17 de julho de 2017, 09:45

ECONOMIA Petrobras aumenta preço da gasolina em 0,7%; diesel sobe 0,8%

Em novo ajuste, a Petrobras anunciou nesta segunda-feira, 17, aumento de 0,7% no preço da gasolina nas refinarias e alta de 0 8% no diesel. Os novos valores valem a partir desta terça-feira, dia 18. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores. Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Estadão Conteúdo

17 de julho de 2017, 09:30

ECONOMIA Inadimplente deve três vezes o salário, diz pesquisa

Foto: Divulgação

Soraia Aparecida dos Santos se endividou para fazer faculdade; Fábio Chagas para ajudar um amigo; e Roberto Iglesias para montar um negócio. Os três pegaram crédito por motivos diferentes, mas hoje vivem o drama de milhares de brasileiros que não conseguem pagar as contas em dia. Com renda em queda e desemprego, as dívidas logo saem do controle. Uma pesquisa da empresa de recuperação de crédito Recovery, feita pelo Data Popular, mostra que hoje o brasileiro inadimplente deve, em média, três vezes o que ganha e, em alguns casos, acumula até 20 dívidas diferentes. A maior parte das dívidas foi feita nos últimos três anos – período que coincide com o agravamento da crise econômica no País. De 2014 para cá, a taxa de desemprego mais que dobrou, atingindo 14 milhões de brasileiros. Ao mesmo tempo, a população teve de conviver com a disparada da inflação, escassez de crédito e juro alto. Foi uma combinação perfeita para o aumento da inadimplência, que hoje atinge um contingente de 61 milhões de brasileiros. “É metade da população economicamente ativa”, afirma o presidente da Recovery, Flavio Suchek. Leua mais no Estadão.

Estadão

17 de julho de 2017, 06:42

ECONOMIA Receita começa a pagar hoje o 2º lote de restituição do IR

Receita Federal começa a pagar hoje (17) o segundo lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoas Físicas 2017. Este lote também incluirá restituições residuais de 2008 a 2016, segundo informou o órgão. Cerca de 1,3 milhão de contribuintes que declararam Imposto de Renda neste ano vão receber dinheiro do Fisco. Ao todo, serão desembolsados R$ 2,533 bilhões. A Receita também pagará R$ 467,2 milhões a 148,2 mil contribuintes que fizeram a declaração entre 2008 e 2016, mas estavam na malha fina. Considerando os lotes residuais e o pagamento de 2016, o total gasto com as restituições chegará a R$ 3 bilhões. As restituições terão correção de 2,74%, para o lote de 2016, a 97,03% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a data de entrega da declaração até este mês. O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento. Os dois últimos lotes regulares serão liberados em novembro e dezembro. Se estiverem fora desses lotes, os contribuintes devem procurar a Receita Federal porque os nomes podem estar na malha fina por erros ou omissões na declaração. A restituição ficará disponível durante um ano. Se o resgate não for feito no prazo, a solicitação deverá ser feita por meio do formulário eletrônico – pedido de pagamento de restituição, ou diretamente no e-CAC , no serviço extrato de processamento, na página da Receita na internet. Para quem não sabe usar os serviços no e-CAC, a Receita produziu um vídeo com instruções.

Agência Brasil

15 de julho de 2017, 09:22

ECONOMIA Arrecadação menor com Refis ameaça meta fiscal

As mudanças feitas pelo deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG) no texto do novo Refis proposto pelo governo colocaram em risco o cumprimento da meta fiscal deste ano e podem impor um perdão de 73% da dívida a ser negociada no programa de parcelamento. O levantamento do impacto feito pela área técnica do Ministério da Fazenda, obtido pelo ‘Estadão/Broadcast’, mostra que a arrecadação prevista para 2017 pode derreter, passando de R$ 13 3 bilhões para apenas R$ 420 milhões. O tamanho do buraco não só surpreendeu negativamente a equipe econômica como criou um imbróglio político para o governo, que precisará reverter o estrago feito no relatório em meio à busca de votos para barrar a denúncia contra o presidente Michel Temer. Os técnicos começaram a trabalhar nos cálculos na quinta-feira à noite, após a divulgação do relatório final na página de acompanhamento da Medida Provisória (MP) 783, que instituiu o Refis. O sentimento é de indignação com a nova tentativa do relator de emplacar descontos praticamente integrais nos encargos da dívida. Uma fonte da área econômica que trabalhou no levantamento afirma que as mudanças são absurdas e mostram irresponsabilidade do relator. A avaliação é de que não se trata mais de um programa de resolução de passivos, mas sim de perdão de dívidas, uma vez que até débitos sonegados ou gerados por fraude poderão ser parcelados. O impacto final assustou os técnicos, que nos cálculos preliminares previam que a arrecadação diminuiria a R$ 3 bilhões neste ano.

Estadão Conteúdo

14 de julho de 2017, 19:19

ECONOMIA Meirelles: se aprovado o Refis como no relatório, arrecadação ficaria em R$ 1 bi

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o Ministério da Fazenda ainda avalia os impactos do novo programa de refinanciamento de dívidas, conhecido como Refis, mas que a arrecadação resultante do projeto pode ser reduzida a um montante bem baixo, próximo a R$ 1 bilhão. A previsão inicial da área econômica era arrecadar R$ 13,3 bilhões este ano com o programa.”No relatório como está, estimativa é que arrecadação nos meses que faltam em 2017 seja substancialmente mais baixa do que as previsões. Um número bem baixo, próximo de R$ 1 bilhão. A receita federal está no momento analisando isso. Esperamos até segunda-feira ter números precisos.”A primeira proposta enviada pelo governo ao Congresso já tinha sido alterada pelo relator, deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG), que voltou a incluir, no novo texto, condições mais vantajosas para as empresas.O parecer do relator foi aprovado na quinta-feira pela comissão mista da Medida Provisória (MP) 783. A alteração eleva os descontos em multas e juros para até 99% e concede a maior número de devedores o benefício de pagar um valor menor de entrada.”É importante que o projeto não seja tão generoso que incentive empresas a não pagar imposto. Porque passa a ser mais negócio não pagar, premiando, portanto, o mau pagador. Esse projeto como está pode não atender às necessidades do País”, criticou Meirelles.O ministro comentou ainda a tramitação das reformas no Congresso. Ele defendeu que a aprovação da reforma trabalhista foi fundamental, porque a legislação trabalhista precisava ser atualizada, e que agora o governo começa a discutir a reforma previdenciária para em seguida tratar da tributária.”É importante estabelecer prioridades no serviço público”, afirmou. “Estamos iniciando os estudos sobre a reforma tributária e é um pouco prematuro ainda pensar em iniciativa precisa”, explicou.

Estadão

14 de julho de 2017, 17:15

ECONOMIA Caixa já pagou mais de R$ 41,8 bilhões das contas inativas do FGTS

A Caixa Econômica Federal pagou mais de R$ 41,8 bilhões a 24,8 milhões de trabalhadores com direito ao saque das contas inativas do FGTS . O valor pago, até o dia 12 de julho, equivale a 96% do total disponível para saque (R$ 43,6 bilhões). O número de trabalhadores que sacaram os recursos das contas do Fundo de Garantia representa 82% das 30,2 milhões de pessoas beneficiadas pela medida. Os recursos sacados das contas inativas do FGTS superaram a previsão inicial do banco, de R$ 35 bilhões. Quatro etapas do calendário montado pelo governo já foram cumpridas. O último lote liberado foi para os trabalhadores que nasceram no mês de dezembro, no último sábado, dia 8. O prazo máximo para saque dos valores é até 31 de julho.

Estadão Conteúdo

14 de julho de 2017, 11:04

ECONOMIA Petrobras reduz preço da gasolina em 1,9%; diesel sobe 0,7%

Foto: Divulgação

Em novo ajuste, a Petrobras anunciou nesta sexta-feira, 14, redução de 1,9% no preço da gasolina nas refinarias e alta de 0 7% no diesel. Os novos valores valem a partir deste sábado, 15.A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.A estatal perdeu participação de mercado no primeiro semestre, por conta de competidores que estavam trazendo combustíveis mais em conta do exterior, aproveitando o momento de recuperação de margens, adotado pela estatal. Com isso, as refinarias da Petrobras estavam trabalhando com menores patamares de utilização da capacidade, o que significa que o custo de produção de cada litro estava saindo mais caro para a companhia.Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Estadão

14 de julho de 2017, 09:29

ECONOMIA Atividade econômica registra queda de 0,51% em maio, diz BC

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Na comparação entre maio deste ano e o mesmo mês de 2016, houve crescimento de 1,40%

A atividade econômica registrou queda em maio. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou queda de 0,51%, comparado a abril, de acordo com dados divulgados hoje (14). Na comparação entre maio deste ano e o mesmo mês de 2016, houve crescimento de 1,40%, de acordo com os dados sem ajustes já que são períodos iguais na comparação. Em 12 meses encerrados em maio, a retração ficou em 2,23% e no ano, em 0,05%. O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB) , calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Agência Brasil

13 de julho de 2017, 18:15

ECONOMIA Agricultura estima em R$ 536 bilhões o valor bruto da produção

O valor bruto da produção (VBP) deste ano deverá ser de R$ 536 bilhões, 4,3% maior do que o alcançado no ano passado, de R$ 514 bilhões. O VPB – estimado com base nas informações de junho – foi divulgado hoje (13) pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O VBP é resultado das estimativas da safra agrícola deste ano, entre 237 milhões e 240 milhões de toneladas de grãos, e os resultados de alguns segmentos da pecuária. De acordo como Mapa, as 20 principais lavouras apresentam aumento real de 9,8% e a pecuária, um recuo de 6%. O valor das lavouras é de R$ 367,6 bilhões. Milho e soja representam 44,7% do valor das lavouras. A pecuária é estimada em R$ 168,4 bilhões. O VBP foi puxado este ano, segundo o Mapa, pelo aumento da quantidade produzida, tendo a elevação de preços papel menos relevante. Na análise do ministério, a produtividade, cujo aumento médio é de 22,3%, valor inédito, ocorre devido ao resultado da safra de verão, já que as lavouras de inverno têm retração na produtividade de 9,7%. Em relação ao valor da produção, destacam-se o algodão herbáceo, com aumento de 72,5% no VBP; amendoim, 36%; arroz, 9,6%; cana-de-açúcar, 46,8%; laranja, 12,4%; mandioca, 76,9%; milho, 20,7%, pimenta do reino, 7,7%; tomate, 11,1%; e uva, 50,9%. Na pecuária, os destaques são suínos e leite. Por outro lado, apresentaram recuo no valor da produção a banana, com diminuição de 19,4%, batata-inglesa (-53,2%), cacau (-17,7%), café (-12,2%), cebola (-39,3%), feijão (-16,5%), trigo (-28,1%) e maçã (-19,7%). A redução dos preços desses produtos e o aumento da oferta em geral têm sido decisivos para o baixo crescimento da inflação neste ano, segundo a pasta.

Agência Brasil

13 de julho de 2017, 17:05

ECONOMIA Reforma trabalhista contribuirá para recuperação da economia, diz Meirelles

A reforma trabalhista revolucionará a economia brasileira e melhorará a competitividade do país, disse hoja (13) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Na cerimônia de assinatura da nova legislação trabalhista, ele declarou que as mudanças ajudarão a tirar o país da recessão num cenário em que outras reformas estão sendo discutidas.“A legislação não pode engessar a sociedade. Permite regular para que a sociedade continue progredindo e crescendo. O Brasil está fazendo mudanças fundamentais na forma de trabalhar. Estamos concluindo não só ajustes fiscais, que são essenciais para a economia, mas reformando para que possamos trabalhar de maneira mais produtiva e gerar mais empregos e mais renda para os trabalhadores brasileiros”, dissse Meirelles.O ministro da Fazenda relembrou que o governo está se esforçando para aprovar a reforma da Previdência e está comprometido com o ajuste fiscal e com as medidas de desburocratização. Segundo ele, todas as reformas estruturais melhorarão a produtividade do país. “Temos reformas em todas as áreas: desburocratização, mercado de crédito, forma de pagar impostos. Mudanças que afetam o dia a dia do cidadão e da economia. O que acontece hoje, com a recuperação da economia dos consumidores e dos produtores”, disse.Meirelles citou o crescimento de 1,4% da receita do setor de serviços em maio em relação a abril para mostrar que a economia brasileira está se recuperando. “Entramos numa recessão profunda, por problemas estruturais. Agora estamos saindo e vamos construir um país com taxa de crescimento mais elevada”, acrescentou.

13 de julho de 2017, 15:00

ECONOMIA CNC revisa previsão de queda na receita do setor de serviços de 3% para 3,6%

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou hoje (13) a previsão de queda para o volume de receitas do setor de serviços de 3% para 3,6%. A reavaliação ocorreu após a divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontou uma perda de 4,4% na receita entre janeiro e maio de 2017, na comparação com os mesmos meses de 2016. 1 A confederação justificou a decisão pontuando que há uma natural demora de recuperação do mercado de trabalho e um ritmo intenso nas perdas do setor terciário nos últimos meses. Na visão dos analistas da instituição, esses fatores pesam para a piora na projeção de 2017, mesmo diante de uma previsão de comportamento favorável para a inflação e para o custo do crédito na segunda metade de 2017. O economista da CNC Fábio Bentes explicou que o setor de serviços é menos afetado pelo câmbio e pelo crédito que os outros setores da economia, tem menos possibilidades de exportação e responde principalmente ao mercado de trabalho e à renda da população. O setor tem ainda a peculiaridade de registrar uma inflação mais resistente, segundo Bentes. Enquanto a variação acumulada do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho de 2016 a junho de 2017 foi de 3%, para o setor de serviços, a inflação foi de 5,72%. ”Em outros setores, a atividade acaba sendo resgatada [pela queda da inflação]. Como ela está muito resiliente no setor de serviços, a reação do setor por conta dos preços é muito menos significativa”, disse o economista. “O que poderia alavancar o setor de serviços seria uma recuperação do mercado de trabalho”. Fábio Bentes espera um segundo semestre melhor que o primeiro e acredita que isso se reflete na própria previsão, que é de uma queda anual de 3,6%, enquanto de janeiro a maio as perdas somam 4,4%. “A gente está esperando uma queda menor. A situação tende a ser um pouco menos pior”, disse, destacando que o setor de serviços é responsável por 44% dos empregos celetistas do país. “Ele é o maior empregador da economia. Se vai mal, isso retarda a recuperação do mercado de trabalho”.

 

Agência Brasil

13 de julho de 2017, 12:45

ECONOMIA TLP trará redução de subsídio implícito em repasses ao BNDES, diz Berriel

O diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, Tiago Couto Berriel, voltou a defender nesta quinta-feira, 13, a Taxa de Longo Prazo (TLP), criada para substituir a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), utilizada em contratos do BNDES. Em texto institucional divulgado pelo BC, Berriel afirmou que “a nova sistemática levará a uma redução gradual do subsídio implícito nos repasses de recursos do Tesouro ao BNDES”.  O comentário retoma ideia já expressa na véspera por Berriel durante audiência pública da comissão mista que analisa a medida provisória 777, que cria a TLP. De acordo com o diretor, a diminuição dos subsídios contribuirá para o equilíbrio fiscal no Brasil, com impactos positivos sobre a dívida pública. A proposta prevê a eliminação, em cinco anos, da diferença entre o custo de captação do Tesouro e o custo dos empréstimos do BNDES. ”A TLP baseada numa taxa de mercado responde à política monetária muito mais prontamente. É isso que aumenta a potência da política monetária, pelo canal do crédito, e beneficia, em princípio, o conjunto dos tomadores de crédito do país”, acrescentou Berriel.  O diretor pontuou ainda que a TLP permitirá que mais investidores privados sejam atraídos para o mercado. “Isso vai permitir ao BNDES ampliar a forma da atuação, de forma mais integrada ao mercado de capitais, com condições de vender ou securitizar os créditos concedidos”, disse Berriel.

Estadão Conteúdo

13 de julho de 2017, 11:15

ECONOMIA Setor de serviços recuou 4,4% nos primeiros cinco meses do ano, diz IBGE

O setor de serviços fechou os primeiros cinco meses do ano (janeiro-maio) com queda acumulada de 4,4%, frente aos cinco primeiros meses do ano passado, apesar de ter fechado o mês de maio com expansão de 0,1%, ficando praticamente estagnado em relação a abril na série livre de influências sazonais. O resultado acumulado dos últimos 12 meses representa queda maior de 4,7%. Os dados foram divulgados hoje (13), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constam da Pesquisa Mensal de Serviços. Os dados indicam que na comparação com maio do ano passado o setor de serviços registra queda de 1,9%.  A estabilidade em 0,1% de abril para maio deste ano, segundo o IBGE, acontece após o crescimento de 1%, em abril frente a março, portanto também na série dessazonalizada, e recuo de 2,6%, em março frente fevereiro. Ainda na comparação com o mês de abril, a receita nominal do setor fechou maio com variação positiva de 0,3%. Na taxa acumulada nos cinco primeiros meses do ano, a receita nominal dos serviços avançou 1,3%, caindo para 0,4% no acumulado dos últimos 12 meses, frente aos 12 meses imediatamente anteriores. Na comparação com o mês de maio do ano passado houve avanço na receita nominal de 3,9%. Serviços por região  Os números relativos ao comportamento do setor de Serviços quando analisados por região têm como principais destaques, na série com ajuste sazonal, o  estado do Amazonas, onde o setor chegou a crescer de abril para maio 6,2%;  Rio Grande do Sul (4,1%) ;  Mato Grosso (3,2%) , as três regiões com as maiores variações positivas. As maiores variações negativas foram observadas em Roraima, onde a queda em maio, em relação a abril, chegou a 5,3%; em Rondônia (4,8%) ; e  no Distrito Federal (4,6%). Quanto aos resultados analisados sem os ajustes sazonais, na comparação com igual mês do ano anterior, por exemplo, o principal destaque é para o estado de Mato Grosso, com crescimento de 8,6%; seguido do Paraná, com 6,9%; e do Rio Grande do Norte, com 2,7%. As maiores variações negativas foram registradas em Rondônia, com 20,4%;  no Amapá, 18,5%; e em Roraima, com 16,9%. Atividades turísticas por região Ao avaliar as Atividades Turísticas por Unidades da Federação, ainda na série livre de influências sazonais, os destaques do ponto de vista das variações positivas foram Pernambuco, com crescimento de 0,8%; Espírito Santo (0,5 %); e Ceará (0,3 %).  As  variações negativas foram registradas no Rio de Janeiro (5,4 %) , Paraná (3,7 %) , Distrito Federal (2,7 %), em  Minas Gerias (2,1 %) , Santa Catarina (2,0 %), na Bahia (1,5 %), em São Paulo, no Rio Grande do Sul e em Goiás (todos com 0,5 %).

Agência Brasil

13 de julho de 2017, 10:15

ECONOMIA Bradesco anuncia plano de demissão voluntária

O Bradesco anunciou nesta quinta-feira, 13, um Plano de Desligamento Voluntário Especial, com início hoje. O comunicado enviado ao mercado não traz detalhes sobre o motivo de ser denominado “especial”, nem a quantidade de funcionários, áreas ou meta financeira pretendidos. Diz apenas que “poderão aderir os funcionários da Organização Bradesco que preencherem os requisitos estabelecidos no regulamento”. Ainda conforme a nota, a implementação do PDV “não afetará o elevado padrão de qualidade dos serviços prestados aos seus clientes e usuários, em todas as localidades em que atua.” O banco informou à reportagem que não fará comentários adicionais sobre o plano.

Estadão

12 de julho de 2017, 19:49

ECONOMIA Comissão Mista aprova texto-base da LDO; votação de emendas pode continuar hoje

A Comissão Mista de Orçamento aprovou o texto principal do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2018 (PLDO 2018), que estabelece as prioridades e metas orçamentárias do governo para o ano que vem. Após uma reunião que durou toda a tarde, entre a leitura e as discussões do relatório, os parlamentares suspenderam momentaneamente os debates e prometeram retornar ainda hoje às discussões, a fim de encerrarem a votação dos mais de 350 destaques que buscam alterar pontos específicos do projeto.Se a tramitação for concluída na comissão, o PLDO 2018 será votado na próxima segunda-feira (17) em sessão do Congresso Nacional. O relator do projeto, deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), propôs queuma parte das emendas ao texto seja apreciada em bloco, com o objetivo de acelerar a apreciação da matéria. O chamado texto-base do PLDO foi aprovado em votação simbólica pelos senadores e deputados. A sessão da CMO foi interrompida para que eles pudessem registrar presença nos plenários do Senado e da Câmara, respectivamente.Esta será a primeira LDO a ser votada após aprovação da Emenda Constitucional do Teto de Gastos Públicos, que atrela os gastos à inflação do ano anterior, por um período de 20 anos. Durante a apresentação do relatório, Marcus Pestana fez elogios à alteração constitucional e alertou os próximos governos para a complexidade da situação econômica do país.Caso a matéria, enviada pelo governo em abril deste ano, não seja aprovada pelos senadores e deputados na próxima segunda-feira (17), data marcada para sessão do Congresso responsável por analisar o projeto de lei, os parlamentares não poderão entrar em recesso. O relator-geral da proposta de Lei Orçamentária para o ano que vem é o deputado Cacá Leão (PP-BA), que será auxiliado por 16 deputados e senadores para relatarem áreas temáticas como saúde, educação, agricultura e turismo.

Agência Brasil