17 de abril de 2017, 08:23

BAHIA“Se tiver apoio, serei candidato”, diz Zé Ronaldo

Foto: Política Livre

Prefeito de Feira de Santana, o ex-deputado federal José Ronaldo de Carvalho (DEM) declarou, em entrevista exclusiva à Tribuna, que alimenta pretensões políticas para 2018, caso obtenha o apoio necessário para isso. Após desconversar sobre os rumores de que poderia filiar-se ao PP, da base do governador Rui Costa (PT), o democrata relembrou a época em que concorreu ao Senado, em 2010. “Foi uma campanha dificílima, sem materiais totais, mas fizemos uma campanha digna, honrada. Conheço a Bahia toda, lideranças de todas as regiões, me acho em condições de exercer um cargo majoritário. Então, se eu puder disputar um pleito em 2018, não vou esconder, vindo uma candidatura, eu iria com simpatia. Mas não pode ser um desejo meu, não pode ser uma coisa única na minha cabeça. A vontade eu tenho, mas tenho que ter apoio de grupo, de políticos e da sociedade. Então, se esses apoios surgirem, eu não tenho nenhum receio de enfrentar uma luta”, disse, para emendar: “Se tiver apoio, serei sim, candidato”. Zé Ronaldo também fala sobre as ações que tem empreendido para enfrentar o problema da seca, comenta a boa relação mantida com o governo estadual e ainda avalia a economia e os impactos da Lava Jato na política nacional. “Foram abertos inquéritos contra mais de 200 pessoas.A abertura de inquérito também dá a oportunidade para as pessoas se defenderem, mostrarem a sua verdade. Mas acredito que com o passar do tempo as pessoas inocentes vão conseguir provar a sua inocência. Mas vale a sociedade tomar conhecimento. Aquele que não provar, aí é com a Justiça. Mas acho também que a política nacional passa por uma grande transformação. A Lava Jato vem dando, ao longo desses anos, uma forte contribuição à política nacional.Acho que ela vai conseguir mudar a mentalidade de muita gente que está na vida pública e pensa em obter benefício de ordem pessoal. Acho que isso vai ajudar e muito a fazer uma mudança na política, que quando as pessoas participarem da política a vejam como um patrimônio da sociedade, emendou. Confira entrevista completa aqui.

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