21 de abril de 2017, 09:45

ECONOMIAEmprego será última coisa a se recuperar, diz Zylberstajn

O resultado negativo do mercado formal de trabalho, que eliminou 63.624 vagas em março, depois do saldo positivo de fevereiro, não surpreendeu o professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo Hélio Zylberstajn. Para ele, ocorreram pequenas variações que sinalizam uma certa estabilidade. Comparados a um passado recente, os resultados dos dois últimos meses mostraram, segundo o professor, uma diminuição no ritmo do fechamento de vagas. Apesar da ponderação, o economista ainda não vê sinais positivos. “O resultado de março não deixa de ser uma má notícia porque ainda não estamos crescendo. Precisamos desesperadamente criar empregos”, afirma.

Agência Brasil

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