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03 de janeiro de 2012, 10:56

Após ano de crise, Cabral usa UPPs para se recompor

Depois de uma sucessão de crises, denúncias, más notícias no plano pessoal e do esfriamento da relação com a presidente Dilma Rousseff, o governador do Rio de Janeiro,  Sérgio Cabral (PMDB), encerrou 2011 tentando capitalizar a bem-sucedida ocupação da Favela da Rocinha pelas forças de pacificação, logo depois da prisão do traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem. A política de combate ao crime, baseada nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), está a cargo do terceiro homem forte do governo, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.  Na noite de reinauguração do Palácio Guanabara, sede do governo restaurada graças a empresas privadas que bancaram as obras de R$ 19,2 milhões, Cabral resumiu a atual gestão, em discurso bem-humorado: “O governador é o Pezão, o primeiro-ministro é o Regis e eu fico ali animando a festa”. As informações são do Estadão.

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