10 de setembro de 2019, 17:29

EXCLUSIVAPaulo Magalhães Júnior não cai; ordem de reação veio do Palácio Thomé de Souza

Foto: Fernanda Chagas / Política Livre

Aliados, no entanto, não negam o desgaste em torno da sua atuação de Paulo Magalhães Júnior

Envolvido em polêmicas com três aliados [o presidente da Casa, Geraldo Júnior, o socialista cristão Ricardo Almeida e o integrante do PHS Fábio Souza], o líder do governo, vereador Paulo Magalhães Júnior (PV), permanece no cargo. Informações chegadas com exclusividade a este Política Livre dão conta de que a ordem de reação ao líder veio do Palácio Thomé de Souza, “portanto, não tem sentido algum que ele destituído das suas funções”. O ato, conforme circula nos bastidores, seria visto como ‘traição’ e, acima de tudo, descrédito ao prefeito ACM Neto (DEM).

Aliados, no entanto, não negam o desgaste em torno da sua atuação e não descartam que, em um futuro próximo, possa ser vir a ser’fritado’. Alguns chegaram a relatar que houve excesso por parte do líder, em especial quando tentou votar em plenário emenda que limitava o número de veículos por aplicativos em Salvador, assunto já pacificado entre os pares. O resultado da votação, cujo único voto contra foi dele, inclusive, foi avaliado como maior resposta dos aliados à sua postura, tida como autoritária, sem orientação e voz dos seus seguidores.

“Mas, de certo modo, entendemos também a pressão sofrida por ele na condição de líder, que foi tão grande que ele só não soube exercer seu papel”, disse uma fonte sob condição de anonimato. Na semana passada, inconformado com a suspensão da votação dos vetos do prefeito ACM Neto Neto (DEM) a projetos dos vereadores, ele chegou a subir o tom contra o presidente e propagar que ele administra como um monarca. Aliado a isso, censurou Almeida e Fabio Souza por terem permanecido em plenário durante pedido seu de verificação de quórum.

Fernanda Chagas

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