13 de junho de 2012, 18:30

ECONOMIA Fecomercio-BA estima crescimento de vendas no mês de junho

A Fecomercio-BA (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia) prevê um mês de junho positivo para a atividade comercial na Bahia, mesmo com os impactos causados pela seca em todo o Estado. “O Dia dos Namorados é a 3ª data comemorativa mais importante para o comércio e o São João intensifica o volume das vendas em toda a região”, lembra Carlos Amaral, presidente da Fecomercio-BA. De acordo com Amaral, o crescimento das vendas na Bahia em junho girará entre 8 e 10% em relação ao ano anterior e o tíquete médio per capita, impulsionado pela passagem do Dia dos Namorados, será da ordem de R$100,00. O presidente da Fecomercio na Bahia acredita que a seca que assola várias cidades do interior impactará no aumento do preço de vários produtos juninos e também na escassez de alguns itens típicos de grande procura no período.

13 de junho de 2012, 11:56

ECONOMIA Brasil cresce abaixo das economias do G-20

O crescimento das economias do G-20 aumentou no primeiro trimestre de 2012, mas em um ritmo que variou amplamente, de acordo com dados divulgados hoje pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A aceleração do crescimento na Austrália, Alemanha, Japão, Coreia do Sul e México conduziu a melhora, enquanto as economias de outros membros do grupo desaceleraram ou estabilizaram. O Produto Interno Bruto (PIB) dos membros do G-20 no primeiro trimestre aumentou 0,8%, em relação ao último trimestre do ano passado, segundo a OCDE. A alta foi melhor que o crescimento de 0,7% reportado no quarto trimestre de 2011, na comparação com o trimestre anterior. O PIB do Brasil teve crescimento de 0,2%, estável em relação ao quatro trimestre de 2011. Leia mais no Estadão.

Clarissa Mangueira, da Agência Estado

13 de junho de 2012, 08:11

ECONOMIA Banco Mundial reduz previsão para crescimento da economia brasileira

O Banco Mundial (Bird) reduziu, de 3,4% para 2,9%, a perspectiva de crescimento da economia brasileira em 2012, segundo relatório divulgado nesta terça. A previsão anterior constava de documento divulgado em janeiro. Apesar da redução, a expectativa ainda é maior que a dos economistas dos bancos brasileiros. Na segunda-feira, o boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, apontou que os economistas esperam alta de 2,53% no PIB deste ano. Para 2013, a previsão do Banco Mundial é de uma alta de 4,2% no PIB brasileiro, e para 2014, de 3,9%, “apoiado por políticas mais expansionistas e aumento dos investimentos antes da Copa do Mundo”. O Bird havia anunciado uma previsão de 3,6% para a América Latina e o Caribe em seu informe de janeiro. Nesta terça, a expectativa foi reduzida para 3,5%. Para a economia global, o banco espera um crescimento fraco este ano, de 2,5%, em função das incertezas na zona do euro. A expectativa é a mesma apresentada no relatório de janeiro passado. (Correio)

13 de junho de 2012, 08:02

ECONOMIA Ações da Petrobras estão desvalorizadas

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, disse ontem que não há otimismo exagerado em relação ao pré-sal e que as ações da empresa estão muito desvalorizadas. “Não há excesso de otimismo em relação ao pré-sal. As ações da Petrobras estão muito desvalorizadas por uma série de razões, você faz muito bem em comprar (ações)”, disse ela em entrevista ao “Programa do Jô”, da TV Globo, que foi ao ar na noite de ontem. “É uma questão de tempo a produção desse petróleo. O pré-sal é uma realidade.” Graça Foster falou também que os consumidores brasileiros devem estar satisfeitos com os preços dos combustíveis no país. Combustíveis – A presidente da Petrobras disse que os consumidores brasileiros devem estar satisfeitos com os preços. “Os consumidores não podem reclamar dos nossos preços, nem da gasolina nem do diesel”. Leia mais na Tribuna.

12 de junho de 2012, 14:41

ECONOMIA Argentina vai exportar doces cítricos e camarões selvagens para o Brasil a partir de julho

O governo da Argentina autorizou hoje a normalização das exportações de doces cítricos e camarões selvagens, típicos do cultivo argentino, para o Brasil. A medida vale a partir de 1º de julho. A liberação faz parte das últimas negociações entre os vizinhos latino-americanos para facilitar a entrada de produtos regionais. O acordo foi articulado entre os ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e das Relações Exteriores do Brasil e da Argentina. “É uma notícia importante para a nossa indústria. Mas quero que ela seja estendida a outros produtos nacionais”, disse o ministro da Agricultura, Norbert Yauha. Há cerca de três anos começaram as negociações para a entrada de camarão da Argentina no Brasil. Inicialmente, havia uma série de restrições de ordem sanitária e também relacionadas à questão econômica. Mas, nos últimos meses, o impasse foi superado.

12 de junho de 2012, 14:28

ECONOMIA Tombini: expectativa para o próximo semestre é expansão do crédito e redução da inadimplência

A expansão de crédito segue nos próximos trimestres, com condições mais favoráveis de taxas de juros e redução da inadimplência. A expectativa é do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, que participa neste momento de audiência pública no Senado. Segundo Tombini, o crédito no país continuará em expansão moderada. O presidente do BC destacou a recuperação dos financiamentos de veículos e aumento da participação do crédito imobiliário, atualmente em 5% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. “Há espaço para que o crédito imobiliário ocupe”, disse, acrescentando que maior participação desse financiamento ganhará espaço de outras modalidades. Tombini destacou que a inadimplência irá recuar no segundo semestre deste ano. Um dos fatores apontados pelo presidente do BC é a melhora do perfil dos tomadores de crédito a partir de setembro do ano passado.

12 de junho de 2012, 10:08

ECONOMIA Cheques sem fundos em maio têm maior alta desde julho de 2009

O índice de cheques sem fundos atingiu 2,15% em maio, segundo levantamento da Boa Vista Serviços – empresa de informações de crédito que administra banco de dados com informações comerciais e cadastrais de consumidores e empresas. É o maior patamar desde julho de 2009, quando o índice era de 2,17%. A tendência de alta é verificada desde outubro de 2010, quando a proporção de cheques devolvidos em relação ao total de cheques movimentados era de 1,54%. O índice de 2,15% de maio é também significativamente superior ao registrado ao mesmo período do ano passado, quando a proporção de cheques devolvidos atingiu 1,96%. As novas medidas de estímulo ao crédito e a perspectiva de continuidade da redução da taxa básica de juro ao longo de 2012 podem minimizar o movimento de alta do número de cheques devolvidos, na avaliação da Boa Vista. (O Globo)

12 de junho de 2012, 07:20

ECONOMIA Venda de carros importados despenca 35%

O tempo para o mercado de carros importados no país segue fechado e sujeito a trovoadas. As importadoras tradicionais, marcas sem fábricas instaladas no Brasil e que são representadas pela Abeiva, divulgaram o balanço do mês de maio nesta segunda-feira: de acordo com os números da entidade, as vendas das marcas associadas despencaram 35,6% em relação ao mesmo período de 2011. As 28 marcas representadas pela Abeiva (como as alemãs BMW e Audi, as inglesas Bentley, Jaguar e Land Rover, a americana Chrysler, a sueca Volvo e também chinesas como a Lifan, Effa e JAC) encerraram maio com 12.388 unidades vendidas. Em maio de 2011, o emplacamento no mês havia sido de 19.277 unidades. Leia mais na Tribuna.

11 de junho de 2012, 13:30

ECONOMIA Vendas de carros importados despencam 35% em maio com dólar alto e efeito do IPI

O tempo para o mercado de carros importados no país segue fechado e sujeito a trovoadas. As importadoras tradicionais, marcas sem fábricas instaladas no Brasil e que são representadas pela Abeiva, divulgaram o balanço do mês de maio nesta segunda-feira: de acordo com os números da entidade, as vendas das marcas associadas despencaram 35,6% em relação ao mesmo período de 2011. O aumento da alíquota do IPI para importados (medida de setembro de 2011, mas que ainda rege o desempenho do segmento) e a alta do dólar no ano são apontados como principais causas das perdas no período, mas a Abeiva não deixou de fazer críticas ao comportamento do governo, que seguiria beneficiando as montadoras nacionais, na leitura da entidade. (Uol)

11 de junho de 2012, 10:40

ECONOMIA Brasil importa até feijão-preto da China

A tradicional feijoada brasileira também é meio chinesa. O avanço do gigante asiático no mercado mundial vai além dos tablets, eletrônicos e das bugigangas que invadiram camelôs e lojas. Até abril deste ano, 44% das 78,2 mil toneladas de feijão-preto importado pelo País vieram da China, fatia quase equivalente à da Argentina (48%), velho fornecedor do grão. A China nem aparecia nas compras externas brasileiras de feijão-preto seis anos atrás. Já em 2011, o feijão chinês era 33% das importações. E, só em abril deste ano, a participação atingiu 72,9%, apontam os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, elaborados pela Federação da Agricultura do Estado de Paraná (Faep). A China estreou para valer no mercado brasileiro de feijão-preto em 2008, quando houve quebra na safra nacional e na produção argentina. De lá para cá, os volumes cresceram, impulsionados pelo câmbio favorável às importações e preços competitivos. Leia mais na Tribuna.

11 de junho de 2012, 09:06

ECONOMIA Mercado reduz pela quinta semana seguida estimativa de crescimento da economia em 2012

A expectativa de analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano caiu pela quinta semana seguida. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), desta vez, passou de 2,72% para 2,53%. Para 2013, houve redução de 4,5% para 4,3%. As informações constam do boletim Focus, uma pesquisa semanal do Banco Central (BC), divulgada às segundas-feiras. A expectativa para o crescimento da produção industrial também caiu, ao passar de 1,15% para 1%, em 2012, e de 4,25% para 4,2%, no próximo ano. A estimativa para a cotação do dólar ao final do ano permanece em R$ 1,90, em 2012, e foi ajustada de R$ 1,87 para R$ 1,88, no fim de 2013. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi mantida em US$ 20 bilhões, neste ano, e em US$ 15 bilhões, em 2013. A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB também não foi alterada e ficou em 35,85%, este ano, e 34,25%, em 2013.

11 de junho de 2012, 08:29

ECONOMIA Começam a valer as novas regras para financiar imóveis

Começam a valer nesta segunda-feira a nova redução das taxas de juros para financiamento de imóveis e a ampliação, de 30 para 35 anos, no prazo máximo para esse tipo de operação, feito com recursos da poupança. As novas regras haviam sido anunciadas pela Caixa Econômica Federal no último dia 5. As mudanças só valem para novos financiamentos. Para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), a taxa cai de 9% para 8,85% para todos os clientes. Dependendo do grau de relacionamento com a Caixa, a taxa pode chegar a 7,8%. Fora do SFH, a taxa de juros, que é de 10% ao ano, cai para 9,9% a partir de segunda-feira, para todos os clientes. Dependendo do relacionamento que a pessoa tenha com o banco, ela pode chegar a 8,9% ao ano. Em todos os casos citados, não está incluída a Taxa Referencial (TR). Leia mais no G1.

10 de junho de 2012, 08:45

ECONOMIA Dilma tem nas mãos gargalo de R$ 400 bilhões em investimentos

Presidenta Dilma Rousseff

A frase é recorrente em Brasília: “Você sabe como é a Dilma, centraliza tudo”. E revela o processo de decisão no centro do poder. Num cenário de crise global, enquanto o governo promete um mutirão para fazer o Brasil crescer, depois de ver a economia estagnada e as obras andando em marcha lenta, investimentos de pelo menos R$ 400 bilhões, a maior parte privados, esperam por decisões do Palácio do Planalto para deslanchar. O hábito da presidente Dilma Rousseff de acompanhar tudo e centralizar as decisões é a justificativa encontrada em diversos ministérios para o atraso na definição de regras cruciais para viabilizar projetos de infraestrutura nas áreas de mineração, energia e transportes. Leia mais em O Globo.

Danilo Fariello, O Globo

10 de junho de 2012, 07:42

ECONOMIA Comunidade europeia elogia pedido de ajuda financeira pela Espanha

A Comissão Europeia e ministros da Alemanha e França elogiaram o pedido de ajuda feito à zona do euro pela Espanha para os bancos do país neste sábado. O governo espanhol declarou a intenção de solicitar ajuda financeira depois que ministros de Economia e Finanças da zona do euro concordaram em conceder ao país um pacote de resgate de até € 100 bilhões. A Comissão Europeia recebeu bem a solicitação, e se disse pronta para agir “rapidamente” nos trâmites necessários e para propor condições apropriadas ao setor. “Com a reestruturação do setor bancário (…), estamos certos de que a Espanha pode gradualmente reconquistar a confiança dos investidores e do mercado”, disseram o presidente da CE, José Manuel Durão Barroso, e o comissário europeu de Assuntos Monetários, Olli Rehn, em comunicado. Já o ministro de Finanças alemão, Wolfgang Schauble, felicitou o acordo e elogiou a decisão de Madri em esperar os resultados de uma segunda avaliação, independente das necessidades de seus bancos, para solicitar uma quantidade concreta de ajuda. Leia mais no G1.

9 de junho de 2012, 10:26

ECONOMIA Eurogrupo convoca teleconferência urgente sobre resgate à Espanha

Os ministros de Economia e Finanças da zona do euro convocaram para às 11h (horário de Brasília) deste sábado uma teleconferência urgente sobre o possível resgate europeu ao sistema bancário espanhol, confirmou o porta-voz do presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker. A Espanha por enquanto não formalizou seu pedido de ajuda à Europa, que poderia acontecer em qualquer momento depois da noite de sexta-feira, quando foi antecipada a publicação do relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a situação do sistema financeiro espanhol. O FMI calculou a necessidade de recapitalização dos bancos mais frágeis da Espanha em pelo menos 40 bilhões de euros. A Comissão Europeia aconselhara Madri a aguardar até conhecer as necessidades exatas de seus bancos antes de formular qualquer pedido de auxílio, apesar de ter reiterado o tempo todo que a decisão sobre o momento de fazer isso depende exclusivamente do Executivo de Mariano Rajoy. Leia mais no G1.