4 de outubro de 2012, 18:11

ECONOMIA Uso da capacidade da indústria fica estável, mas faturamento sobe

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) em agosto, que mede a ociosidade da indústria, permaneceu no mesmo patamar de julho, em 80,9% – o que significa que 19,1% do parque industrial brasileiro não foi utilizado no mês passado. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), este é o menor nível de atividade da indústria desde fevereiro de 2010, quando o indicador registrou 80,8%. A UCI ficou 1,3 ponto percentual abaixo do nível de agosto de 2011. No entanto, o faturamento da indústria brasileira subiu 4,8% em agosto, na comparação com julho, de acordo com dados dessazonalizados. Esta é a maior alta nesta base de comparação desde fevereiro de 2011. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a alta no faturamento foi de 7%. Dos demais indicadores, apenas o número de horas trabalhadas teve aumento em agosto na comparação com junho, uma alta de 0,7%. “Este indicador está diretamente ligado ao ritmo produtivo, esperamos que essa alta seja um indicativo de recuperação para os próximos meses”, afirmou o gerente executivo da CNI, Flávio Castelo Branco. O índice ainda está 3,9% abaixo do nível pré-crise (setembro de 2008) e é o que apresenta maiores dificuldades de recuperação do crescimento.No mês, o emprego no setor caiu 0,3% em relação a julho. A massa salarial real recuou 2,6% em agosto frente a julho (de acordo com dados dessazonalizados), registrando a maior queda nessa modalidade de comparação desde 2006. Leia mais no Terra.

4 de outubro de 2012, 17:18

ECONOMIA Poupança tem a maior entrada de recursos para setembro em 17 anos

Os depósitos na caderneta de poupança superaram as retiradas em R$ 5,95 bilhões em setembro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (4) pelo Banco Central. Foi o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica do BC, em 1995. No mês passado, ainda segundo informações do Banco Central, os depósitos na caderneta somaram R$ 93,74 bilhões, enquanto as retiradas foram de R$ 87,79 bilhões. Com o ingresso de R$ 5,95 bilhões na poupança em setembro, o volume total de recursos na caderneta alcançou R$ 473 bilhões, contra R$ 465 bilhões em agosto. De acordo com o BC, no acumulado do ano, a maior parte do dinheiro entrou na caderneta somente após as alterações nas regras de remuneração da poupança, anunciadas pelo governo federal em 3 de maio, com validade a partir do dia seguinte (4 de maio). Do total de R$ 33,18 bilhões de ingresso do primeiro semestre, R$ 27,93 bilhões foram registrados após a mudança. Pesquisa feita neste ano pela Fecomércio-RJ/Ipsos revelou que entre, os 19% de brasileiros com algum dinheiro guardado, 88% aplicam na caderneta. Em seguida, vêm as opções “guardar o dinheiro em casa” (8%), e “fundo de investimento” (3%). Para o economista Christian Travassos, da Fecomércio-RJ, a mudança no cálculo da rentabilidade da caderneta de poupança abriu caminho para a redução geral dos juros, o que “realçou as características do tipo de investimento, como liquidez [possibilidade de sacar os recursos a qualquer momento] e a não cobrança de Imposto de Renda”. Leia mais no G1.

4 de outubro de 2012, 16:59

ECONOMIA Petrobras cria comitê para acelerar venda de ativos no exterior

A Petrobras criou um comitê formado por membros de seu alto escalão para averiguar e otimizar o cumprimento de seu plano de desinvestimentos no exterior, estimado em US$ 14,8 bilhões até 2016, afirmou nesta quinta-feira a presidente da empresa, Graça Foster. A criação do grupo foi aprovada em reunião da diretoria realizada na quarta-feira. Os desinvestimentos feitos pela companhia, ou seja, a venda de ativos no exterior – como blocos de áreas de exploração nos quais a Petrobras detém participação, por exemplo – visam a gerar caixa para aplicar os recursos obtidos, especialmente, na exploração do pré-sal, uma das principais metas da Petrobras pelos próximos anos. A presidente da Petrobras também confirmou que a venda dos ativos da empresa no México está próxima, como já havia adiantado ao jornal britânico Financial Times na ultima quarta feira. Segundo ela, já há três compradores potenciais, mas se recusou a citar nomes ou valores. Foster afirmou apenas que espera vender os ativos por um valor entre US$ 4 bilhões a US$ 8 bilhões. Foster defendeu ainda a retomada do setor do etanol. Segundo ela, quanto maior for o consumo de álcool, menor tende a ser a importação de gasolina. Leia mais no BBC.

4 de outubro de 2012, 09:52

ECONOMIA Reforma tributária pelas beiradas: governo quer unificar PIS e Cofins

Para estimular a economia — que já dá sinais de melhora, na avaliação da equipe econômica — o governo quer avançar em uma reforma tributária fatiada que estimule a competitividade e reduza os custos da indústria nacional. O assunto entrou na ordem do dia diante da constatação de que não há mais espaço fiscal para a concessão de incentivos, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos, móveis e linha branca, por exemplo; ou queda de juros nas linhas do BNDES, algumas já negativas. A missão dada pela presidente Dilma Rousseff à equipe econômica é atacar a estrutura tributária brasileira “pelas beiradas” e ainda este ano. Técnicos da Fazenda e da Receita Federal trabalham em uma minuta para unificar e simplificar a cobrança das contribuições para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e o Programa de Integração Social (PIS). Leia mais em O Globo.

Geralda Doca, O Globo

4 de outubro de 2012, 09:35

ECONOMIA Alimentos ficaram 1,4% mais caros em setembro, diz FAO

Os preços dos alimentos no mundo tiveram um aumento médio de 1,4% em setembro, registrando a primeira alta depois de dois meses de estabilidade, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (cuja sigla em inglês é FAO). Na relação dos alimentos que sofreram mais altas estão os cereais, os azeites e os óleos, além das carnes, dos produtos lácteos e do açúcar. Pelos cálculos da FAO, a tendência é que haja queda na colheita de cereais no mundo em comparação a 2011. A produção mundial de cereais para  2012 é estimada em 2, 2 milhões de toneladas, 2,6% a menos em relação ao ano passado. As perspectivas de colheita no mundo estão no relatório Situação Alimentar. O documento analisa a situação em 35 países, dos quais 28 são África. O centro das preocupações se refere à insegurança alimentar e ajuda de ajuda externa por alimentos.

3 de outubro de 2012, 18:36

ECONOMIA Caixa anuncia cortes de até 60% nas taxas de administração de fundos

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira alterações em seu portfólio de fundos de investimento, com reduções de até 60% nas taxas de administração. Segundo o comunicado, o objetivo é expandir a participação do banco na indústria de fundos, democratizar o acesso a esses produtos e torná-los mais atrativos, beneficiando novos clientes e atuais investidores. As alterações nos fundos incluem a redução do valor de aplicação inicial, cortes nas taxas de administração e lançamento de novos produtos. A Caixa reduziu do valor de aplicação em mais 14 fundos de investimento, dos quais seis também tiveram cortes significativos na taxa de administração. Na classe Ações, por exemplo, as taxas de administração dos fundos Caixa FI Ações Dividendos e Caixa FI Ações ISE foram reduzidas em 40%, de 2,50% para 1,50%. Também foram alterados os parâmetros dos fundos com estratégias de gestão mais sofisticadas. Nesta categoria, o Caixa FIC Long-Short Multimercado LP teve redução do valor de aplicação inicial de R$ 10 mil para R$ 5 mil. No fundo Caixa FIC Estratégico Multimercado LP, o tíquete para a primeira aplicação passou de R$ 30 mil para R$ 10 mil. A Caixa lançou ainda uma nova família de fundos que serão comercializados exclusivamente pela internet, com taxas de administração inferiores às praticadas em sua rede de distribuição. Segundo o banco, a iniciativa visa repassar aos clientes os ganhos obtidos com a redução dos custos de distribuição. Leia mais no Estadão.

3 de outubro de 2012, 15:03

ECONOMIA Commodities brasileiras subiram 0,29% em setembro

O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), teve alta de 0,29%, em setembro, em relação ao mês anterior. No acumulado do ano até setembro, foi registrada alta de 8,93% e, em 12 meses, de 3,61%. Os dados foram divulgados hoje pelo BC. O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O Banco Central observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil. No mês, a alta do indicador foi impulsionada pelo segmento de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel), que registrou expansão de 8,05%. O indicador do segmento agropecuário, formado por carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco, teve queda de 0,89%. O segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) apresentou retração de 1,28%. Leia mais em Globo.

3 de outubro de 2012, 14:00

ECONOMIA Em setembro, saldo da entrada e saída de dólares no país fica negativo em R$ 534 milhões

Pela terceira vez no ano, o saldo mensal da entrada e saída de dólares do país, fluxo cambial, ficou negativo. Em setembro, as saídas superaram as entradas em US$ 534 milhões, informou hoje o Banco Central (BC). O saldo negativo também foi registrado em agosto (US$ 896 milhões) e em maio (US$ 2,691 bilhões). No mês passado, o resultado negativo veio do segmento comercial (operações relacionadas a exportações e importações) que registrou saídas maiores que entradas US$ 1,739 bilhão. De janeiro a setembro, o fluxo cambial ficou positivo em US$ 22,455 bilhões, ante US$ 68,298 bilhões de igual período de 2011. Neste ano até setembro, o fluxo financeiro registrou saldo positivo de US$ 5,134 bilhões, e o comercial, de US$ 17,321 bilhões.

3 de outubro de 2012, 13:45

ECONOMIA Brasileiros usam mais de R$ 1 bilhão em cheque especial por dia

Os brasileiros que não conseguiram fechar as contas usaram R$ 1,184 bilhão do cheque especial, em média, por dia, em agosto, segundo dados do Banco Central (BC). No mês, o saldo da dívida dos correntistas com os bancos ficou em R$ 21,095 bilhões, redução de 1,3% em relação a julho. Apesar das recentes reduções dos juros do cheque especial, essa ainda continua sendo uma modalidade de crédito com taxa alta. Em agosto, de acordo com o BC, a taxa ficou em 148,6% ao ano, com redução de 2,4 pontos percentuais em relação a julho e 39,5 pontos percentuais na comparação com o mesmo mês de 2011. Para perceber o quanto esses juros são altos, basta compará-los à taxa do crédito pessoal, incluídas operações consignadas em folha, que ficou em 39,4% ao ano, em agosto. Os técnicos do BC costumam dizer que a taxa de juros do cheque especial é “proibitiva”, ou seja, deve-se evitar o uso dessa modalidade de crédito.

3 de outubro de 2012, 11:43

ECONOMIA Consumo cai em setembro, mas deve voltar a subir nos próximos meses

O comércio varejista do país fechou o mês de setembro em queda de 1,8% sobre agosto, segundo aponta o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. Essa redução, no entanto, não sinaliza desaquecimento, avaliam os economistas da Serasa Experian. De janeiro a setembro, houve alta de 9,1%. Na comparação com igual mês do ano passado, o movimento de consumidores cresceu 10,8%. Na explicação técnica da Serasa, o desempenho ruim, no nono mês do ano, é reflexo do menor número de dias úteis com um total de 19 ante 23 em agosto, além do feriado prolongado de 7 de Setembro. Foi constatada diminuição nos seis segmentos pesquisados com destaque para material de construção (-9,4%) e veículos, motos e peças (-9,5%). Nesse último caso, apontam os economistas, o recuo é consequência da grande concentração de consumidores em agosto. Como estava previsto o término da redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) no final daquele mês, houve uma corrida às lojas. O estímulo fiscal, porém, foi prorrogado por mais 60 dias.

3 de outubro de 2012, 10:56

ECONOMIA Demanda por veículos cai e atividade do comércio cede 1,8%, diz Serasa

Foto: Vanderlei Almeida/AFP

Movimento nas lojas de veículos recuou 9,5%, após alta de 12% em agosto

A forte queda no movimento dos consumidores nas lojas de veículos e de materiais de construção fez a atividade do varejo do país recuar 1,8% em setembro, na comparação com agosto, feitos os ajustes sazonais, de acordo com indicador divulgado nesta quarta-feira pela Serasa Experian. Segundo a pesquisa, o movimento nas lojas de veículos recuou 9,5%, após forte alta de 12% em agosto. Na comparação com setembro de 2011, a atividade varejista registrou expansão de 10,8% e, no acumulado de janeiro a setembro de 2012, o movimento no varejo cresceu 9,1% frente ao mesmo período do ano passado. Os consumidores correram às concessionárias e lojas em agosto devido ao fim de vigência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido, que ao final daquele mês foi prorrogado por mais 60 dias. “Houve um refluxo natural dos compradores em setembro”, diz a Serasa. De acordo com a Fenabrave, que reúne os revendendores de veículos do país, as vendas de automóveis em setembro caíram 31,5%, após terem batido recorde em agosto. No segmento de materiais de construção o movimento caiu 9,4% no período. Leia mais no G1.

3 de outubro de 2012, 10:45

ECONOMIA Confiança do comércio apresenta leve melhora no trimestre terminado em setembro, diz FGV

A confiança dos empresários do comércio caiu 3,1% no trimestre terminado em setembro na comparação com igual período do ano passado, de acordo com o Índice de Confiança do Comércio (Icom) divulgado hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O índice ficou em 128 pontos na média dos meses de julho, agosto, setembro na comparação com 132,2 pontos no mesmo trimestre de 2011. O estudo, entretanto, indica uma melhora da confiança do empresário já que, no trimestre concluído em agosto, a queda havia sido de 4% na comparação com igual período do ano passado. Ainda segundo a FGV, houve um aquecimento moderado do setor ao final do terceiro trimestre de 2012 e a melhora da confiança nesse período foi influenciada principalmente pelo comércio varejista, cuja variação interanual passou de -4,1% no trimestre terminado em agosto para -2,3%, em setembro. No segmento veículos, motos e peças com taxas de -3,4% em agosto e -2,7% em setembro. Já em material para construção, houve recuo de  -7,6% no mês anterior para -8%, em setembro. No atacado, as taxas interanuais para os mesmos períodos chegaram a -3,1% e -2,9%, respectivamente.

2 de outubro de 2012, 20:43

ECONOMIA Volume de crédito em relação ao PIB ainda é baixo, segundo BC

A carteira de crédito bancário no país dobrou nos últimos dez anos em relação ao Produto Interno Bruto (PIB – soma das riquezas e serviços produzidos no país), “mas ainda é um nível baixo, e tem espaço para continuar em expansão”, de acordo com o diretor de Fiscalização do Banco Central (BC), Anthero Meirelles. Números do Departamento Econômico do BC mostram que o total de créditos até agosto cresceu 8,9% e soma R$ 2,211 trilhões, equivalentes a 51% do PIB, estimado em R$ 4,333 trilhões. Ao anunciar nesta terça-feira (2) o Relatório de Estabilidade Financeira, referente ao primeiro semestre do ano, Meirelles disse que o crédito continuou em expansão, mas em um ritmo menos forte do que nos três últimos anos. Ele acredita, porém, que a carteira de crédito aumente mais, a partir de agora, com a retomada gradativa da atividade econômica, associada a uma renda que não parou de crescer. Neste ano, os bancos privados se retraíram na concessão de empréstimos por causa, principalmente, do aumento da inadimplência e a expansão do crédito ficou mais a cargo dos bancos públicos, que respondem por 45,7% do estoque, enquanto os bancos privados nacionais têm 37,5% e os bancos estrangeiros, 16,8%. Leia mais na Agência Brasil.

2 de outubro de 2012, 15:06

ECONOMIA Para Mantega, crescimento da indústria vai até o fim de 2012

Foto: Agência Brasil

Ministro da Fazenda, Guido Mantega

O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou nesta terça-feira que não existe mais no Brasil um “período de crescimento fraco”. Segundo ele, os números da produção industrial, que foram divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), demonstram que “agora, o crescimento começa a acelerar e vai nessa direção até o final do ano”. “Estamos deixando para trás a condição pior para a indústria. A indústria teve um primeiro semestre fraco, porém ela já está dando sinais de reação a vários elementos”, disse. Para ele, a recuperação da produção industrial se deve as medidas de estímulo adotadas pelo governo. “A demanda está aumentando gradualmente. Há, portanto, aumento de consumo de bens industriais. Em segundo lugar, a exportação de manufaturados também está aumentando, graças às medidas de câmbio mais favorável e desoneração”, explicou.

2 de outubro de 2012, 12:01

ECONOMIA Inflação medida pelo IPC-S aumenta na maioria das capitais analisadas

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu em quatro das sete capitais pesquisadas no fechamento do mês de setembro. Segundo dados divulgados hoje, pela FGV, a maior variação foi registrada em Recife (0,06 ponto percentual), onde o índice passou de 0,59%, na terceira prévia do mês, para 0,65%, na quarta semana, com aumento da taxa em quase todos as classes de despesas, à exceção de alimentação. Nos grupos comunicação e despesas diversas, os índices passaram de 0,34% para 0,78%, e de 0,41% para 0,73%, respectivamente. A maior taxa foi registrada em Porto Alegre, 0,81%, ante 0,76%, uma variação de 0,05 ponto percentual. Na capital gaúcha, o grupo alimentação registrou variação de 2,19% no mês. Em Salvador, o índice aumentou de 0,29% para 0,34% no período, e em São Paulo, de 0,4% para 0,44%.Já as cidades de Belo Horizonte (de 0,63% para 0,62%), Brasília (de 0,32% para 0,2%) e do Rio de Janeiro (0,64% para 0,62%) tiveram redução do índice, em relação à semana anterior. Na média nacional, o índice ficou praticamente estável, ao passar de 0,53%, na terceira semana do mês, para 0,54%, no fechamento de setembro.