25 de abril de 2012, 09:40

ECONOMIA Caixa promove Feirão da Casa Própria com juros menores

Foto: Lia Lubambo/EXAME

O crédito FGTS pode ser usado por famílias com renda bruta mensal até R$ 5,4 mil

O 8º Feirão Caixa da Casa Própria será lançado amanhã pela Caixa com juros menores. Realizado nas regiões metropolitanas e nas maiores cidades do interior do país, o Feirão oferece duas modalidades de crédito, com uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O crédito FGTS pode ser usado por famílias com renda bruta mensal até R$ 5,4 mil na compra de imóveis novos ou usados, com valores entre R$ 80 mil e R$ 170 mil, de acordo com a expansão demográfica do local escolhido. Os financiamentos podem ser em prazos de 120 meses a 360 meses, com juros que variam de 5,12% a 8,47% ao ano. Quanto mais baixa a renda familiar, menor a taxa, e o comprador com mais de três anos de vínculo empregatício ganha abatimento de mais 0,5% na taxa. Quem opta pela carta de crédito SBPE normalmente tem renda familiar mais alta e financia imóveis com avaliação até R$ 500 mil. Nesses casos, a operação pode ser vinculada ao Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e a cobertura máxima do financiamento é R$ 450 mil para prazos de 180 meses a 360 meses de amortização, a taxas prefixadas ou pós-fixadas, que variam de 8,9% a 12%.

24 de abril de 2012, 18:18

ECONOMIA Caixa vai anunciar amanhã nova redução de juros de crédito imobiliário

A Caixa Econômica Federal (CEF) informou que vai reduzir os juros do crédito imobiliário. O anúncio será feito durante o lançamento do Feirão Caixa da Casa Própria, marcado para amanhã, às 11h. Mais cedo, o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Jorge Hereda, afirmou que o banco estatal continuará reduzindo as taxas de juros “assim que for possível”. Ele participou, no Palácio do Planalto, do anúncio de R$ 32 bilhões em investimentos no PAC Mobilidade Urbana Grandes Cidades. Hoje, a presidente Dilma Rousseff reafirmou que o Brasil precisa alcançar os níveis de spreads bancários (diferença entre a taxa de captação dos bancos e a cobrada dos clientes) praticados internacionalmente e que isso será feito “progressivamente”. Dilma disse que as recentes reduções das taxas de juros anunciadas pelos bancos não significam “vitória ou derrota” para o governo. (Valor Econômico)

24 de abril de 2012, 14:10

ECONOMIA Governo mantém projeção de crescimento econômico para 2012, 2013 e 2014

O governo mantém as projeções de crescimento econômico para 2012, 2013 e 2014. De acordo com as estimativas, publicada na versão em inglês do documento Economia Brasileira em Perspectiva, elaborado para investidores estrangeiros, o Brasil crescerá 4,5% em 2012, 5,5% em 2013 e 6% em 2014. A versão em português do documento ainda não foi liberada pelo Ministério da Fazenda. As projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) divulgadas hoje, são idênticas às de fevereiro já anunciadas pelo Ministério da Fazenda. A média de crescimento, porém, foi reduzida no período 2011-2014 de 4,8% para 4,7%, porque o crescimento da economia estimado em 2011, inicialmente de 3,2%, caiu para 2,7%.

24 de abril de 2012, 12:04

ECONOMIA Fazenda mantém em 4,5% previsão de crescimento do PIB em 2012

O Ministério da Fazenda manteve sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano em 4,5%, informou a pasta por meio do documento “Economia Brasileira em Perspectiva”, divulgado nesta terça-feira. A estimativa do Ministério da Fazenda segue muito acima da previsão da autoridade monetária, que prevê uma taxa de expansão da economia da ordem de 3,5%. O mercado financeiro, por sua vez, está bem menos otimista: projeta uma expansão de cerca de 3,2%. Para 2013 e 2014, a estimativa do Ministério da Fazenda, para o crescimento da economia brasileira, é de, respectivamente, 5,5% e 6%. A taxa média do goerno Dilma Rousseff, portanto, ficará, caso as estimativas se confirmem, em 4,7%. (G1)

24 de abril de 2012, 10:00

ECONOMIA Bancos armam ‘pegadinhas’ para não reduzir taxas de juros

Os clientes que foram [ontem] aos bancos para ter informações sobre as novas taxas de juros saíram decepcionados. A principal reclamação é que, para usufruir de menores percentuais anunciados nas propagandas, é preciso cumprir uma série de requisitos. As “pegadinhas” vão desde a aplicação do juro menor apenas para empréstimos de prazo muito curto até a exigência de um tempo mínimo de conta no banco. Em uma agência visitada [ontem] pelo GLOBO em São Paulo, um cliente que não se identificou disse que “não é como está na propaganda”. Até os gerentes concordaram com o comentário dos correntistas e alertam que há “muitas pegadinhas” nos novos anúncios. Leia mais em O Globo.

Roberta Scrivano e Paulo Justus, O Globo

24 de abril de 2012, 06:59

ECONOMIA Receita Federal ainda espera declaração de 453 mil baianos

Até o meio dia desta segunda, 547 mil baianos haviam enviado a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física à Receita Federal, de acordo com balanço realizado pela superintendência do órgão no estado. Isso representa 54,7% do total aguardado pelo Fisco, já que a estimativa é que cerca de 1 milhão de declarações sejam encaminhadas até o dia 30, último dia do prazo. Em todo o Brasil, a Receita havia recebido, até as 11h de segunda, 13,3 milhões de declarações do IR. A expectativa é que cerca de 25 milhões de contribuintes prestem contas este ano. A Receita alertou para o risco das pessoas deixarem para enviar a declaração nos últimos dias, pois muitos contribuintes podem encontrar dificuldades devido ao acúmulo de acessos ao seu endereço. Advertiu também que avisos por e-mails comunicando sobre pendências na declaração são falsos. Os contribuintes podem fazer a correção por intermédio do site da própria Receita Federal na internet (www.receita.fazenda.gov.br). (Correio)

23 de abril de 2012, 09:40

ECONOMIA Países têm desafio de aliar ajuste fiscal e crescimento

Foto: Reuters

Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI durante entrevista

Garantido o aumento dos colchões anticrise europeu e mundial, com mais de US$ 1 trilhão, o próximo grande passo dos principais atores da economia global é fazer valer em casa o compromisso político assumido no encontro de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial de avançar no processo de ajuste fiscal em sintonia fina com o resgate do crescimento internacional. Para isso, terão de demonstrar cacife para bancar, de forma combinada, reformas antipopulares nas legislações de previdência e mercado de trabalho, sanear o sistema financeiro — o que quase sempre é percebido pelos eleitores como “salvamento de banqueiros” —— e, no caso europeu, criar instituições de comando central, para supervisão bancária e de metas fiscais, que arranham a noção de soberania. O objetivo é aproveitar o tempo “comprado” pelos colchões e por algumas medidas estruturais já tomadas para costurar planos de consolidação fiscal de médio e longo prazos. Para isso, a expansão econômica e o aumento da competitividade também são cruciais, porque sustentariam a redução da dívida dos países e o manejo de seus orçamentos, restaurando a confiança dos mercados. Leia mais em O Globo.

Flávia Barbosa, O Globo

23 de abril de 2012, 09:31

ECONOMIA Bradesco tem lucro líquido de R$ 2,79 bilhões no 1º trimestre

O Bradesco anunciou, nesta segunda-feira, ter encerrado o primeiro trimestre de 2012 com lucro ligeiramente maior que o registrado um ano antes. O segundo maior banco privado do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,793 bilhões no primeiro trimestre, crescimento de 3,4% ante igual período de 2011, quando os ganhos atingiram R$ 2,702 bilhões. Sobre os três últimos meses do ano passado, quando foi registrado lucro de R$ 2,726 bilhões, houve crescimento de 2,5%. O banco informou que a carteira de crédito no primeiro trimestre cresceu 14,6% no comparativo anual, para R$ 350,83 bilhões, impulsionado por incrementos de 17% nos empréstimos à pessoa jurídica e de 9,4%para pessoa física. (G1/ Reuters)

21 de abril de 2012, 07:44

ECONOMIA FMI ultrapassa meta de arrecadação e aumenta poder de fogo contra crise

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou ontem, ter chegado à soma de US$ 430 bilhões em arrecadações de seus membros, o que ultrapassa a meta de US$ 400 bilhões estabelecida pela diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, e aumenta poder de fogo do fundo para lidar com a crise econômica. De acordo com um comunicado feito por Lagarde, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – o Brics –, e outros países, entre eles Indonésia, Malásia e Tailândia, indicaram que concederão US$ 72 bilhões à instituição. Esses países, no entanto, ainda não divulgaram quanto vão colaborar individualmente. O total será somados aos US$ 362 bilhões de 12 países e do grupo da zona do euro. “Esses países precisam voltar para casa, negociar e voltar com um número”, disse a diretora-gerente durante uma entrevista coletiva em Washington.

20 de abril de 2012, 18:58

ECONOMIA Caixa Econômica nuncia nova rodada de corte de juros

Caixa Econômica Federal

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta sexta-feira uma nova rodada de cortes nos juros para pessoa física e para empresas, após o Banco Central ter reduzido a taxa básica Selic na quarta-feira. Entre as linhas atingidas, a de crédito pessoal para quem recebe salário no banco terá taxa mínima de 1,80% ao mês, contra 2,39% anteriormente. As empresas passarão a contar com taxas que variam de 1,29% a 2,05% ao mês, segundo comunicado da Caixa. (Reuters)

20 de abril de 2012, 17:13

ECONOMIA FMI recebe US$ 41 bilhões de quatro países e se aproxima de meta de arrecadação

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou hoje, ter arrecadado US$ 41 bilhões (R$ 76 bilhões) para seus cofres. Com esse dinheiro, o fundo somou US$ 360 bilhões (R$ 669 bilhões) e está mais próximo da meta de US$ 400 bilhões (R$ 744 bilhões), pedidos pela diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde. O anúncio foi feito durante a reunião de primavera da instituição, que começa nesta sexta-feira e vai até o próximo domingo, em Washington. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, está na capital americana para participar da reunião. Os recursos captados que foram declarados hoje são de Cingapura, da Austrália, da Coreia do Sul, e do Reino Unido.

20 de abril de 2012, 11:42

ECONOMIA Prazo para entrega da declaração do Simples termina hoje

O prazo para entrega da Declaração Anual do Simples Nacional, ano-calendário 2011, termina hoje às 23h59. A entrega é feita apenas pela internet no Portal do Simples Nacional, disponível no site da Receita Federal. Inicialmente, o prazo final era 16 de abril, mas a Receita prorrogou a data de entrega devido a problemas técnicos no portal do Simples. As dúvidas sobre a declaração podem ser tiradas no próprio endereço do Simples Nacional na internet onde se encontra uma lista de perguntas e respostas sobre o regime especial unificado de arrecadação de tributos e contribuições de microempresas e empresas de pequeno porte. O Simples Nacional é a forma encontrada pelo governo para simplificar a arrecadação de impostos federais e estaduais, entre os quais o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS), que é municipal. (Agência Brasil)

20 de abril de 2012, 11:12

ECONOMIA Mantega descarta mudanças na poupança com Selic a 9%

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse na quinta-feira que, com uma taxa básica de juros de 9% ao ano, ele não vê necessidade de rever agora a regra de remuneração da caderneta de poupança. “Com os juros básicos de 9%, não há a necessidade de mudar a regra da poupança”, disse Mantega, que está em Washington para participar da reunião de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial Para muitos economistas, a regra atual de remuneração da poupança, baseado na taxa referencial (TR) mais 0,5% ao mês, pode ser um obstáculo à queda adicional dos juros. Um dos receios é que haja uma migração em massa de recursos dos fundos de investimentos para a caderneta de poupança. Ontem, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros de 9,75% para 9% ao ano e indicou que poderá haver mais cortes daqui por diante. Mantega evitou indicar qual seria o nível mínimo de juros básicos que exigiria mudanças nas regras da remuneração da poupança. Ele lembrou que há outras variáveis de ajuste em jogo, como a taxa de administração cobrada pela indústria de fundos de investimentos.

Alex Ribeiro | Valor Econômico

20 de abril de 2012, 09:41

ECONOMIA Bancos prometem juro menor: faça as contas e ache a melhor proposta

Resultado da reunião do Copom desta quarta-feira, o Banco Central (BC) anunciou redução de 0,75 ponto no juro básico da economia (Selic), para 9% ao ano. Foi o sexto corte seguido. Antes, Bradesco e Itaú-Unibanco se uniram ao HSBC e Santander e divulgaram redução das taxas em várias linhas de empréstimo para pessoa física e micro e pequenas empresas. O movimento segue a pressão do governo pela queda dos juros, com o exemplo dos bancos públicos Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, os primeiros a anunciar taxas menores no início de abril. Para quem está com uma dívida em andamento ou já caiu na inadimplência, a redução das taxas de juros pelos principais bancos brasileiros torna o momento mais própicio à renegociação. Se o consumidor já está com sua capacidade de pagamento comprometida, o primeiro passo é renegociar seus débitos com o banco credor, segundo especialistas. Leia mais no Estadão.

Mariana Congo, do Economia & Negócios

19 de abril de 2012, 21:18

ECONOMIA Afirmação de Lagarde sobre câmbio é equívoco, diz Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, rebateu a afirmação da diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, de que os emergentes devem ajustar suas moedas se necessário ou aceitar a evolução do câmbio. “Acho um equívoco. O Brasil é dos países que mais sofrem com a valorização do câmbio. Não estou falando apenas de recentemente, mas estou falando dos últimos anos. Nossa indústria tem perdido competitividade, em grande parte, por causa da desvalorização das moedas dos outros países”, criticou Mantega, em entrevista concedida logo após a reunião com os demais países dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), na sede do FMI, em Washington. Mantega disse que o Brasil está provando na prática a eficácia das intervenções no câmbio, uma vez que outros países estão usando a estratégia de desvalorização de suas moedas. “Com intervenções podemos diminuir essa desvantagem que nossa indústria tem tido a partir do cambio valorizado.” (Estadão)

Luciana Antonello Xavier, de Washington