Frase do dia

Jogar uma bomba caseira na sede do Instituto Lula é uma atitude que não condiz com a cultura de tolerância e de respeito à diversidade do povo brasileiro

Presidente Dilma Rousseff comentar

2 de agosto de 2015, 19:47

BRASIL Previsões de PIB pioram e País corre risco de cair para 9ª economia

A recessão e o real cada vez mais fraco podem levar o Brasil a perder dois postos no ranking das maiores economias do planeta em 2015. Levando-se em conta as estimativas mais pessimistas do mercado coletadas pelo Banco Central, o País poderá deixar o posto de sétima maior economia do mundo registrado em 2014 ao ser ultrapassado pela Índia e Itália. Assim, o Brasil, que comemorou o título de sexta potência econômica há apenas quatro anos, pode voltar casas no tabuleiro para terminar dezembro como a nona economia mundial. Diante das apostas de recessão mais acentuada e com a desvalorização acumulada de mais de 20% do real em 2015, o tamanho da economia brasileira medido em dólares pode diminuir até 23% na comparação com o ano passado, revela levantamento feito pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) e estimativas do mercado coletadas pelo Banco Central na pesquisa Focus. Nesse quadro mais pessimista, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil pode terminar o ano em US$ 1,81 trilhão. O cenário usa como parâmetro as piores previsões da pesquisa Focus: contração da economia de 2,8% este ano e dólar médio de R$ 3,23 em 2015. A estimativa também leva em conta um deflator de 8,9%. Assim, o tamanho da economia brasileira ficaria atrás da Índia, cujo PIB projetado pelo FMI é de US$ 2,31 trilhões neste ano, e também da Itália, com expectativa de US$ 1,84 trilhão.

Estadão Conteúdo

2 de agosto de 2015, 18:06

COLUNISTAS Mudar ou Permanecer?

Adriano Peixoto

Coluna: Relações de Trabalho

Adriano de Lemos Alves Peixoto é PHD, administrador e psicólogo, mestre em Administração pela UFBA e Doutor em Psicologia pelo Instituto de Psicologia do Trabalho da Universidade de Sheffiel (Inglaterra). Atualmente é pesquisador de pós-doutorado associado ao Instituto de Psicologia da UFBA e escreve para o Política Livre às quintas-feiras.

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Eu ainda me surpreendo com a defesa apaixonada, quase cega, que alguns amigos ainda fazem do governo. São pessoas inteligentes, intelectuais no melhor sentido da palavra, por quem tenho profundo respeito e admiração, mas não deixo de me surpreender. Para eles a operação lava a jato é uma típica ação de lesa pátria conduzida por interesses de uma direita golpista aliada aos imperialistas americanos que querem destruir o país, o gigante desperto, e implantar um regime militar. As razões apresentadas são razoavelmente simples: o interesse na apropriação das reservas do pré-sal (energia); a sabotagem ao protagonismo nos Brics, potencializado com a criação do novo banco de investimentos (nova ordem mundial); e agora, o interesse na tecnologia nuclear brasileira (poderio militar).

Existem razões de sobra para acreditar que no campo das relações internacionais prevalece a realpolitik. Algo do tipo supremacia do interesse próprio apoiada na lei do mais forte e no equilíbrio do terror. O os exemplos recentes do cerco econômico, político e militar à Rússia e normalização das relações com o Irã, são exemplos mais do que suficientes para ilustrar esse estado de coisas.

Mais uma vez, acho que este tipo de explicação põe uma ênfase excessiva em fatores externos e desconsidera dinâmicas e processos sociais próprias (internas), em um movimento que tende a nos desresponsabilizar completamente pelo nosso destino. Somos as eternas vítimas dos interesses internacionais. A operação lava a jato escancarou aquilo que todos já sabiam: somos um país intrinsecamente corrupto, onde o acesso ao aparelho do Estado é mediado por um conjunto de relações patrimonialistas baseadas no favor. Onde as instituições foram construídas e moldadas visando a manutenção do privilégio cartorial de pequenos grupos de interesse. Uma situação que se opõe de forma clara tanto à democracia quanto à república.

Nesse contexto, vejo a laja a jato como a manifestação de um país em transformação que busca se modernizar. Um embate entre o arcaico e o novo. Um movimento típico de um país onde há um profundo descolamento entre a sociedade e suas formas de representação e de poder. A lava a jato é um expurgo de velhos hábitos, de velhas práticas. É o nosso primeiro expurgo e, certamente, não será o último. A lava a jato, sem sombra de dúvidas, eleva o calculo do custo de transação da corrupção.

Essa necessidade de expurgo em momentos de transformação social não é nova. Ela está nos quarenta anos dos Hebreus perdidos no deserto, na revolução cultural chinesa, na operação mãos limpas (Itália), e até em Hollywood com o filme de Kevin Costner, Os Intocáveis. Pois é, deveríamos ficar contentes que nosso expurgo se faz pela via do Direito, as alternativas não são nada animadoras. A grande questão agora é saber se esse processo lança as bases de um país mais justo ou se estamos diante de mais uma daquelas situação onde tudo muda para permanecer do mesmo jeito!

2 de agosto de 2015, 13:00

MUNDO Rússia: acidente com helicóptero mata piloto durante show aéreo

Acidente com helicóptero mata piloto durante show aéreo na Rússia. De acordo com informações do Ministério da Defesa, o segundo piloto sobreviveu. O helicóptero Mi-28 fazia parte de uma performance de acrobacias aéreas no campo de Dubrovichi, na região de Ryazan, a cerca de 170 quilômetros ao sudeste de Moscou, quando caiu neste domingo. Não foram registrados feridos no chão, segundo informações do Ministério da Defesa. O segundo piloto, que sobreviveu à queda, informou que o acidente foi causado por uma falha no sistema hidráulico do helicóptero. O show aéreo fazia parte dos Jogos Internacionais do Exército, que iniciou no sábado e reúne tropas da Rússia e de vários países.

Estadão

2 de agosto de 2015, 12:45

MUNDO Presidente do Benim anuncia envio de 800 militares para combater Boko Haram

O presidente do Benim, Thomas Boni Yayi anunciou, neste fim de semana, o envio de 800 militares para a nova força regional encarregada de combater o grupo radical Boko Haram, após um encontro com o seu colega nigeriano, Muhammadu Buhari. Buhari, que tomou posse em 29 de maio, enfrenta uma nova onda de violência islâmica na Nigéria. Mais de 800 pessoas foram mortas no Nordeste do país em dois meses. A violência se estendeu aos vizinhos Chade e Camarões, atingidos nas últimas semanas por atentados suicidas. Depois de uma visita ao Camarões, no início da semana, para falar da luta contra o grupo radical, o presidente da Nigéria esteve no sábado em Cotonou – a maior cidade do Benim – onde participou das celebrações do 55º aniversário da independência do país, ao lado de Boni Yayi. “O Benim demonstra a sua solidariedade aos seus irmãos da região com o envio de um contingente de 800 homens para combater definitivamente esses bandidos”, disse Boni Yayi à imprensa após o seu encontro com Buhari. A força de intervenção conjunta multinacional, da qual devem participar a Nigéria, o Níger, o Chade, Camarões e Benim, deverá contar com 8,7 mil militares e ficará sediada em N’Djamena, no Chade. A força militar, liderada pelo general nigeriano Iliya Abbah, deverá entrar em ação imediatamente, segundo declarações recentes de Buhari e de outros líderes nigerianos. Desde 2009, os jihadistas do Boko Haram já mataram mais de 15 mil pessoas na Nigéria. Recentemente, a ação do grupo tem se espalhado para além das fronteiras do país, com ataques em massa nos últimos meses também no Chade e em Camarões.

Agência Brasil

2 de agosto de 2015, 12:30

MUNDO Israel: Netanyahu diz que terá “tolerância zero” com judeus extremistas

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que o governo terá “tolerância zero” com judeus extremistas. Em reunião semanal do gabinete, Netanyahu disse que Israel está unida contra “os criminosos entre o povo”. Na sexta-feira, judeus extremistas atearam fogo na casa de uma família palestina na Cisjordânia, deixando uma criança morta. Na quinta-feira, um judeu ultraortodoxo esfaqueou ao menos seis pessoas durante a Parada do Orgulho Gay, em Jerusalém. Milhares de israelenses foram às ruas neste final de semana em protestos contra os ataques e como forma de alerta contra uma onda de violência crescente na comunidade religiosa do País. Netanyahu falou que Israel está determinada a lutar contra o “ódio, fanatismo e terrorismo de todos os lados”.

Estadão

2 de agosto de 2015, 12:15

MUNDO Inundações em Myanmar deixam pelo menos 27 mortos

Pelo menos 27 pessoas morreram em Myanmar (antiga Birmânia) e cerca de 156 mil foram afetadas devido a inundações provocadas pelas chuvas intensas registradas nas últimas semanas. O Gabinete de Coordenação de Assuntos Humanitários da Organização das Nações Unidas (ONU) alertou, em seu mais recente relatório, que muitas regiões do país continuam isoladas e que prevê um aumento “significativo” do número de vítimas, à medida que as equipes de regaste têm acesso aos locais afetados. Os estados de Rakhine e Chin, no Oeste, e as áreas de Sagaing e Magway, no Centro e no Norte do país, são os mais prejudicados e foram declarados zonas de desastre natural pelo presidente, Thein Sein. De acordo com a agência da ONU, relatórios preliminares indicam que a subida das águas causou danos em abrigos e várias infraestruturas nos campos de Sittwe, em Rakhine, onde vivem cerca de 100 mil deslocados da minoria muçulmana Rohingya. Em Magway, os moradores de cerca de 70 aldeias do município de Pwintbyu foram obrigados a procurar refúgio em escolas e mosteiros, enquanto em Haka, no estado de Chin, pelo menos 100 casas foram destruídas na sequência de um deslizamento de terra. O governo, militares e agências humanitárias tentam alcançar as regiões afetadas para distribuir água, comida, mantas e medicamentos, entre outros bens essenciais, acrescentou a agência da ONU.

Agência Brasil

2 de agosto de 2015, 12:00

BRASIL Dilma diz que pediu colaboração a governadores para país voltar a crescer

Foto: Divulgação

Governandores tiveram reunião com Dilma na última semana

Três dias depois de se reunir com governadores de todos os estados do país, a presidenta Dilma Rousseff avaliou hoje (2) o encontro, destacou que, assim com ela, os representantes dos estados foram eleitos democraticamente para mandatos de quatro anos e defendeu a necessidade de colaboração entre o governo federal e os estados para o país voltar a crescer. “Gostei muito da reunião com os governadores. Apresentaram posições, sugestões e encaminhamentos importantes para o País. Nós temos em comum a eleição pelo voto popular majoritário e a responsabilidade de cumprir, no mandato de quatro anos, nosso programa de governo”, escreveu Dilma em sua conta na rede social. É a primeira avaliação da presidenta sobre o encontro com os governadores, na última quinta-feira (30), no Palácio da Alvorada. Na reunião, Dilma explicou aos governadores as causas da queda da arrecadação e propôs aos estados uma parceria para enfrentar problemas e superar crise. Em resposta, os governadores comprometeram-se a ajudar o governo a evitar a aprovação de projetos da chamada pauta-bomba, em tramitação no Congresso Nacional que, segundo o Executivo, podem gerar gastos adicionais, comprometendo o ajuste fiscal. “É nossa obrigação, mesmo com as diferenças partidárias, dialogar para que o país saia com rapidez de suas dificuldades. Para que volte a crescer, com equilíbrio fiscal, inflação sob controle, gerando empregos e prosperidade para os cidadãos e suas famílias”, avaliou Dilma, pelo Twitter.

Agência Brasil

2 de agosto de 2015, 11:45

BAHIA Rui Falcão debate cenário de 2016 com a EPS da Bahia

Foto: Peter Shilton

Debates sobre as conjunturas estadual e nacional, as estratégias para as eleições municipais, o fortalecimento do PT e a aprovação de uma resolução para o próximo período, apontando como o partido se comportará nos municípios com as alianças políticas. Esses foram os temas centrais do encontro do Diretório Estadual do PT, realizado neste sábado (1º), em Salvador, com a presença do presidente nacional da sigla, Rui Falcão, deputados estaduais e federais, prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, membros da diretoria e do ministro da Defesa e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner. Presente à reunião, o parlamentar Valmir Assunção (PT-BA) citou as dificuldades atuais, as pautas em andamentos do Congresso e pediu a continuação do projeto implantado pelo PT. Em conversa com o presidente Falcão, que recebeu a cúpula da tendência interna do PT, Esquerda Popular Socialista (EPS), Assunção disse “que o partido não ficará refém do ódio, nem das mentiras da direita brasileira e da grande mídia. Iremos à luta com o sorriso no rosto e disposição para lutar. Defenderemos o legado do partido, que tirou milhões da pobreza e levou o Brasil a outro patamar. Nessa reunião ampliada do partido, as atuais conjunturas políticas vão auxiliar nesse fortalecimento interno do partido para dar continuidade a esse projeto que mudou o país e a Bahia”, aponta Valmir. No encontro com o presidente nacional do PT, a EPS ampliou os debates de atuação conjunta com o Novo Rumo, um campo que tem se formado no PT envolvendo os membros de esquerda da sigla, e o fortalecimento de ambas as tendências. O ministro Jaques Wagner também falou dos ataques e do clima de ódio instalado em todos os debates políticos e garantiu que o partido seguirá forte. “O PT seguirá na busca por mais direitos, inclusão, igualdade, mais respeito e tolerância. A democracia brasileira não admitirá retrocesso. Os que cultivam a intolerância de classe, de cor, raça ou gênero, não vão nos intimidar. Não temos medo e seguiremos na luta”, completa Wagner se lembrando dos ataques ao Instituto Lula, em São Paulo e da campanha de intolerância que vigora. “Não abriremos mão de defender, com todas as forças, a democracia”. Já o presidente Rui Falcão disse no encontro que vai “fortalecer a atuação na Bahia e ampliar cada vez mais os campos de atuação dos governos estadual e federal”.

2 de agosto de 2015, 11:30

BRASIL Novo presidente da Anvisa quer mais agilidade e proximidade com o cidadão

À frente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) há duas semanas, o médico sanitarista pernambucano Jarbas Barbosa assumiu a presidência da agência defendendo uma vigilância sanitária com foco nas probabilidades de risco, que proteja o cidadão, mas que não tenha caráter proibitivo ou invasivo na vida dos cidadãos. Em entrevista à Agência Brasil durante o 11º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, Barbosa destacou como desafios para seus três anos de mandato a aproximação da agência com a população e a redução das burocracias desnecessárias do setor. O presidente da agência também anunciou que a Anvisa poderá aprovar novas regras para agilizar o registro de medicamentos no Brasil. Na avaliação do diretor presidente, a Anvisa se desenvolveu muito em 15 anos de existência, mas precisa começar a usar as redes sociais para chegar às pessoas, por exemplo, para que informar sobre quais remédios estão com a venda proibida ou quais alimentos estão sendo recolhidos. A Anvisa é responsável por regular direta ou indiretamente produtos que somam 30% do Produto Interno Bruto (PIB), como alimentos e medicamentos. Segundo o novo presidente, a agência vem se destacando mundialmente. Recentemente, o Chile passou registrar automaticamente genéricos com registro brasileiro. Paraguai e Colômbia estudam fazer o mesmo. Leia mais na Agência Brasil.

Aline Leal, Agência Brasil

2 de agosto de 2015, 11:15

BRASIL Petrobras já deve R$ 10 bilhões ao banco Bradesco

Foto: Fábio Motta / Estadão

Em menos de dois anos foi um salto de 12.250%

Às vésperas de estourar a Operação Lava Jato, um empréstimo de R$ 4 bilhões foi viabilizado pelo Bradesco para financiar as obras das refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), no Rio. O financiamento marcou o ritmo exponencial com o qual o banco passou a ficar exposto ao risco Petrobras. Em menos de dois anos foi um salto de 12.250%, saindo de R$ 85 milhões, em setembro de 2013, para R$ 10,5 bilhões, em junho deste ano. O último balanço do Bradesco, divulgado na semana passada, já traz contabilizado o mais recente empréstimo dado pelo banco à estatal. Foram cerca de R$ 3 bilhões, uma operação com alguma polêmica, uma vez que a decisão do empréstimo foi tomada antes da publicação do balanço anual da Petrobras. Havia sérias dúvidas se a empresa conseguiria cumprir o prazo para fazer a publicação, com a chancela de uma auditoria independente e, assim, colocar em ordem sua contabilidade. Se a Petrobras não cumprisse o prazo, seus credores poderiam exigir que US$50 bilhões em dívidas fossem pagos imediatamente, o que seria inviável para a empresa e deixaria o Bradesco, a Caixa e o Banco do Brasil – que deram empréstimos à estatal às vésperas da publicação do balanço – em má situação.

Estadão

2 de agosto de 2015, 11:00

BRASIL Planalto aposta no Senado para barrar crise política

Foto: Divulgação

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL)

Tratado pelo Palácio do Planalto como peça-chave para impedir o agravamento da crise política, que pode culminar até no impeachment da presidente Dilma Rousseff, o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), tem sinalizado a interlocutores diretos que pode voltar a colaborar com o governo da petista a partir desta semana, na volta do recesso parlamentar. Renan, contudo, cobrará “faturas” nas áreas política e econômica, em troca da ajuda. Há duas semanas, logo após o anúncio do rompimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o governo decidiu reforçar uma operação envolvendo ministros como Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento) e lideranças políticas petistas para cortejar o presidente do Senado. “Renan será o fiel da balança”, definiu um dos envolvidos na investida do governo. O Palácio do Planalto quer retomar a relação que mantinha com Renan durante o primeiro mandato Dilma, quando ele foi o principal interlocutor do governo no Congresso. O peemedebista, que contou com o apoio da presidente para se reeleger presidente do Senado em fevereiro, afastou-se do Planalto no mês seguinte, na esteira da abertura de três inquéritos contra ele no âmbito da Operação Lava Jato. Nos bastidores, Renan acusa o governo de ter atuado para incluí-lo no rol dos investigados. O Planalto, porém, aposta no presidente do Senado para neutralizar os efeitos de uma provável decisão desfavorável no julgamento das contas de 2014 da gestão Dilma pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Caberá à Casa presidida por Renan apreciar inicialmente o parecer analisado pela corte.

Estadão

2 de agosto de 2015, 10:45

BAHIA OMB se reúne e discute estratégias de ação na Bahia

Foto: Divulgação

Heraldo Rocha apóia a Ordem

A Ordem dos Médicos do Brasil (OMB), secção Bahia, que tem como missão ser a voz política dos médicos e acadêmicos da área da saúde, com representação em todas as esferas de poder, cuja visão é ser a referência nacional da mobilização da classe médica, em sinergia com as demais entidades de classe e cujo objetivo é buscar a excelência da saúde da população brasileira, esteve reunida ontem pela manhã, onde deliberou estratégias de atuação. Na oportunidade, os representantes discutiram a mobilização da categoria para participar do grande momento nacional, no dia 16 de agosto, convocando toda a população brasileira e baiana para participar desse momento histórico para o Brasil. Integrante da Ordem, o presidente do DEM em Salvador e doutor Heraldo Rocha citou a importância da mobilização. “Vamos todos ao Porto da Barra em Salvador, numa caminhada democrática pelo bem da Bahia e do Brasil. Como afirmou o grande líder Martin Luther King Jr.: ‘O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons’”, disse Rocha.