‘Não há ninguém para assumir’, alega defesa de Arruda em ação no TRE-DF
Última carta da defesa para evitar a cassação do governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), no Tribunal Regional Eleitoral do DF, as alegações finais apresentadas pelas advogadas de Arruda alertam os magistrados para uma dúvida inusitada: na hipótese de o mandato ser tirado de Arruda, a quem o DEM poderá delegar o dever de governar, já que o então vice-governador Paulo Octávio renunciou ao cargo e também desfiliou-se da legenda?
“O presente caso traz um detalhe fundamental, para o qual o Poder Judiciário não pode fechar os olhos, que é o fato de o vice-governador já haver renunciado ao mandato! Logo, reavendo o mandato, o Democratas irá repassá-lo a quem?”questionam as defensoras. “A ninguém! Não poderá repassar pelo simples fato de que não há ninguém para assumir! Não há suplente, não há vice, ou seja, não há quem possa assumir esse mandato!”, respondem na sequência. Informações do G1.



