6 de fevereiro de 2017, 12:35

ECONOMIA Dieese apura queda de preço da cesta básica em 20 capitais

O valor dos alimentos essenciais na mesa dos brasileiros caiu, em janeiro, em 20 das 27 capitais onde é feita a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O quadro difere do registrado em dezembro, quando todas as localidades pesquisadas indicaram elevação de preços. Ao longo de janeiro, a capital do Acre, Rio Branco, foi a que apresentou o maior recuo (-12,82%), seguida de Cuiabá (-4,16%), Boa Vista (-3,94%) Campo Grande (-3,63%) e Curitiba (-2,97%). Já as altas ocorreram em Fortaleza (4,64%), Aracaju (2,18%), Salvador (1,30%), João Pessoa (0,76%), Teresina (0,57%); Manaus (0,18%) e Brasília (0,22%). A cesta mais cara foi encontrada em Porto Alegre (R$ 453,67). O segundo maior valor também está no sul do país (Florianópolis, com R$ 441,92) e, na terceira posição, vem o sudeste com o Rio de Janeiro (R$ 440,16). Em sentido oposto, aparecem na lista, com os custos mais baixos, Rio Branco (R$ 335,15) e Recife (R$ 346,44). No acumulado de 12 meses, houve elevação em 14 cidades com destaque para Maceió (15,99%); Fortaleza (11,89%) e Belém (8,52%). Entre as 13 localidades com redução, as mais expressivas foram anotadas em Belo Horizonte (-6,71%); Campo Grande (-4,69%); Palmas (-4,45%) e Brasília (-4,23%).

Agência Brasil

6 de fevereiro de 2017, 10:05

ECONOMIA Mercado financeiro reduz estimativa de inflação pela quinta vez seguida

Foto: Reprodução / Facebook

O mercado financeiro reduziu pela quinta semana seguida a projeção para a inflação, este ano. Desta vez, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,70% para 4,64%. As estimativas fazem parte do boletim Focus, uma publicação semanal elaborada, todas as semanas, pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. A projeção para a inflação este ano está bem próxima do centro da meta de inflação, que é 4,5%. Para 2018, a estimativa para o IPCA segue em 4,5%. A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) este ano, foi ajustada de 0,50% para 0,49%. Para o próximo ano, a expectativa é que a economia cresça 2,25%. A projeção da semana passada era 2,2%. Para as instituições financeiras, a Selic encerrará 2017 em 9,5% ao ano e 2018 em 9% ao ano. Atualmente, a Selic está 13% ao ano. A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

Kelly Oliveira, Agência Brasil

6 de fevereiro de 2017, 09:06

ECONOMIA Volta do otimismo leva expectativa de emprego ao melhor nível desde 2010

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Volta do otimismo quanto ao emprego no país está ligada ao ciclo de redução da taxa básica de juros, iniciado pelo Banco Central

O retorno do otimismo da indústria levou o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) a subir 5,6 pontos em janeiro, alcançando 95,6 pontos – o maior nível desde os 98,7 pontos de maio de 2010. A melhora se deu após o indicador recuar 3,1 pontos em dezembro de 2016, frente a novembro. Os dados do IAEmp foram divulgados hoje (6), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e indicam que, na média móvel dos últimos três meses, o indicador avançou 0,9 ponto. Como reflexo da evolução favorável do Indicador Antecedente de Emprego, o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) também fechou janeiro com evolução favorável, recuando 1 ponto em janeiro, para 103,6 pontos. A queda interrompeu a sequência de quatro altas consecutivas, mas foi, segundo a FGV, insuficiente para alterar a tendência de alta do indicador em médias móveis trimestrais. Para o economista da FGV Fernando de Holanda Barbosa Filho, o retorno do otimismo quanto à situação do emprego no país está diretamente ligado ao ciclo de redução da taxa básica de juros, iniciada pelo Banco Central no fim do ano passado. “Os resultados do IAEmp foram puxados por um retorno do otimismo na indústria quanto ao futuro e devem estar relacionados ao ciclo de redução da taxa de juros iniciado no ano passado pelo Banco Central e que ganhou força neste início de ano”, frisou.

Agência Brasil

3 de fevereiro de 2017, 18:10

ECONOMIA Etanol sobe em 14 Estados e no DF e cai em 12 na semana

Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros subiram em 14 Estados e no Distrito Federal e caíram em 12 nesta semana. No período de um mês, as cotações do produto acumulam alta em 23 Estados e no Distrito Federal e queda em Alagoas, Paraíba e Roraima. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação caiu 0,39% na semana, para R$ 2,781 o litro, e no período de um mês acumula alta de 2,73%. Na semana, o maior avanço das cotações foi registrado no Amapá (3,73%), enquanto o maior recuo ocorreu em Alagoas (-2,65%). A maior alta mensal, de 5,09%, foi em Mato Grosso do Sul e a maior queda foi também em Alagoas (-2 65%).No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 2 29 o litro, em São Paulo, e o máximo foi de R$ 4,429 o litro, no Rio Grande do Sul. Na média, o menor preço foi de R$ 2,735 o litro, em Mato Grosso, e o maior preço médio foi verificado no Amapá, de R$ 3,89 o litro.

2 de fevereiro de 2017, 14:38

ECONOMIA Produção de petróleo e gás natural registra recorde em dezembro, diz ANP

O país fechou 2016 com um novo recorde na produção de petróleo e gás natural nos campos nacionais. Dados divulgados hoje (2) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que em dezembro a produção de petróleo totalizou 2,73 milhões de barris por dia, superando o recorde anterior, de 2,67 milhões de barris/dia produzidos em setembro. Já a produção de gás natural chegou a 111,8 milhões de metros cúbicos/dia em dezembro, superando o recorde anterior, de 111,1 milhões de metros cúbicos/dia, registrada em novembro. Na comparação com dezembro de 2015, a produção de petróleo subiu 7,8%. E a de gás natural foi 11,3% maior. No total, a produção de petróleo equivalente (petróleo e gás natural) nos campos nacionais fechou dezembro de 2016 em aproximadamente 3,43 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Mais uma vez, o Campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com extração média de 710 mil barris/dia de petróleo e 30,8 milhões de barris diários de gás natural. Segundo informações da ANP, a produção de petróleo do Campo de Lula em dezembro do ano passado foi a maior já registrada por um campo no Brasil. O recorde anterior era do mesmo campo, que em novembro do ano passado produziu 663,2 mil barris/dia.

Agência Brasil

1 de fevereiro de 2017, 09:45

ECONOMIA Produção industrial fecha 2016 com queda de 6,6%; dezembro teve crescimento

A produção industrial brasileira fechou o ano passado com queda de 6,6%, a terceira taxa anual negativa consecutiva: em 2015, a produção da indústria havia recuado 8,3% frente a 2014 que, por sua vez, já havia fechado o ano com produção negativa de 3% frente aos 12 meses imediatamente anteriores, na série sem ajuste sazonal. Apesar dos sucessivos números negativos nas taxas anuais, em dezembro do ano passado a produção industrial nacional cresceu 2,3% em relação ao mês anterior – nesse caso, na série livre de influências sazonais. O resultado de dezembro é a segunda taxa positiva consecutiva, acumulando nos dois últimos meses de 2016 expansão de 2,6%. Os dados relativos à Pesquisa Industrial Mensal Produção Física (PIM-PF) – Brasil foram divulgados hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que as taxas anualizadas (indicador acumulado nos últimos 12 meses) permaneceram com o ritmo de queda iniciado em junho de 2016 (-9,7%). Os dados indicam ainda que em relação a dezembro de 2015 (série sem ajuste sazonal), houve queda de 0,1%, a 34ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação, mas a menos intensa da sequência. Os índices do setor industrial foram também negativos tanto para o fechamento do quarto trimestre de 2016 (-3,1%), quanto para o acumulado do segundo semestre do ano (-4,2%), as duas comparações em relação aos mesmos períodos do ano anterior.

Nielmar de Oliveira, Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 17:20

ECONOMIA Pesquisa da ANP revela preço máximo da gasolina ao consumidor de quase R$ 5

De acordo com levantamento semanal feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre 22 a 28 deste mês, o preço médio do litro de gasolina vendido ao consumidor no Brasil alcançou R$ 3,765. Os preços mínimo e máximo da gasolina na bomba foram, respectivamente, de R$ 3,149 e R$ 4,949.Para o litro do etanol, foi registrado preço médio de R$ 2,929, com valor mínimo de R$ 2,259 e máximo de R$ 4,399. Já o metro cúbico do gás natural veicular (GNV) teve preço médio de R$ 2,205 na semana avaliada, com preço mínimo de R$ 1,749 e máximo de R$ 2,999. Foram pesquisados 5.679 postos brasileiros no caso da gasolina, 301 no GNV e 5.101 no etanol.Por estados da Federação, Acre lidera o ranking dos mais altos preços de gasolina cobrados dos consumidores, com R$ 4,302 o litro, em média. Seguem-se Pará, com R$ 4,093; Rio de Janeiro (R$ 4,046); e Rondônia (R$ 4,027). Em contrapartida, Pernambuco apresentou o menor valor médio: R$ 3,501 o litro.Em relação ao etanol, Mato Grosso e São Paulo mostram os menores preços médios cobrados na bomba, de R$ 2,743 e R$ 2,792 por litro, respectivamente. Os maiores valores médios foram encontrados em Roraima (R$ 3,800), Rio Grande do Sul (R$ 3,787) e Pará (R$ 3,766).No caso do GNV, dos 16 estados pesquisados, Minas Gerais lidera com menor preço médio por metro cúbico, de R$ 1,999. Os maiores preços médios para o consumidor foram encontrados em Alagoas, com R$ 2,790, e Rio Grande do Sul (R$ 2,739).Por capitais, os maiores valores médios da gasolina foram registrados em Rio Branco (AC), de R$ 4,236, com 21 postos pesquisados; e no Rio de Janeiro (RJ), R$ 4,041, em 57 postos visitados. No Recife (PE), verificou-se o preço médio mais baixo de gasolina: R$ 3,396 o litro.

Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 17:00

ECONOMIA Dyogo: LOA aprovada pelo Congresso será adequada ao limite de despesas em 2017

Foto: Agência Brasil

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que o governo terá que fazer um corte de R$ 4,695 bilhões para não romper o teto de gastos deste ano, que será de R$ 1,301 trilhão. Serão reduzidos os valores destinados a três itens: pessoal, emendas parlamentares e Previdência Social. Uma portaria com os novos valores será publicada na quarta-feira, 1º de fevereiro, no Diário Oficial da União. Na segunda-feira, 30, o Tesouro Nacional anunciou que as despesas sujeitas ao teto de gastos totalizaram R$ 1,214 trilhão em 2016, valor que, corrigido por uma inflação de 7,2%, resultou em um limite para esses gastos de até R$ 1,301 trilhão em 2017. O ministro disse que a dotação de gastos com pessoal será reduzida em R$ 1,085 bilhão. Segundo ele, foram revistas as projeções que impactarem reajustes, por exemplo. “Os concursos estão vedados, suspensos, neste ano de 2017. Temos um estoque de concursos autorizados até 2015 e que estavam em execução. Alguns desses terão posse ao longo deste ano”, afirmou. “Mas são saldos de concursos anteriores”, acrescentou, mencionando exceções como substituição de terceirizados e concursos motivados por decisões judiciais. As dotações incluídas por emendas parlamentares discricionárias (ou seja não obrigatórias), sofrerão uma redução de R$ 1,809 bilhão. Segundo Dyogo, esse corte será aplicado de forma linear, correspondente a 20% do total previsto para a rubrica. A execução das emendas, destacou o ministro, vai depender da disponibilidade orçamentária. “Não acredito que esse bloqueio vai gerar nenhum ruído excessivo com o Congresso”, afirmou.

Estadão Conteúdo

31 de janeiro de 2017, 15:15

ECONOMIA Criação de novas empresas no Brasil desacelera no fim de 2016

A criação de empresas no país apresentou desaceleração no fim de 2016. Em novembro do ano passado, foram abertos 152.943 empreendimentos, 4,4% a menos que em outubro. Os dados foram divulgados hoje (31) pela Serasa Experian. Apesar da queda no fim do ano, no acumulado de 2016, de janeiro a novembro, a quantidade de empresas criadas (1.855.901) é 0,2% superior que a registrada no mesmo período de 2015, e a maior desde 2010 considerando o mesmo período. “Apesar de o período entre janeiro e novembro de 2016 apresentar um número recorde de novas empresas criadas no país, já é possível observar tendência de desaceleração na criação de novos negócios”, disse a Serasa em nota. A tendência de desaceleração, segundo a entidade, começou em setembro. De acordo com o levantamento, o aumento do número de empresas criadas em 2016 foi determinado pelo chamado empreendedorismo de necessidade. “Com a destruição de vagas no mercado formal de trabalho, pessoas que perderam seus empregos estão abrindo novas empresas visando a geração de alguma renda, por conta das dificuldades econômicas atuais.” A maioria das novas empresas criadas entre janeiro e novembro de 2016 é do setor de serviços (62,6% do total). Em seguida, aparecem as empresas comerciais (28,8% do total) e o setor industrial (8,3% do total). A Região Sudeste lidera o ranking de criação de empresas, com 963.782 empreendimentos, 51,9% do total de negócios abertos entre janeiro e novembro de 2016. A Região Sul vem em seguida, com 16,8% de participação e 312.109 novas empresas. O Nordeste ocupa a terceira posição, com 16,7% (309.631 empresas) e o Centro-Oeste registrou a abertura de 160.796 empresas (8,7%) e a Região Norte, 88.526 ou 4,8% do total.

Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 12:30

ECONOMIA Setor de shopping centers prevê crescimento de 5% em 2017, diz Abrasce

Após um ano com números positivos, o setor de shopping centers prevê crescimento também em 2017, com aumento de 5% nas vendas feitas pelos estabelecimentos. “Isso mostra um panorama da importância e da eficiência na gestão dos empreendimentos, que possibilita mesmo em momentos adversos que conseguimos crescer,” disse o presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Glauco Humai. A Abrasce divulgou hoje (31) os resultados de 2016 e as tendências para o setor este ano. Em 2016 o setor faturou R$157,9 bilhões nos mais de 500 empreendimentos do país, resultando no crescimento de 4,3%. O Censo Abrasce mostrou que em 2016 foram inaugurados 20 empreendimentos, totalizando 558 shoppings em operação no Brasil, o que representa 3,7% de aumento em relação ao ano anterior. “Mesmo diante de um cenário adverso, conseguimos inaugurar 20 novos centros de compras em todas as regiões do país”, disse Humai. Para 2017, estão previstos 30 novos negócios no país em 13 cidades que receberão o primeiro shopping. Este ano o setor deve investir R$166 bilhões entre novos empreendimentos, expansões e modernizações. O número de empregos nos centros de compras também cresceram. Em 2016 foram registrados 26.302 novos postos de trabalho, o que representa 2,7% a mais do que o ano anterior. Para este ano, a expectativa também é otimista para quem procura uma vaga. A meta é que o setor empregue 52 mil pessoas.

Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 11:08

ECONOMIA Gastos com pessoal do Poder Executivo alcançam R$ 182,7 bilhões

O governo federal gastou R$ 182,7 bilhões com servidores do poder Executivo em 2016, de acordo com Relatório de Gestão Fiscal publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) com data desta segunda-feira, dia 30. O valor inclui gastos com pessoal na ativa, aposentados e pensionistas e terceirizados. No ano passado, esses gastos alcançaram 25,2% da receita corrente líquida. O limite para o Poder Executivo previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para gastos com pessoal é de 40,9%.

Estadão

31 de janeiro de 2017, 10:58

ECONOMIA Termina hoje prazo para estudantes pedirem dispensa do Enade

Termina hoje (31) o prazo para que os alunos habilitados a fazer o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2016, que não compareceram às provas no dia 20 de novembro do ano passado, solicitem dispensa da avaliação e regularizem sua situação. O pedido deve ser apresentado, com a justificativa da ausência, à instituição de educação superior na qual o estudante está matriculado. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), dos 216.044 estudantes habilitados a fazer o Enade 2016 no ano passado, 20.150 (9,33%) não compareceram à prova. Em 2016, as provas foram aplicadas para concluintes de cursos de graduação nas áreas de conhecimento de agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social e zootecnia. Também foram avaliados os concluintes de cursos superiores de tecnologia nas áreas de agronegócio, estética e cosmética, gestão ambiental, gestão hospitalar e radiologia. Em caso de aprovação da justificativa, o coordenador do curso registrará a situação no sistema, no portal do Inep. Quem tiver o pedido indeferido pela instituição, pode pedir a dispensa diretamente ao Inep, de 8 a 22 de fevereiro de 2017. Nesse caso, o estudante terá de apresentar original ou cópia autenticada do documento comprobatório do impedimento para a participação.

Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 10:29

ECONOMIA Confiança da indústria atinge melhor nível desde 2014

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas, subiu 4,3 pontos em janeiro na comparação com dezembro, chegando a 89 pontos. Este é o maior nível desde maio de 2014, quando o índice registrou 92,2 pontos. A alta da confiança foi observada em 15 dos 19 segmentos industriais. O Índice de Expectativas (IE) avançou 4,7 pontos, atingindo 91 pontos. A maior contribuição partiu do indicador que mede as perspectivas para o pessoal ocupado nos três meses seguintes. O indicador subiu 7,4 pontos, chegando a 89,2 pontos. Houve elevação do percentual de empresas que projetam aumento do total de pessoal ocupado, de 11,1% para 14,1% do total, e redução das parcela das que preveem diminuição do quadro de pessoal, de 21,7% para 16,7%. O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 3,8 pontos, fechando em 87 pontos. O indicador que mede a satisfação com a situação atual dos negócios exerceu a maior influência neste aumento. Após três quedas sucessivas, o indicador subiu 5,2 pontos em janeiro, para 82,9 pontos. O percentual de empresas que consideram a situação dos negócios boa aumentou de 10,7% para 16,7% do total; o das que a consideram fraca diminuiu, de 46,7% para 43,5%. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada atingiu 74,6% em janeiro, 1,7 ponto percentual acima do mês passado, quando havia sido registrado o patamar mínimo histórico para a série iniciada em 2001. Aloisio Campelo Júnior, superintendente de Estatísticas Públicas da FGV, avalia que o setor está reagindo a uma combinação de aceleração da produção no final do ano e do ritmo de queda dos juros a partir de janeiro.

Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 09:06

ECONOMIA Desemprego atinge 12,3 mi de pessoas na maior taxa desde 2012

Foto: Divulgação

O Brasil fechou 2016 com 12,3 milhões de pessoas desempregadas, com a taxa média móvel encerrando o 4º trimestre em 12%, mostrando estabilidade em relação aos 11,8% relativos ao 3º trimestre móvel do mesmo ano (julho, agosto e setembro), mas ainda assim a maior taxa da série histórica, iniciada em 2012. Em relação ao 4º trimestre móvel de 2015 (9%), a taxa de desemprego cresceu 3,1 pontos percentuais. Os dados fazem parte da pesquisa nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnade Contínua) e foram divulgados hoje (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a publicação, a população de desocupada no Brasil cresceu 2,7% frente ao trimestre de julho a setembro, aumentando 36% (ou mais 3,3 milhões de pessoas desempregadas) em relação ao mesmo trimestre de 2015. A população ocupada do país no fechamento de 2016 chegou a 90,3 milhões de trabalhadores, crescendo 0,5% em relação ao trimestre anterior, chegando 2,1% ( 2 milhões de pessoas) em relação ao quarto trimestre de 2015. Cerca de 34 milhões de pessoas ocupadas no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, número que ficou estável no último trimestre móvel do ano, mas recuando nos 12 meses de 2016, com 3,9% (ou menos 1,4 milhão de pessoas).

Nielmar de Oliveira, Agência Brasil

31 de janeiro de 2017, 08:49

ECONOMIA Índice que reajusta aluguéis tem alta de 0,64%

Foto: Divulgação

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), índice usado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel e energia elétrica, acelerou a alta para 0,64% em janeiro, após avançar 0,54% em dezembro, diante da maior pressão dos preços ao consumidor. Ainda assim, o dado divulgado ontem pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,72% em janeiro, na mediana das estimativas.Em janeiro de 2016, o índice havia avançado 1,14%. Em 12 meses, o IGP-M sobe 6,65%. Com peso de 30% no IGP-M, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) acelerou a alta para 0,64% em janeiro, ante 0,20% em dezembro. A principal contribuição para o resultado veio do grupo habitação, cujos preços avançaram 0,10% depois de um recuo de 0,62% no mês anterior, pressionado principalmente pela tarifa de eletricidade residencial. O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, subiu 0,70% no primeiro mês deste ano, contra 0,69% em dezembro. No atacado, os bens intermediários tiveram forte alta, saltando 1,05%, ante 0,53% no mês anterior.

Correio*