22 de fevereiro de 2019, 13:19

ECONOMIA Receita começa a receber declarações do Imposto de Renda em 7 de março

O subsecretário de arrecadação e cobrança da Receita Federal, Frederico Faber, disse nesta sexta-feira, 22, que o envio das declarações do Imposto de Renda de Pessoas Físicas (IRPF) só será iniciado no dia 7 de março devido ao Carnaval. Já os programas para o preenchimento das declarações estarão disponíveis para os contribuintes já no dia 25 de fevereiro às 8 horas. Com poucas novidades em relação ao ano passado, o Ministério da Economia publicou no Diário Oficial da União (DOU) na madrugada desta sexta as regras para declaração do Imposto de Renda 2019. De acordo com o texto, as declarações devem ser apresentadas pela internet entre os dias 7 de março e 30 de abril. “No ano passado, recebemos 29,7 milhões de declarações e a estimativa da Receita é de que sejam entregues 30,5 milhões de declarações em 2019. O número de envios por meio de aplicativos para tablets e smartphones deve crescer de 300 mil em 2018 para 700 mil a 800 mil neste ano”, destacou o subsecretário de gestão corporativa do Fisco, Marcelo de Melo Souza. O contribuinte que perder o prazo estará sujeito à multa de 1% sobre o valor total do imposto devido. A cobrança mínima pelo atraso foi fixada em R$ 165,74 e poderá atingir o valor máximo de até 20% do valor do imposto devido. A multa mínima por atraso será aplicada inclusive no caso das declarações que não tenham de pagar o imposto. A declaração do IR 2019 é obrigatória para pessoas físicas residentes no Brasil que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 no ano de 2018. Também devem declarar os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma foi superior a R$ 40 mil. “O nosso objetivo é informar o contribuinte sobre o processamento das declarações até o dia seguinte da entrega”, acrescentou Souza. Ou seja, o contribuinte saberá mais rapidamente se caiu na malha fina da Receita ou não.

Estadão Conteúdo

22 de fevereiro de 2019, 10:40

ECONOMIA Desemprego cai em 18 estados e no Distrito Federal, diz IBGE

Foto: Divulgação

Maior queda foi observada no Amazonas: recuo de 15,7% para 13,9%

O desemprego, medido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), caiu em 18 das 27 unidades da federação de 2017 para 2018, segundo dados divulgados hoje (22), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A maior queda foi observada no Amazonas: recuo de 15,7% para 13,9%. Na região Norte, houve queda no Acre (de 14,1% para 13,5%), Pará (de 11,8% para 11,1%) e Tocantins (de 11,7% para 10,6%). No Sul, foram registradas reduções no Rio Grande do Sul (de 8,4% para 8,1%), Santa Catarina (de 7,1% para 6,4%) e Paraná (de 9% para 8,8%). Houve recuo em todo o Centro-Oeste: Mato Grosso do Sul (de 8,5% para 7,6%), Mato Grosso (de 9% para 7,9%), Goiás (de 10,6% para 9,2%) e Distrito Federal (de 13,2% para 12,7%). No Sudeste, caíram as taxas de desemprego em São Paulo (de 13,4% para 13,3%), Minas Gerais (de 12,2% para 10,7%) e Espírito Santo (de 13,1% para 11,5%). Já no Nordeste, recuaram as taxas no Piauí (de 12,9% para 12,8%), Ceará (de 12,6% para 11,3%), Rio Grande do Norte (de 14,5% para 13,6%), Paraíba (de 11,4% para 11,1%) e Pernambuco (de 17,7% para 16,7%). Na Bahia, a taxa permaneceu em 17%. Em outros sete estados, as taxas não só cresceram de 2017 para 2018 como também foram as maiores da série histórica, iniciada em 2012: Rio de Janeiro ( passou de 14,9% em 2017 para 15% em 2018), Sergipe (de 14,3% para 16,6%), Alagoas (de 16,7% para 17%), Maranhão (de 14,3% para 14,4%), Roraima (de 9,9% para 12,3%) e Amapá (de 17,8% para 20,2%). O Amapá, além de ter a maior alta de 2017 para 2018, junto com Roraima, teve a maior taxa de desemprego do ano passado.

Agência Brasil

21 de fevereiro de 2019, 09:35

ECONOMIA Prévia da inflação registra menor taxa para fevereiro desde Plano Real

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou uma taxa de 0,34% em fevereiro deste ano, a menor para meses de fevereiro desde o Plano Real, implantado em 1994. A taxa é, no entanto, superior à registrada em janeiro (0,3%). O dado foi divulgado hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a prévia de fevereiro, o IPCA-15 acumula taxas de 0,64% no ano e de 3,73% em 12 meses.

Agência Brasil

19 de fevereiro de 2019, 20:44

ECONOMIA Ford vai fechar fábrica em São Bernardo com 2,8 mil trabalhadores

Foto: Márcio Fernandes/Estadão

Pátio de caminhões da Ford em São Bernardo do Campo

A Ford anunciou nesta terça-feira, 19, a sua saída do mercado de caminhões na América do Sul e o encerramento da produção da planta de São Bernardo do Campo (SP). A companhia disse que a medida é um dos passos para “o retorno à lucratividade sustentável de suas operações na América do Sul”. Em balanço referente ao ano passado, a Ford apresentou prejuízo de US$ 678 milhões na região. A unidade de São Bernardo, que hoje produz caminhões e também o modelo Fiesta, será fechada ao longo de 2019. Com a medida, a Ford deixará de comercializar as linhas Cargo, F-4000, F-350 e Fiesta assim que terminarem os estoques. A empresa disse que os custos com essa decisão serão de cerca de US$ 460 milhões. Segundo estimativa do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o encerramento da fábrica da Ford em São Bernardo representa a demissão de 2,8 mil trabalhadores. A fábrica é a mais antiga em operação da montadora no Brasil, que ocupava a quarta posição no segmento de caminhões no País, com 12% de participação em 2018, atrás de Mercedes-Benz, Volkswagen e Volvo.

Estadão Conteúdo

19 de fevereiro de 2019, 16:59

ECONOMIA Sem Refis, arrecadação federal cai 0,66% em janeiro

Sem o reforço de renegociações e financiamentos especiais, a arrecadação federal caiu em janeiro. No mês passado, o governo federal arrecadou R$ 155,619 bilhões, recuo de 0,66% em relação a janeiro do ano passado, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo a Receita Federal, o principal motivo para a retração é que, em janeiro do ano passado, a União arrecadou R$ 8,238 bilhões referentes à consolidação do Parcelamento Especial de Regularização Tributária (Pert), em valores corrigidos pelo IPCA, receita que não se repetiu no mês passado. Em janeiro de 2019, as parcelas regulares do programa renderam apenas R$ 480 milhões. Outro fator que contribuiu para a queda real (descontada a inflação) na arrecadação foi a redução das alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre o óleo diesel, que entrou em vigor depois da greve dos caminhoneiros. Em janeiro deste ano, o governo arrecadou R$ 2,103 bilhões com os tributos sobre o diesel, contra R$ 3,046 bilhões no mesmo mês do ano passado em valores corrigidos pelo IPCA. De acordo com a Receita Federal, se não fossem esses fatores extraordinários, a arrecadação federal teria encerrado janeiro com alta de 3,83% acima da inflação em relação ao mesmo mês do ano passado. Somente a arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) subiu 7,71% além do IPCA em janeiro, motivada pela melhora nos lucros das empresas e na redução de compensações (descontos nos tributos) em relação aos anos anteriores. Outros tributos, no entanto, também continuaram a registrar queda em janeiro. A arrecadação da Previdência Social recuou 1,78% em janeiro (descontada a inflação), por causa do aumento de compensações de receitas de tributos por débitos de receita previdenciária. Nesse caso, empresas podem deixar de pagar tributos para compensar dívidas com a Previdência Social cobradas indevidamente pela União. As receitas não administradas pela Receita Federal somaram R$ 10,128 bilhões em janeiro, contra R$ 7,654 no mesmo mês de 2018, alta de 27,51% acima da inflação. O principal motivo para isso foi o crescimento de royalties de petróleo, impulsionados pelo aumento dos preços internacionais em relação a janeiro do ano passado.

Agência Brasil

19 de fevereiro de 2019, 14:06

ECONOMIA Bolsa opera em alta de 1,04% e dólar é cotado a R$ 3,72

O Ibovespa, principal índice de negociação da B3, opera hoje (19) em alta de 1,04%, aos 97.605 pontos ao meio dia. Entre as ações mais negociadas estão Petrobras, com alta de 1,35%; Itaú (2,31%) e do Banco do Brasil (2,78%). Ontem (18), a bolsa fechou em queda de 1,04%. O dólar é negociado a R$ 3,72, queda de 0,34%. O euro vale R$ 4,21, também em queda de 0,27%.

Agência Brasil

18 de fevereiro de 2019, 15:43

ECONOMIA Receita alerta para e-mail falso sobre malha do IR

A Receita alerta para uma mensagem falsa de e-mail que está circulando em nome da Instituição. A mensagem informa que o destinatário está em malha fiscal e indica um link que supostamente levaria a um relatório do Imposto de Renda 2018. A Receita destaca que não envia e-mails para informar se o contribuinte está ou não em malha fiscal. Nem autoriza outras instituições a enviarem e-mails em seu nome. Mensagens dessa natureza devem ser apagadas, ‘pois podem conter vírus ou qualquer outro software malicioso, podendo causar danos ao computador do usuário’. A Seção de Comunicação Institucional da Receita Federal em São Paulo assinala que como o e-mail abre a possibilidade de ‘entrega de documentação’, há ainda o risco de exposição de dados pessoais do cidadão, o que pode facilitar o cometimento dos mais diversos tipos de fraudes. Para saber se a declaração está na malha, o contribuinte deve acessar o Extrato de Processamento da DIRPF via e-CAC, no site da Receita Federal (rfb.gov.br). Para acessar o extrato da declaração, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada. Na seção ‘Pendências de malha’ do extrato, o contribuinte pode identificar se a declaração está retida em malha fiscal ou se há alguma outra pendência que possa ser regularizada por ele mesmo.

Estadão

18 de fevereiro de 2019, 14:21

ECONOMIA Relação etanol/gasolina diminui para 64,48% na 2ª semana do mês, diz Fipe

A relação entre o preço do etanol e o da gasolina diminuiu entre a primeira semana e a segunda de fevereiro, informou nesta segunda-feira, 18, o economista da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Moacir Yabiku. No período, a equivalência cedeu para 64,48% ante 65,95% na medição anterior. Na mesma semana de 2018, a relação estava em 72,41%. Especialistas apontam que o uso do etanol deixa de ser vantajoso em relação à gasolina quando o preço do derivado da cana-de-açúcar representa mais de 70% do valor da gasolina. A vantagem é calculada considerando que o poder calorífico do motor a etanol é de 70% do poder dos motores a gasolina. Entre 70% e 70,50%, é considerada indiferente a utilização de gasolina ou etanol no tanque. O Índice de Preços ao Consumidor da Fipe (IPC-Fipe) verificou queda de 2,11% do etanol na segunda quadrissemana de fevereiro, após retração de 1,84% na leitura anterior, enquanto a gasolina cedeu 2,70% no período ante queda de 11,74%.

Estadão Conteúdo

18 de fevereiro de 2019, 13:49

ECONOMIA Ibovespa abre em queda nesta segunda-feira

O Ibovespa iniciou esta segunda-feira (18) em pouco menos de 97 mil pontos, registrando queda de cerca de 0,40%. A Bolsa de São Paulo (B3) opera sem a referência dos Estados Unidos, onde hoje se comemora o Presidents Day, feriado nacional. Outros fatores que influenciam o índice é a data do vencimento de opções sobre ações, no dia de hoje, e o cenário político brasileiro. Na quarta-feira (20), o governo enfrentará o primeiro grande desafio na área econômica, com o envio ao Congresso Nacional da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência. O dólar apresenta alta de 0,40%, sendo negociado a R$ 3,726,5.

Agência Brasil

18 de fevereiro de 2019, 10:27

ECONOMIA Mercado reduz projeção de crescimento da economia para 2,48% em 2019

A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano, foi levemente reduzida. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 2,50% para 2,48%. Para 2020, a estimativa de crescimento do PIB subiu de 2,50% para 2,58%. Em 2021 e 2022, a expectativa segue em 2,50% de crescimento do PIB. As projeções são do boletim Focus, publicação semanal do BC, com estimativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) permaneceu em 3,87%, este ano. Para 2020, a previsão para o IPCA permanece em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na estimativa: 3,75%. A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta (4%). Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022. Para controlar a inflação e alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019. Para o final de 2020, a estimativa para a taxa é 8% ao ano, assim como a previsão para 2021 e 2022. A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic). A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação. Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Agência Brasil

15 de fevereiro de 2019, 19:01

ECONOMIA ‘Lava Jato da Educação’ derruba ações de empresas do setor; dólar cai a R$ 3,70

Foto: Gabriela Biló/ Estadão

Ações das empresas de educação terminaram em forte queda nesta sexta-feira, 15

As ações das empresas de educação terminaram em forte queda nesta sexta-feira, 15. Segundo operadores, a possibilidade de abertura de uma “Lava Jato da Educação” levou à desvalorização dos papéis. Na quinta-feira, o ministro Ricardo Vélez Rodríguez disse que uma investigação interna sobre atos das gestões anteriores encontrou indícios de corrupção e desvios que poderão dar origem à Lava Jato. A notícia teve forte impacto sobre os papéis do setor: Estácio ON caiu 5,20%, Kroton ON teve baixa de 6,21% e Ser ON perdeu 7,18%. Anima ON recuou 1,25%. O Ibovespa, principal índice de ações do País, fechou em baixa de 0,50%, aos 97.525,91 pontos. No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou o dia em queda de 0,39%, cotado a R$ 3,7052. Segundo o MEC, Vélez apresentou exemplos “emblemáticos” de favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais. Repercutem no mercado os principais pontos da reforma da Previdência apresentados na quinta-feira e os sinais de manutenção do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebbiano, no cargo. Os dados econômicos divulgados pela manhã, IBC-Br e IGP-10, acabaram ficando em segundo plano. Na quinta-feira, o secretário da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, informou que o presidente Jair Bolsonaro concordou com as idades mínimas de 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) para a aposentadoria, com período de transição de 12 anos. A proposta garante uma economia de R$ 1,1 trilhão nas despesas. O texto completo será divulgado na próxima quarta-feira, quando será enviado ao Congresso. Interlocutores do presidente afirmam que ele decidiu atender aos apelos políticos e manter Bebianno, o que é visto com alívio pelo mercado. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) voltou a defender a capacidade de articulação do ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno, e sinalizou que, caso o governo demorasse a resolver a questão, haveria risco para a reforma da Previdência. No ambiente externo, analistas monitoram a perspectiva de acordo comercial entre China e Estados Unidos.

Estadão Conteúdo

15 de fevereiro de 2019, 17:15

ECONOMIA União pagou R$ 565 milhões em dívidas atrasadas de estados em janeiro

O Tesouro Nacional pagou, em janeiro, R$ 565,05 milhões em dívidas atrasadas de estados. Desse total, a maior parte, R$ 459,3 milhões, é relativa a atrasos de pagamento de Minas Gerais. Também foram pagos R$ 105,75 milhões do estado do Rio de Janeiro. Os dados estão no Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito, divulgado hoje (15) pela Secretaria do Tesouro Nacional. As garantias são executadas pelo governo federal quando um estado ou município fique inadimplente em alguma operação de crédito. Nesse caso, o Tesouro cobre o calote, mas retém repasses da União para o ente devedor até quitar a diferença, cobrando multa e juros. Em 2018, a União já quitou R$ 4,803 bilhões de dívidas em atrasos de entes subnacionais. Desse total, R$ 4.027,9 bilhões couberam ao estado do Rio; R$ 553,15 milhões a Minas Gerais; R$ 123,95 milhões ao Piauí; R$ 64 milhões a Roraima e R$ 33,59 milhões a Goiás. Nenhum município teve garantias cobertas pelo Tesouro no ano passado. Em 2016 e 2017, o Tesouro pagou, respectivamente, R$ 2,377 bilhões e R$ 4,059 bilhões em dívidas de estados e municípios. As garantias honradas pelo Tesouro são descontadas dos repasses da União aos entes federados – como receitas dos fundos de participação, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), dentre outros. Sobre as obrigações em atraso incidem juros, mora e outros custos operacionais referentes ao período entre o vencimento da dívida e a efetiva honra dos valores pela União.

Agência Brasil

15 de fevereiro de 2019, 14:23

ECONOMIA Após proposta para Previdência, Ibovespa opera acima de 97 mil pontos

O Ibovespa opera nesta sexta-feira (15) acima de 97 mil pontos, em leve queda de 0,80%. No fechamento de ontem (14), o índice fechou em alta de 2,27%, aos 98.015 pontos. O Ibovespa é o principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3, antiga BMF&Bovespa. Nesta quinta-feira, o mercado reagiu à proposta de reforma da Previdência, que será encaminhada pelo presidente Jair Bolsonaro e sua equipe econômica ao Congresso Nacional na próxima quarta-feira (20). No início da tarde, o dólar era negociado a R$ 3,724.

Agência Brasil

15 de fevereiro de 2019, 08:55

ECONOMIA Atividade econômica cresce 1,15% em 2018

A economia brasileira cresceu 1,15% em 2018. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado hoje (15). No último trimestre do ano, comparado ao período anterior, o crescimento ficou em 0,20%, de acordo com dado dessazonalizado (ajustado para o período). O quarto trimestre comparado a igual período de 2017 apresentou crescimento de 1,53%. Em dezembro, frente a novembro de 2018, houve expansão de 0,21%. Na comparação com o último mês do ano passado e dezembro de 2017, o crescimento chegou a 0,18%. O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Agência Brasil

14 de fevereiro de 2019, 18:00

ECONOMIA Petrobras eleva em 2,29% preço médio da gasolina nas refinarias, para R$ 1,5581

A Petrobras anunciou alta de 2,29% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para sexta-feira, dia 15, para R$ 1,5581. Além disso, a estatal manteve o preço do diesel, em R$ 2,0005, conforme tabela disponível no site da empresa. Em dezembro, a Petrobras anunciou um mecanismo de proteção complementar em que ela pode alterar a frequência dos reajustes diários do preço do diesel no mercado interno em momento de elevada volatilidade, podendo mantê-lo estável por curtos períodos de tempo de até sete dias, ‘conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral’. Já o hedge da gasolina, que passou a ser adotado em setembro, permite à empresa manter os valores estáveis nas refinarias por até 15 dias.

Estadão Conteúdo