12 de julho de 2019, 19:00

SALVADOROcorrências na Gamboa de Baixo são discutidas em reunião na SPU/BA

Foto: Divulgação

Reunião discute deslizamento de terra e surgimento de cratera na Gamboa de Baixo

O deslizamento de terra, ocorrido no último domingo (6) e que destruiu imóveis na Gamboa de Baixo, seguido do aparecimento de uma cratera na localidade em decorrência da ação no mar junto ao muro da fortificação tombada “São Paulo da Gamboa”, foram discutidos em reunião realizada na sede da Superintendência do Patrimônio da União – SPU/BA, no Comércio. O diretor geral da Codesal, Sosthenes Macêdo, informou que de imediato foi providenciado o isolamento da área e a demolição dos imóveis ameaçados, ao acrescentar que a ocorrência se deu à infiltração no terreno. Os moradores foram notificados para a evacuarem as áreas críticas. De acordo com o diretor do Iphan, Bruno Tavares, “o órgão promoverá esforços para obter recursos para a realocação das famílias que habitam o local, juntamente com a SPU/BA”. O superintendente do SPU, Salomão de Santana, garantiu “todo apoio dentro das suas atribuições”. A presidente da FMLF, Tânia Scofield, informou que buscou a SPU/BA para a cessão da área da Gamboa para a Prefeitura de Salvador. “A prefeitura tinha o interesse de fazer a regularização fundiária”. Foi feita consulta ao Ministério das Cidades que alegou não possuir recursos. Uma equipe técnica foi enviada ao local para realizar estudo destinado as ações necessárias à solução do problema, instalando barreira física na área da fuga de material, informou o diretor de Obras da Sucop, José Monteiro.

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