6 de novembro de 2017, 08:52

ECONOMIA Publicada medida que reduz juros para empréstimos a aposentados e pensionistas

Foi publicada na edição de hoje (6) do Diário Oficial da União uma resolução do Conselho Nacional de Previdência que recomenda ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a redução de 2,14% para 2,08% do teto máximo de juros cobrados ao mês nas operações de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS . A mesma resolução reduz de 3,06% para 3% ao mês a taxa de juro cobrado nos casos de consignados para operações que visam o pagamento de dívidas com cartão de crédito. A redução dessas taxas foi aprovada em setembro pelo conselho e dependia de sua publicação para entrar em vigor. Na época, a Previdência Social havia informado que as mudanças foram possíveis graças às quedas observadas na taxa básica de juros (Selic). De acordo com a Previdência, os novos tetos permitem condições mais vantajosas para o acesso ao crédito, possibilitando inclusive a migração de dívidas mais caras, como as de cartão de crédito, para uma modalidade mais barata. A resolução reduz também o limite da margem consignável para o pagamento de amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito, de 2 para 1,4 vezes o valor do benefício mensal, o que, segundo a Previdência, permitirá a liquidação do empréstimo em até 72 meses. Com essa medida, o governo pretende impedir um endividamento muito alto, além de diminuir o risco de inadimplência. O crédito obtido por meio de empréstimos consignados é o de menor custo no mercado. A partir da resolução publicada hoje, o INSS deverá adequar seus sistemas para que se adote as recomendações apresentadas pelo conselho.

Agência Brasil

6 de novembro de 2017, 08:41

ECONOMIA Aneel formaliza homologação do leilão das quatro usinas que pertenciam à Cemig

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 6, aviso de homologação e adjudicação do leilão das Usinas São Simão, Jaguara, Miranda e Volta Grande, cujas concessões pertenciam à Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).O aviso ratifica os vencedores da concorrência: a chinesa SPIC Pacific Energy levou São Simão; a franco-belga Engie Brasil Minas Geração ficou com Miranda e Jaguara; e a italiana Enel Brasil arrematou Volta Grande. As quatro hidrelétricas foram leiloadas no dia 27 de setembro e renderam uma arrecadação em outorgas de R$ 12,13 bilhões ao governo federal, resultado 9,73% maior que o valor mínimo estabelecido. O recurso deverá entrar nos cofres da União até 30 de novembro.

Estadão Conteúdo

6 de novembro de 2017, 08:28

ECONOMIA Lucro de fundo de renda fixa cai, mas taxa de administração fica mais cara

A queda da taxa básica de juros, que de 2015 para cá despencou de 14,25% para 7,50% ao ano, corroeu o retorno de boa parte dos fundos de investimento em renda fixa, como já era de se esperar. Essa desvantagem não foi, porém, suficiente para reduzir as taxas de administração cobradas pelas instituições financeiras por essas aplicações. Segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo com base no banco de dados da Anbima, associação que representa o mercado de capitais, o efeito foi contrário ao esperado: houve uma alta nas taxas dos fundos que mais perderam rentabilidade. No confronto de janeiro de 2016 com setembro deste ano, a taxa média de retorno de um fundo de renda fixa simples caiu de 12,5% para 7,06% ao ano. Já a taxa de administração cobrada pela empresa que faz a gestão do investimento subiu de 0,71% para 0 83% no período. Os fundos de renda fixa simples são os que têm, no mínimo, 95% de seu patrimônio líquido em títulos da dívida pública federal, títulos de renda fixa ou operações compromissadas lastreadas em títulos do tesouro. O mesmo descompasso entre taxas e retorno financeiro foi observado nos fundos de renda fixa indexados, que acompanham a variação de indicadores de referência do mercado de renda fixa.

Estadão Conteúdo

6 de novembro de 2017, 08:10

ECONOMIA Mercado financeiro mantém projeção para inflação em 3,08% este ano

O mercado financeiro manteve a projeção para a inflação este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) segue em 3,08%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as semanas, com projeções para os principais indicadores econômicos.Para 2018, a estimativa para o IPCA é mantida em 4,02% há quatro semanas consecutivas. As projeções para 2017 e 2018 permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 7,5% ao ano. A expectativa do mercado financeiro para a Selic ao final de 2017 e de 2018 segue em 7% ao ano.A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi mantida em 0,73% este ano, e em 2,5% para 2018

5 de novembro de 2017, 08:50

ECONOMIA Confira o resultado do concurso 1.984 da Mega-Sena, sorteado neste sábado

O concurso número 1.984 da Mega-Sena sorteou na noite de hoje (4) prêmio de R$ 2 milhões. Ninguém acertou o prêmio principal, que acumulou para o próximo sorteio e tem valor estimado de R$ 16 milhões.Confira as dezenas sorteadas: 21 – 29 – 32 – 35 – 43 – 50Treze apostadores acertaram as cinco dezenas da Quina e levaram R$ 104.873,13 cada. A Quadra teve 1.743 acertos e cada jogador ganhou R$ 1.117,40.

5 de novembro de 2017, 08:36

ECONOMIA Aumento de 4,5% no gás de cozinha passa a valer hoje

As refinarias aumentaram a partir da 0h de hoje (5) os preços do gás de cozinha para uso residencial em botijões de até 13 kg (GLP P-13). O aumento é de 4,5%, em média.Segundo a Petrobras, que anunciou o aumento na sexta-feira (3), a causa principal do reajuste é a “alta das cotações do produto nos mercados internacionais, influenciada pela conjuntura externa e pela proximidade do inverno no hemisfério norte”. Ainda conforme a companhia, a variação do câmbio também contribuiu para a necessidade do aumento.O valor de elevação anunciado é o aplicado sobre os preços praticados nas refinarias, sem incidência de tributos. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, o preço para o consumidor dependerá de cada distribuidora e revendedora.Se o reajuste for repassado integralmente ao consumidor final, o botijão pode chegar a aumentar em média 2%, uma alta de R$ 1,21, segundo os cálculos da companhia – mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

3 de novembro de 2017, 18:25

ECONOMIA Dólar sobe mais de 1% e fecha acima de R$ 3,30 pela primeira vez em quatro meses

Depois de duas baixas seguidas, a moeda norte-americana teve forte alta nesta sexta-feira (3) e fechou acima de R$ 3,30 pela primeira vez em quatro meses. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 3,307, com alta de R$ 0,043 (1,32%), na maior cotação desde 4 de julho (R$ 3,31). A divisa iniciou o dia próxima da estabilidade. Durante a manhã chegou a operar em baixa, mas reverteu a tendência no início da tarde, após a divulgação de resultados do emprego norte-americano. Hoje, o Departamento de Trabalho norte-americano anunciou que a taxa de desemprego nos Estados Unidos caiu 0,1 ponto percentual e fechou outubro em 4,1%, no resultado mais baixo em 17 anos. No mês passado, foram criados 261 mil postos de trabalho. O mercado ainda repercute a nomeação de Jerome Powell para comandar o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) a partir de fevereiro. Responsável pela nomeação, o presidente Donald Trump quebrou uma tradição, ao não reconduzir a atual comandante do Fed, Janet Yellen, para um segundo mandato. Menos desemprego nos Estados Unidos reforçam a aposta de que o Fed aumentará os juros da maior economia do planeta na próxima reunião. Taxas mais altas nos países desenvolvidos estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, o que pressiona o câmbio para cima.

Agência Brasil

3 de novembro de 2017, 17:25

ECONOMIA Brasil reabre mercado japonês para exportação de leite e derivados

Após dois anos de negociação, o Japão voltará a importar leite e derivados do Brasil provenientes de áreas livres de febre aftosa. A exportação dos produtos foi autorizada por meio do Certificado Sanitário Internacional e comunicada ao governo brasileiro na última quarta-feira (1º). Considerado um cliente importante no comércio internacional de produtos lácteos, o mercado japonês poderá agora comprar de agricultores brasileiros, além de leite, produtos como manteiga, queijo, soros e leite em pó. Somente no ano passado, o Japão, que é o sétimo maior mercado do mundo, importou cerca de US$ 1,2 bilhão de produtos lácteos.De acordo com o ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o setor de lácteos brasileiro está iniciando sua entrada no comércio internacional. As exportações envolverão apenas as áreas livres da febre aftosa com e sem vacinação.

Agência Brasil

3 de novembro de 2017, 15:53

ECONOMIA Petrobras reajusta gás de cozinha em 4,5%, em média, a partir de 5/11

A Petrobras informou nesta sexta-feira, 3, que vai aumentar o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para uso residencial, o gás de cozinha, de botijões de até 13 kg (P-13) em 4,5%, em média, a partir da zero hora do próximo domingo (05/11). De acordo com a estatal, o reajuste foi causado principalmente pela alta das cotações do produto nos mercados internacionais, influenciada pela conjuntura externa e pela proximidade do inverno no Hemisfério Norte. A variação do câmbio também contribuiu, destacou a companhia em nota. “Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, explicou. O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão de 13 kg pode ser reajustado, em média, em 2%, ou cerca de R$ 1,21, “isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”, destacou. O último reajuste do gás de cozinha ocorreu em 11 de outubro deste ano. Na última quarta-feira (01/11), a companhia elevou o preço do GLP industrial em 6,5%.

Estadão Conteúdo

3 de novembro de 2017, 13:30

ECONOMIA Elevação da capacidade produtiva ainda deve demorar

Foto: Estadão

De janeiro a agosto, importação de peças registrou aumento de 15,1%

Apesar de os investimentos darem os primeiros sinais de retomada, ainda vai demorar até que as empresas voltem efetivamente a ampliar sua capacidade de produção. Com uma ociosidade muito alta nas fábricas, grande parte dos desembolsos vêm sendo feitos para aquisição de peças a fim de colocar uma máquina parada em funcionamento ou para adquirir equipamentos de automatização com o objetivo de reduzir custos com mão de obra. De janeiro a agosto, houve um crescimento de 15,1% nas importações de peças e acessórios para bens de capital em relação a 2016, segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei). Dados do IBGE mostram que a produção nacional de peças e acessórios para bens de capital cresceu entre junho e agosto ante ao mesmos meses de 2016, embora no ano até agosto acumule queda. “É um sinal da reativação, mas não do investimento como ampliação da capacidade, que está difícil”, diz o presidente da Abimei, Paulo Castelo Branco. Esse movimento é confirmado pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria Plástica (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho. “Muitos estão fazendo um ‘retrofit’ dos equipamentos: pegam uma máquina antiga e dão uma modernizada, compram peças, porque a capacidade ociosa está sobrando”, explica Coelho.

Estadão

3 de novembro de 2017, 11:04

ECONOMIA Ministério limita reembolso da União às empresas públicas por empregado cedido

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão estabeleceu hoje (3) as regras para as cessões e requisições de pessoal na Administração Pública Federal, direta e indireta. O reembolso da União às empresas estatais e sociedades de economia mista por empregados que forem cedidos ou requisitados para outros órgãos ficará limitado ao teto constitucional de R$ 33,7 mil. A Portaria nº 342 operacionaliza o Decreto nº 9.144, de agosto deste ano. De acordo com o ministério, pela portaria ficou regulamentada a impossibilidade de reembolso nas participações nos lucros ou resultados, multas referentes ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e indenização decorrente da conversão de licença-prêmio em pecúnia. As parcelas que podem ser ressarcidas incluem remuneração, subsídio, adicionais de tempo de serviço, produtividade e por mérito, e ainda os encargos sociais e trabalhistas. Também poderão ser restituídas verbas que estejam incorporadas à remuneração do servidor cedido. Segundo a portaria, as cessões que impliquem reembolso pela Administração Pública federal passarão a ser autorizadas apenas para cargo em comissão ou função de confiança, com graduação mínima equivalente ao DAS 4, na hipótese de o cedente ser órgão ou entidade da administração pública direta, autárquica ou fundacional de outro ente federativo. Caso o cedente seja empresa estatal da União ou de outro ente federativo, só serão permitidas cessões para cargos de DAS 5, no mínimo. A Portaria nº 342 ainda orienta os órgãos do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec) sobre o prazo das novas cessões, que passa a ser indeterminado. De acordo com as regras atuais, a cessão é concedida por um ano, podendo ser prorrogado no interesse dos órgãos ou das entidades cedentes e cessionários. A norma também está alinhada à determinação contida no Acórdão 3195/2015 do Tribunal de Contas da União (TCU), acrescentou o ministério.

Agência Brasil

1 de novembro de 2017, 21:15

ECONOMIA Ministério da Indústria e Comércio diz que aumento de importações no ano sinaliza retomada da economia

O crescimento das importações do país no mês de outubro (média diária de US$ 651,2 milhões, contra US$ 568,8 milhões para o mesmo mês de 2016) e no acumulado do ano (elevação de 9,1% na comparação com o mesmo período do ano passado), é uma indicação da melhora da atividade econômica no futuro. A avaliação é do diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), Herlon Brandão. Para ele, o crescimento das importações ao longo do ano é reflexo da atividade produtiva e da demanda interna por insumos para indústria e para o agronegócio. “Notamos um crescimento, pelo terceiro mês seguido, da importação de bens de capital. Isso é muito positivo, é investimento, e sinaliza uma melhora da atividade econômica no futuro”, disse ao apresentar, hoje (1º), o resultado da balança comercial do mês de outubro. De acordo com Brandão, como o Brasil importa, principalmente, bens para atividade produtiva – como insumos industriais, máquinas para agricultura e bens de capital – o crescimento das compras no exterior demonstra que “o setor produtivo está demandando mais insumos para produção nacional e para exportação”. Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), nos dez meses do ano, o Brasil importou US$ 125 bilhões. Destaque para óleos combustíveis, com saldo positivo de 89,2%; hulhas (+110,4%); circuitos integrados (+48,3%); naftas (+43,4%) e partes de aparelhos transmissores ou receptores (+58,7%). Leia mais na Agência Brasil

1 de novembro de 2017, 21:00

ECONOMIA Venda de veículos cresce 27, 56% no mês de outubro no Brasil

Foto: Divulgação

Em outubro deste ano foram emplacados mais de 200 mil veículos no país

De acordo com dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), divulgados nesta quarta-feira (1º), a venda de automóveis de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus novos cresceu 27,56% no mês de outubro, em comparação com o mesmo período do ano passado. Em outubro deste ano foram emplacados 202.860 veículos, enquanto no mesmo mês do ano passado foram 159.032. Esse foi o segundo melhor resultado de 2017, atrás apenas de agosto, que registrou 216 mil unidades. No acumulado do ano, foram vendidos 1,82 milhão de veículos novos no país.

1 de novembro de 2017, 18:11

ECONOMIA Mega-Sena pode pagar R$ 2,5 milhões no sorteio desta quarta-feira

A Mega-Sena pode pagar R$ 2,5 milhões para o apostador que acertar os seis números que serão sorteados hoje (1º), no concurso 1.983.A aposta mínima custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília), em uma das mais de 13 mil casas lotéricas do país. O sorteio será realizado às 20h (horário de Brasília), em Volta Redonda (RJ).Também é possível participar do sorteio pela internet. Para isso, é preciso ter conta-corrente na Caixa e ter mais de 18 anos. O serviço está disponível diariamente, das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteio, quando as apostas terminam às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.Se apenas uma pessoa acertar as seis dezenas do concurso desta quarta-feira, receberá R$ 12,5 mil em rendimentos mensais se aplicar o prêmio na poupança. Com esse dinheiro, também é possível comprar 83 carros populares.

Agência Brasil

1 de novembro de 2017, 16:22

ECONOMIA Petrobras reajusta em 6,5% preço do gás para comércio e indústria

A Petrobras anunciou hoje (1) um reajuste médio de 6,5% dos preços de comercialização às distribuidoras do gás liquefeito de petróleo (GLP) destinado aos usos industrial e comercial. O aumento entra em vigor nesta quinta-feira (2). O reajuste não se aplica aos preços do GLP para uso residencial, o gás de cozinha, comercializado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (Kg). Em nota divulgada esta tarde, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que o aumento de preço ficará entre 4,5% e 7,7% para o consumidor, dependendo do polo de suprimento. Com o aumento de preços, a estimativa do Sindigás é que o valor do produto destinado a embalagens maiores que 13 Kg ficará 46% acima da paridade de importação.

Agência Brasil