30 de abril de 2018, 10:26

BRASILPreso desde 2014, Renato Duque é próximo a fazer delação premiada, diz O Globo

Foto: Divulgação/Arquivo

Duque teria provas documentais que reforçariam o elo entre o PT, os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff e a Odebrecht

Preso desde novembro de 2014, o engenheiro Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, deve ser o próximo investigado pela Operação Lava-Jato a assinar um acordo de delação premiada em Curitiba, de acordo com informações do jornal O Globo. O ex-diretor acaba de se tornar colaborador formal da força-tarefa em um acordo internacional e está em negociações avançadas com os procuradores para passar a delatar também nos casos da Lava-Jato. Duque atravessou os oito anos de governo Lula e metade do primeiro mandato de Dilma Rousseff recolhendo propinas na Petrobras, segundo os investigadores. Considerado pelos investigadores o principal operador do PT no esquema, ele tornou-se um “ativo” nas investigações por guardar em seus arquivos um amplo conjunto de provas documentais que reforçariam o elo entre o PT, os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff e os repasses da Odebrecht, assinala reportagem do jornal publicada hoje.

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