5 de novembro de 2018, 13:54

ECONOMIABolsa renova máximas e aponta para novo recorde histórico

Foto: Divulgação

A Bolsa abriu em leva alta em um movimento de ajuste aos preços externos

A Bolsa renovou máximas nos negócios da última hora, mesmo com o desempenho instável das bolsas de Nova York. Mantida essa tendência, o índice deve registrar novo recorde histórico, aproximando-se do inédito patamar dos 90 mil pontos. Esse nível, aliás, já é realidade no mercado futuro, onde o indicador já rompeu essa resistência. Às 14h05, o Ibovespa marcava 89.458,54 pontos, com ganho de 1,18%. No futuro, o indicador marcou máxima de 90.105 pontos. Boa parte da alta do Ibovespa é atribuída a ajustes ao feriado de Finados, quando os papéis brasileiros negociados no exterior tiveram altas significativas, enquanto os negócios no Brasil estavam paralisados. Já o dólar ensaiou uma queda ante o real no início da tarde, mas voltou a exibir leve sinal de alta. No horário acima, a moeda americana era negociada a R$ 3,7035 no mercado à vista, em alta de 0,22%. Às 14h, os papéis da Petrobrás tinham alta de 1,65% (ON) e 1,32% (PN), ajudando o desempenho do índice Bovespa. Eletrobrás (ON) avançava 1,12% e ações da Cemig tinham valorização de aproximadamente 5%. Em Nova York, as bolsas alternam altas e baixas, refletindo a cautela dos investidores ante resultados corporativos e questões internas, como a eleição legislativa, amanhã, e a decisão de política monetária, na quarta-feira. Há pouco, o índice Nasdaq caía 1,16%, puxado pelas ações da Apple. Já o Dow Jones subia 0,47%. No Brasil, segue o monitoramento dos próximos passos do governo eleito, que deve anunciar novos nomes nesta semana, além de sinalizações sobre medidas a serem tomadas no curto prazo. No seu primeiro dia como ministro extraordinário da transição de governo, Onyx Lorenzoni afirmou à imprensa que esta semana é de “muito trabalho e pouca conversa”. Ele se reuniu com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, durante a manhã e depois encontrou com técnicos que participarão da transição, em seu gabinete na Câmara dos Deputados. Pela tarde, ele deverá ir ao Centro Cultural Banco do Brasil, local oficial onde a equipe de transição trabalhará até a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Estadão Conteúdo

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