18 de maio de 2018, 08:02

ECONOMIA‘Crise levou chefes de família ao desalento’, diz economista

Os números ainda desoladores do mercado de trabalho refletem um lado cruel da crise: ela desestruturou famílias, chegou ao chefe de domicílio e forçou os mais jovens a entrar mais cedo no mercado. Essa é a avaliação do economista Sérgio Firpo, do Insper, que aponta, a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, que o desemprego entre os principais responsáveis pelos lares passou de 3,5% a 7 4% apenas entre 2012 e o ano passado.Na avaliação de Firpo, que começa a publicar nesta sexta-feira. 18, um blog no portal do Estadão, o impacto negativo nas gerações mais jovens ainda vai perdurar por muitos anos. “Uma geração que se forma durante uma crise já começa em grande desvantagem.”

Estadão

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