12 de julho de 2017, 19:37

ECONOMIA Dólar cai após condenação de Lula e fecha no menor valor em quase dois meses

A condenação em primeira instância do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e meio de prisão mexeu com o mercado financeiro. Após a divulgação da sentença, no início da tarde, o dólar despencou e fechou na menor cotação em quase dois meses. A Bolsa de Valores de São Paulo disparou e também encerrou o dia no maior nível desde maio.Apesar de ter começado o dia em baixa, o dólar comercial intensificou o ritmo de baixa depois das 13h50, quando a sentença foi publicada. A divisa fechou o dia vendida a R$ 3,208, no menor valor desde 17 de maio, véspera da divulgação das gravações do empresário Joesley Batista. Esse foi o quarto dia seguido de queda da moeda norte-americana.Na bolsa de valores, o dia também foi de ganhos. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, que operou em alta durante toda a manhã, disparou depois da divulgação da sentença do juiz Sergio Moro e fechou em alta de 1,57%, aos 64.836 pontos. Esse também foi o maior nível desde 17 de maio.As ações da Petrobras, as mais negociadas, lideraram a alta. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 3,9%, para R$ 13,58. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) subiram 4,65%, para R$ 12,94.

Agência Brasil

12 de julho de 2017, 11:30

ECONOMIA Preço da gasolina cai 0,1% e o do óleo diesel sobe 1,1% nesta quinta-feira

A Petrobras anunciou uma nova revisão nos preços da gasolina e do óleo diesel, que passa a valer a partir desta quinta-feira, 13. A gasolina irá ficar 0,1% mais barata, enquanto o óleo diesel terá seu preço elevado em 1,1% nas vendas para as refinarias. A estatal divulgou no último dia 30 de junho uma nova política de revisão de preços dos combustíveis. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores. A Petrobras perdeu participação de mercado no primeiro semestre por conta de competidores que estavam trazendo combustíveis mais baratos do exterior, aproveitando o momento de recuperação de margens, adotado pela estatal. Com isso, as refinarias da petrolífera brasileira estavam trabalhando com menores patamares de utilização da capacidade, o que significa que o custo de produção de cada litro estava saindo mais caro para a companhia. Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Estadão Conteúdo

12 de julho de 2017, 09:15

ECONOMIA Produção de petróleo da Opep avança a 32,611 milhões de barris por dia em junho

Os países membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) aumentaram a produção em junho, mesmo com a extensão de um acordo de redução na oferta, que está em vigor até março de 2018. Em seu relatório mensal, o grupo afirmou que a produção avançou 393,5 mil barris por dia (bpd), para uma média de 32,611 milhões de bpd. A alta ocorreu devido a uma forte expansão da produção na Arábia Saudita, que avançou 51,3 mil bpd em junho, para 9,950 milhões de bpd. Líbia e Nigéria, que estão sendo pressionados para começarem a cortar sua produção, também registraram aumento na oferta. A produção da Líbia subiu 127 mil bpd, enquanto a da Nigéria avançou 96,7 mil bpd em junho. O Iraque também registrou aumento em sua produção, somando 60,6 mil bpd, a 4,502 milhões de bpd em junho. Na contramão desse movimento, a exploração diminuiu na Venezuela nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Argélia, Equador e Gabão. Em junho, a produção de petróleo catariana caiu 1,2 mil bpd, para 618 mil bpd, em linha com o discurso do CEO da Qatar Petroleum, Saad al-Kaabi, que afirmou que o país continua comprometido com o acordo da Opep. A organização manteve a previsão para alta da demanda mundial de petróleo em 2017 em 1,27 milhão de bpd. Já a demanda média pela produção do cartel neste ano está em 32,2 milhões de bpd. Os dados também passaram a incluir a Guiné Equatorial, que passou a fazer parte do cartel. A Opep também estima que a produção de países de fora do grupo possa subir a 800 mil bpd este ano, 40 mil bpd a menos que a estimativa do mês anterior.

Estadão Conteúdo

11 de julho de 2017, 17:59

ECONOMIA Penhor da Caixa movimenta R$ 7,2 bilhões no primeiro semestre deste ano

O penhor da Caixa Econômica Federal movimentou R$ 7,2 bilhões em novos contratos e renovações no primeiro semestre de 2017. O número divulgado hoje (11) representa uma expansão de 11,3% em relação ao mesmo período do ano passado.Linha de crédito sem burocracia, o penhor dispensa avaliação de risco de crédito. O cidadão que tiver um bem confeccionado em ouro, prata, diamantes, pérolas, relógio ou canetas de valor poderá levar a joia para uma avaliação especializada em uma das agências que operam o serviço no país e receber o dinheiro na hora.Com taxa de 2,10% a.m., o penhor da Caixa pode ser renovado quantas vezes o cliente quiser. O empréstimo poderá chegar até 100% do valor do bem para clientes com conta-salário na Caixa e relacionamento com o banco. Depois de quitar o contrato, o cliente recebe seu bem de volta.

Agência Brasil

11 de julho de 2017, 17:16

ECONOMIA Demanda de consumidores por crédito cresce 2,1% no primeiro semestre

O número de brasileiros que buscou crédito em junho de 2017 cresceu 2,2% em relação a maio. No acumulado de janeiro a junho, a demanda por crédito subiu 2,1% em relação ao primeiro semestre de 2016, segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, divulgado hoje (11).A avaliação da Serasa Experian é que, apesar de positiva, a alta de 2,1% no primeiro semestre deste ano “denota um enfraquecimento, já que o crescimento registrado no primeiro semestre de 2016 em relação a 2015 havia sido de 3,2%”. A entidade atribui a desaceleração a juros altos, ao aumento do desemprego e à queda da confiança dos consumidores no primeiro semestre do ano, especialmente nos primeiros meses.

Agência Brasil

11 de julho de 2017, 14:00

ECONOMIA Novo levantamento da Conab aponta supersafra ainda maior este ano

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou hoje (11), em Brasília, as estimativas do décimo levantamento da safra correspondente ao período 2016/17. A pesquisa foi realizada de 18 a 24 de julho em todas as regiões produtoras do país, através de diversas instituições e informantes cadastrados. Diferentemente dos dados divulgados em maio, que previa uma supersafra de 232 milhões de toneladas de grãos, a Conab informou que o número pode chegar a 237,2 milhões de toneladas. Uma produção recorde, com crescimento de 27,1% com relação ao período anterior.Para a empresa, a supersafra se deve a condições climáticas favoráveis e ao aumento da produtividade média em todas as culturas, com destaque para o milho e a soja, considerados carros-chefe da produção de grãos no país, com alto nível de aplicação tecnológica. De acordo com a pesquisa, a soja deve crescer 19,4% e chegar a 113,9 milhões de toneladas colhidas, mantendo assim a expectativa dos números divulgados em maio. Já a produção de milho pode chegar a 96 milhões de toneladas, 44,3% acima da safra 2015/2016. Economia em alta Segundo o secretário substituto de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sávio Pereira, a produção de grãos no Brasil tem um impacto muito grande na economia. “O agronegócio está gerando um superávit de US$ 40 bilhões na balança comercial brasileira no primeiro semestre de 2017”, disse. Ele destacou que todos os números divulgados até agora são positivos e que o país tem um considerável estoque de alimentos. “Isso também gera um impacto positivo no preço dos produtos. A agricultura tem cooperado de forma muito efetiva com a economia do país”. O gerente de Levantamento de Safra da Conab, Cleverson Santana, alerta que a expectativa é muito positiva, mas ainda é necessário aguardar o encerramento das colheitas para fazer um balanço geral. “As condições climáticas estão sendo muito favoráveis. Não estamos tendo nenhum problema expressivo. Contudo, apenas 26% da segunda safra foi colhido. Vamos continuar monitorando. A expectativa é positiva”, observou. Os números definitivos da supersafra serão divulgados em setembro.

Agência Brasil

11 de julho de 2017, 13:00

ECONOMIA Crise política não afeta economia, diz Henrique Meirelles

Foto: Divulgação

Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (11), durante anúncio de financiamentos ao agronegócio, que a crise observada na política não está afetando a recuperação da economia. “Embora haja naturais questionamentos de que a crise política esteja afetando a economia, não há evidências disso. Evidência é o que interessa na economia, são números, são fatos. Muitos insistem em lutar contra os fatos revelados nos dados econômicos”, disse Meirelles. Em seguida, o ministro da Fazenda apresentou uma série de dados para mostrar que, apesar das turbulências na política, os agentes econômicos tem reconquistado a confiança, mantendo a economia em trajetória de recuperação. O principal dado destacado por Meirelles foi a recuperação na produção industrial de bens de capital, que cresceu 3,5% em maio em relação ao mês anterior, segundo os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Bens de capital são aqueles utilizados para a produção de outros bens, indicando um investimento para um aumento ainda maior de produção. “É um sinal importante, sinal de que o item que levou o país à recessão, recessão que levou a uma queda da confiança e consequentemente a uma queda do investimento, agora começam a crescer”, disse Meirelles. Ele citou outros dados que indicam recuperação futura da economia, como o aumento das encomendas de papelão ondulado, utilizado em embalagens, que cresceu 13,8% em junho, comparado ao mês anterior, segundo o ministro. “Esse ciclo de crescimento é para valer, não é um crescimento circunstancial, baseado numa bolha de crédito que leva a uma elevação do consumo e depois a uma queda. Ao contrário, leva ao crescimento do investimento”, afirmou Meirelles. O ministro disse esperar que o desemprego volte a cair a partir do segundo semestre. “É o último indicador a reagir”, afirmou.

Agência Brasil

11 de julho de 2017, 11:20

ECONOMIA Demanda por crédito sobe 2,1% no 1º semestre, revela Serasa

A procura por crédito por pessoa física cresceu 2,1% no primeiro semestre deste ano, de acordo com a Serasa Experian. A alta, contudo, ficou aquém do aumento de 3,2% nos primeiros seis meses de 2016, o que “denota um enfraquecimento”, observa a entidade. A despeito da expansão registrada na primeira parte deste ano, os economistas da Serasa Experian ponderam que os juros altos, o aumento do desemprego e a confiança deprimida diminuiu o ímpeto dos consumidores para procurar crédito. Em junho de 2017, o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito teve alta de 2,2%, puxado principalmente pelos trabalhadores que têm menor rendimento. Para os consumidores que ganham até R$ 500 por mês, o avanço foi de 3 3%. Entre os trabalhadores que recebem entre R$ 500 e R$ 1.000, a alta foi de 2,5%. Para a faixa entre R$ 1.000 e R$ 2.000, a expansão foi de 2,0%.Para aqueles que recebem entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mensais, o crescimento foi de 1,8% e, para os que recebem de R$ 5.000 a R$ 10.000, a alta foi de 1,5%. Já os consumidores com renda mensal acima de R$ 10.000, a demanda por crédito cresceu 1,6% em junho deste ano. A alta da demanda do consumidor por crédito no sexto mês foi verificada em todas as regiões. As taxas mais elevadas foram observadas no Norte (6,2%), Nordeste (5,2%) e Sul (3,3%). No Centro Oeste, a expansão foi de 1,2% e de 0,5% no Sudeste. Semestre Ainda houve expansão no primeiro semestre entre as seguintes categorias de consumidores assalariados: 4,1% (até R$ 500/mês); 3,2% (de R$ 500 a R$ 1.000); 1,4% (de R$ 1.000 a R$ 2.000); 0,3% (de R$ 2.000 a R$ 5.000); e 0,2% (mais de R$ 10.000). Já a faixa de trabalhadores que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10.000 mensais houve retração de 0,4% na demanda por crédito no primeiro semestre. Por região, a procura por crédito por pessoa física cedeu apenas no Centro Oeste, com declínio de 1,5%. Nas demais, houve crescimento de 4,0% no Norte; 4,8% no Nordeste; 2,7% no Sul; e 1 4% no Sudeste.

Estadão Conteúdo

11 de julho de 2017, 08:45

ECONOMIA Balança comercial do agronegócio tem melhor resultado para junho desde 2014

O superávit comercial do agronegócio brasileiro passou de US$ 7,22 bilhões em junho de 2016 para US$ 8,12 bilhões em junho de 2017. O resultado é o segundo maior da série histórica para meses de junho, abaixo apenas de junho de 2014, quando atingiu US$ 8,40 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. No último mês, as exportações brasileiras do agronegócio atingiram US$ 9,27 bilhões, superando em 11,6% o resultado do mesmo período de 2016. Já as importações registraram crescimento de 6,1%, totalizando US$ 1,16 bilhão em junho deste ano. As vendas para o mercado externo foram lideradas pelo complexo soja (grão, farelo e óleo). Os produtos representaram 42,7% do total das exportações do agronegócio em junho e atingiram US$ 3,96 bilhões. O complexo sucroalcooleiro ficou em segundo lugar, com exportações de US$ 1,36 bilhão no período, aumento de 32,9% sobre junho de 2016. O acréscimo foi puxado pelas vendas de açúcar bruto, que tiveram incremento de 39,7%, alcançando US$ 1,07 bilhão no período. O setor de carnes aparece em seguida, com exportações de US$ 1,32 bilhão, avanço de 1,7% sobre junho de 2016. As vendas de carne suína obtiveram o melhor desempenho do setor, com elevação de 26,9% sobre junho de 2016, passando para US$ 154,53 milhões. O quarto lugar ficou com as exportações de produtos florestais, que atingiram US$ 1,03 bilhão em junho de 2017, superando em 21% o resultado de junho de 2016. As vendas de celulose tiveram destaque, com aumento de 38,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando US$ 620,15 milhões. O quinto melhor desempenho das exportações foi do café, totalizando US$ 368,96 milhões, 4,2% a mais que em junho de 2016. O principal item foi o café verde, com exportações de US$ 309,30 milhões em junho de 2017, valor 2% maior que o registrado em junho do ano passado. As exportações dos cinco segmentos que lideraram as vendas somaram US$ 8,04 bilhões, representando 86,7% do total das exportações em junho.

Agência Brasil

10 de julho de 2017, 18:14

ECONOMIA Número de CPFs negativados cresce 1,5 milhão no primeiro semestre de 2017

Com a recuperação lenta da atividade econômica e do emprego, o número de consumidores inadimplentes aumentou no primeiro semestre do ano. De acordo com dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, a quantidade de CPFs negativados no País chegou a 59,76 milhões no final de junho, um volume 1,5 milhão superior ao do final do ano passado e equivalente a 39,6% da população com idade entre 18 e 95 anos.Contra junho do ano passado, porém, há uma redução de 0,83%. “A estimativa de devedores vem se mantendo próxima ao patamar dos 59 milhões desde o segundo trimestre do último ano. Isso acontece porque, se as dificuldades do cenário recessivo fazem crescer o número de devedores, a maior restrição do crédito e a queda na propensão do consumo por parte das famílias agem na direção contrária, limitando o crescimento da inadimplência”, avaliou o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.A inadimplência é mais forte no grupo de consumidores que têm entre 30 e 39 anos. Segundo o levantamento da entidade, mais da metade dessa população (50,44%) estava com o nome incluído em listas de proteção ao crédito, num total de 17,2 milhões de pessoas. A inadimplência também é alta nos grupos de 40 a 49 anos (47,79%) e de 25 a 29 anos (46,58%).”Assumindo que a economia e o consumo irão se recuperar de forma lenta e gradual, a estimativa deve permanecer ainda oscilando em torno dos 60 milhões de negativados ao longo dos próximos meses, sem mostrar um avanço expressivo”, completou Pinheiro. A maior parte dos devedores está na região Sudeste, com 25,8 milhões de negativados, ou 39,45% da população adulta nesses Estados. Em seguida, aparece o Nordeste, com 15,7 milhões de inadimplentes, ou 39,4% dos consumidores. O Sul tem 7,9 milhões de negativados (35,31% dos CPFs), o Norte tem 5,4 milhões de devedores (45,98% da população adulta) e o Centro-Oeste aparece com 5 milhões de inadimplentes (43,32% dos consumidores).

Estadão

10 de julho de 2017, 13:30

ECONOMIA Loterias federais têm aumento real de arrecadação de mais de 6% em um ano

A arrecadação das loterias federais apresentou aumento real de mais de 6% no segundo trimestre de 2017, comparado com igual período de 2016. O valor chegou a R$ 3,45 bilhões, segundo o Boletim de Acompanhamento do Mercado de Loteria, divulgado hoje (10) pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda. Essa recuperação no segundo trimestre das loterias federais leva a um crescimento real de aproximadamente 1,7% no primeiro semestre de 2017 (R$ 6,1 bilhões), quando comparado ao primeiro semestre de 2016 (R$ 6 bilhões). A Seae avalia que esta recuperação real na arrecadação semestral das loterias federais pode ser reflexo de recuperação na economia brasileira neste primeiro semestre. A secretaria afirma ainda, que com o aumento da arrecadação no segundo trimestre de 2017 em relação ao mesmo período do ano anterior, houve maior repasse de recursos das loterias para os programas sociais e elevação da arrecadação do Imposto de Renda com a premiação concedida. “De fato, os repasses sociais se elevaram em aproximadamente 4% entre o segundo trimestre de 2016 (R$ 1,26 bilhão) e o segundo trimestre de 2017 (R$ 1,31 bilhão)”, diz o documento.

Agência Brasil

10 de julho de 2017, 10:45

ECONOMIA Caixa abre mais cedo para atender trabalhadores com contas inativas

As agências da Caixa Econômica Federal (Caixa) em todo o país abriram mais cedo hoje (10) para atendimento de trabalhadores com contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Nas regiões em que o banco abre às 9h, o atendimento começou às 8h e fechará uma hora mais tarde. Os funcionários vão solucionar dúvidas, acertar cadastros, emitir senha do Cartão Cidadão e fazer pagamentos. Com o início do pagamento das contas inativas de quem nasceu em dezembro, o programa entra na sua fase final, que termina no dia 31 deste mês. Mais de 2,5 milhões de trabalhadores têm direito ao saque. O valor total disponível ultrapassa R$ 3,5 bilhões e equivale a aproximadamente 8% do total disponível. Até o dia 28 de junho, a Caixa pagou mais de R$ 38,2 bilhões relativos às contas inativas, e o número de trabalhadores nascidos até novembro e que já sacaram alcançou 22,6 milhões de pessoas. O valor equivale a 95,38 % do total inicialmente previsto (R$ 40 bilhões) e aproximadamente 81% dos trabalhadores (27,7 milhões) nascidos entre janeiro e novembro. A Caixa orienta que os valores até R$ 1,5 mil podem ser sacados no autoatendimento, somente com a senha do Cartão Cidadão. Até R$ 3 mil, o saque pode ser feito com o Cartão do Cidadão e senha nos postos de autoatendimento, lotéricas e correspondentes do banco. No caso de valores acima disso, os saques só podem ser feitos nas agências.

Agência Brasil

10 de julho de 2017, 10:30

ECONOMIA Receita libera hoje consulta ao segundo lote de restituição do IR

Foto: Divulgação

A Receita Federal abre nesta segunda-feira, 10, a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2017. Cerca de 1,3 milhão de contribuintes que declararam Imposto de Renda neste ano vão receber dinheiro do Fisco. Ao todo, serão desembolsados R$ 2,533 bilhões.A Receita também pagará R$ 467,2 milhões a 148,2 mil contribuintes que fizeram a declaração entre 2008 e 2016, mas estavam na malha fina. Considerando os lotes residuais e o pagamento de 2016, o total gasto com as restituições chegará a R$ 3 bilhões. A lista com os nomes está disponível no site da Receita. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receita oferece ainda aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições. O crédito bancário será feito em 17 de julho. As restituições terão correção de 2,74%, para o lote de 2016, a 97,03% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a data de entrega da declaração até este mês. O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento. Os dois últimos lotes regulares serão liberados em novembro e dezembro. Se estiverem fora desses lotes, os contribuintes devem procurar a Receita Federal porque os nomes podem estar na malha fina por erros ou omissões na declaração. A restituição ficará disponível durante um ano. Se o resgate não for feito no prazo, a solicitação deverá ser feita por meio do formulário eletrônico – pedido de pagamento de restituição, ou diretamente no e-CAC , no serviço extrato de processamento, na página da Receita na internet. Para quem não sabe usar os serviços no e-CAC, a Receita produziu um vídeo com instruções.

Estadão

10 de julho de 2017, 10:15

ECONOMIA Alta dos preços administrados em 2017 cai de 5,10% para 5,08%, calcula Focus

O Relatório de Mercado Focus desta segunda-feira, 10, trouxe mudança na projeção para os preços administrados neste ano. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador em 2017 foi de alta de 5,10% para avanço de 5,08%. Para 2018, a mediana seguiu em 4,70%. Há um mês, o mercado projetava aumento de 5,50% para os preços administrados em 2017 e elevação de 4 70% em 2018. Em suas projeções, atualizadas no último Relatório Trimestral de Inflação (RTI), o BC espera alta de 5,9% para os preços administrados em 2017 e avanço de 5,5% em 2018. A abertura dos dados do Focus mostra que as instituições financeiras seguiram projetando uma inflação de 4,25% em 2019. Este porcentual é calculado desde o início de abril deste ano, sem alterações. Na última semana de junho, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu uma meta de 4,25% para a inflação em 2019 – justamente o que está projetado no Focus. A margem de tolerância é de 1,5 ponto porcentual (inflação de 2,75% a 5,75%). A abertura dos dados do Focus mostrou também a projeção de inflação de 2020 em 4,00%. Este porcentual está em sintonia com a meta de exatos 4,00% para o ano. Na prática, o Focus indica que o mercado financeiro acredita que o BC conduzirá a inflação de 2020 para este patamar, como propôs o CMN.

Estadão Conteúdo

10 de julho de 2017, 09:27

ECONOMIA Mercado financeiro espera por inflação e crescimento econômico menores este ano

O mercado financeiro espera por inflação e crescimento econômico menores este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, desta vez, caiu de 0,39% para 0,34%. A projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu pela sexta vez seguida, ao passar de 3,46% para 3,38%, este ano. Estas estimativas são do boletim Focus, uma publicação elaborada todas as semanas pelo Banco Central sobre os principais indicadores econômicos.Para 2018, a projeção para o crescimento do PIB foi mantida em 2% e a estimativa para o IPCA foi ajustada de 4,25% para 4,24%. As projeções permanecem abaixo do centro da meta de inflação, que é 4,5%. As instituições financeiras esperam por uma taxa básica de juros, a Selic, menor neste ano e em 2018. A projeção para o final de 2017 passou de 8,50% para 8,25% ao ano. Para o fim de 2018, a expectativa foi alterada de 8,25% para 8% ao ano. Atualmente, a Selic está em 10,25% ao ano. A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

Agência Brasil