9 de agosto de 2018, 16:38

BRASILJutahy diz que problemas na chapa estão superados

Foto: Divulgação

O deputado federal vai focar a partir de agora na campanha para o Senado

O deputado federal Jutahy Magalhães (PSDB) vai focar a partir de agora na campanha eleitoral de 2018. O pré-candidato ao Senado na chapa de José Ronaldo (DEM) teve dias agitados durante as negociações para formação da chapa majoritária carlista. Ele queria que o também pré-candidato ao Senado, Irmão Lázaro (PSC), fosse vice do ex-prefeito de Feira de Santana. No entanto, foi voto vencido. “Vida que segue”, diz em entrevista à Tribuna. No início da semana, tucanos e democratas se revoltaram com a decisão do PSC de sair coligado com a “chapinha” na chapa proporcional. Muitos consideraram o gesto dos cristãos como “traição”. Indagado sobre a rebelião que tomou conta da base após essa movimentação, Jutahy enfatiza: “Faço política baseada em valores. E entre esses valores está falar a verdade e honrar a palavra. Da minha parte, nenhum candidato a deputado estadual, federal, governador e senador têm o que me dizer em relação a nossa conduta pessoal e em relação ao PSDB”. O tucano também nega as especulações de que o prefeito ACM Neto (DEM) esteja procurando outro nome para o lugar de Lázaro – chegou-se a ser ventilado, inclusive, que João Roma (PRB) seria cotado para o posto. “Isso está superado. Continuarei fazendo minha campanha para o Senado como sempre fiz, defendendo minhas ideias e mostrando a minha vida. Demonstrando o que fiz ao longo da minha trajetória e o que posso prometer aos baianos é continuar fazendo a vida pública com seriedade e com decência. Vida limpa e ficha limpa”. Parlamentares ouvidos pela Tribuna avaliam que Lázaro perdeu totalmente a força para continuar na majoritária. O presidente do PSC baiano, Heber Santana, por sua vez, disse no início da semana que “há precipitação nas informações de que o PSC quebrou acordo para formação de um chapão”, argumentando que a saída do PHS, PPS e do PSL criou um “novo cenário político”. Leia mais na Tribuna.

Tribuna da Bahia

Comentários