5 de novembro de 2012, 09:00

ECONOMIA Inflação semanal diminui em cinco das sete capitais pesquisadas pela FGV

Levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) diminuiu em cinco das sete capitais pesquisadas na última semana de outubro, na comparação com a apuração anterior. A capital que teve menor taxa foi o Rio de Janeiro, com 0,22% em 31 de outubro, ante 0,45%, no dia 22. Brasília (de 0,3% para 0,42%) e Salvador (de 0,65% para 0,75%) são as cidades onde houve aumento do índice. A capital baiana apresentou a maior taxa entre as cidades pesquisadas. Os soteropolitanos pagaram mais pela gasolina (8,04%), pelo etanol (5,92%) e pelo gás de botijão (2,54%). Também influenciaram o aumento de preços na cidade a carne salgada de bovino (8,92%) e a tarifa de telefone móvel (4,17%). Em Porto Alegre, o índice passou de 0,80% para 0,61%. Belo Horizonte (de 0,7% para 0,55%), o Recife (de 0,72% para 0,62%) e São Paulo (de 0,48% para 0,45%) também apresentaram redução nessa última semana. Na média do país, a inflação medida pelo IPC-S ficou em 0,48% no fechamento de outubro. O resultado é 0,09 ponto percentual inferior ao do levantamento passado (0,57%).

4 de novembro de 2012, 09:45

ECONOMIA G20 alerta sobre abismo fiscal dos EUA e dívida da Europa

Os ministros de Finanças das 20 principais economias do mundo estão alertando sobre o abismo fiscal dos Estados Unidos e os problemas de dívida da Europa em uma reunião no México neste fim de semana, conforme esperam diminuir as metas de redução do déficit para ajudar a impulsionar o crescimento. Se Congresso fragmentado dos EUA não chegar a um acordo sobre cerca de 600 bilhões de dólares em cortes nos gastos governamentais e aumento de impostos para 1o de janeiro, a economia norte-americana estará ameaçada de voltar a uma recessão, atingindo o crescimento mundial. Mas com a eleição presidencial dos EUA na próxima terça-feira, as negociações sobre o abismo fiscal foi adiada. “Os próprios norte-americanos reconhecem que este é um problema”, disse um oficial do G20 sob condição de anonimato. “O governo dos EUA diz que não quer cair no abismo fiscal, mas agora ele não pode nos dizer exatamente como vai lidar com isso, porque essa questão ocorre antes da eleição.” Leia mais na Agência Reuters.

2 de novembro de 2012, 13:01

ECONOMIA Anatel aprova plano para reduzir tarifa entre teles

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira, 1º, o Plano Geral de Metas de Competição (PGMC) para o setor de telecomunicações, que tem como um dos objetivos reduzir gradualmente a cobrança de ligações entre linhas de Claro, Oi, TIM e Telefônica/Vivo para operadoras fora desse grupo das quatro maiores do País. Hoje, a taxa média cobrada é de R$ 0,42 e deve cair para R$ 0,33, em 2013, e para R$ 0,31, em 2014. Com isso, devem ser beneficiados usuários de Nextel, CTBC e Sercomtel, a partir de janeiro de 2013. O regulamento vai obrigar as maiores companhias do setor a compartilhar as chamadas infraestruturas passivas de telecomunicações para empresas menores. Elas terão de fazer chamadas públicas para vender para concorrentes parte da capacidade de tráfego de suas redes de dados e espaço para a passagem por dutos, valas e torres. A intenção é aumentar a competição no mercado e promover o uso racional das estruturas já instaladas, obtendo, por consequência, preços mais equilibrados. Leia mais em A Tarde.

2 de novembro de 2012, 10:47

ECONOMIA Governo vai pagar R$ 20 bilhões em indenizações para renovar concessões do setor elétrico

O governo federal terá que pagar R$ 20 bilhões em indenizações para as empresas de geração e transmissão de energia que terão as concessões renovadas no ano que vem. Desse total, R$ 12,96 bilhões são para nove que exploram os serviços de transmissão e R$ 7,05 bilhões para 15 companhias geradoras de energia. Os valores foram publicados na noite de hoje em edição extra do Diário Oficial da União. A maior indenização será paga para a Usina Hidrelétrica Xingó, da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), que receberá R$ 2,92 bilhões. As empresas do sistema Eletrobras serão indenizadas com R$ 14 bilhões – R$ 8,13 bilhões na área de transmissão e R$ 5,89 bilhões na de geração. Ontem (31), o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, disse que a empresa esperava receber cerca de R$ 30 bilhões em indenizações. As indenizações correspondem aos investimentos que já foram feitos pelas empresas, vinculados a bens reversíveis ainda não amortizados ou não depreciados. Elas estão previstas na Medida Provisória (MP) 579, que estabeleceu as regras para a renovação das concessões que vencem entre 2015 e 2017, com previsão de redução das tarifas para os consumidores. Leia mais na Agência Brasil.

Sabrina Craide, Agência Brasil

1 de novembro de 2012, 17:12

ECONOMIA Anac aumenta para R$ 20 milhões multas por problemas aéreos

As companhias aéreas que infringirem regras causando danos graves aos passageiros ou à prestação dos serviços em aeroportos poderão ser multadas em até R$ 20 milhões, mil vezes a mais do que era permitido até então. A nova norma foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (1º), depois da aprovação pela diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), na última terça-feira (30). A regra em vigor atualmente, a Resolução 25/2008, estabelecia valor máximo de R$ 20 mil para as multas. Em nota, a Anac informou que serão consideradas graves situações com grande impacto na malha aérea, que sejam responsabilidade da companhia ou de outro agente de setor, e que deixem grande quantidade de passageiros sem assistência. Na resolução publicada hoje, são passíveis de elevação da multa as infrações contidas nos anexos 1, 2 e 3 da Resolução 25, referentes ao uso de aeronaves; às infrações imputáveis a aeronautas, aeroviários ou operadores de aeronaves; e às imputáveis a fabricantes de aeronaves ou de outros produtos aeronáuticos. Os critérios considerados para a definição do valor da multa são a gravidade da infração, a condição econômica do infrator e seus antecedentes. Caso não haja o pagamento da multa no prazo estabelecido, o valor da penalidade será corrigido pela taxa básica de juros, a Selic. Leia mais na Agência Brasil.

1 de novembro de 2012, 16:00

ECONOMIA Embarques de minério crescem 17%, mas preço recua em outubro

Os embarques de minério de ferro do Brasil saltaram 17 por cento em outubro em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Mas os preços da matéria-prima do aço recuaram cerca de 40 por cento ante os de outubro de 2011, levando o valor total das exportações de minério de ferro a uma queda, diante de notícias que apontavam uma desaceleração da economia da China, o maior importador global. O valor total das exportações do Brasil em outubro atingiu 2,64 bilhões de dólares, ante 2,43 bilhões em setembro e 3,79 bilhões em outubro de 2011. O volume exportado atingiu 32,64 milhões de toneladas, ante 27,67 milhões de toneladas em setembro e 27,80 milhões de toneladas um ano antes, informou a Secex nesta quinta-feira. A média diária de cada tonelada de minério de ferro ficou em 80,9 dólares, ante 136,6 dólares por tonelada um ano antes e 87,9 dólares em setembro. Leia mais no Estadão.

1 de novembro de 2012, 10:46

ECONOMIA Produção industrial registra queda de 1% em setembro

A produção da indústria brasileira registrou queda de 1% em setembro, na comparação com os dados de agosto, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada hoje. Em relação a setembro do ano passado, a indústria apresentou retração de 3,8%. Já no trimestre encerrado em setembro, houve alta de 0,4% na comparação com o trimestre anterior. No índice acumulado de janeiro a setembro, houve redução de 3,5% ante igual período de 2011. No acumulado nos últimos 12 meses, a queda chega a 3,1%, tendência verificada desde outubro de 2010.

1 de novembro de 2012, 09:56

ECONOMIA Produção industrial volta a cair em setembro, mostra IBGE

Após três meses de alta, a produção da indústria brasileira registrou queda de 1% em setembro, na comparação com o mês anterior, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quinta-feira. Em agosto, a atividade fabril havia crescido 1,7%, após revisão. Na comparação com setembro do ano passado, a produção da indústria recuou 3,8% – a 13ª taxa negativa seguida nesse tipo de comparação. No acumulado de janeiro a setembro, a queda é de 3,5% e, em 12 meses, a taxa apontou baixa de 3,1% – a mais intensa desde janeiro de 2010. Dos 27 ramos pesquisados pelo IBGE, 16 recuaram, com destaques para os setores de máquinas e equipamentos (-4,8%), outros produtos químicos (-3,2%), alimentos (-1,9%), perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-10,0%) e fumo (-11,7%). Entre os setores que mostraram aumento da produção, estão os de farmacêutica (6,0%) e de outros equipamentos de transporte (4,4%). Na análise das categorias de uso, na comparação com o mês anterior, foi verificada queda mais acentuada em bens de consumo duráveis (-1,4%) e bens intermediários (-1,1%), seguidos por bens de capital (-0,6%). O setor de bens de consumo semi e não duráveis não teve variação. Leia mais no G1.

1 de novembro de 2012, 08:46

ECONOMIA Governo vai adotar medidas para manter dólar a R$ 2

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse na quarta-feira que o país tem “robustez fiscal” para crescimento de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de toda as riquezas produzidas no país, em 2013. A Lei de Diretrizes Orçamentárias apresentada na terça-feira, prevê crescimento do PIB de 4,5%. “E isso não é um desejo do governo, mas uma previsão consolidada de vários organismos internacionais, inclusive o próprio FMI [Fundo Monetário Internacional]. Temos robustez fiscal suficiente para garantir esse crescimento”, disse, após participar de reunião de balanço do Plano Brasil Maior, no Palácio do Planalto. Pimentel também comentou o atual patamar do câmbio, de R$ 2 para US$ 1, disse que é confortável para a economia brasileira e que o governo está empenhado em mantê-lo.

31 de outubro de 2012, 20:01

ECONOMIA Empresários pedem a ministro da Fazenda prorrogação de incentivos fiscais

Representantes da indústria e do varejo pediram nesta quarta-feira (31) ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, a prorrogação de incentivos fiscais concedidos nos últimos meses. Na reunião do Grupo de Avanço da Competitividade (GAC), os empresários reivindicaram a extensão de benefícios para exportação, material de construção e investimentos de empresas com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, a principal reivindicação foi a prorrogação do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra). O regime, que prevê a devolução antecipada de até 3% do faturamento de exportadores para compensar a cobrança de tributos ao longo da cadeia produtiva, está previsto para acabar no fim do ano. Os empresários reivindicaram ainda a prorrogação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que também acabará em 31 de dezembro. Por meio do PSI, o BNDES fornece financiamento com juros baixos para a compra de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção). As linhas de crédito especiais também financiam exportações e investimentos em tecnologia e inovação por parte das empresas. Leia mais na Agência Brasil.

31 de outubro de 2012, 15:40

ECONOMIA Governo reduz imposto de importação sobre máquinas e bens de informática

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu o imposto de importação sobre diversos bens de capital e equipamentos de informática e telecomunicações, informou o Ministério da Previdência Social nesta quarta-feira, data da publicação da medida no “Diário Oficial da União”. As duas novas listas de produtos com tarifas de importação reduzidas incluem produtos como contêineres metálicos, motores, empacotadoras, guindastes, robôs industriais, fornos a gás natural, dessalinizadores e impressoras fotográficas de grande porte. Leia mais no EFE.

31 de outubro de 2012, 15:16

ECONOMIA Oeste da Bahia deverá colher 7,2 milhões de toneladas de grãos e fibras

A região Oeste da Bahia, um dos maiores celeiros de grãos do Brasil, deverá plantar, na safra 2012/13, em torno de 2,25 milhões de hectares, com crescimento de 8% em relação a 2011/12. Conforme dados do Primeiro Levantamento da nova safra, do Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), serão cultivados 1,28 milhões de hectares com soja, 235 mil hectares com milho e 266 mil hectares de algodão, este com redução de área de 31% em relação à safra 2011/12. O saldo remanescente da área plantada inclui outras culturas, como café, feijão e frutas, além de dois cultivos nas áreas irrigadas. A explicação para a redução da área plantada com algodão, saindo de 387 mil hectares, em 2011/12, para 266 mil hectares na safra 2012/13, se deve basicamente à queda nos preços da commodity no momento, e ao aumento nos preços da soja. Se a expectativa do Conselho Técnico da Aiba se confirmar, o cerrado baiano produzirá, aproximadamente, 4 milhões de toneladas de soja, 1 milhão de toneladas de algodão em capulho (427,5 mil toneladas de pluma), e 2,2 milhões de toneladas de milho. O café terá uma produção de 35 mil toneladas, e sua área se manteve estável em 13 mil hectares. Ao todo, a região deverá colher 7,24 milhões de toneladas de grãos e fibras. O cerrado da Bahia também planta feijão, arroz, capim, sorgo e frutas, dentre outros.

31 de outubro de 2012, 14:01

ECONOMIA Pimentel diz que país tem “robustez fiscal” para crescer 4% em 2013

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse hoje (31) que o país tem “robustez fiscal” para crescimento de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de toda as riquezas produzidas no país, em 2013. A Lei de Diretrizes Orçamentárias apresentada ontem (30) prevê crescimento do PIB de 4,5%. “E isso não é um desejo do governo, mas uma previsão consolidada de vários organismos internacionais, inclusive o próprio FMI [Fundo Monetário Internacional]. Temos robustez fiscal suficiente para garantir esse crescimento”, disse, após participar de reunião de balanço do Plano Brasil Maior, no Palácio do Planalto. Pimentel também comentou o atual patamar do câmbio, de R$ 2 para US$ 1, disse que é confortável para a economia brasileira e que o governo está empenhado em mantê-lo. “O Banco Central tem agido de forma correta no sentido de manter o patamar do câmbio brasileiro num patamar muito mais confortável do que foi no ano passado, quando chegou a R$ 2,50, a R$ 2,60 [para cada dólar]. Hoje, com R$ 2, dá mais conforto”, disse. Pimentel acrescentou que o Banco Central só atua no câmbio usando as regras de mercado e atuará para manter o atual patamar sempre que houver ataques à moeda brasileira. Leia mais na Agência Brasil.

31 de outubro de 2012, 14:00

ECONOMIA Saída de dólares supera entrada em US$ 748 milhões este mês, até dia 26

A saída de dólares superou a entrada em US$ 748 milhões neste mês, até o dia 26, informou hoje o Banco Central (BC). O saldo negativo veio do fluxo comercial (operações relacionadas a exportações e importações), com saídas maiores do que entradas em US$ 3,112 bilhões. O segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) registrou saldo positivo de US$ 2,363 bilhões. De janeiro ao dia 26 de outubro, o fluxo cambial ficou positivo em US$ 21,707 bilhões. O resultado inclui o saldo positivo do fluxo financeiro (US$ 7,497 bilhões), e do comercial (US$ 14,209 bilhões).

31 de outubro de 2012, 10:29

ECONOMIA Lucro da Ambev cresce quase 50% no 3º trimestre

Foto: Divulgação

Copos com Stella Artois, cerveja pertencente a Ambev

A Ambev, maior fabricante de bebidas do país, viu seu lucro líquido saltar quase 50% no terceiro trimestre, apoiada em forte crescimento de receita, apesar da desaceleração no volume de vendas decorrente de preços mais altos. Os dados abrangem as operações da empresa na América Latina e Canadá. Foi registrado lucro líquido de 2,51 bilhões de reais entre julho e setembro, 48,7% superior ao apurado um ano antes. No período, a geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 3,79 bilhões de reais, comparado a 2,99 bilhões em igual período de 2011. O volume de vendas nos três meses até setembro totalizou 40,5 milhões de hectolitros, alta anual de 1,5%. Somente de cerveja foram vendidos 29,371 milhões de hectolitros, avanço de 2,7% na mesma base de comparação. Já em refrigerantes e bebidas não alcoólicas houve queda de 1,4%, para 11,158 milhões de hectolitros. Os preços do hectolitro subiram 24,2% no terceiro trimestre deste ano contra 2011, passando de 159,70 reais para 198,30 reais. Leia mais no site da revista Veja.