Assembleia só vota projetos do Executivo
Com metade da representação renovada e o ingresso de jovens e herdeiros políticos, a Assembleia Legislativa da Bahia em 2011 foi palco de discussões acirradas e votações de projetos que pretendiam traduzir mudanças para alguns serviços na Bahia. Entre eles, foi destaque a privatização dos cartórios que depois de quase três anos de tramitação foi aprovada, em meio a dúvidas e impasses com o Tribunal de Justiça; a reforma administrativa que criou secretarias novas no governo, como a administração penitenciária responsável por discutir a problemática dos presídios do estado; as alterações na lei que rege o Planserv, plano de saúde dos servidores estaduais, quando houve uma queda de braço entre o governo, a classe e a minguada bancada de oposição, que conseguiu, como em uma das poucas oportunidades, provocar barulho e adiar por alguns dias a votação. Ocorreu um total de 235 sessões e proferidos 2.728 discursos e 2.082 proposições, entre projetos de lei, de resolução, de emenda constitucional, indicações, moções e requerimentos. leia mais na Tribuna.








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