25 de março de 2012, 07:50

EXCLUSIVA EXCLUSIVO: César Borges pode se tornar mais novo candidato das oposições à Prefeitura

Com seu nome lançado como uma espécie de isca por deputados do PR na Assembleia, o ex-senador César Borges pode de fato encarar o desafio de disputar a sucessão municipal em Salvador. Ele vem sendo incentivado por amigos a entrar no páreo principalmente em função da dificuldade de as oposições apresentarem um nome único para disputar as eleições de outubro na capital baiana.

Com três nomes no jogo – ACM Neto (DEM), Mário Kertész (PMDB) e Antonio Imbassahy (PSDB) -, as forças oposicionistas não conseguiram até agora chegar a um consenso em torno da apresentação de um nome único à sucessão do prefeito João Henrique (PP), o que tem gerado especulações de que o grupo pode rachar, levando à manutenção das três candidaturas, o que é considerado um suicídio, ou à desistência de duas delas num momento em que já não for mais possível reverter um quadro eventualmente favorável ao PT.

Os estímulos a Borges cresceram principalmente depois do afastamento do PR do governo Dilma Rousseff no Congresso. Mas o que mais teria incentivado o ex-senador a admitir seu ingresso na sucessão teria sido o comentado veto do governador Jaques Wagner (PT) à indicação do baiano para o Ministério dos Transportes, considerado também como um dos pivôs do rompimento da bancada do PR no Senado com o governo federal.

Depois da confirmação de que a indicação de Borges era inviável, os deputados mais próximos a ele na Assembleia passaram a defender abertamente que o ex-senador se lançasse na disputa em Salvador sob o argumento de que ele poderia se tornar uma alternativa para unir as oposições. Além de acesso direto ao PMDB, ele teria refeito seus canais de comunicação com Antonio Imbassahy e, principalmente, com ACM Neto.

Deputados chegam a brincar que, apesar dos atritos da última campanha estadual, quando quase chegaram a romper, o relacionamento do presidente estadual do PR teria voltado ao normal e hoje seria tão bom com o candidato do DEM que, com alguma habilidade, o ex-senador poderia até convencer ACM Neto a se tornar seu vice, na hipótese de o democrata se sentir muito isolado para enfrentar as eleições municipais.

Raul Monteiro

25 de março de 2012, 07:40

EXCLUSIVA EXCLUSIVO: Derrota de João Henrique na Câmara revela que ele prefere apoio jurídico ao político

João Henrique

Um certo desprezo pela política, o mesmo que o guindou à condição de prefeito de Salvador em plena era do carlismo, que ajudou, com sua vitória, a começar a derrotar, pode explicar a razão de João Henrique (PP) ter evitado perder o sono e gastar lábia política pela aprovação de suas contas pela Câmara Municipal.

João Henrique chegou à Prefeitura depois de alguns bem sucedidos mandatos na Assembleia por meio dos quais se notabilizou por propor ações à Justiça contra o Estado supostamente em defesa da população, prática que começou a exercitar, também com sucesso, quando ainda era vereador de Salvador.

No momento em que suas contas chegaram à Câmara e se aproximou o momento de serem relatadas, o prefeito recebeu acenos, conforme noticiou este Política Livre, para conversas em torno do espinhoso tema por parte do PT e do PMDB, partidos que se uniram para reprová-las esta semana na Comissão de Finanças.

Embora tenha permitido que prepostos abrissem a interlocução com as duas legendas, João Henrique, pessoalmente, não se interessou efetivamente por elas, doidas por receber algum sinal de que a máquina municipal pode, mesmo que veladamente, apoiar seus candidatos à sucessão municipal nesta campanha.

A esta altura, o prefeito já dispunha de um denso parecer do jurista Celso Castro, afirmando que, apesar do risco de as contas serem reprovadas, não é provável que ele possa pagar politicamente pelo pior. Isto é: o prefeito não ficaria inelegível para 2014, porque, segundo a tese de Castro, a rejeição das contas não justifica punição tão radical.

João Henrique pode ter sofrido e se sentido traído com a decisão da Comissão de Finanças da Câmara de rejeitar-lhe as contas, principalmente porque vereadores que votaram contra ele, alguns de partidos aliados mas também de adversários, possuem um verdadeiro harém, em alguns casos, literalmente, de indicações no Legislativo.

Mas o prefeito conta com a segunda etapa da votação na Câmara, aquela que ocorrerá em plenário e será decisiva. E, mais do que isso, com um eventual julgamento jurídico, a partir dos argumentos de Castro, de que não cometeu crime algum na prestação das contas de 2009 e 2010 que possa restringir seus passos políticos em 2014.

Raul Monteiro

24 de março de 2012, 12:23

EXCLUSIVA EXCLUSIVO: Derrota de João Henrique na Câmara revela que ele prefere apoio jurídico ao político

Um certo desprezo pela política, o mesmo que o guindou à condição de prefeito de Salvador em plena era do carlismo, que ajudou, com sua vitória, a começar a derrotar, pode explicar a razão de João Henrique (PP) ter evitado perder o sono e gastar lábia política pela aprovação de suas contas pela Câmara Municipal.

João Henrique chegou à Prefeitura depois de alguns bem sucedidos mandatos na Assembleia por meio dos quais se notabilizou por propor ações à Justiça contra o Estado supostamente em defesa da população, prática que começou a exercitar, também com sucesso, quando ainda era vereador de Salvador.

No momento em que suas contas chegaram à Câmara e se aproximou o momento de serem relatadas, o prefeito recebeu acenos, conforme noticiou este Política Livre, para conversas em torno do espinhoso tema por parte do PT e do PMDB, partidos que se uniram para reprová-las esta semana na Comissão de Finanças.

Embora tenha permitido que prepostos abrissem a interlocução com as duas legendas, João Henrique, pessoalmente, não se interessou efetivamente por elas, doidas por receber algum sinal de que a máquina municipal pode, mesmo que veladamente, apoiar seus candidatos à sucessão municipal nesta campanha.

A esta altura, o prefeito já dispunha de um denso parecer do jurista Celso Castro, afirmando que, apesar do risco de as contas serem reprovadas, não é provável que ele possa pagar politicamente pelo pior. Isto é: o prefeito não ficaria inelegível para 2014, porque, segundo a tese de Castro, a rejeição das contas não justifica punição tão radical.

João Henrique pode ter sofrido e se sentido traído com a decisão da Comissão de Finanças da Câmara de rejeitar-lhe as contas, principalmente porque vereadores que votaram contra ele, alguns de partidos aliados mas também de adversários, possuem um verdadeiro harém, em alguns casos, literalmente, de indicações no Legislativo.

Mas o prefeito conta com a segunda etapa da votação na Câmara, aquela que ocorrerá em plenário e será decisiva. E, mais do que isso, com um eventual julgamento jurídico, a partir dos argumentos de Castro, de que não cometeu crime algum na prestação das contas de 2009 e 2010 que possa restringir seus passos políticos em 2014.

Raul Monteiro

23 de março de 2012, 18:20

EXCLUSIVA Mapa do Brasil vermelho?

Na posse de Magda Chambriard, que substituiu o baiano Haroldo Lima na presidência da ANP, os botons distribuídos a todos os convidados eram predominantemente vermelhos. Até o mapa do Brasil tinha a cor do PT. Sinal de que o verde e amarelo está em baixa ou… a “venezuelização” em alta.

23 de março de 2012, 13:09

EXCLUSIVA Leão e Marinho brincam sobre possibilidade de chapa no gabinete de Wagner

Ao final da visita do ministro Marcelo Crivella (Pesca), ontem, a Salvador, ele decidiu visitar Jaques Wagner, fazendo-se acompanhar das várias lideranças que o seguiam. No gabinete do governador, os deputados federais João Leão (PP) e Márcio Marinho (PRP) se encontraram, conversaram e depois sentaram-se próximos. Foi quando Leão virou para Marinho e tascou, dirigindo-se para um correligionário que se aproximava com uma máquina fotográfica: “Pode estar aqui a chapa Leão-Marinho para a Prefeitura de Salvador!”. Também sorrindo, Marinho retrucou: “E por que não a chapa Marinho-Leão?” No mesmo clima amistoso, Leão meneou a cabeça e já ia se resignando, quando um assessor o socorreu: – Porque, no reino animal, só existe Leão Marinho e não o contrário. Todo mundo caiu na gargalhada.

23 de março de 2012, 12:32

EXCLUSIVA Hospitais têm nova glosa com o Planserv

Hospitais voltaram a ter glosa com o Planserv. É o que informaram servidores do Planserv em contato com este Política Livre. De acordo com estes funcionários, além da biometria, assegurados têm que preencher um grande formulário e o acordo entre hospitais e diretoria do plano ainda não surtiu resultado. Alguns hospitais como o Português tiveram uma glosa de R$ 3 mi, metade do que faturou. Mais uma vez, o Planserv, continuam estes servidores, não cumpriu o acordo com a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (AHSEB) de zerar as glosas. Este site tentou entrar em contato com o Planserv quando saíram as primeiras denúncias sobre o assunto, mas a assessoria informou que a direção do plano não vai se pronunciar sobre o assunto.

23 de março de 2012, 11:43

EXCLUSIVA Lauro de Freitas: Secretário diz que membros do PCdoB anunciaram acordo

O secretário de Governo de Lauro de Freitas, Ápio Vinagre (PT), em entrevista ao Política Livre, declarou que membros do diretório municipal do PCdoB haviam confirmado o acordo com o PT, naquela cidade, ontem à noite em reunião com mais de 100 lideranças partidárias. Segundo ele, participaram da reunião o presidente do PCdoB de Lauro de Freitas, Eduardo Freitas, e José Carlos Guri, ex-presidente do PCdoB municipal e membro da direção, que apresentaram a retirada do nome de Chico Franco como pré-candidato a prefeito e a sua indicação para ser o pré-candidato a vice na chapa do pré-candidato do PT à Prefeitura, João Oliveira. Ainda de acordo com o secretário, Guri afirmou que já havia um entendimento com a direção estadual. Havia outros nomes de outros partidos como possíveis candidatos à vaga, mas abriram mão, em favor do comunista. Vinagre, entretanto, ressalta a declaração do presidente estadual do PCdoB, Daniel Almeida, sobre as direções estadual e nacional dos partidos terem a prerrogativa de intervir em suas instâncias. As direções estaduais e nacionais têm, pelo conceito nacional dos partidos a prerrogativa de intervir nas suas instâncias. (Thiago Ferreira)

Leia mais:

Lauro de Freitas: PCdoB pode recuar para apoiar PT

Lauro de Freitas: Presidente estadual do PCdoB nega que aliança com PT tenha sido fechada

23 de março de 2012, 11:33

EXCLUSIVA Jutahy diz que intrigas não vão atrapalhar projeto de unidade das oposições

Em telefonema há pouco ao Política Livre, o deputado federal Jutahy Jr. (PSDB) reafirmou que o objetivo do PSDB é promover a unidade das oposições em Salvador, mandando um recado duro aos que, em sua avaliação, pensam que podem atrapalhar o projeto: “Todas as tentativas de fazer política através de intrigas por meio do noticiário político para que isso não ocorra são para mim irrelevantes, porque o que nos interessa é que a nossa população tenha claro que estamos de fato lutando pela vitória e esta passa pela unidade”. Segundo Jutahy, “as questões da Bahia serão resolvidas na Bahia e as nossas lideranças dos diversos partidos tem o dever de a ter responsabilidade com nossa cidade e o nosso estado. A unidade passa por humildade e desapego a projetos pessoais.”

23 de março de 2012, 11:07

EXCLUSIVA Lauro de Freitas: Presidente estadual do PCdoB nega que aliança com PT tenha sido fechada

Daniel Almeida, presidente estadual do PCdoB

O presidente estadual do PCdoB, Daniel Almeida, em entrevista ao Política Livre, negou que tenha sido fechada qualquer aliança de seu partido com o PT em Lauro de Freitas. Um entendimento entre as duas legendas estava sendo anunciado na imprensa, mas Almeida afirmou que a pré-candidatura de Chico Franco está mantida e que ele deve se reunir ainda hoje com ele. “Se alguém está falando pelo PCdoB ou não entende a cultura do PCdoB ou está usando expedientes não muito bons na política”, disse. O dirigente comunista afirmou que quem delibera sobre alianças nos municípios com mais de 50 mil habitantes é a direção estadual. “Será sempre a direção estadual que anunciará se houve entendimento ou não”.

Daniel Almeida, entretanto, não afastou a possibilidade de aliança – com o PT e com outros partidos – em Lauro de Freitas e outras cidades. “Agora, temos conversado. Fizemos uma conversa com Jonas na semana passada. Essa semana, fizemos conversa com Negromonte (PP) sobre possibilidades de alianças no Estado e inclusive discussão sobre uma estratégia mais global com o PT, com o PP e, nessas conversas, está incluída Lauro de Freitas”, confirmou.

Daniel Almeida concluiu mandando um recado para o PT: “O PT tem muita ânsia por buscar apoio e não compreende que só recebe apoio quem tem também disposição de apoiar. Nós apoiamos candidatos do PT e outros partidos, mas também queremos receber apoios. Se o PT faz conversas e sai anunciando como se estivesse fechado, o PT não tá querendo apoio. Ou nos respeita como aliado ou nós vamos conversar com outros. Imposição o PCdoB não aceitará. O anúncio que foi feito, a leitura que eu faço é a seguinte: se o PT não quer o apoio em Lauro de Freitas, que diga isso de forma mais clara”.

Thiago Ferreira

22 de março de 2012, 20:54

EXCLUSIVA Coité: Prefeitura pode suspender micareta devido a seca

C. do Coité

A Prefeitura de C. do Coité, cidade distante 240 km de Salvador, poderá suspender a realização da micareta, evento que aconteceria no final de abril. O motivo é a forte seca que assola a região. O secretário de Esporte e Lazer, Gildemar Carneiro, em entrevista do Jornal Correio do Mês, confirmou que existe a possibilidade. “O prefeito fez uma reunião com o secretariado e expôs o problema. Essa semana ele deverá convocar uma audiência pública com a população para esclarecer o caso de forma oficial. A cidade passa por um momento difícil, famílias na zona rural não tem o que comer e a Prefeitura achou, por bem, suspender a festa, pois estamos em estado de emergência, já decretado. Os recursos serão captados para tentar amenizar esta situação da falta de água e comida das famílias necessitadas”, disse. Carneiro cogitou a realização da festa em julho, no período do aniversário da cidade, fato ainda não confirmado. (Victor Pinto)

22 de março de 2012, 18:20

EXCLUSIVA Alexandre Brust relembra opinião de Brizola sobre urnas eletrônicas

Com a informação de que um grupo da Universidade de Brasília conseguiu driblar a barreira de segurança da urna eletrônica, o presidente estadual do PDT, Alexandre Brust, em contato com o Política Livre, lembrou as opiniões de Brizola acerca da utilização da urna no processo eleitoral. “Com a comprovação de que a urna é violável, Brizola tinha razão ao afirmar que era necessário ter votos impressos dentro delas para facilitar uma possível recontagem da votação, pois tudo é contabilizado, somado dentro da máquina e fica, somente, na memória do disquete. Nasce agora uma desconfiança e vamos continuar defendendo essa análise brizolista”, disse.  (Victor Pinto)

22 de março de 2012, 16:06

EXCLUSIVA Marta Rodrigues descumpriu acordo com PT ao votar com Sandoval contra contas de JH

Ao votar hoje favoravelmente ao parecer do vereador Sandoval Guimarães (PT) recomendando a rejeição das contas do prefeito João Henrique (PP), a vereadora Marta Rodrigues (PT) descumpriu um acordo com a direção do seu partido, pelo qual ela deveria ter formulado um voto em separado, elencando motivos diferentes para rejeitar a prestação. A idéia do PT era evitar ser acusado depois de ter seguido a orientação do PMDB, partido do relator pilotado pelos irmãos Vieira Lima (Geddel e Lúcio), mas Marta, mais uma vez, pôs tudo a perder.

22 de março de 2012, 15:58

EXCLUSIVA Irmãos Vieira Lima parabenizam Paulo Câmara por voto contra aprovação de contas de JH

Depois de acompanhar o voto do vereador Sandoval Guimarães (PMDB) contra a aprovação das contas do prefeito João Henrique (PP) na Comissão de Finanças da Câmara Municipal, o vereador Paulo Câmara (PSDB) almoçou hoje no restaurante Al Mare, da família dos irmãos Vieira Lima (Geddel e Lúcio). Câmara almoçava com o publicitário Roberto Barreto, o Robertinho, um dos sócios da agência Idéia 3, quando Geddel e Lúcio chegaram ao restaurante, que fica localizado no Shopping Salvador, e, foram logo parabenizando-o pelo voto, que acompanhou a posição do PMDB.

22 de março de 2012, 13:17

EXCLUSIVA EXCLUSIVO: Imbassahy e Kertész estariam se entendendo em outro patamar?

Voto de Paulo Câmara contra JH despertou fortíssimas especulações sobre a sucessão envolvendo PSDB e PMDB

O voto favorável do vereador Paulo Câmara (PSDB) ao parecer do colega Sandoval Guimarães (PMDB) acompanhando a reprovação das contas do prefeito João Henrique (PP) não passou despercebido na Câmara e nos meios políticos atentos ao cenário municipal. Assim que foi anunciado, gerou fortíssima especulação de que resultaria de um entendimento entre o PSDB e o PMDB, não apenas relativo ao posicionamento frente ao prefeito, mas, principalmente, com vistas à sucessão em Salvador. Como é público, PSDB e PMDB têm como pré-candidatos, respectivamente, o deputado federal Antonio Imbassahy e o radialista Mário Kertész. Depois de algumas negociações frustradas com prepostos da Prefeitura, o PMDB jogou hoje pela manhã, na Comissão de Finanças, todas as suas fichas na reprovação das contas do prefeito. E Câmara vinha votando com tanta frequência com a base do governo no Legislativo municipal que chegou a ser incluído no rol dos governistas extraoficiais. Será que seu voto repentino contra o prefeito revelaria que Imbassahy e Kertész começaram a se entender num patamar muito superior ao até aqui verificado?

 

22 de março de 2012, 11:51

EXCLUSIVA Comissão de Finanças mantém parecer do TCM a favor da rejeição das contas de JH

João Henrique (PP), prefeito de Salvador

A Comissão de Finanças da Câmara de Vereadores manteve o parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) a favor da rejeição das contas do prefeito João Henrique (PP). O relator, vereador Sandoval Guimarães (PMDB), votou pela rejeição e foi acompanhado pelos vereadores Paulo Câmara (PSDB), Alfredo Mangueira (PMDB) e Marta Rodrigues (PT), que iria apresentar um voto em separado, mas preferiu apresentar novos dados, que foram incorporados ao relatório de Sandoval Guimarães. Quem dá o seu voto contrário ao prefeito agora é a vereadora Olívia Santana (PCdoB), também apoiando o relator. Ainda faltam os votos dos vereadores Orlando Palhinha (PP) e Heber Santana (PSC), integrantes da base de apoio ao prefeito. Após a aprovação, o relatório vai a plenário, mas, como não tramita em regime de urgência, ainda terá que esperar a votação de outros 800 projetos para ser analisado. (Thiago Ferreira)