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Paulo Maracajá está na corda bamba

O chefe do Ministério Público baiano, Lidivaldo Britto, foi hoje a Brasília se reunir com o procurador geral da República para pedir a investigação da suspeita de crimes cometidos pelo conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) Paulo Maracajá. Britto reuniu a ação civil pública por ato de improbidade administrativa ajuizada na última sexta-feira (13) pelo Ministério Público Estadual e nformações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras do Ministério da Fazenda (Coaf). Segundo as informções do Coaf há indícios de “movimentações financeiras atípicas, com recursos vultosos, nas contas de Maracajá”. O processo será julgado no Superior Tribunal de Justiça.

A stuação de Maracajá não é menos complicada aqui na Bahia. O promotor do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco), Gilberto Amorim, instaurou novo inquérito civil para apurar a possível prática de improbidade por enriquecimento ilícito do conselheiro do TCM. Além disso, as promotoras do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa (Gepam), Célia Boaventura, Heliete Viana e Rita Tourinho, afirmam que Paulo Maracajá exerce de fato a gestão do Esporte Clube Bahia, mesmo a legislação proibindo aos conselheiros “o exercício de cargo técnico ou de direção de sociedade civil, associação ou fundação de qualquer natureza ou finalidade, salvo associação de classe, sem remuneração”.

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