20 de maio de 2012, 11:59

BRASIL Votação da PEC dos Jornalistas pode ocorrer na próxima semana

A diretoria executiva da FENAJ traçará, no início da próxima semana, novas ações para assegurar a votação da PEC 33/09 em 2º turno no Senado. Em pronunciamentos no plenário nesta quarta-feira, parlamentares voltaram a pedir que a matéria seja apreciada. Embora ainda haja uma medida provisória sobrestando a pauta, há um movimento para que algumas PECs sejam votadas na próxima semana. Após a leitura da PEC 33/09, de autoria do senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE), na primeira sessão de discussão em segundo turno no plenário do Senado no dia 9 de maio, a matéria precisa ser posta em discussão em mais duas sessões deliberativas para ser votada. Nesta quarta-feira, dia 16, quando o senador José Sarney (PMDB/AM) presidia a sessão em plenário, os senadores Inácio Arruda (PCdoB/CE) e Walter Pinheiro (PT/BA) solicitaram a discussão da proposta que restitui a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. (Fenaj)

20 de maio de 2012, 11:44

BRASIL Senado desbanca Câmara e é mais favorável a Dilma

Maior dor de cabeça de Luiz Inácio Lula da Silva durante sua gestão, o Senado está cada vez mais dilmista. A taxa média de governismo dos senadores cresceu em 2012 na mesma proporção que diminuiu a adesão dos deputados federais ao governo de Dilma Rousseff. Hoje, o Senado é mais governista do que a Câmara. É o que revela nova funcionalidade do Basômetro, ferramenta online de avaliação do Congresso desenvolvida pelo Estadão Dados. Os votos nominais dos senadores na atual legislatura foram incorporados pelo Basômetro. Em 13 votações abertas ocorridas no Senado em 2012, o governo conseguiu em média 84% dos votos. Na Câmara, no mesmo período, ocorreram 18 votações nominais e o governo obteve um resultado pior em 10 pontos porcentuais: capturou “apenas” 74% dos votos dos deputados, em média. Em 2011 a situação era inversa. A taxa de governismo de 2011 no Senado foi de 78%, enquanto a da Câmara ficou em 80%. Essa maré mansa para Dilma no Senado resultou em apenas uma derrota do governo entre os senadores. (Estadão Dados)

20 de maio de 2012, 11:37

BRASIL Ex-avalista de Collor ensaia volta à política após renúncia no DF

Foto: Paulo Octávio, que ajudou ex-presidente a levantar US$ 5 milhões em 1992, deixou a cena em 2010

Fora dos gabinetes desde 2010, quando renunciou ao mandato de governador interino do Distrito Federal em meio ao escândalo do mensalão do DEM, o ex-senador e ex-vice-governador Paulo Octávio ensaia seu retorno à vida política, mas pode esbarrar justamente na Lei da Ficha Limpa. Por conta da renúncia, ele pode ser considerado inelegível até 2018. Ao lado de Luiz Estevão, Otávio foi um dos “avalistas” do ex-presidente Fernando Collor na chamada “Operação Uruguai”, em 1992. Na época, Collor disse que os dois foram avalistas de um empréstimo de US$ 5 milhões para reformas na Casa da Dinda. Esse empréstimo, em seguida, foi um dos pontos questionados na CPI que culminou com a cassação do mandato do alagoano. Empresário do setor de seguros e imobiliário, Octávio trabalhou como lobista dentro do governo Collor. Leia mais.

Wilson Lima, iG Brasília

20 de maio de 2012, 11:15

BRASIL Jogo de interesses influencia rumo da CPI do Cachoeira

Foto: André Coelho/ O Globo

Parlamentares formam alianças inusitadas para levar questões particulares a investigação

As duas primeiras semanas da CPMI que apura as ligações do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com parlamentares, governos e iniciativa privada foram marcadas por bate-boca, atuações solitárias, defecções nas bancadas e alianças improváveis. Só que boa parte desses fatos nada tem a ver com a investigação. Apesar de publicamente todos os parlamentares dizerem que estão focados no objeto da CPMI, o que se percebe é uma disputa pela defesa de interesses particulares. Nesse sentido, está a aliança, inimaginável em outros tempos, do senador Fernando Collor (PTB-AL) com os petistas Cândido Vaccarezza (SP), Paulo Teixeira (SP) e Humberto Costa (PE) para expor aos holofotes da CPMI o jornalista Policarpo Jr., da revista “Veja”. Collor e petistas vislumbram a possibilidade de desgaste da publicação que teve papel importante no impeachment do primeiro presidente eleito pelo voto direto após a ditadura e na crise do mensalão. Leia mais em O Globo.

Chico de Góis e Paulo Celso Pereira, O Globo

20 de maio de 2012, 10:10

BRASIL A blindagem de Cabral pode se transformar em uma faca de dois gumes

Governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB)

O flagrante da mensagem do deputado petista Cândido Vacarezza garantindo imunidade ao governador do Rio, Sérgio Cabral, é mais uma confirmação de que essa CPI do Cachoeira está se revelando o maior erro dos últimos tempos do grupo político que está no poder. Convocada estranhamente pela maioria governista, a CPI tinha objetivos definidos pelo ex-presidente Lula e pelo ex-ministro José Dirceu: apanhar a oposição com a boca na botija nas figuras do senador Demóstenes Torres e do governador de Goiás, Marconi Perillo, e desestabilizar o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, responsável pela acusação dos mensaleiros no julgamento do Supremo Tribunal Federal. De passagem, queriam certos petistas criminalizar a revista “Veja” para criar um clima político que favorecesse a aprovação de uma legislação de controle da mídia, como vêm tentando, sem sucesso, desde o início do governo Lula. Por enquanto, está dando tudo errado. Leia mais.

Merval Pereira, O Globo

20 de maio de 2012, 09:52

BRASIL Cachoeira cobra de Demóstenes demora para atender celular

Diálogos entre Cachoeira e Demóstenes

Numa interceptação telefônica da Polícia Federal, o contraventor Carlinhos Cachoeira cobra do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) o motivo pelo qual ele “sumiu” e questiona se “não levou o telefone”. Era uma referência ao celular com transmissão via rádio que Cachoeira deu ao senador para tentar evitar grampo telefônico nas conversas entre os dois. Na gravação da Operação Vegas, da PF, feita no dia 29 de junho de 2009, Demóstenes explica que esqueceu o celular. O senador afirma ainda que marcou uma audiência com o “vagabundo da Anvisa”, a pedido de Cachoeira. (G1)

Gerson Camarotti, do G1

20 de maio de 2012, 09:15

BRASIL Xuxa revela que Michael Jackson queria casar e ter filhos com ela

Xuxa e Michael Jackson

Xuxa, revelou que Michael Jackson queria se casar e ter filhos com ela, conforme divulgou neste sábado a ‘Rede Globo’, que exibirá neste domingo entrevista exclusiva com a apresentadora. ‘A Rainha dos Baixinhos’ fez a revelação sobre o astro pop, quando falava sobre seus relacionamentos amorosos, revelando detalhes também sobre os namoros com Pelé e Ayrton Senna. Xuxa contou que se aproximou de Michael Jackson durante as viagens do ‘Rei do Pop’ ao Brasil, para a gravação de videoclipes na década de 90. Na entrevista, concedida ao programa dominical ‘Fantástico’, Xuxa também revelou que sofreu abusos sexuais na infância. Por conta disso, afirmou, ela dedica tempo e dinheiro para apoiar instituições que ajudam crianças que passam por esta situação. ‘Abracei essa causa porque vivi isso e sei o que uma criança sente’, disse a apresentadora. (EFE)

20 de maio de 2012, 08:51

BRASIL Duas apostas levam prêmio de quase R$ 7 milhões, cada, da Mega-Sena

Duas apostas, uma do Ceará e uma do Mato Grosso do Sul, levaram o prêmio de quase R$ 7 milhões, cada, ao acertar as seis dezenas do concurso 1.390 da Mega-Sena, sorteadas na noite deste sábado. De acordo com a Caixa, 149 apostas acertaram a Quina e devem receber, cada, R$ 13.356,03. Na Quadra, 7.924 apostadores devem receber R$ 358,77. Veja as dezenas sorteadas: 04 – 19 – 27 – 28 – 29 – 31.

20 de maio de 2012, 08:11

BRASIL Escolas privadas do País são menos equipadas que públicas

As informações recolhidas pelo Ministério da Educação junto às 153 mil escolas de educação básica do País quebram um mito: o de que pagar uma mensalidade é garantia de acesso à melhor infraestrutura escolar. Os dados do Censo Escolar 2011 mostram que a rede privada, proporcionalmente, está menos equipada com laboratórios de informática e internet, possui tão poucas quadras de esporte quanto a rede municipal e oferece o mesmo tanto de bibliotecas e laboratórios de ciências que a rede estadual. De cada 10 colégios particulares, seis possuem laboratório de informática. Comparando com as escolas municipais urbanas, o número sobre para sete. Na rede estadual, 89% dos colégios oferecem acesso a computadores e, na federal, 95% deles. No quesito internet, apesar dos números próximos, há menos colégios privados (84,5%) com acesso à banda larga do que públicos. Na rede federal, o acesso chega a 90,6% das escolas. Entre os colégios estaduais, 89,7% das escolas têm banda larga, e, na rede municipal, 86,1%. (Último Segundo)

Priscilla Borges, do iG

20 de maio de 2012, 07:54

BRASIL STF ‘fura’ prazos para votar mensalão

Agenda depende do voto do ministro Ricardo Lewandowski

Mantido nas prateleiras e gabinetes do Supremo Tribunal Federal (STF) há quase sete anos, o processo do mensalão “furou” todos os prazos estimados pelos ministros da Corte e, agora, produzirá um efeito que muitos queriam evitar: a combinação de seu julgamento com eleição. A agenda do julgamento depende do ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo. Somente quando ele terminar o voto, a ação estará pronta para ser julgada. O ministro começou nessa semana a escrever seu voto com a ajuda de dez assessores. Concluirá o trabalho em meados de junho, como adiantou o Estado, o que permitirá o julgamento em agosto, às vésperas do início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV – no dia 21 de agosto. Reservadamente, ministros fizeram cronogramas próprios para saber quando e por quanto tempo o processo seria julgado. Leia mais no Estadão.

Felipe Recondo - O Estado de S. Paulo

19 de maio de 2012, 19:57

BRASIL Vaccarezza: no peito de assassinos da verdade também bate um coração

A mensagem enviada por Cândido Vaccarezza a Sérgio Cabral, interceptada pelo SBT, é sobretudo um caso de polícia: o deputado federal do PT promete ao parceiro do PMDB que Fernando Cavendish não será interpelado na CPI do Cachoeira sobre as relações mais que perigosas entre a Delta e o governador do Rio.

A promessa foi cumprida na mesma quinta-feira. Cabral pode dormir tranquilo e desfrutar sem sobressaltos das noitadas em Paris. A Turma do Guardanapo escapou de mais uma.

A prova material do crime não se limita a reiterar que o parlamentar paulista trata a pontapés os valores morais, as normas éticas, os bons costumes e o Código Penal. Como registra o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, o recado cafajeste também desmascara um impiedoso inimigo da língua portuguesa.

O sumiço dos dois pontos entre preocupe e você, por exemplo, denuncia o torturador da gramática. E a amputação do s na última palavra do “nós somos teu” avisa que Vaccarezza juntou-se ao chefe Lula na guerra de extermínio movida contra o plural.

Não é pouca coisa. E não é tudo. A menção ao PMDB revela que o acasalamento do PT com o maior partido da base alugada atravessa outra zona de turbulência.

Em contrapartida, o tom do recado confirma que a seita já não considera obrigatório o casamento consanguíneo. Até a descoberta do mensalão, os devotos só podiam manter relacionar-se afetivamente com gente do rebanho.

Transferida do templo das vestais de araque para o bordel da base alugada, a companheirada foi liberada para cair na farra com qualquer parceiro.

Antes do escândalo do mensalão, Vaccarezza não escaparia da expulsão sumária por ter cometido dois crimes hediondos: adultério interpartidário e violação do primeiro mandamento da seita, enunciado de meia em meia hora por José Dirceu: “O PT não róba e não deixa robá”.

Agora rouba e deixa roubar. Defeito virou virtude. Não existe pecado do lado de baixo do Equador. Só é feio perder eleição. E bandidos de estimação não podem ser sequer convidados a explicar-se em CPIs.

Nesta sexta-feira, Vaccarezza nem ficou ruborizado com a descoberta de que no peito da bandidagem também bate um coração. Tranquilo como todos os condenados à impunidade, acariciou o PMDB com uma imaginosa reinterpretação da mensagem.

“Vai azedar, podia azedar… ali foi um momento de irritação meu”, fantasiou. E se negou a discutir a relação com Cabral. “Eu não quero declarar. Isso é uma correspondência privada. Eu não vou contribuir para mostrar a outra parte da conversa. É uma correspondência privada entre duas pessoas”.

Leia a íntegra em Vaccarezza: no peito de assassinos da verdade também bate um coração

Blog de Augusto Nunes

19 de maio de 2012, 19:33

BRASIL O Brasil, um país sem política industrial, por Miriam Leitão

O PIB ficou estagnado no primeiro trimestre. É isso que mostraram os dados divulgados ontem pelo Banco Central. O governo vai agir e de novo pensa em medidas casuísticas e que beneficiem a indústria automobilística.

A lei da oferta e da procura deveria valer para as montadoras. Se há carro demais no pátio, as empresas deveriam dar desconto, oferecer vantagens para atrair o consumidor, em vez de pedir socorro ao governo.

O Brasil não tem política industrial, tem política para a indústria automobilística. A cada engasgada da economia, os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento desenham medidas para ajudar as montadoras, e a presidente aprova.

O que está sendo pensado agora é uma sucessão de erros. A Fazenda quer a redução do recolhimento compulsório ao Banco Central, para haver mais dinheiro para financiamento de automóveis; determinou que a Caixa e o Banco do Brasil facilitem os empréstimos; quer ampliar para mais de 60 meses as prestações para compra de carros. Vai conversar com os bancos para que eles ofereçam mais crédito.

O que está errado aí? Tudo! Recolhimento compulsório é para fazer política monetária. Quem deve decidir qual o volume de dinheiro que os bancos precisam manter no Banco Central é o Banco Central. É um regulador que ele sobe ou desce dependendo da necessidade de combater a inflação ou reativar a economia. Não pode ter como objetivo vender carro.

A carteira de financiamento de automóveis teve um aumento de mais de 100% na inadimplência. Saiu, no começo do ano passado, de 2,5% de atrasos com mais de 90 dias para 5,7%. Não é muito, mas o ritmo do crescimento assusta. É natural que os bancos — todos eles, inclusive os públicos — sejam mais seletivos na concessão dessa carteira até entender o que está acontecendo.

Cinco anos para comprar um automóvel é um prazo mais do que razoável. Incentivar o superendividamento das famílias por prazo longo demais apenas para esvaziar o pátio das montadoras é insensatez.

Leia a íntegra em Não é por aí

Miriam Leitão, O Globo

19 de maio de 2012, 19:26

BRASIL De que ri a Sra. Cachoeira?, por Guilherme Fiúza

Andressa Mendonça não vai posar para a “Playboy”. Pelo menos por enquanto. Ela recusou o convite da revista: “O meu papel, neste momento, não é esse”, explicou a mulher de Carlinhos Cachoeira em entrevista a “O Globo”. Qual seria o papel de Andressa neste momento?

Aparentemente, algo um pouco mais obsceno do que vender sua nudez graças à prisão do marido: rir.

Quando ela disse que “o Cachoeira é uma pessoa encantadora”, a repórter Maria Lima perguntou: “Por isso encantou tanta gente?”

Andressa concluiu seu streeptease moral com uma risada: “Acredito que sim”.

A musa dos caça-níqueis também riu ao dizer que não ia “dar esse gostinho” (expor sua nudez), e que deixaria “só para o Cachoeira”.

A graça que Andressa vê nas coisas à sua volta traz a dimensão pornográfica que faltava ao caso do bicheiro. Não pode haver nada mais obsceno do que as risadas da Sra. Cachoeira no centro de um dos maiores escândalos políticos brasileiros. Ninguém precisa tirar a roupa.

Fora um eventual déficit cognitivo da moça, o que será que lhe inspira tamanha tranquilidade e senso de humor? Não se sabe. O que se sabe é que ela diz estar confiante no doutor Márcio Thomaz Bastos, advogado de Cachoeira e também, coincidentemente, de Lula.

Depois dos indícios de que, além de privatizar o senador Demóstenes Torres, o bicheiro é dono de coisa maior – incluindo um bom pedaço do PAC –, os altos círculos da República parecem conspirar pela paz interior de Andressa.

Romântica, a emergente dama do cerrado lamenta não ter podido ver o parceiro no dia de seu aniversário. Mas conta que deixou na penitenciária um cartão onde escreveu “coisas lindas de uma mulher apaixonada”.

O enredo policial não a constrange, e isso lhe dá confiança para dizer ao ser amado que tudo é “apenas uma turbulência da vida”.

“Quem não passa por isso?”, questiona a loura de 28 anos, convencida da normalidade da situação. E emenda o argumento definitivo: “Quem está livre de ser preso?”

Ninguém. Qualquer pessoa de bem, que pague em dia os seus deputados e senadores, pode ter o azar de acordar um dia vendo o sol nascer quadrado. São as fatalidades da vida. Nessas horas, não adianta desespero. Melhor pensar em coisas boas, como o Supremo Tribunal Federal.

Certamente é um alento para a jovem Andressa Cachoeira lembrar o bando do mensalão, que também pagava regiamente os seus parlamentares, e encontrou no STF um calmante para suas angústias.

Leia a íntegra em De que ri a Sra. Cachoeira?

Guilerme Fiúza, ÉPOCA

19 de maio de 2012, 13:30

BRASIL Arthur Maia preside audiência pública sobre Novo Código Comercial brasileiro

A Comissão Especial que institui o novo Código Comercial Brasileiro(Pl 1572/2011), presidida pelo deputado Arthur Maia (PMDB), realizou audiência pública com juristas, na última quarta-feira, para debater o projeto de lei que cria o código. Foram convidados a professora de Direito Comercial da Universidade de Brasília (UnB), Ana de Oliveira Frazão, e o coordenador do Núcleo de Direito Econômico da PUC-SP, Ricardo Hasson Sayeg.

19 de maio de 2012, 12:57

BRASIL Tremor de magnitude 4 atinge Montes Claros, no norte de Minas Gerais

Um tremor de terra atingiu a cidade de Montes Claros, no norte de Minas Gerais, por volta das 10h40 deste sábado. De acordo com a Polícia Federal da cidade, a magnitude ainda não foi confirmada, mas pode chegar a 4. O Corpo de Bombeiros de Montes Claros informou que não houve nenhum desmoronamento ou registro de feridos, mas realiza vistorias em edificações que apresentaram rachaduras após o fenômeno. O prédio da Universidade Estadual de Montes Claros e o Shopping Popular, no centro da cidade, estão entre os imóveis vistoriados. Os bombeiros não souberam informar qual foi a região da cidade mais afetada pelo tremor. (Estadão)