela pressão que fizeram para que deixasse o próprio partido a fim de permitir uma aliança com a qual o prefeito pudesse disputar o governo. E topa qualquer negócio para ajudar o PT a derrotar Neto já na eleição municipal de 2020.

Em telefonema há pouco a este Política Livre, o deputado federal Lúcio Vieira Lima, líder do MDB estadual, negou que tenha tido encontros com representantes do governador Rui Costa (PT) antes ou depois do primeiro turno da eleição e que a aproximação integre um projeto de aproximação com o PT no Estado com o objetivo de derrotar o prefeito ACM Neto (DEM) na sucessão municipal de 2020. “Acabei de perder uma eleição e tudo isso é mentira. Reafirmo que nunca tive encontro com Jaques Wagner antes, apesar de que, se tivesse tido, não teria problema algum, e não tive depois da eleição. Se vier a ter, não é problema nenhum. A eleição de 2020 será em 2020, não disse a ninguém que vou me juntar a ninguém para derrotar ACM Neto, não faço política desta forma, querendo destruir os outros. E se alguma vez pensar em mudar posicionamento, não será através da imprensa que saberão. Será olho no olho”, declarou, observando que não deve suas vitórias e derrotas a ninguém, a não ser a ele mesmo. Quanto ao seu posicionamento no segundo turno das eleições, Lúcio disse que aguarda um posicionamento partidário nacional para sondar as lideranças locais e decidir o que fazer. Ele adiantou, no entanto, que, neste momento no país, apoio de partidos pouco significa. “O povo é que vai tomar a decisão, como tomou agora. Se apoio de partidos valesse alguma coisa, na política atual, (Geraldo Alckmin) seria presidente. O povo vai decidir de acordo com a campanha”, declarou. (Atualizado às 11h16)

 

10 de outubro de 2018, 07:37

EXCLUSIVA Revoltado, Irmão Lázaro diz que não apóia nome de Neto em 2020 nem 2022

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Além de deputado federal, o "amado" Irmão Lázaro é também cantor gospel

Revoltado com a derrota na disputa ao Senado, o deputado federal Irmão Lázaro (PSC) tem dito a figuras próximas que vai trabalhar em seu próprio partido para evitar apoio ao candidato do prefeito ACM Neto (DEM) à sucessão municipal de 2020. E que nem passa por sua cabeça qualquer movimento na direção de uma eventual campanha de Neto ao governo, em 2022, disputa para a qual já começou a divulgar que quer apoiar de novo o ex-candidato ao governo José Ronaldo (DEM), de quem ficou muito próximo nestas eleições. O deputado federal, que costumava se referir aos eleitores na televisão como “amados irmãos”, pelo visto, está cheio de ódio no coração, atribuindo ao prefeito grande parte de sua derrota para senador.

9 de outubro de 2018, 21:46

EXCLUSIVA Sandro Régis considera cedo discussão sobre liderança da oposição

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O deputado estadual Sandro Régis (DEM) foi reeleito com 22 mil votos

O deputado estadual reeleito Sandro Régis (DEM) afirmou, agora à noite, a este Política Livre, que ficou “muito lisonjeado” com a indicação do atual líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Luciano Ribeiro (DEM), para ele reassumir a lidera da minoria da Casa. Ribeiro, que não conseguiu se reeleger, disse nesta terça-feira (9) que Sandro Régis é preparado para assumir o seu lugar. “Agradeço muito a indicação de Luciano, que é meu amigo pessoal, mas tem uma bancada nova, com diversos deputados novos e outros reeleitos também, com competência, e esse assunto deve ser discutido a partir da próxima legislatura”, disse Sandro Régis, ao salientar que “fico muito lisonjeado com a indicação de Luciano”. Reeleito com 64.268 mil votos para o seu quinto mandato, o deputado Sandro Régis já foi líder da oposição na ALBA em 2015 e 2016.

9 de outubro de 2018, 20:08

EXCLUSIVA Fátima Mendonça cobra de aliados do PT empenho pela eleição de Haddad na Bahia

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Ex-primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça, continua sem papas na língua

Conhecida pela liderança, o ativismo político e a ascendência sobre o marido e senador eleito Jaques Wagner, Fátima Mendonça, a Fatinha, deu um recado aos aliados do PT no Estado, em alto e bom som, depois que as urnas confirmaram a vitória da chapa petista ao governo, no último domingo. “Não aceito que nenhum de vocês aqui não se empenhem ao máximo pela eleição de (Fernando) Haddad à Presidência da República”, declarou numa roda em que estavam todos os caciques do governismo no Estado. Não houve, entre os presentes, quem comentasse sobre a cobrança da ex-primeira-dama do Estado.

9 de outubro de 2018, 08:43

EXCLUSIVA Saldo de campanha de José Ronaldo vira motivo de preocupação entre fornecedores

Foto: Divulgação/Arquivo

Ex-candidato a governador José Ronaldo

O fim da eleição na Bahia não encerrou a preocupação de quem forneceu à campanha de José Ronaldo (DEM), derrotado pelo governador Rui Costa (PT) no último domingo. Há dúvida sobre quem vai arcar com o saldo de campanha do candidato depois que ele, deliberadamente, antecipou apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro e se afastou do prefeito ACM Neto, presidente nacional do DEM.

9 de outubro de 2018, 08:16

EXCLUSIVA Wagner deve ir para ministério e Gabrielli, para Petrobras, em governo Haddad

Foto: Reprodução/Arquivo

Wagner e Gabrielli devem assumir posições de poder num eventual governo Haddad, como já aconteceu no passado

Escolhido como uma espécie de articulador informal do candidato Fernando Haddad, o senador eleito Jaques Wagner (PT) ficou encarregado de convencer o ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) a não apenas declarar apoio ao petista como fechar uma aliança com ele que pode resultar, inclusive, em participação num futuro ministério do ex-prefeito de São Paulo. Aliás, o próprio Wagner já é cotado para um ministério num eventual governo de Fernando Haddad. Além dele, outro que tem vaga garantida num casual governo do petista é José Sérgio Gabrielli, atual coordenador de campanha de Haddad, que, segundo comentários entre petistas, pode ser indicado presidente da Petrobras, cargo que ocupou em governos petistas anteriores.

Raio Laser, Tribuna da Bahia