2 de março de 2018, 20:32

INTERIOR DA BAHIALuizinho Sobral culpa gestão de Zé das Virgens, seu antecessor, por ação do MPF

Foto: Divulgação

Ex-prefeito Luizinho Sobral

Em resposta a informação veiculada nesta sexta-feira, dia 02, sobre processo a respeito dos recursos do MDS para a construção de cisternas, Luizinho Sobral, ex-prefeito de Irecê, por meio de nota, disse que todos “as ingerências e crimes” foram cometidos antes da sua posse, que ocorreu em janeiro de 2013. “O Senhor José das Virgens do PT, prefeito entre 2008 e 2012, levou cerca de nove meses para iniciar a execução do convênio em questão, que tinha apenas prazo de vinte e quatro meses para ser finalizado. Como provam documentos, José das Virgens efetuou pagamento de serviços não executados, adquiriu cimento cujo vencimento ocorreu em dezembro de 2012, ou seja, um mês antes da posse de Luizinho Sobral, e concluiu parcialmente apenas 39 cisternas das 700 cisternas previstas para a 1ª etapa do projeto. José das Virgens também não efetuou a prestação de contas conforme notificação do Ministério do Desenvolvimento Social, através do ofício 22/2013 – DEFEP/SESAN/MDS datado de 08/02/2013 reiterando a cobrança da prestação de contas de 2012. Portando, vale salientar, que os valores em questão citados na matéria de R$ 3 milhões, foram gastos única e exclusivamente na gestão de José das Virgens, e que Luizinho Sobral não teve nenhuma participação nestes investimentos, pois só tomou posse após este período”, diz o ex-prefeito. Mesmo diante das irregularidades cometidas pela gestão do então prefeito José das Virgens, Luizinho Sobral, durante sua gestão, solicitou ao MDS que o prazo do convênio fosse estendido, já que não havia mais tempo hábil para conclusão no prazo de 24 meses, que havia sido estabelecido na gestão anterior à sua, contou. Com a negativa do MDS da extensão do prazo de conclusão da obra, Luizinho Sobral, presidente do Consórcio Público à época, concluiu o restante da prestação de contas de acordo com os termos do convênio, inclusive devolvendo os recursos não utilizados pelo ex-prefeito Zé das Virgens, perfazendo um total de 15 milhões. É oportuno esclarecer que além da irresponsabilidade na execução, prestação de contas, e protelação no processo de transição, não foi disponibilizada qualquer estrutura física, administrativa, operacional, de pessoal, ou de qualquer outra natureza, ou seja, uma completa falta de compromisso e de interesse daqueles que estavam à frente do consórcio na gestão de José das Virgens, entre 2010 e 2012.

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