13 de março de 2012, 06:53

ECONOMIA Jogo repetido dá Mega Sena de R$ 15 milhões a baiano

Imagine poder comprar 536 carros populares, 2.680 motos ou ter um rendimento mensal de R$ 72 mil na poupança. Todas estas três situações – exemplificadas pela Caixa Econômica Federal (CEF) – estão, a partir de agora, à disposição de um único baiano, ganhador do concurso 1.370 da Mega-Sena. Dois bilhetes tinham os números sorteados, mas a CEF confirmou que há apenas um apostador. A explicação é que ele repetiu o mesmo jogo. O sortudo tem agora quase R$ 15 milhões. De acordo com a CEF, esse é o décimo prêmio milionário que sai para Salvador nos últimos 13 anos. Os últimos foram em novembro de 2011 e em março de 2009. A aposta foi feita na Casa Lotérica Leite, que fica no Pituba Parque Center, Itaigara, onde o movimento nesta segunda, foi intenso. (A Tarde)

12 de março de 2012, 15:58

ECONOMIA Maior desafio do Brasil é ‘livrar-se da força do real’, diz criador do ‘Bric’

“O maior desafio cíclico do Brasil é livrar-se da força do real.” O diagnóstico é do economista Jim O’Neill, do banco Goldman Sachs. Foi ele quem criou, em 2001, a sigla “Bric” – Brasil Rússia, Índia e China – passar destacar o que considerou os principais países emergentes. A afirmação foi veiculada pela agência Bloomberg. O’Neill calcula que a moeda brasileira precise recuar 20% para ficar em um “nível sustentável”.Isso significa que o dólar deveria passar do atual R$ 1,78 para R$ 2,13. O economista disse, ainda, que a decisão do Banco Central de reduzir a taxa básica de juros em 0,75 ponto, para 9,75% ao ano, foi “boa”. As declarações de O’Neill vêm justamente no momento em que o governo voltou a acusar os países ricos de promover uma guerra cambial e ameaça usar suas munições para defender o real de uma apreciação forte. Leia mais no Estadão.

12 de março de 2012, 13:46

ECONOMIA Juros para pessoa física recuam e atingem a menor taxa dos últimos 17 anos

Pelo terceiro mês seguido, a taxa média de juros para pessoa física teve redução. Em fevereiro, o percentual foi 6,33%, uma queda de 1,09% sobre o resultado registrado em janeiro (6,4%). Isso equivale a uma taxa de 108,87% ao ano, a menor da série histórica, iniciada em 1995 pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Na avaliação do vice-presidente da entidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira, entre os motivos da queda da taxa média de juros estão as medidas adotadas pelo governo brasileiro para manter o mercado interno aquecido, como a sequência de cortes na taxa básica de juros (Selic) e a queda do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de crédito. Segundo o levantamento, das seis linhas de crédito pesquisadas apenas a do crédito rotativo dos cartões de crédito não caiu, permanecendo estável na média de 10,8% ao mês e 238,3% ao ano. Já a taxa de juros para as empresas atingiu a média de 3,72% ao mês e 55,01% ao ano – o que representou um recuo de 1,85% no mês e de 2,24%, nos últimos 12 meses – a menor variação desde dezembro de 2009.

12 de março de 2012, 12:45

ECONOMIA Dólar opera em alta após medida do governo contra queda da moeda

O dólar comercial opera em forte alta nesta segunda-feira, após nova medida do governo para conter a queda da moeda. Às 12h06, a moeda tinha valorização de 1,60%, a R$ 1,8135 para venda. A divisa não atingia patamares superiores a R$ 1,81 no fechamento desde o dia 9 de janeiro deste ano, quando fechou a R$ 1,8347. Nesta segunda, o governo decidiu, pela segunda vez em menos de duas semanas, aumentar de três anos para até cinco anos o prazo de incidência da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras de (IOF) nas liquidações de operações de câmbio contratadas a partir de 12 de março de 2012. “Talvez o governo não queira taxar operações de prazo maior para não inibir essas captações, mas esses dois aumentos do prazo de incidência do IOF indicam que podem vir extensões maiores caso o governo ache necessário”, afirmou o economista sênior da CM Capital Markets Mauricio Nakahodo. (G1/Reuters)

12 de março de 2012, 12:20

ECONOMIA Bancos brasileiros ficam à frente de americanos em rentabilidade

Foto: Germano Luders

Rentabilidade dos bancos brasileiros atingiu 13,97% em 2011

Levantamento divulgado nesta segunda-feira pela Economatica demonstra que em 2011 a rentabilidade sobre o patrimônio (ROE, na sigla em inglês) dos bancos de capital aberto brasileiros ficou à frente da apurada para os americanos pelo oitavo ano consecutivo. A consultoria faz a pesquisa desde 1999. No ano passado, os bancos brasileiros fecharam com um ROE de 13,97%, que significou uma queda de 1,6 ponto porcentual sobre o dado verificado em 2010. O valor do ROE de 2011 representou ainda a interrupção da sequência de altas que os bancos do país mostravam desde 2008. Já o ROE das instituições financeiras dos Estados Unidos ficou em 7,63%, o que implicou alta pelo segundo ano seguido. O valor em 2009 era de 2,81% – o menor de todo o período analisado pela Economatica – e passou a 6,06% no ano seguinte. Três anos atrás, a relação do ROE das instituições financeiras brasileiras em relação às americanas era de 4,7 vezes. Em 2011, este coeficiente caiu para 1,8 vez. (Veja)

12 de março de 2012, 10:39

ECONOMIA Governo publica nova medida contra a queda do dólar

O governo decidiu, pela segunda vez em menos de duas semanas, aumentar de três anos para até cinco anos o prazo de incidência da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras de (IOF) nas liquidações de operações de câmbio contratadas a partir de 12 de março de 2012. A taxa foi mantida em 6%. A alteração foi restrita ao prazo. O decreto que estabelece o aumento foi publicado na edição do “Diário Oficial da União” desta segunda-feira. No dia 1º de março, o governo havia aumentado o prazo de dois para até três anos. No ano, a moeda acumula queda de 4,47%. A decisão do Ministério da Fazenda vale para ingresso de recursos no país por meio de empréstimo externo, sujeito a registro no Banco Central, contratado de forma direta ou mediante emissão de títulos no mercado internacional. Leia mais no G1.

12 de março de 2012, 09:44

ECONOMIA Governo eleva prazo para isenção de IOF em empréstimos externos

Foto: Dan Kitwood/Getty Images

Esta é a quarta vez que governo amplia prazo para isenção de captação externa

O governo aumentou nesta segunda-feira de três para até cinco anos o prazo mínimo para isenção da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas liquidações de operações de câmbio contratadas a partir desta data. Toda operação de empréstimo externo liquidada com menos de cinco anos será agora tributada em 6%. A medida é a mais nova tentativa do Planalto de tentar conter a valorização do real. Esta é a quarta vez que o governo amplia esse prazo. A última foi em 1º de março, quando o prazo mínimo aumentou de 720 dias para três anos. O decreto foi publicado nesta segunda no Diário Oficial da União (DOU). A decisão do Executivo de ampliar o prazo não deve representar uma grande surpresa para o mercado, que vem trabalhando com a expectativa de novas medidas cambiais desde que o governo intensificou suas intervenções. (Veja)

9 de março de 2012, 13:38

ECONOMIA Inadimplência cresce 0,97% em fevereiro

A inadimplência do consumidor registrou a segunda alta seguida no ano e atingiu 0,97% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). De acordo com a CNDL, isso indica uma persistência de endividamento mais alto nesse início de ano, decorrente de dois movimentos distintos da economia. O primeiro, contracionista, até meados do ano passado, combinou seguidas elevações na taxa básica de juros com retiradas de incentivos fiscais para o consumo. O segundo movimento, a partir do segundo semestre de 2011, buscou reverter o quadro de baixo crescimento decorrente da crise econômica internacional. Ainda segundo o estudo, as vendas a prazo apresentaram queda de 5,71% em fevereiro na comparação com  janeiro.

9 de março de 2012, 11:56

ECONOMIA Alimentos e transportes ajudam a segurar inflação oficial em fevereiro

A queda nos preços de vários itens alimentícios e dos transportes ajudaram a conter a inflação em fevereiro. De acordo com dados divulgados hoje, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, diminuiu para 0,45% em fevereiro, depois de registrar 0,56% em janeiro. O resultado também ficou abaixo do apurado em fevereiro de 2011 (0,8%). Segundo o documento do IBGE, a taxa do grupo alimentação e bebidas diminuiu de 0,86% em janeiro para 0,19% em fevereiro. Ficaram mais baratos principalmente os itens consumidos no domicílio, cuja taxa passou de 0,68% para –0,03%. É o caso das carnes (de -0,64% para –1,99%), que exerceram o segundo maior impacto para baixo no mês. Também pesaram menos no orçamento das famílias o tomate (de 8,09% para –16,96%), o açúcar refinado (de –0,75% para –3,67%), o macarrão (de –0,96% para –2,8%), o açúcar cristal (de –1,23% para –2,38%), a batata-inglesa (de 8,01% para –0,87%), o queijo (de 1,71% para –0,41%) e a cerveja para consumo doméstico (de 0,38% para –0,21%).

9 de março de 2012, 11:11

ECONOMIA Com cortes de gastos, PAC é insuficiente

Marca dos governos petistas, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) deixa muito a desejar como indutor do crescimento da economia. Afetado indiretamente pelos cortes no Orçamento e vítima da burocracia, vem tendo uma execução muito aquém do esperado. Embora os desembolsos com o programa tenham crescido, são em valor muito menor do que o país precisa para garantir a realização de grandes eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, por exemplo. Os investimentos do PAC incluídos no Orçamento de 2011 chegavam a R$ 35,4 bilhões, mas foram executados R$ 28 bilhões. Parte desse baixo resultado deve-se ao ajuste fiscal imposto pela equipe econômica às contas públicas. O programa não é contingenciado diretamente, mas como o governo decidiu fazer um superávit maior — a meta cheia prevista para o ano, sem desconto dos investimentos do PAC — parte das despesas do programa acabaram sacrificadas. (O Globo)

Martha Beck e Cristiane Jungblut, O Globo

9 de março de 2012, 10:28

ECONOMIA Com redução da Selic, poupança se torna mais atrativa a curto prazo

O novo corte na taxa básica de juros na última quarta-feira tornou a vida realmente difícil para os fundos DI e incrementou a atratividade da poupança e de outras aplicações de renda fixa baratas. Com os juros a 9,75% ao ano, fundos DI com taxas de administração de mais de 1% ao ano se tornaram praticamente inviáveis para prazos de até um ano, e se tornarão definitivamente mais desvantajosos que a poupança caso a Selic atinja o patamar esperado de 9,5% ao ano até o fim de 2012. “Tornar a poupança mais competitiva foi um dos objetivos do Banco Central, uma vez que o governo tem interesse em irrigar as operações de financiamento imobiliário. Os preços dos imóveis subiram bastante, e o setor imobiliário é muito importante para a economia como um todo”, observa Ricardo Torres, professor de finanças da Brazilian Business School. Com a crise econômica internacional, o governo procura estimular o crescimento da economia brasileira. Leia mais na Exame.

9 de março de 2012, 10:12

ECONOMIA ‘Diário Oficial’ publica nomeação de nova diretora-geral da ANP

Foto: Aline Massuca/Valor

Magda Maria de Regina Chambriard

A nomeação da engenheira Magda Maria de Regina Chambriard para o cargo de diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) foi publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União. A escolha foi anunciada nesta quinta pela Secretaria de Imprensa do Palácio do Planalto. Assinado pela presidente Dima Rousseff, o decreto de nomeação determina que o mandato será até 5 de novembro deste ano. A data em que tomará posse no cargo ainda não foi anunciada. Ela irá substituir o ex-diretor-geral Haroldo Lima, que deixou o cargo em dezembro do ano passado. Até então, o comando da agência era ocupado interinamente pelo diretor Florival Roddrigues de Carvalho. A mudança no comando da agência ocorre um mês após Dilma escolher a engenheira Maria das Graças Silva Foster como nova presidente da Petrobras. Leia mais no G1.

9 de março de 2012, 08:54

ECONOMIA IPC-S aumenta em Salvador e mais seis capitais pesquisadas pela FGV

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) aumentou nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na primeira semana de março, em relação à anterior. As maiores altas foram observadas em Belo Horizonte e Recife: 0,29 ponto percentual. Enquanto em Belo Horizonte, a taxa de inflação passou de 0,54% na semana de 29 de fevereiro para 0,83% na de 7 de março, em Recife o índice passou de 0,64% para 0,93% no período. As demais cidades registraram as seguintes altas: Brasília (0,18 ponto percentual, ao passar de 0,22% para 0,40%), Porto Alegre (0,17 ponto percentual, ao passar de 0,29% para 0,46%) e Salvador (0,15 ponto percentual, ao passar de 0,25% para 0,40%). As menores altas foram observadas em São Paulo (0,14 ponto percentual, ao passar de 0,01% para 0,15%) e Rio de Janeiro (0,12 ponto percentual, ao passar de 0,27% para 0,39%).

8 de março de 2012, 12:23

ECONOMIA Faturamento da indústria cai 1,4% em janeiro

A pesquisa Indicadores Industriais da Confederação Nacional da Indústria mostrou queda de 1,4% no faturamento da indústria em janeiro na comparação com dezembro. Houve, no entanto, um aumento de 0,3% nas horas trabalhadas, na mesma base de comparação, e avanço de 0,5% no emprego, segundo dados com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo período de 2011, houve aumento no faturamento (3,4%) e no emprego (0,8%), enquanto as horas trabalhadas caíram 0,7%. Já o dado sobre massa salarial real mostrou alta de 9,7% no primeiro mês de 2012 em relação a um ano antes. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) passou de 81,3% no último mês de 2011 para 81,9% em janeiro deste ano, considerando o dado com ajuste sazonal. Em janeiro do ano passado, o Nuci com ajuste estava em 82,9%. O resultado ficou acima do teto previsto por analistas consultados pelo AE Projeções, que esperavam entre 81,40% e 81,80%. (Agência Estado)

8 de março de 2012, 11:49

ECONOMIA Cesta básica de Salvador cai e é a 2ª mais barata

A cesta básica de Salvador caiu 4,52% em fevereiro e passou a ser a 2ª mais barata entre as 17 capitais analisadas pelo Dieese, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira. O custo dos alimentos em janeiro era de R$ 214,21 e passou para R$ 204,53. Nos últimos 12 meses, a redução foi de 2,81%. O comportamento da cesta básica é influenciado pela queda no preço de cinco dos 12 produtos básicos. A redução mais expressiva foi no valor do tomate (-35,66%), seguido do açúcar (-16,29%), que caiu pela terceira vez seguida. As outras quedas foram do óleo (-3,59%), manteiga (-1,54%) e banana (-0,93%). Já a maior alta foi no preço do feijão (13,61%), seguida do café (7,69%), arroz (4,74%), leite (2,96%), farinha de mandioca (2,93%), carne (1,57%) e pão (0,20%). As informações são do jornal A Tarde.