29 de março de 2012, 09:30

EXCLUSIVA Depois de indicar Saltur, PTB é assediado pelo PP para fazer Edvaldo vice de Leão

Foto: Paulo Macedo (Divulgação)

Para PP, Edvaldo Brito seria excelente nome para vice de Leão

Consolidada a indicação do PTB para a Saltur, o vice-prefeito Edvaldo Brito, do partido, deve ser assediado agora pelo PP para se tornar vice na chapa encabeçada por João Leão. Pré-candidato do PP à Prefeitura, Leão vê em Brito o nome ideal para desfilar à tiracolo na periferia da cidade, no empresariado soteropolitano e baiano e nos programas de televisão que pretende levar ao ar apresentando sua mensagem para o eleitorado de Salvador. As atenções e mesuras do PP são tantas com o PTB de Edvaldo e seu filho, o deputado federal Antonio Brito, que levantam fortes suspeitas de que os dois partidos atuaram juntos no sentido de promover o afastamento do DEM da Saltur para emplacar um nome dos dois na empresa. Em troca, na visão do partido de Leão, Edvaldo poderia emprestar seu charme à sua chapa. O caminho do convencimento pode ser mais fácil, caso Edvaldo ache conveniente trocar uma eleição a um mandato de vereador em Salvador que pode ser um passeio por uma campanha majoritária à la Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida.

Raul Monteiro

29 de março de 2012, 06:43

EXCLUSIVA Itanhém: Visita do governador pode causar desconforto eleitoral

Foto: Divulgação

Jaques Wagner, o pré-candidato do PCdoB, Ranyere Casa Nova e Nilton Vasconcelos

O governador Jaques Wagner estará em Itanhém, no Extremo-Sul do estado, nesta quinta-feira, para inaugurar a recuperação da rodovia BA-290, que liga os municípios de Itanhém e Medeiros Neto. A obra foi realizada em 2010. Na época, Wilson Brito, atual secretário da pasta de Desenvolvimento e Integração Regional (SDIR), chefiava a Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra). A comitiva do governador deve chegar por volta às 11h e será recebida pelo prefeito Milton Ferreira Guimarães (PSB), o Bemtivi. Mas a visita do governador também pode causar um desconforto para o prefeito, já que Wagner intenciona ter no mesmo palanque o pré-candidato do PCdoB, Ranyere Casa Nova, que esteve em Salvador na última semana, durante a festa de 90 anos do partido, para articular apoios à sua campanha. Ranyere e Bemtivi são adversários diretos nas próximas eleições, já que o atual prefeito é candidato à reeleição.

Emerson Nunes

28 de março de 2012, 21:15

EXCLUSIVA Itanhém: Visita do governador pode causar desconforto eleitoral

Foto: Divulgação

Jaques Wagner, o pré-candidato do PCdoB, Ranyere Casa Nova e Nilton Vasconcelos

O governador Jaques Wagner estará em Itanhém, no Extremo-Sul do estado, nesta quinta-feira, para inaugurar a recuperação da rodovia BA-290, que liga os municípios de Itanhém e Medeiros Neto. A obra foi realizada em 2010. Na época, Wilson Brito, atual secretário da pasta de Desenvolvimento e Integração Regional (SDIR), chefiava a Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra). A comitiva do governador deve chegar por volta às 11h e será recebida pelo prefeito Milton Ferreira Guimarães (PSB), o Bemtivi. Mas a visita do governador também pode causar um desconforto para o prefeito, já que Wagner intenciona ter no mesmo palanque o pré-candidato do PCdoB, Ranyere Casa Nova, que esteve em Salvador na última semana, durante a festa de 90 anos do partido, para articular apoios à sua campanha. Ranyere e Bemtivi são adversários diretos nas próximas eleições, já que o atual prefeito é candidato à reeleição.

Emerson Nunes

28 de março de 2012, 10:39

EXCLUSIVA TJ escolhe lista tríplice para desembargador na vaga de advogado

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) escolheu a lista tríplice para desembargador na vaga de advogado. Foram escolhidos Pedro Guerra, que recebeu 29 votos, Custódio Lacerda, com 24 e César Joau, 22. A lista segue agora para escolha do governador Jaques Wagner (PT).

28 de março de 2012, 06:45

EXCLUSIVA EXCLUSIVO: ACM Neto vai deixar governo João Henrique

ACM Neto estaria batendo em retirada da Prefeitura de Salvador

Ninguém se surpreenda se o deputado federal ACM Neto (DEM) deixar, nos próximos dias, o governo do prefeito João Henrique (PP), onde indicou o titular da Saltur, Cláudio Tinoco. A conversa rolou solta agora à noite, comandada por políticos que raramente se enganam. O afastamento pode obedecer à estratégia do Democrata de se posicionar oficialmente como candidato a prefeito de Salvador em outubro. A confirmar!

Raul Monteiro

27 de março de 2012, 22:05

EXCLUSIVA EXCLUSIVO: ACM Neto vai deixar governo João Henrique

ACM Neto estaria batendo em retirada da Prefeitura de Salvador

Ninguém se surpreenda se o deputado federal ACM Neto (DEM) deixar, nos próximos dias, o governo do prefeito João Henrique (PP), onde indicou o titular da Saltur, Cláudio Tinoco. A conversa rolou solta agora à noite, comandada por políticos que raramente se enganam. O afastamento pode obedecer à estratégia do Democrata de se posicionar oficialmente como candidato a prefeito de Salvador em outubro. A confirmar!

Raul Monteiro

27 de março de 2012, 16:42

EXCLUSIVA Galo e Capitão Tadeu se desentendem em sessão da Assembleia

Foto: Montagem Política Livre/Roberto Viana/Vitor Fernandes

Permuta com o tempo do PSB rola mal estar

Rolou um mal estar entre os deputados Marcelino Galo (PT) e Capitão Tadeu (PSB), ambos governistas, por conta da permuta feita pela liderança da maioria, representada pelo petista, com o horário que pertencia ao PSB, para discurso em plenário. Tadeu questionou, indignado, a atitude de trocar os 10 minutos da fala do seu partido sem consultar os integrantes da sigla. Galo argumentou que durante a rápida reunião o parlamentar não estava para resolver a questão, o que foi negado por Tadeu. No fim das contas, o socialista abriu mão do discurso para o acordo feito e saiu bufando da tribuna. Após o furdunço, quem utilizou o tempo foi deputado Reinaldo Braga (PR). “Foi um prazer ceder o horário para o líder da oposição, Reinaldo Braga. Eu fiz o registro, anteriormente, pois o acordo deve ser feito entre as partes”, afirmou, depois, o parlamentar. (Victor Pinto)

26 de março de 2012, 14:42

EXCLUSIVA Wagner declara que Dilma deve indicar baiano para Codevasf

Foto: Thiago Ferreira/ Política Livre

Jaques Wagner (PT)

O governador Jaques Wagner afirmou, em entrevista exclusiva, hoje pela manhã, ao Política Livre, na Fundação Luís Eduardo Magalhãs, que a presidência da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) deve vir, realmente, para a Bahia. A presidência da Companhia havia sido pedida por petistas baianos após a demissão de ministros do estado e foi tema de conversa entre os dirigentes do PT estadual com as direções nacional e regional da legenda. “A Codevasf deve vir. Não posso falar antes, porque quem indica é a presidenta da República, mas há uma sinalização neste sentido”, declarou o governador. Nos bastidores, fala-se do nome do presidente da Companhia de Engenharia Ambiental da Bahia (Cerb), Bento Ribeiro, para a presidência da companhia. O Política Livre foi o primeiro veículo a dar conta de que o governador Jaques Wagner tentava fazer o comando da Codevasf como recompensa pela perda de ministérios da Bahia, como pode ser lido no texto exclusivo abaixo. (Thiago Ferreira)

Leia também EXCLUSIVO: Wagner tenta compensar perda de ministérios e Petrobras com Codevasf

26 de março de 2012, 14:03

EXCLUSIVA Caetano adota tom de palanque e prefeito na plateia grita: “Aê, governador”

Foto: Thiago Ferreira/ Política Livre

Luiz Caetano (PT), prefeito de Camaçari e presidente da UPB

O prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT), presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) adotou um tom de palanque em seu discurso, cobrando mais recursos para a seca na Bahia; disse, inclusive, que queria uma solução para o problema “ainda hoje”. No final, além de aplausos, teve prefeito mais atirado que gritou “Aê, governador”, sendo acompanhado por alguns poucos colegas. Questionado por este Política Livre sobre o assunto, Caetano riu e pediu “Me tire fora dessa, eu nem ouvi”. (Thiago Ferreira)

26 de março de 2012, 13:55

EXCLUSIVA Recursos contra seca gera “ciumeira” entre prefeitos e UPB pede mais verba

Foto: Thiago Ferreira/ Política Livre

Fernando Bezerra, Wagner, Pinheiro, Eugênio Spengler

Prefeitos baianos de, aproximadamente, 160 cidades, pediram mais recursos hoje para o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra (PSB), por causa da forte seca que assola a Bahia e outros estados nordestinos. “Na verdade, tivemos uma seca muito dura, talvez, a mais dura dos últimos anos. Os serviços já estavam sendo feitas, porque a seca já dura três anos e, agora, temos que acelerar. Estamos buscando garantir a safra. É um quadro de muita preocupação”, disse o governador Jaques Wagner. Por causa da liberação de recursos no valor de R$ 200 mil para cinco municípios baianos, alguns prefeitos foram se queixar com o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Luiz Caetano (PT), que externou a situação durante o seu discurso.

“(A liberação de recursos) Criou uma ciumeira danada entre os prefeitos”, disse Caetano que, em conversa com o Política Livre, antecipou que deve se reunir com a presidenta Dilma Rousseff (PT) para pedir mais recursos, a serem destinados para as cidades não contempladas inicialmente. A liberação de mais verba foi abordada também pelo governador Jaques Wagner (PT): “A gente tem que ser muito duro ao pedir recursos para o governo estadual e Governo Federal, mas tem que ser também muito rigoroso na aplicação do dinheiro. Qualquer denúncia sobre mal utilização vai voltar a velha cantilena que a gente ficava inventando seca”. “Se forem necessários mais recursos, a Bahia terá. Não é preciso nenhum prefeito ter ciúme do outro”, disse o ministro, tentando colocar panos quentes na ciumeira.

Thiago Ferreira

26 de março de 2012, 13:39

EXCLUSIVA Lisboa diz que substituto de Martins na Sefaz ainda não foi definido e que Brasileiro deve deixar Sedes

Cézar Lisboa, secretário estadual de Relações Institucionais

O secretário estadual de Relações Institucionais, Cézar Lisboa, afirmou, em entrevista ao Política Livre, na manhã de hoje, na Fundação Luís Eduardo Magalhães, durante o ato de assinatura de convênios contra a seca no estado, que o substituto do secretário Carlos Martins na Secretaria da Fazenda (Sefaz) ainda não foi definido. Lisboa declarou ter conversado na manhã de hoje com o governador Jaques Wagner (PT) sobre o assunto, mas que o desenho sobre a alteração ainda não foi definido. O secretário disse que está mantido o prazo para a saída de Martins – até o próximo dia 30 – e que o governador será o responsável pelo anúncio do substituto. Sobre a saída do secretário da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Carlos Brasileiro, Lisboa deixou claro que, apesar de não ter uma definição, o desenho hoje aponta mais para a saída dele do que para a sua permanência. No entanto, o secretário disse que, se sair, Brasileiro deve deixar a pasta até o dia 06 e não no dia 30, junto com Martins. Um petista presente ao ato na Fundação disse que Brasileiro terá que deixar a pasta por ser o nome mais competitivo do PT para a disputa eleitoral na cidade de Senhor do Bonfim. (Thiago Ferreira)

25 de março de 2012, 07:50

EXCLUSIVA EXCLUSIVO: César Borges pode se tornar mais novo candidato das oposições à Prefeitura

Com seu nome lançado como uma espécie de isca por deputados do PR na Assembleia, o ex-senador César Borges pode de fato encarar o desafio de disputar a sucessão municipal em Salvador. Ele vem sendo incentivado por amigos a entrar no páreo principalmente em função da dificuldade de as oposições apresentarem um nome único para disputar as eleições de outubro na capital baiana.

Com três nomes no jogo – ACM Neto (DEM), Mário Kertész (PMDB) e Antonio Imbassahy (PSDB) -, as forças oposicionistas não conseguiram até agora chegar a um consenso em torno da apresentação de um nome único à sucessão do prefeito João Henrique (PP), o que tem gerado especulações de que o grupo pode rachar, levando à manutenção das três candidaturas, o que é considerado um suicídio, ou à desistência de duas delas num momento em que já não for mais possível reverter um quadro eventualmente favorável ao PT.

Os estímulos a Borges cresceram principalmente depois do afastamento do PR do governo Dilma Rousseff no Congresso. Mas o que mais teria incentivado o ex-senador a admitir seu ingresso na sucessão teria sido o comentado veto do governador Jaques Wagner (PT) à indicação do baiano para o Ministério dos Transportes, considerado também como um dos pivôs do rompimento da bancada do PR no Senado com o governo federal.

Depois da confirmação de que a indicação de Borges era inviável, os deputados mais próximos a ele na Assembleia passaram a defender abertamente que o ex-senador se lançasse na disputa em Salvador sob o argumento de que ele poderia se tornar uma alternativa para unir as oposições. Além de acesso direto ao PMDB, ele teria refeito seus canais de comunicação com Antonio Imbassahy e, principalmente, com ACM Neto.

Deputados chegam a brincar que, apesar dos atritos da última campanha estadual, quando quase chegaram a romper, o relacionamento do presidente estadual do PR teria voltado ao normal e hoje seria tão bom com o candidato do DEM que, com alguma habilidade, o ex-senador poderia até convencer ACM Neto a se tornar seu vice, na hipótese de o democrata se sentir muito isolado para enfrentar as eleições municipais.

Raul Monteiro

25 de março de 2012, 07:40

EXCLUSIVA EXCLUSIVO: Derrota de João Henrique na Câmara revela que ele prefere apoio jurídico ao político

João Henrique

Um certo desprezo pela política, o mesmo que o guindou à condição de prefeito de Salvador em plena era do carlismo, que ajudou, com sua vitória, a começar a derrotar, pode explicar a razão de João Henrique (PP) ter evitado perder o sono e gastar lábia política pela aprovação de suas contas pela Câmara Municipal.

João Henrique chegou à Prefeitura depois de alguns bem sucedidos mandatos na Assembleia por meio dos quais se notabilizou por propor ações à Justiça contra o Estado supostamente em defesa da população, prática que começou a exercitar, também com sucesso, quando ainda era vereador de Salvador.

No momento em que suas contas chegaram à Câmara e se aproximou o momento de serem relatadas, o prefeito recebeu acenos, conforme noticiou este Política Livre, para conversas em torno do espinhoso tema por parte do PT e do PMDB, partidos que se uniram para reprová-las esta semana na Comissão de Finanças.

Embora tenha permitido que prepostos abrissem a interlocução com as duas legendas, João Henrique, pessoalmente, não se interessou efetivamente por elas, doidas por receber algum sinal de que a máquina municipal pode, mesmo que veladamente, apoiar seus candidatos à sucessão municipal nesta campanha.

A esta altura, o prefeito já dispunha de um denso parecer do jurista Celso Castro, afirmando que, apesar do risco de as contas serem reprovadas, não é provável que ele possa pagar politicamente pelo pior. Isto é: o prefeito não ficaria inelegível para 2014, porque, segundo a tese de Castro, a rejeição das contas não justifica punição tão radical.

João Henrique pode ter sofrido e se sentido traído com a decisão da Comissão de Finanças da Câmara de rejeitar-lhe as contas, principalmente porque vereadores que votaram contra ele, alguns de partidos aliados mas também de adversários, possuem um verdadeiro harém, em alguns casos, literalmente, de indicações no Legislativo.

Mas o prefeito conta com a segunda etapa da votação na Câmara, aquela que ocorrerá em plenário e será decisiva. E, mais do que isso, com um eventual julgamento jurídico, a partir dos argumentos de Castro, de que não cometeu crime algum na prestação das contas de 2009 e 2010 que possa restringir seus passos políticos em 2014.

Raul Monteiro

24 de março de 2012, 12:23

EXCLUSIVA EXCLUSIVO: Derrota de João Henrique na Câmara revela que ele prefere apoio jurídico ao político

Um certo desprezo pela política, o mesmo que o guindou à condição de prefeito de Salvador em plena era do carlismo, que ajudou, com sua vitória, a começar a derrotar, pode explicar a razão de João Henrique (PP) ter evitado perder o sono e gastar lábia política pela aprovação de suas contas pela Câmara Municipal.

João Henrique chegou à Prefeitura depois de alguns bem sucedidos mandatos na Assembleia por meio dos quais se notabilizou por propor ações à Justiça contra o Estado supostamente em defesa da população, prática que começou a exercitar, também com sucesso, quando ainda era vereador de Salvador.

No momento em que suas contas chegaram à Câmara e se aproximou o momento de serem relatadas, o prefeito recebeu acenos, conforme noticiou este Política Livre, para conversas em torno do espinhoso tema por parte do PT e do PMDB, partidos que se uniram para reprová-las esta semana na Comissão de Finanças.

Embora tenha permitido que prepostos abrissem a interlocução com as duas legendas, João Henrique, pessoalmente, não se interessou efetivamente por elas, doidas por receber algum sinal de que a máquina municipal pode, mesmo que veladamente, apoiar seus candidatos à sucessão municipal nesta campanha.

A esta altura, o prefeito já dispunha de um denso parecer do jurista Celso Castro, afirmando que, apesar do risco de as contas serem reprovadas, não é provável que ele possa pagar politicamente pelo pior. Isto é: o prefeito não ficaria inelegível para 2014, porque, segundo a tese de Castro, a rejeição das contas não justifica punição tão radical.

João Henrique pode ter sofrido e se sentido traído com a decisão da Comissão de Finanças da Câmara de rejeitar-lhe as contas, principalmente porque vereadores que votaram contra ele, alguns de partidos aliados mas também de adversários, possuem um verdadeiro harém, em alguns casos, literalmente, de indicações no Legislativo.

Mas o prefeito conta com a segunda etapa da votação na Câmara, aquela que ocorrerá em plenário e será decisiva. E, mais do que isso, com um eventual julgamento jurídico, a partir dos argumentos de Castro, de que não cometeu crime algum na prestação das contas de 2009 e 2010 que possa restringir seus passos políticos em 2014.

Raul Monteiro

23 de março de 2012, 18:20

EXCLUSIVA Mapa do Brasil vermelho?

Na posse de Magda Chambriard, que substituiu o baiano Haroldo Lima na presidência da ANP, os botons distribuídos a todos os convidados eram predominantemente vermelhos. Até o mapa do Brasil tinha a cor do PT. Sinal de que o verde e amarelo está em baixa ou… a “venezuelização” em alta.