15 de abril de 2019, 10:32

BRASILGoverno precisa ter ‘sintonia melhor’, diz Doria sobre interferência de Bolsonaro no diesel

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta segunda, 15, que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) precisa de uma “sintonia melhor” em assuntos como a interferência do presidente no preço do diesel. Na semana passada, Bolsonaro determinou a suspensão do reajuste de 5,7% anunciado um dia antes pela Petrobras e colocou o ministro da Economia, Paulo Guedes, em uma saia justa. Guedes sugeriu que não foi consultado. “Posso pular essa pergunta?”, disse Doria em tom de brincadeira à Rádio Eldorado ao ser perguntado sobre o assunto. “É preciso ter uma sintonia melhor em temas como este. Se estamos num governo liberal, temos que praticar o liberalismo. A Petrobras é uma instituição sob controle acionarário do governo, mas tem ações do mercado”. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta segunda, 15, que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) precisa de uma “sintonia melhor” em assuntos como a interferência do presidente no preço do diesel. Na semana passada, Bolsonaro determinou a suspensão do reajuste de 5,7% anunciado um dia antes pela Petrobras e colocou o ministro da Economia, Paulo Guedes, em uma saia justa. Guedes sugeriu que não foi consultado. “Posso pular essa pergunta?”, disse Doria em tom de brincadeira à Rádio Eldorado ao ser perguntado sobre o assunto. “É preciso ter uma sintonia melhor em temas como este. Se estamos num governo liberal, temos que praticar o liberalismo. A Petrobras é uma instituição sob controle acionarário do governo, mas tem ações do mercado”. Doria disse ver os governadores dos Estados dispostos a apoiar medidas do governo. “Não estabelecemos alinhamento simples e direto com o governo. Houve uma aproximação em torno de causas e propostas, como a reforma da Previdência. Os governadores também apoiarão (a revisão do) pacto federativo, a renegociação das dívidas (dos Estados com a União), a reforma tributária. Temos um apoio a causas que foram boas para o Brasil.”

Estadão

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