Frase do dia

“Com essa cara de santinha, mas ninguém mais radical, mais raivosa, mais com vontade de ódio do que ela. Quando ela fala de diálogo, o que ela chama diálogo é converter você. Ela pensa o mundo dividido em duas partes: uma condenada à salvação e outra à perdição.”

Senador José Sarney, sobre Marina Silva. comentar

18 de setembro de 2014, 21:00

BRASIL Eduardo Jorge defende aumento dos repasses federais para a saúde

O candidato do PV à Presidência da República, Eduardo Jorge, defendeu hoje (18) o aumento do repasse de recursos federais para a área de saúde. Segundo o candidato, é preciso aumentar recursos federais para socorrer os municípios, o mais rápido possível. “A fila nos municípios brasileiros é gigantesca e a situação da saúde municipal, insustentável, Por isso, queremos uma reorientação da gestão como um todo”, disse Eduardo Jorge, ao participar de uma caminhada em Itapecerica da Serra, São Saulo. De acordo com o presidenciável, nos últimos anos, houve uma redução do valor repassado aos municípios para a saúde. “O governo federal tinha uma participação de 50% de financiamento do SUS [Sistema Único de Saúde] e agora tem apenas 45%. Empurrou para os municípios. Os municípios estão sobrecarregados”, afirmou. Para Eduardo Jorge, o atendimento básico personalizado deve ser prioridade na gestão da área. “O Programa Saúde da Família, com médico, enfermeira, deve ser o polo de gestão do sistema”, defendeu. “Isso não é para áreas carentes. Toda a população brasileira, seja mais pobre, classe média, ou setores mais ricos, precisa ter um médico ou enfermeira que conheça a saúde da pessoa. Hoje, ninguém tem um médico ou enfermeira que conheça a sua história de saúde”, acrescentou.

Daniel Mello e Flávia Albuquerque, Agência Brasil

18 de setembro de 2014, 20:45

BRASIL Dilma diz que Marina muda de opinião com facilidade

Foto: Dida Sampaio/Estadão, Conteúdo

Presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT)

Em um novo round com a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, disse hoje que o problema da sua adversária é “que ela muda de opinião com muita facilidade”. Ao comentar o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), Marina disse mais cedo que Dilma “tem que explicar para a população brasileira porque ela está entregando um País pior do que encontrou”. “O problema da minha adversária é que ela (Marina) muda de opinião com muita facilidade. Eu acabei de explicar todas as questões relativas à Pnad. Acabei de explicar os dados como eles são”, rebateu Dilma. “Me perguntaram (ontem) se eu manteria os direitos trabalhistas e eu disse que não mexeria nos direitos trabalhistas, que são conquistas históricas do Brasil, nem que a vaca tussa. Ela (Marina) tinha dito que ia atualizar os direitos trabalhistas. Agora, ela mudou de posição, disse que não vai atualizar, não. Eu nunca sei de fato o que ela pensa porque ela pensa uma coisa um dia e outra coisa no outro dia”, alfinetou a petista. Após a Pnad apontar que a taxa de desemprego nacional, medida anualmente pelo IBGE, ficou em 6,5% em 2013, acima dos 6,1% registrados em 2012 e a primeira alta desde 2009, a presidente Dilma Rousseff procurou minimizar a questão. “Veja bem, o desemprego… O desemprego isso é pontual, tanto a Pnad Contínua, quanto a PME (Pesquisa Mensal de Emprego), mostram o crescimento do emprego. Óbvio que o emprego não vai crescer a taxas que crescia antes, porque não tem nem para onde ir. Você tem taxa de desemprego bem baixa no Brasil. Por isso é que não é só quantidade, é qualidade”, disse Dilma. “Então não é o copo meio vazio, ou meio cheio, é o copo cheio, mudou o padrão do Brasil em matéria de desemprego e emprego.”

Tânia Monteiro e Rafael Moraes Moura, Agência Brasil

18 de setembro de 2014, 20:30

BRASIL Mauro Iasi critica Plano Nacional de Educação

O candidato do PCB à Presidência da República, Mauro Iasi, continuou hoje (18) cumprindo compromissos de campanha em Macapá. Em palestra no Sindicato dos Serventuários de Justiça do Amapá, Iasi disse que o Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pelo Congresso Nacional, é “insuficiente para atender às reais necessidades da educação pública no país”. “Apesar de ter havido participação de entidades, sindicatos, movimentos sociais e profissionais da educação nas conferências em que foi debatido o plano, o resultado final acabou privilegiando os interesses do capital, ao se permitir o uso de recursos públicos para empresas que lucram com a educação no país, assim como as terceirizações no setor”, afirmou o candidato comunista. Segundo sua assessoria, no encontro com os serventuários, Mauro Iasi defendeu ainda melhora nos salários e aplicação imediata de 10% do PIB (Produto Interno Bruto, soma dos bens e serviços produzidos no país) na educação pública.

Agência Brasil

18 de setembro de 2014, 20:15

BRASIL TSE nega direito de resposta para Marina sobre pré-sal

Foto: Divulgação

Candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta quinta-feira, 18, o pedido de direito de resposta da Coligação “Unidos pelo Brasil” (PSB, PPS, PPL, PHS, PRP e PSL) e da candidata à presidência da República, Marina Silva, em razão da propaganda eleitoral gratuita na televisão da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff sobre o pré-sal. A coligação de Marina pedia o direito a um minuto no programa de Dilma para responder às informações apresentadas pelo programa de TV da adversária sobre a proposta do pré-sal. O objetivo era rebater a afirmação de que Marina é contra a exploração de petróleo do pré-sal e que eliminaria os recursos provenientes dessa fonte que seriam aplicados na saúde e na educação. Em seu parecer, o ministro relator Admar Gonzaga avaliou que o “direito de resposta não se presta para rebater questões que podem ser debatidas nas vias próprias para a exposição política, quais sejam, por meio de discursos, entrevistas, impressos, sítios de internet, redes sociais e no horário destinado à propaganda eleitoral”. Gonzaga afirma ainda que não percebeu “divulgação de fato sabidamente inverídico e gravoso à imagem ou à candidatura da Representante” e julgou improcedente a representação. O procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, já tinha, em parecer encaminhado ao TSE, se manifestado contrariamente à concessão do direito de resposta para a campanha de Marina. Em sua manifestação, Janot afirmou que, para se obter um direito de resposta, é preciso haver uma ofensa, ainda que indireta, a algum candidato, partido ou coligação partidária.

Sandra Manfrini e Ricardo Brito, Agência Estado

18 de setembro de 2014, 20:00

BRASIL MEC lança portal da Educação Integral

O Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (18) o Portal da Educação Integral. A página, que já está no ar, reúne informações e notícias sobre o tema, permite o acesso rápido ao Programa Dinheiro Direto na Escola – por meio do qual as escolas recebem os recursos para as atividades – e oferece espaço para conferências pela internet. O ensino em tempo integral é uma das apostas para melhorar a educação básica. Durante o período em que estão na escola, os estudantes, além das aulas, recebem acompanhamento pedagógico e participam de outras atividades, como prática de esportes, atividades culturais e de comunicação. A jornada da educação integral deve ser, no mínimo, de sete horas diárias ou 35 horas semanais. Com recursos do Programa Mais Educação, o MEC financia a implementação da jornada integral em escolas com baixo desempenho, de regiões vulneráveis. “Estamos analisando cada escola, para ver o que podemos ajudar para que possam melhorar a performance”, disse o ministro da Educação, Henrique Paim. De acordo com o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Romeu Caputo, o governo investiu neste ano mais de R$ 1 bilhão no programa, o que corresponde a execução em dia dos valores previstos no Orçamento. Leia mais na Agência Brasil.

Mariana Tokarnia, Agência Brasil

18 de setembro de 2014, 19:45

BRASIL STJ decide que governo deve pagar indenização bilionária à Vasp

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu hoje (18) que a União deve indenizar a antiga companhia Vasp pelo congelamento dos preços das passagens aéreas entre 1980 e 1990, época da vigência do Plano Cruzado. A maioria dos ministros da Primeira Turma do Tribunal entendeu que a indenização é devida, pois o plano causou prejuízos a todas as empresas. Os advogados da Vasp calculam que o valor da indenização é R$ 3,5 bilhões. A decisão não é definitiva, pois cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF). O STJ julgou um recurso da companhia aérea contra decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que não reconheceu o pagamento. Em março, o Supremo decidiu que a União deve pagar indenização a outra companhia aérea: a antiga Varig. No julgamento, os ministros decidiram que o congelamento de preços das passagens aéreas, imposto pelo governo para conter a inflação no período de 1985 a 1992, causou prejuízos à Varig. De acordo com o entendimento firmado, a União é responsável pelo desequilíbrio econômico e financeiro causado pelo controle dos preços dos bilhetes. O valor da indenização pode passar de R$ 3,05 bilhões.

André Richter, Agência Brasil

18 de setembro de 2014, 19:30

BAHIA Reurbanização de bairros de baixa renda é prioridade de Rui

Foto: Divulgação

Caminhada foi pelas ruas da Fazenda Grande do Retiro até o fim de linha de São Caetano

Na tarde desta quinta-feira (18), a Caminhada 13, da chapa majoritária da coligação “Pra Bahia Mudar Mais”, percorreu ruas da Fazenda Grande do Retiro até o fim de linha de São Caetano e, liderada por Rui Costa, candidato a governador, uma multidão fez todo o trajeto cantando os jingles da campanha e gritando palavras de ordem em favor das candidaturas de Rui, Otto Alencar (ao Senado) e João Leão (a vice-governador). Logo ao iniciar a caminhada, Rui comentou com os moradores que foram cumprimentá-lo que localidades como a Fazenda Grande do Retiro e São Caetano serão beneficiados com o seu programa Bairro da Gente, que prevê a reurbanização de áreas de baixa renda de Salvador, com instalação de equipamentos de esportes, lazer e cultura e também com obras de melhoria da acessibilidade. E deu como um bom exemplo do grande investimento que o governo estadual já está fazendo em Salvador a entrega pelo governador Jaques Wagner, nesta quinta-feira, das obras de duplicação da Avenida Pinto de Aguiar, que se integram ao maior programa de aplicação de recursos em mobilidade urbana já realizado na capital, com uma soma de mais de R$ 8 bilhões investidos. “E nós vamos fazer muito mais por Salvador e pela Bahia porque Jaques Wagner está deixando o Estado numa situação bem melhor do que aquela deixada pelo ex-governador que ficou oito anos no poder e não fez nenhuma obra estruturante”, afirmou Rui.

18 de setembro de 2014, 19:15

BRASIL Governo anuncia repasse a Defesa Civil de três Estados

O governo federal autorizou o repasse de R$ 23,048 milhões para ações de Defesa Civil a municípios de Minas Gerais, Mato Grosso e Espírito Santo. As liberações estão determinadas em portarias publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (18). O município de Ipatinga (MG) receberá R$ 4,121 milhões; Nova Bandeirantes (MT) terá acesso a R$ 1,328 milhão; Capitão Andrade (MG), R$ 750 mil; Coronel Fabriciano (MG), R$ 14,048 milhões; e Baixo Guandu (ES), R$ 2,8 milhões. Os recursos deverão ser utilizados em obras de reconstrução de danos causados por chuvas intensas, enxurradas e inundações. A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, integrante do Ministério da Integração Nacional, também reconheceu hoje situação de emergência nos municípios de Utinga (BA), Augusto de Lima (MG), Cristália Seca (MG), Lagoa Grande (MG), Ninheira (MG) e Landri Sales (PI), por seca e estiagem; e em Iranduba (AM), em decorrência de inundações. Conforme o Ministério da Integração Nacional, situação de emergência é uma situação anormal, decretada em razão de desastre que, embora não excedendo a capacidade inicial de resposta do município ou do Estado atingido, requer auxílio complementar do Estado ou da União para as ações de socorro e de recuperação.

Ayr Aliski, Agência Estado

18 de setembro de 2014, 19:00

BAHIA Paulo Souto pretende construir ponte do Mandacaru em Jequié

Foto: Valter Pontes/Coperphoto

Souto em carreata ao lado de ACM Neto (DEM) e Geddel (PMDB)

O candidato a governador, Paulo Souto, da coligação “Unidos pela Bahia”, vai atender uma antiga reivindicação do povo jequieense. “Eleito, vou trabalhar para conseguir os recursos necessários à construção da ponte do Mandacaru sobre o Rio de Contas, ligando os bairros do Jequiezinho e Mandacaru, para facilitar a vidas de toda a cidade”, garantiu Souto em discurso no encerramento da grande Carreata 25, que percorreu Jequié na tarde desta quinta-feira (18). O jingle de Paulo Souto, “Não dá mais/Eu quero outro/Chama Paulo Souto”, cantado por inúmeras pessoas, foi a trilha sonora que abriu o breve comício e criou um envolvente clima de entusiasmo e empolgação. O prefeito ACM Neto lembrou da guerra que foi enfrentar o PT em 2012: “Eles fizeram de tudo para nos derrotar, mas prevaleceu a vontade do povo de Salvador. A minha vitória foi o primeiro passo para mudar a Bahia. O próximo é eleger Paulo Souto, governador, e Geddel, senador”. Ao lado dos companheiros de chapa Joaci Góes (vice) e Geddel Vieira Lima (senador), Paulo Souto reafirmou o compromisso de priorizar a melhoria dos serviços públicos fundamentais à vida dos baianos. “Vamos dar um jeito na central de regulação, fazendo-a funcionar como um instrumento que facilite o internamento dos pacientes e não uma loteria em que a sorte decide se a pessoa vive ou morre”, disse, acrescentando que, na saúde, pretende ainda construir cinco hospitais regionais e policlínicas. Paulo Souto assinalou que vai tomar para si a responsabilidade de comandar as ações de combate a violência que se alastrou por todo o estado. “Não tem cabimento que, nos últimos anos, tenhamos nos tornado um dos estados mais violentos do Brasil, quando antes estávamos no grupo dos mais tranquilos. Vamos dar um basta neste holocausto que vitimou mais de 37 mil baianos durante o governo petista”.

18 de setembro de 2014, 18:45

BRASIL Aécio pede ajuda para ‘tirar o PT do Brasil’

Foto: Valter Pontes/Coperphoto

ACM Neto, Aécio Neves, Paulo Souto e Imbassahy

O candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) desfilou em caminhão aberto na tarde desta quinta-feira, 18, em Itabuna, no interior da Bahia, onde foi falar sobre “a hora da virada” de sua campanha e pedir ajuda “para tirar o PT do Brasil”. E discursou: “Eleição não se ganha de véspera”. Diante de militantes, o tucano pediu ajuda ao candidato ao governo da Bahia líder nas pesquisas, Paulo Souto (DEM). “Você, Paulo Souto, vai ganhar a eleição do PT na Bahia, mas vamos fazer essa obra completa. Me ajude a tirar o PT do Brasil. Me ajude a dar ao Brasil um governo decente e honrado. Eu serei, governador Paulo Souto, o seu maior companheiro para que os investimentos voltem a essa região”, pediu Aécio. Mais entusiasmado depois do aumento de quatro pontos apontado esta semana pela pesquisa Ibope/Estadão/TVGlobo, mas ainda sete pontos atrás de sua adversária Marina Silva (PSB), o candidato entoou discurso otimista e recorreu à memória de seu avô, Tancredo Neves. “Me lembrei quando Tancredo estava em um momento de extrema dificuldade em sua campanha. E teve a palavra forte de um baiano que disse que aqui na Bahia não se aceita ‘canga’ de ninguém e que o povo baiano apoiaria Tancredo Neves. Foi o que disse Antônio Carlos Magalhães naquele instante. A partir dali, mudou-se o cenário das eleições. E hoje, a partir de agora, tudo vai mudar”, disse. Aécio relativizou a importância das pesquisas eleitorais. “Ninguém ganha eleição de véspera. A eleição se decidirá no momento em que cada brasileiro e cada brasileira se levantar no domingo, cinco de outubro, e encaminhar-se à urna para dizer o que quer”, discursou. Pela reação da população que trabalha na avenida Cinquentenário, por onde o candidato passou, ficou evidente que ele ainda é pouco conhecido na região, mas conseguiu atrair a atenção dos populares por estar cercado de algumas das lideranças mais expressivas do Estado, como o candidato a governador Paulo Souto (DEM), líder nas pesquisas de intenção de voto, o concorrente ao Senado Geddel Vieira Lima (PMDB), que também lidera a preferência dos eleitores, e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), cujo slogan é “o melhor prefeito do Brasil”.

Débora Bergamasco, Agência Estado

18 de setembro de 2014, 18:30

BRASIL PNAD mostra ‘política errática’ do governo, diz Marina

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Marina Silva

Ao comentar o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-2013), a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, disse que a interrupção na queda da desigualdade e o aumento do desemprego são resultado de “políticas erráticas” do governo da adversária Dilma Rousseff. “Como se não bastasse o crescimento baixo, a volta da inflação, a elevação dos juros, agora temos o retorno da concentração de renda, que estava fazendo uma inflexão para baixo. É só uma demonstração de que uma coisa está sendo discurso para ganhar eleição e outra coisa é a prática na hora de governar o País, fazendo prioridades erráticas”, criticou Marina, que mais uma vez reclamou dos ataques feitos pela presidente desde que a ex-ministra entrou na disputa presidencial. “Políticas erráticas combinadas fazem com que muitos problemas estejam acontecendo. O atraso na política está ameaçando perdermos conquistas que alcançamos. (Não é possível) Dar continuidade a essa forma de (querer) ganhar com boatos e depois governar defendendo interesses que não são os da sociedade, como acontece com a destruição de empresas como a Petrobrás, que ficava nas páginas econômicas e de inovação tecnológica (dos jornais) e agora está nas páginas policiais”, afirmou a candidata, em entrevista ao deixar o hotel onde estava hospedada na zona sul do Rio . Marina disse que além de programas de qualificação que melhorem a capacidades dos trabalhadores e assim faça crescer a renda, o País precisa voltar a crescer e recuperar credibilidade. “Toda vez que se fala que Dilma corre o risco de aumentar seus porcentuais nas pesquisas, a Petrobrás se desvaloriza. Isso é falta de credibilidade”, disse a ex-senadora. Marina repetiu uma frase do ex-governador Eduardo Campos, a quem substituiu na disputa presidencial: “Pela primeira vez vai-se entregar o País pior do que foi encontrado.” Marina embarca na tarde desta quinta-feira no Rio, para Vitória, onde cumprirá agenda de campanha.

Luciana Nunes Leal, Agência Estado

18 de setembro de 2014, 18:15

SALVADOR ACM Neto: “A virada de Aécio já começou”

Foto: Valter Pontes/Coperphoto

Presidenciável Aécio Neves participou de evento na cidade de Itabuna

O prefeito de Salvador, ACM Neto, acredita que a visita do presidenciável Aécio Neves à cidade de Itabuna, nesta quinta-feira (18), marca o início de um novo momento na campanha do candidato. “Itabuna e a Bahia mandam hoje um recado para todo o Brasil: a virada já começou”, afirmou, ressaltando a tradição de luta e resistência dos itabuneneses. “O povo daqui, nos momentos mais importantes da Bahia e do Brasil, se posicionou com coragem e firmeza”, completou, ao lado dos postulantes a governador, Paulo Souto, a vice, Joaci Góes, e ao Senado, Geddel Vieira Lima. Para o prefeito de Salvador, a mensagem dada pelos baianos que tomaram conta das ruas de Itabuna para ver a passagem de Aécio Neves foi clara. “O Brasil quer decência, um governo sério, mais justiça para o Nordeste e um presidente que olhe com carinho e atenção para a Bahia e para Itabuna”, sentenciou. O clamor popular por mudança, segundo ACM Neto, é evidente em Itabuna, importante cidade de uma região que já liderou o crescimento econômico da Bahia. “O que se vê é um povo que tem esperança no futuro e não acredita mais nas promessas e mentiras do PT. Os itabunenses vieram aqui para dizer que, no dia 5 de outubro, votarão em Aécio Neves para presidente da República”. De acordo com o candidato a governador, Paulo Souto, da coligação “Unidos pela Bahia”, Aécio Neves demonstrou estar empenhado para estimular o desenvolvimento da região ao lançar o Nordeste Forte. “Aécio focalizou o problema nordestino de uma forma diferente, criando um programa integrado, de longo prazo, para dar condições de sustentabilidade ao desenvolvimento da região Nordeste”, explicou Souto.